terça-feira, 21 de agosto de 2018

STREAM: Never Use After Midnight - Monster Blaster


Never Use After Midnight é o projeto do francês Nicolas Réveillaud, produtor, DJ e compositor parisiense. No final de junho editou em formato LP e digital o seu EP de estreia, Monster Blaster, com o selo da Johnkôôl Records. Composto por cinco faixas, Monster Blaster é totalmente direcionado para as pistas de danças, apostando numa sonoridade onde está bem patente o french house tão característico dos Daft Punk e Justice. É normal que também nos surja na mente a banda sonora do videojogo Hotline Miami. O principal destaque de Monster Blaster vai mesmo para "La Nuit", single com direito a trabalho audiovisual (em baixo).


Podem ouvir na íntegra Monster Blaster, disponível no Bandcamp do artista.

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Milhões de Festa 2018 apresenta cartaz final


A 11ª edição do Milhões de Festa já tem o seu cartaz encerrado. Hoje foram anunciados cinco novas entradas para o painel de nomes confirmados: Peter Gabriel Duo, Decibélicas, Phantom Chips, Sereias e DJ Lynce

Além destas confirmações foram também anunciadas a continuação da parceria com o SWR Barroselas Metalfest, dedicada à mostra de bandas nos espectros mais pesados da música, assumida aqui pelos concertos de Nashgul, Greengo, Pé Roto e Ell Granada, assim como a estreia da curadoria da Fat Out, colectivo de criação de Manchester responsável por algumas das mais turbulentas, intensas e obscuras festas da cidade. Ao Milhões, trazem a Festa da Abelha Gorda, uma celebração em que o mote é “to bee yourself” com a ajuda de muito glitter e das actuações de Croww, Marilyn Misandry, GSY!PA, Hajahh e do Queen Bee Supergroup

A programação do Milhões contará também com um plano de festas em modo dança: Aeróbica, a festa que tem vindo a marcar a diferença nas noites portuenses, garantia de total diversão e transpiração. A fechar o festival, o palco Taina transforma-se numa Silent Disco, com as actuações a serem transmitidas directamente para os headphones cedidos pela parceira Red Bull.

A cidade será ela também um dos palco do festival. Vaiapraia e As Rainhas do Baile, The Evil Usses, Johnny Hooker e Ensemble Insano são as bandas que, entre sexta e domingo, vão actuar em diferentes espaços de Barcelos.

O festival minhoto regressa entre 6 e 9 de Setembro com muita música para ouvir e descobrir, sendo os principais destaques Electric Wizard, Squarepusher, Os Tubarões, Mouse on Mars, The Heliocentrics, Circle The Bug feat. Miss Red. Os bilhetes já estão à venda na bilheteira online e nos locais habituais por €60 (passe geral) e €20 (diário). A programação diária está disponível aqui

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STREAM: Sasha Darko - GENESIS


Sasha Darko - alter-ego do produtor, escritor e programador de videojogos russo Alexander Kibanov - cuja sonoridade se situa entre os campos da música dark synth, witch house e industrial, editou este mês o seu mais recente disco de estúdio, GENESIS, que chega à prateleiras um ano depois de DOOMΞD (2017). Lançado inicialmente como um álbum gratuito para quem comprasse o jogo de terror da SEGASacred Line Genesis, em fevereiro de 2018, GENESIS pode agora ser comprado em formato digital e reproduzido na íntegra, abaixo.

Alexander Kibanov apresenta-se como produtor multigénero tendo, desde 2007,  produzido mais de 150 lançamentos a solo através de outros elementos identificativos e, ainda, colaborado com artistas tão diversos como Kenji Siratori, Hiroshi Hasegawa, GX Jupitter-Larsen, Komissar Hjuler / Mama Baer, Cisfinitum, Gorgonized Dorks e TLASILA (Tom Smith + Thurston Moore + Don Fleming). Com Sasha Darko, neste GENESIS, Alexander Kibanov mostra que estéticas musicais não são suficientes para criar um limite à sua exploração. Uma dose curta de ambiente obscuro para fãs de Perturbator, Igorrr ou The Black Archer

GENESIS foi editado no passado dia 17 de outubro em formato self-release.


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Reportagem: Vodafone Paredes de Coura - 11 a 15 de agosto


Na sua 26ª edição, o Vodafone Paredes de Coura regressou para mais uma semana de diversão e música com todo o espírito e ambiente que também rodeou a praia fluvial do Taboão nos últimos anos. Desta vez com apenas um dia esgotado (sábado, dia de Arcade Fire) o festival começou, como já era de esperar, na vila.

De dia 11 a 14 de agosto o festival teve a programação Sobe à Vila, que levou uma grande quantidade de festivaleiros ao centro de Paredes de Coura para assistir a diversos concertos e dj sets, ou apenas para conviver por lá. Do que foi possível assistir destacou-se o concerto de Deixem o Pimba em Paz (com Bruno Nogueira e Manuela Azevedo a tocar músicas pimba com arranjos jazz e pop) e o dj set de Legendary Tigerman, no qual Paulo Furtado tanto passou músicas de Iggy Pop, The B-52's, Motörhead e Jimi Hendrix como  de Britney Spears e Boogarins. Estes dois na noite de sábado 14 de agosto, um dia após os desinteressantes concerto de Chinaskee & os Camponeses e dj set de Cumbadélica, que tiveram entre si um concerto de The Black Wizards que me deixou curioso, mas desapontado. É uma banda que certamente funciona melhor num contexto diferente.

Linda Martini

Quarta-feira abriu o recinto e começou o festival. Num dia com menos concertos que os seguintes, com o palco secundário a abrir apenas no after, cheguei ao recinto durante a atuação de Marlon Williams, cantautor cuja sonoridade que passa pelo folk e country. Pode não ter conseguido levantar do relvado a maior parte do seu público, mas o autor de "Nobody Gets What They Want Anymore" deu um concerto agradável, apesar de algo banal. Destaco a sua boa voz e performance vocal e o entusiasmo do público em alguns momentos, que deu a entender que os seus maiores fãs presentes ficaram agradados.

Seguiu-se o regresso dos Linda Martini ao festival, desta vez com o disco homónimo lançado este ano. O sucessor do decepcionante Sirumba foi um regresso a uma boa forma por parte do quarteto português, mas esta diferença entre o melhor e o pior que esta banda alcança foi o que prejudicou aquele que foi, no geral, um bom concerto. A banda começou de forma bastante energética com o single "Gravidade", com o som do baixo a não se ouvir muito bem, devido a um dos vários desequilíbrios de volume que ocorreram ao longo do concerto (e do festival). Pouco depois tocaram a também nova "Boca de Sal", uma bela malha com riffs muito bons e ritmos e dinâmicas muito interessantes, tal como outros que se ouviram no concerto. A setlist contou também com, entre outras canções, "Panteão", "Mulher a Dias", "Putos Bons", "Amor Combate" e uma "100 Metros Sereia" que soou algo estranha (o público a bater palmas fora de tempo também não ajudou). Um concerto que podia ter sido bem melhor, especialmente se não sofresse pelos já referidos desequilíbrios do som, mas que cativou grande parte do público e teve os seus momentos bem positivos.

King Gizzard & the Lizard Wizard

Foi depois a vez dos King Gizzard & the Lizard Wizard voltarem também a este festival. Podem ser australianos, mas pelas vezes que já os vi ao vivo até parece que são portugueses. A banda lançou só no ano passado 5 álbuns diferentes, todos eles contendo a sua sonoridade característica, mas com algumas variações. Flying Microtonal Banana é marcado pelo uso de instrumentos que tocam microtons, Murder of the Universe é um álbum conceptual com uma história e várias narrações por cima de instrumentais, Sketches of Brunswick East tem um som muito jazzy e Polygondwanaland é bastante marcado por referências de rock progressivo. Estas variações todas da fórmula dos King Gizzard, em conjunto com músicas anteriores, como "Cellophane" e "Robot Stop", fizeram deste concerto o melhor deste primeiro dia. Uma dose de rock psicadélico e garage rock de qualidade, por vezes ritmicamente complexo, repetitivo e com características de krautrock acompanhado de vídeos muitas vezes retro ou psicadélicos a serem projetados atrás da banda. Houve imenso mosh, mas muito menos pó do que antigamente, pois nesta edição foi finalmente colocado um tapete a ocupar as primeiras filas. Uma mudança simples, mas muito importante.

The Blaze

Para fechar o palco principal o festival apostou na estreia dos franceses The Blaze. Apresentaram-se com um setup em palco original, com ecrãs com vídeos a tapar o duo no início e fim do concerto e com bom uso de luzes. Infelizmente, musicalmente foram bem mais aborrecidos, levando a Coura um house simples e nada memorável, com percussão básica, sintetizadores aborrecidos e vozes alteradas digitalmente.

Logo depois, no palco secundário, o português Conan Osiris, com o seu estilo musical bastante particular, apresentou músicas já conhecidas e outras novas. Em palco, em conjunto com um dançarino, cantou por cima dos seus beats e puxou pelo público. É um artista do qual não sou fã, mas que já foi muito elogiado noutro artigo nosso. Gera opiniões muito variadas e extremas pelos seus ouvintes e só há uma maneira de descobrir se vão gostar ou não dele. Dêem-lhe uma oportunidade e talvez tenham uma experiência mais positiva que a minha. A culpa não é tua, Conan, eu é que sou borrego.

Texto: Rui Santos
Fotografia: Hugo Lima

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EDP Vilar de Mouros - É já daqui a 2 dias


A meros 2 dias do começo do EDP Vilar de Mouros urge fazer umas últimas audições às bandas que vão passar pela edição de 2018 do festival mais antigo de Portugal. Se na semana passada recomendámos Peter Murphy 40 years of Bauhaus celebration featuring David J, Human League e Editors, esta semana a história é outra.


Public Image Ltd. - 23 de agosto

Os Public Image Ltd. (PiL), banda co-fundada por John Lydon aka Johnny Rotten após o fim dos Sex Pistols em 1978 e um dos motores fundamentais do post-punk, voltam ao país cinco anos após um concerto na Casa da Música, no Porto, para mostrar as canções de What the World Needs Now..., álbum editado em 2015. Apesar dos seus últimos trabalhos adotarem uma postura mais dançante e orientada para a pop, esperam-se poder ouvir clássicos do seu álbum de estreia Public Image: First Issue (1978), mas principalmente do mítico Metal Box (1979), onde as linhas de baixo completamente hipnotizantes de Jah Wobble se misturam com a experimentalidade da guitarra de Keith Leven e com os vocais sombrios de Lydon.



John Cale - 25 de agosto

John Cale é um compositor e músico galês a que ninguém pode ficar indiferente. Um dos fundadores de The Velvet Underground e responsável pelo cariz experimental da banda (saiu em 1968 após 4 anos), Cale conta com uma longa carreira a solo que se estende há mais de cinco décadas pelo rock mais avant-garde, como também pela música mais clássica e eletrónica. Durante os seus mais de 50 anos de carreira John Cale editou 16 álbuns a solo, dos quais mais se destacam Paris 1919 (1973) e Fear (1974), e colaborou com inúmeros artistas como por exemplo Nick Drake, Brian Eno, Happy Mondays e Terry RileyRegressa a Portugal 6 anos após o seu último concerto por terras lusitanas, período durante o qual lançou o disco M-FANS.



dEUS - 25 de agosto

No dia 25 de agosto terá lugar a estreia de dEUS no festival minhoto. A banda belga que adora Portugal é comandada por Tom Barman e foi responsável por muitos momentos de dança ao som de alguns dos álbuns mais icónicos do rock alternativo e experimental dos anos 90, entre os quais se inserem Worst Case Scenario (1994), In a Bar, Under the Sea (1996) e The Ideal Crash (1999). É esperada uma viagem pela longa discografia da banda que conta com quase 30 anos de carreira, sobretudo por “Suds & Soda”, "Quatre Mains" e "Nothing Really Ends".



O festival que se realiza de 23 a 25 de agosto conta também no seu cartaz com nomes como The Pretenders, Incubus, James, Crystal Fighters, entre outros. O passe geral tem o preço de 70€, enquanto os bilhetes diários custam 35€. Os bilhetes podem ser aqui adquiridos.

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segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Dear Deer anunciam novo disco, Chew-Chew


Depois de nos terem brindado com uma atuação poderosa na oitava edição do festival gótico Entremuralhas, em apresentação do seu álbum de estreia Oh My... (2016), a dupla francesa Dear Deer vai regressar este ano aos discos com Chew-Chew, o segundo trabalho de estúdio que chega às prateleiras este inverno. O novo disco segue ainda sem nenhum tema de avanço, mas contará com algumas faixas que a banda apresentou em Leiria, nomeadamente "Jog Chat Work & Gula-Gula".

Os Dear Deer formaram-se em 2015 e são compostos por Federico Lovino (Popoi Sdioh) e Sabatel (Cheshire Cat). A sonoridade da banda conjuga elementos do post-punk, noise, no-wave e algum charme da música disco, garantindo-lhes uma aura marcante e igualmente sensual. Em apresentação deste novo trabalho a banda tem um concerto agendado na Maison Folie Wazemmes em Lille (França) que contará com convidados. As informações adicionais podem ser encontradas aqui.

Chew-Chew tem data de lançamento prevista para 11 de outubro pelos selos Manic Depression Records e Swiss Dark Nights.

Chew-Chew Tracklist:

01. Nadia Comaneci
02. Dogflight
03. Jog Chat Work & Gula-Gula
04. Deadline
05. Earworm (feat.Loto Ball)
06. Stracila
07. Disco-Discord
08. Ozozooz
09. Thanatomorphosis

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The Fur. anunciam álbum de estreia


Os taiwaneses The Fur., que tocaram este ano em Portugal, vão lançar no próximo dia 30 de setembro o seu álbum de estreia, Town, pela Airhead Records. O quarteto formou-se em 2016 e já passou por Amesterdão, Berlim, Lisboa, Porto e até pelo Primavera Sound Barcelona.

Mais novidades estão prometidas para breve. Entretanto, ouçam "We Can Dance":

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STREAM: Ross Khmil - Suburban Lights


Ross Khmil editou no passado mês de julho Suburban Lights, pela Hellscape. O músico ambiente/experimental de Kiev mantém assim um ritmo alucinante no que toca ao lançamento de novo material, do qual se poderia destacar também Ocean Plaza Tunnels e Sacred Fantasia of Two. Neste lançamento Ross apresenta seis temas bastante permeados por uma sonoridade retro (ainda que distinta da atual vaga synthwave), com a produção impecável a ser essencial para suportar a tensão e dinâmicas exploradas ao longo dos seus quase sessenta minutos de duração. A principal temática aqui abordada é a imperfeição inerente ao processo de aceder a uma memória e as implicações daí decorrentes: 
The human brain is an imperfect storage device. The information we recall is colored by emotions and is subject to our own, often unwitting, revisions. We can remember some facts with relative clarity, but our interpretations of those facts are different. This is an unavoidable effect of consciousness and, if it didn't have such horrifying repercussions (due the outsized influence of the human animal on Earth), it may be little more than a minor annoyance. A conundrum that makes us angry or sad on occasion but also provides us with the basic ingredients for creating legends. For myth-making. One of our greatest flaws (one might argue) is what makes it possible for us to bring lasting beauty into this world. This could be said of most of our flaws. You would be forgiven if you never considered them flaws at all. 

Suburban Lights está disponível em cassete e versão digital, e podem ouvir esta obra na íntegra em baixo, de onde se poderá destacar "Dreamers", com a sua estética steampunk.


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sexta-feira, 17 de agosto de 2018

LINCE faz-nos olhar para as esculturas


Sofia Ribeiro está a preparar para o outono o lançamento do seu álbum de estreia com o projeto LINCE. Depois de nos apresentar em 2017 o seu EP Drops, LINCE apresentou recentemente o seu novo single "It Feels Like Looking at Sculptures".

"Quando pensava num título para a música, a dificuldade em encontrá-lo estava em como definir um sentimento de felicidade que nos provoca uma libertação interior, num corpo absorto, desprendido, levado, que tudo o que contempla faz crescer esse sentimento” refere Sofia Ribeiro e prossegue “houve uma acção que me lembrou esse estado - ele assemelhava-se à contemplação de esculturas. Das grandes esculturas que eu observara recentemente." 

"It Feels Like Looking at Sculptures", tal como todo o álbum, contou com a produção da CASOTA Collective e foi gravado ao longo dos últimos meses no estúdio do colectivo criativo leiriense.

Para o videoclip de “It Feels Like Looking at Sculptures”, contou com André Tentúgal, colaborador desde o seu início e companheiro de Sofia na banda We Trust. Uma viagem quase que fotográfica com as tonalidades do final dos anos 70 e que tem na expressividade de Sofia o grande trunfo.


A artista que passou este ano pelo Festival Bons Sons atua amanhã (18 de agosto) na Covilhã, no Largo da Nossa Sra. do Rosário.

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Connan Mockasin anuncia novo álbum, Jassbusters


Longo ia o silêncio no que toca a Connan Mockasin.

O música neozelandês responsável por uma das obras-primas da neo-psicadelia, Forever Dolphin Love (2010), já não edita um trabalho em nome próprio desde Caramel (2013). Entretanto, colaborou com Devonté Hynes (Blood Orange) no EP Myths 001, em 2015, e formou com Sam Dust (LA Priest) os Soft Hair, com o quais editou um álbum homónimo (2016).

Esta semana esse silêncio foi quebrado e Mockasin anunciou Jassbusters, álbum conceptual que gira em torno de uma banda fictícia de professores de música. O anúncio de Jassbusters vem acompanhado por um filme que Mockasin realizou sobre essa tal banda e que dá pelo nome de Bostyn 'n Dobsyn. Projetado para ser ouvido após assistir o filme, onde Connan interpreta o instrutor Bostyn e o seu vizinho de infância Blake Pryor interpreta o aprendiz Dobsyn, Jassbusters é o terceiro álbum do artista, o primeiro com banda completa, e chega às lojas a 12 de outubro com o selo da Mexican Summer.

Tanto o filme como o álbum foram gravados no verão de 2016, o primeiro em Los Angeles e o segundo no estúdio Ferber em Paris. "Con Conn Was Impatient" é o primeiro avanço de Jassbusters e contem filmagens de Bostyn ’n Dobsyn. A artwork e a tracklist foram também anunciadas (em baixo).




Jassbusters Tracklist:
01. Charlotte’s Thong
02. Momo’s
03. Last Night
04. You Can Do Anything
05. Con Conn Was Impatient
06. B’nD
07. Sexy Man
08. Les Be Honest

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ZigurFest nas Damas com Baleia Baleia Baleia e 2JACK4U


O ZigurFest é um autêntico oásis no interior do país e um ecossistema fértil em diversidade musical que acontece de 29 de Agosto a 1 de Setembro, indo este ano para a sua oitava edição. A menos de duas semanas para as ruas de Lamegos experienciarem o "caos" musical, as Damas vão receber amanhã (18 de agosto) mais uma sessão de aquecimento para o ZigurFest, tendo sido a primeira no Maus Hábitos, no final do mês de julho. 

Nesta sala lisboeta vamos poder assistir à energia contagiante dos Baleia Baleia Baleia e ao acid-house dos 2Jack4U. A entrada é livre e os concertos têm início às 23h. 

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terça-feira, 14 de agosto de 2018

Glasir anunciam álbum de estreia New Dark Age


Os americanos Glasir irão finalmente editar o seu disco de estreia New Dark Age no final deste mês. O trio texano, formado por Conner McKibbin (guitarra), Nate Ferguson (baixo) e Austin Vanbebber (bateria), concebeu esta obra durante os últimos dois anos e pretende continuar a expandir a sua densa fórmula de post-rock, post-metal e até ambient doom já bem patente no seu EP Unborn de 2015, o primeiro lançamento da editora Elusive Sound e que podem escutar aqui

Gravado, produzido e misturado por Sam Striker e masterizado por Randy CordnerNew Dark Age transporta-nos para um mundo obscurecido e repleto de cidades em decadência onde a humanidade finalmente triunfou sobre a natureza. O tema de abertura, "Into The Sun", pode já ser ouvido em baixo:



A versão digital de New Dark Age tem lançamento marcado para o dia 31 de agosto pela Elusive Sound, seguindo-se uma edição em vinil numa data ainda por anunciar. Em baixo poderão ver a capa do álbum, a cargo de Alex CF, e respetiva tracklist.


New Dark Age tracklist:
1. Into The Sun
2. Holy Chemistry
3. Dissolution
4. The Last Firmament
5. Black Seas Of Eternity
6. Hurt Us Again

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