segunda-feira, 22 de maio de 2017

In Between - "Autunno" Video [Threshold Premiere]


In Between é o primeiro álbum homónimo a solo do músico Luca Maria Baldini. O artista italiano começou por tocar em bandas de amigos na altura do liceu, influenciado pelas ondas do punk-rock e do melodic hardcore. O músico formou ainda a banda C.a.o.s. (Clockwork ape of sound) onde começou as suas primeiras experiências com recurso a instrumentos analógicos, sintetizadores e ambientes atmosféricos.

Este primeiro trabalho resulta numa mistura de música eletrónica, sons analógicos e gravações autobiográficas e samples, o que cria um novo ponto de equilíbrio. Em continuação da promoção deste disco, In Between lança apresenta agora o novo vídeo para "Autunno", cujo argumento é baseado na vida contemporânea italiana. O vídeo confronta o espetador a encontrar os seus instintos corporais, mesmo em lugares incomuns e públicos, e  pode ser visto na íntegra abaixo.

O álbum In Between foi lançado a 3 de dezembro de 2016 pelo selo PMS Studio.




In Between's Tracklist:

1. Love and don’t forget 
2. Cascinette 
3. Nowhere History 
4. Il quinto 
5. Abyss 
6. Da Tanino 
7. Gone Gone 
8. Mario Baldini 
9. Autunno

+

domingo, 21 de maio de 2017

Cinco Discos, Cinco Críticas #25


À 25ª edição do "Cinco Discos, Cinco Críticas" é dada a opinião a cinco discos que sairam durante este ano e que se dispersam entre si relativamente aos géneros em que trabalham. Em destaque a compilação mono no aware da PAN e Tuning de Olivier Lété. Podem ainda ler as críticas a Whiteout Conditions dos The New Pornographers, Heartless dos PallbearerGolden Rain EP dos Golden Rain.


mono no aware // PAN // março de 2017 
8.5/10 
mono no aware é a melhor surpresa que poderíamos receber nesta primeira metade do ano. A primeira compilação da PAN, editora sediada em Berlim fundada por Bill Kouligas (que aqui contribui com uma música), traz-nos 16 diferentes temas de 16 diferentes artistas, cada um com uma sonoridade única e distinta mas que se interligam de um modo muito interessante, onde até as próprias transições entre faixas funcionam em perfeita união, contribuindo, assim, para um disco extremamente coeso e uno, como se de um artista apenas se tratasse. 
Música introspetiva para refletir, ora mais orgânica ora mais fria ou abrasiva, mas todas elas complementares e envoltas num cenário etéreo e atmosférico. A beleza de “Limerence”, por exemplo, traz um instrumental simples e enigmático como o seu próprio autor, Yves Tumor, que contribui com um dos temas mais íntimos e marcantes do disco, com as vozes sampladas a dar um toque mais humano e quente ao disco. 
mono no aware transcende os campos da música ambient e exploratória, mantendo-se entusiasmante ao longo dos seus quase 80 minutos, nunca perdendo a sua identidade e mantendo-se profunda e coesa até ao fim, colocando esta compilação num patamar priveligiado e que poderá gerar algum burburinho à volta desta editora com muito por descobrir. Uma audição mais que recomendada que merece tempo e disponibilidade para ser digerida.

Filipe Costa 

Golden Rain EP // Bulbart/Pocket Records // abril de 2017 
4.0/10 

Formados em Nápoles, Itália no ano de 2015, os Golden Rain são um duo que, muito resumidamente, se insere no campo da electro-pop com mais uma dezena de géneros e subgéneros à mistura. O resultado disso vem expresso neste novo EP homónimo, composto por um total de cinco canções muito dispersas entre si no processo de composição. A título de exemplo cite-se o single "Foglights", faixa de abertura que nos leva a viajar por entre os campos da dream-pop com tonalidades melodramáticos. À memória, o resultado deste single faz lembrar uma espécie de Princess Chelsea conjugada com Marina and The Diamonds no primeiro disco. É também com "Foglights" que os Golden Rain mostram o único trunfo deste novo EP, pois as restantes canções estragam qualquer hype inicial criado no consumidor. Ao longo da reprodução do álbum o ouvinte é exposto a ambientes e composições musicais muito dispersas entre si e onde a própria voz da vocalista se torna irreconhecível. A coerência, inexistente, na linguagem e comunicação musical confunde ainda um ouvinte que esteja a tentar encontrar identificar a sonoridade da banda e, muito dificilmente, o conseguirá levar a ouvir o EP na íntegra e/ou a querer informar-se mais sobre a banda. "When I Go Away" é um exemplo de uma péssima escolha de alinhamento, sendo um single tipicamente reciclado de sonoridades pré-existentes, no fundo, a estratégia utilizada em quase todas as composições deste disco. Uma pena. 

Sónia Felizardo

Whiteout Conditions // Concord // abril de 2017 
7.5/10 

Três anos após o dececionante Brill Bruisers, os The New Pornographers estão de volta com Whiteout Conditions e mais uma dose de power pop. Esta foi a primeira vez que fizeram um álbum sem a participação de Dan Bejar, ocupado com o seu outro projeto, Destroyer, e o baterista Kurt Dahle, que deixou a banda em 2014. Felizmente, essas duas baixas não se fizeram notar e Whiteout Conditions é um álbum de qualidade. Com canções energéticas, boas melodias e uma boa integração de instrumentos eletrónicos, este é um agradável, apesar de não muito memorável, conjunto de canções. Começa bem, com "Play Money", liderada pela voz de Neko Case, mas torna-se menos interessante com as duas faixas seguintes, especialmente a primeira delas: a mais eletrónica "Whiteout Conditions" e "High Ticket Attractions". É depois delas que a banda mostra o que sabe, da faixa 4 à 8. São essas as canções que fazem o álbum valer a pena. "Second Sleep" é capaz de ser a melhor delas, mas "We’ve Been Here Before" também se destaca, sendo a música mais calma e ambiente do disco, na qual não há percussão. As últimas músicas passam um pouco despercebidas, não mostrando a banda no seu melhor. Whiteout Conditions é um bom álbum. Não será um dos melhores de 2017, mas também não deve desiludir a maior parte dos fãs da banda.


Rui Santos

Heartless // Nuclear Blast Records // março de 2017
7.5/10 

Tal como a força e a beleza de uma cascata na natureza, é assim que o terceiro álbum dos Pallbearer atinge os seus ouvintes. Esta jovem banda tem feito a sua reputação crescer em torno da mistura dos riffs monoliticos típicos do doom metal, na tradição de trouble, candlemass ou cathedral, com harmoniosas melodias encontradas em bandas de rock progressivo clássicas, invocando obvias influências de Pink Floyd ou de Rush
Com o vocalista muito mais confiante do que nos dois primeiros álbuns, este disco prima pela sua eclética performance capaz de percorrer os tons mais limpos, desde o mais agudo até ao mais grave, e quando necessário, ir buscar a agressividade necessária para completar a musica. Com poderosíssimas músicas como "I Saw The End", que serve de abertura para o álbum, ou "Dancing in Madness", as guitarras complementam-se, um pouco ao estilo de Mastodon. No centro da violência, por exemplo, os ritmos típicos de géneros como o sludge metal, estes são constantemente complementadas por linhas harmoniosas e melódicas. Esta oscilação atípica é o que torna os álbuns de Pallbearer uma experiência tão peculiar. Apesar de tanta hostilidade, existe sempre um momento emotivo a contrastar. 
Um forte concorrente, que certamente estará listado em várias listas de melhores álbuns do ano dentro do género (e não só), Heartless, sabe conjugar, paralelamente, a agressividade com a beleza melódica criando um cenário apocalíptico repleto de emoção.


Hugo Geada

Tuning // Discoble Records // abril de 2017
8.0/10

Tuning é um álbum muito especial, feito com recurso exclusivo a um baixo elétrico conectado a dois amplificadores e sem quaisquer pedais de efeitos. Composto por um total de nove canções, Tuning apresenta melodias pulsantes e repetitivas, enriquecidas por conceitos criativos e auras inovadoras. O compositor francês Olivier Lété, que assina este trabalho, refina no seu processo de composição e improviso várias influências do seu apego à audácia sonora e musical e apresenta um disco que requer um certo nível de paciência e ambientes muito específicos para ser reproduzido e apreciado. Com um currículo a contemplar a cena jazz, Oliver Lété mostra a solo a sua paixão pela música, mas num registo mais grave e despido de qualquer instrumentação que distraia o público do seu principal objetivo: conduzir o ouvinte a uma viagem por entre as linhas do baixo. O argumento fica a cargo de quem carregar no play e escutar até ao fim. Tuning invoca de uma forma geral a estrada que percorremos na vida - as linhas retas, a floresta que nos acompanha ao longo do caminho, as curvas e contracurvas que percorremos até ao destino final. As vibrações do motor passam assim a ser as do baixo, enquadradas com variações imprevisíveis. Um disco muito interessante pela sua unicidade. Ora experimentem começar por "Un retour".

Sónia Felizardo

+

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Indie Music Fest 2017 - Primeiras Confirmações


O Indie Music Fest está de volta e Conjunto Corona, Them Flying Monkeys, Twin TransistorsHeavy Cross of Flowers e Paraguaii são os primeiros nomes confirmados para a próxima edição do festival. Este volta ao Bosque do Choupal, em Baltar, nos dias 31 de Agosto, 1 e 2 de Setembro de 2017.



Esta será a 5ª edição do festival, cujos passes gerais já estão à venda por 25 euros.

+

Road to: NOS Primavera Sound #2

nos-primavera-sound-2017-threshold-magazine

A menos de um mês de começar um dos principais festivais de música alternativa de Portugal, o NOS Primavera Sound, deixamos aqui algumas escolhas (pessoais) dos editores para o que podem escolher ver nos ecléticos palcos durante os três dias que são esta celebração que junta alguns dos melhores artistas e bandas da atualidade.

8 de junho

Cigarettes After Sex - Cigarettes After Sex (2012)


Uma das bandas mais incitadoras ao fecho das pálpebras está de volta aos terrenos lusos, reencaminhada de Brooklyn para um pavimento ainda verde e numa época primaveril já madura, comparando à sua passagem no Festival Paredes de Coura no último ano. Foi de forma gradual e propícia ao eco instrumental e vocal caraterístico desde 2008 que experimentaram os tímpanos humanos, normalmente habituados a volumes mais altos que o suposto. 

Depois do lançamento de uma demo (2011), do EP I (2012) e de alguns singles, destacando "Apocalypse" como o mais recente, seguido de “K.” e os substanciais “Affection” e “Nothing’s Gonna Hurt You Baby”, passam ao lançamento do seu primeiro álbum intitulado de forma homónima. Será alvo de promoção no festival dado o conciliar de alguns temas nele já conhecidos pelo público e que não conseguem fugir ao padrão levitacional que está sempre subentendido, estrategicamente produzido de forma a passar bem a perna aos hipotálamos dos caros ouvintes.

- Rita Alves




Justice – Woman (2016)


Apontados como um dos cabeças de cartaz do primeiro dia da edição deste ano do Nos Primavera Sound estão os Justice. A dupla francesa está de regresso a Portugal depois de um jejum de meia década. Recorde-se que a última passagem por terras lusas deu-se na edição de 2012 do Optimus Alive.  Depois do revolucionário e inovador Crosses lançado em 2007, que serviu de alavanca para a ribalta de música eletrónica e de um quase discreto Audio, Video, Disco lançado em 2011, 2016 foi sinónimo de regresso. E que regresso! Woman nasceu o ano passado e foi recebido com pompa e circunstância pela crítica, que o coloca ao nível do seu primeiro álbum.

De volta estão os ritmos altamente dançáveis, pautados por uma poderosa e sensual linha de baixo conjugada com um vocal que não desilude. São dez faixas que nos traduzem a razão que nos fez apaixonar por estes dois franceses que pintam com cores bem vivas a tela da música eletrónica.

Clássicos como “D.A.N.C.E”, “Civilization” ou “Genesis” não vão faltar num alinhamento que se prevê que incidirá essencialmente no seu último trabalho. Os Justice, através da sua energia e capacidade de pôr qualquer miúdo sedentário a dançar, serão o melhor aperitivo para aquilo que os festivaleiros vão ouvir nos restantes dias no Parque da Cidade, no Porto.

- Edgar Simões




9 de junho

Pond – The Weather (2017)


No segundo dia do Primavera, vamos com certeza assistir a uma das maiores enchentes do festival no palco onde vão atuar os acarinhados australianos Pond que partilham vários membros da mesma génese dos Tame Impala. Apesar de há dois anos ter sido um dos melhores concertos realizados em território português, em Paredes de Coura, pecou apenas por ser curto e só agora é que nos presentearam com o lançamento do seu novo e sétimo álbum The Weather.

Espera-se um concerto cheio de energia vindo do irrequieto Nick Albrook (Frontman) e da sua banda que vai promover o seu último trabalho discográfico, onde se dá um novo rumo para sonoridades mais dançantes, com synths a relembrar os estrondosos êxitos característicos do Disco-Funk, dos anos 80. Em “Colder Than Ice”, denota-se essa mesma faceta disco de um teclado supersónico, juntamente com o groove do baixo a ecoar nas nossas cabeças, à medida, que somos engolidos pela constante repetição do refrão “C-c-c Colder Than Ice”.

Depois desta mudança algo radical de registo, em que largaram o psych/garage rock dos primeiros álbuns, estamos expetantes de como irá ser a receção do público português, perante a lembrança que ficou do pandemónio de mosh-pit e crowdsurfing que restou na nossa memória, da sua última aparição em palcos portugueses.

- Eduardo Coelho



10 de junho 

Metronomy- Summer 08 (2016)


Para o último dia do festival ficou reservado a irreverente indie dos Metronomy. A banda britânica regressa aos palcos nacionais depois de em 2015 terem abrilhantado o palco secundário do NOS Alive. E que saudades deixaram.

Passados dois anos, a banda encabeçada por Joseph Mount adicionou à sua discografia mais um trabalho. Intitulado de Summer 08, o seu quinto álbum de originais, foi lançado em 2016 sucedendo ao Love Letters de 2014. No seu alinhamento temos dez faixas que comprovam a genialidade criativa do seu frontman. Continuam melodicamente irrepreensíveis, com uma linha de baixo que transborda sensualidade e uma componente eletrónica que nos faz hesitar quando colocamos os Metronomy na gaveta indie. É um álbum que facilmente fazia parte da banda sonora daquelas noites de verão em que ficamos junto ao bar da piscina a beber cocktails e a conversar com os nossos amigos.

No palco do Parque da Cidade podemos esperar uma banda com um comportamento irrepreensível, sempre esforçados e exímios no manejamento de cada instrumento. “The Bay”, “The Look” ou “I’m Aquarius” são obrigatórias no alinhamento do concerto mas também as fresquinhas “Old Skool” ou “Night Owl” irão fazer mexer os esqueletos de todos os fãs.

- Edgar Simões



Mitski - Puberty 2 (2016)


Nascida no Japão, filha de mãe japonesa e pai americano, Mitski passou grande parte da sua vida entre viagens e mudanças por países como Japão, Turquia, República do Congo, fixando-se por fim em Nova Iorque em 2010, onde estudou e terminou o seu curso. Editou quatro álbuns desde 2012, e foi com Bury Me At Makeout Creek que começou a criar algum burburinho na crítica mais especializada. Puberty 2 é o quarto e mais recente disco de Mitski, editado em 2016 e que receberá mais atenção na sua estreia em Portugal.

Novamente aclamado pela crítica, Puberty 2 marca um pulo na carreira de Mitski e traz uma sonoridade refrescante e poderosa, de guitarras explosivas e uma lírica extremamente íntima e tocante, onde reflete honestamente sobre o seu passado atribulado e as suas dificuldades de integração. As expectativas são altas para esta estreia aguardada e poderão ser comprovadas no dia 10 de junho.

-Filipe Costa

+

Já conhecem o MIL?


O MIL - Lisbon International Music Network - acontece pela primeira vez este ano, e vai invadir o Cais do Sodré, em Lisboa, nos dias 1 e 2 de junho, para acolher um total de 54 concertos, 12 debates e inúmeros encontros profissionais proporcionando também ao público não profissional um desafiante programa cultural, através de uma interação aberta entre toda a comunidade participante.

→ Porque é que o MIL é importante?

Porque estamos a viver em Portugal uma época muito boa para a indústria musical e, consequentemente cultural, e o MIL vem aumentar a rede e a possibilidade de contactos entre a comunidade que consome o trabalho dos artistas, agentes culturais, jornalistas, editoras e publishers e estas próprias entidades, abrindo espaço ao debate e as portas a várias salas de concertos da cidade. Fernando Ladeiro-Marques, co-produtor do MIL, em entrevista à Marketeer, explicou a sua importância, de forma resumida, ao afirmar que "Portugal era um dos poucos países europeus a não organizar um evento como este, que abordasse os dois lados da música". 

→ Qual é o conceito do MIL?

As duas vertentes do MIL – de festival e convenção – estão divididas, tal como o dia, em dois programas com localizações e preços diferentes. O programa pro destina-se a profissionais do mundo da música. O programa artístico, ao público em geral, mas todos podem participar nas duas vertentes através da adquisição dos respetivos passes. O principal objetivo do festival é a promoção de ligações e colaborações entre os profissionais portugueses, lusófonos, e internacionais.

→ Quem vão ser os conferencistas desta primeira edição?

Nomes como Fruzsina Szep (Lollapalooza), Martin Elbourne (The Great Escape), Virginia Dias Caron (SACEM - França) ou Clementine Bunel (ATC Artists) estão já confirmados numa delegação internacional que reúne algumas dezenas de profissionais interessados no mercado da língua portuguesa.

→ E relativamente aos concertos que artistas poderemos ver, e em que salas?

Os concertos vão ter lugar no Musicbox, B'Leza, Sabotage, Lounge, Tokyo e Roterdão e apresentam como principais atrações Riding Pânico, Linda Martini, Theo Lawrence & the Hearts (FR), Selma Uamusse (MOZ), Luca Argel (BR), Aamar (LUX), Motta (IT), Jibóia, Quelle Dead Gazelle, Mirror People, The Sunflowers, entre outros. Os horários de atuação também já estão disponíveis aqui, sendo que os concertos começam sempre depois das 21h00.

Se ainda sobram dúvidas, consultem o programa completo em millisboa.com. Os passes gerais para os 54 concertos têm um preço de 20€. Já os passes pro - que dão acesso a todo o programa do festival, com acesso prioritário na entrada das salas de espetáculos podem ser adquiridos por 40€.



+

Continuam a chover nomes em Moledo

sonic-blast-moledo-colour-haze-acid-king-black-bombaim

Apesar de já ter um cartaz recheado de grandes nomes, o festival Sonic Blast Moledo continua a dar que falar, desta vez ao acrescentar bandas como Colour Haze, Acid King, Black Bombaim, Stone Dead, It Was the Elf, Ana Paris e Bar de Monjas.

O festival que decorre na praia de Caminha consegue assim pela primeira vez em território nacional trazer uma das bandas mais acarinhadas do stoner rock, os alemães Colour Haze, responsáveis por álbuns como Tempel ou To The Highest Gods We Know. Apesar de serem uma banda instrumental, este vai ser um concerto em que ninguém vai-se queixar da falta de um vocalista.

Os Acid King, gigantes do Stoner Doom, marcam o regresso a Portugal que já estava com saudades do talento deste trio americano. Para quem nunca viu a banda, não podem perder a oportunidade de estar diante da carismática Lori S., vocalista e guitarrista da banda.

Depois de no ano passado terem de cancelar o seu concerto devido a um problema de saúde do guitarrista, a “banda da casa” regressa a Moledo, obviamente estou a falar dos Reis do Stoner portugueses, os Black Bombaim.



O festival vai decorrer nos dias 11 e 12 de agosto e os organizadores prometem que as surpresas ainda não acabaram. Os bilhetes podem ser adquiridos nos locais habituais, estando o passe geral disponível por 55€ e o bilhete diário por 28€.

+

quinta-feira, 18 de maio de 2017

The Jesus And Mary Chain e Primal Scream em Vilar de Mouros

the-jesus-and-mary-chain-e-primal-scream-em-vilar-de-mouros

Depois de regressar com enorme sucesso em 2016, com bandas como OMD, Peter Murphy, Echo & The Bunnyman e The Waterboys, o Festival Vilar de Mouros apresentou hoje grande parte do seu cartaz assim como a mudança de nome para EDP Vilar de Mouros.

O EDP Vilar de Mouros, que este ano se realiza nos dias 24, 25 e 26 de agosto, não baixa a fasquia e para a sua ediçao de 2017 traz Primal Scream, The Jesus And Mary Chain, Boomtown Rats, Psychedelic Furs, Dandy Warhols, Young Gods, The Mission, Morcheeba, The Veils, Avec e 2ManyDJs (em DJ set) e os portugueses Capitão Fausto. Com este incrível conjunto de bandas o festival mantém a identidade que cimentou no ano passado trazendo bandas icónicas das decadas de 80 e 90.

+

Foto-reportagem: O melhor 13 de maio do país [Sabotage Club, Lisboa]

threshold-magazine-13-de-maio-sabotage-club-rolando-bruno-môno-sun-blossoms

No dia em que tudo aconteceu nós fizemos também a festa. O Sabotage Club recebeu a 13 de maio a primeira festa da Threshold Magazine que contou com os Môno!, Sun Blossoms e Rolando Bruno. A foto-reportagem do evento segue abaixo, pela lente da Mafalda Vilela.

Môno!

















Sun Blossoms














Rolando Bruno

















+