quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Tricky passa por Portugal em fevereiro


Tricky, o projeto a solo do produtor, vocalista e músico Adrian Nicholas M. Thaws, vai regressar a Portugal com data dupla já no próximo mês de fevereiro para a apresentação do seu 13º disco de estúdio, ununiform, que saiu para as prateleiras em setembro do presente ano. O músico toca a 27 de fevereiro (terça-feira) no Lisboa Ao Vivo e no dia seguinte, a 28 de fevereiro, sobe até ao palco do Hard Club. Ambos os concertos contam com o selo da promotora At The Rollercoaster.

Este é o primeiro álbum feito desde que Tricky se mudou para Berlim, há três anos: uma ruptura limpa, em todos os sentidos da palavra. Este novo trabalho é também o álbum mais resolvido e em paz com a vida do que qualquer outro que o Tricky tenha gravado, mesmo apesar de apresentar um toque de referências como o fim da vida. ununiform servirá assim de pano de apresentação aos concertos em Portugal, além dos seus mais conhecidos e conceituados singles


Os bilhetes para ambos os concertos custam 25€ e estarão disponíveis a partir do dia 21 de dezembro  na bilheteira online. O cartaz segue abaixo.




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quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Clap Your Hands Say F3st! está de regresso em 2018

Ermo
Clap Your Hands Say F3st! está de volta para a sua segunda edição. O novo festival invadiu este ano a cidade de Leiria nos meses de janeiro, fevereiro e março, sendo o resultado da cooperação entre três entidades leirienses já bem conhecidas a nível nacional - Fade In - Associação de Acção Cultural (organizadora do Entremuralhas), Omnichord Records e Rastilho Records. O evento que conta também com o apoio da Câmara Municipal de Leiria, decorrerá no Teatro Miguel Franco.

De 5 de janeiro até 23 de março vão atuar neste espaço algumas das bandas emergentes portuguesas que mais se destacaram neste último ano.

5 janeiro - O Gajo, Jerónimo
12 janeiro - Whales, Wipeout Beat
26 janeiro - She Pleasures Herself, The Rooms
2 fevereiro - Mike El Nite, António Cova
9 fevereiro - Ermo, Obaa Sima
23 fevereiro - Eden Synthetic Corps, Fugly
2 março - Nerve, Escumalha
9 março - Luís Severo, Rua Direita
23 março - Benjamim, Rodrigo Cavalheiro

Sempre às sexta-feiras, com início às 21h30, os concerto têm o preço fixo de 5 euros por cada sessão. O cartaz está disponível na em baixo.

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Pointlist anuncia festa de aniversário nas Damas


A Pointlist é uma agência/produtora/promotora eborense, fundada em janeiro de 2014 por João Modas e Tiago Alexandrino. O seu primeiro concerto promovido foi em março desse ano, onde levaram Capitão Fausto a Évora numa festa que levou mais de 200 pessoas. Nestes 4 anos que passaram, a Pointlist realizou mais de 100 concertos por todo o país, criou o já conhecido Black Bass Évora Fest, e acolheu na sua família bandas como: Sunflowers, 800 Gondomar, Fugly, entre muitas outras.


A festa de aniversário desta promotora ocorre novamente nas Damas, à semelhança do que foi no ano passado. O cartaz deste ano é composto pela banda espanhola Kings of the Beach e pelos barreirenses Moon Preachers, com os El Señor a serem os headliners desta festa. Depois dos concertos, a mesa de mistura vai estar encarregue pelas Latrinas Femininas até às 5 da manhã.

O evento tem entrada gratuita e os concertos vão começar por volta das 22h30.

Cartazes por A Cristina Faz

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Lucy Railton atua amanhã no Museu da Marioneta

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A Nariz Entupido termina o ano de 2017, pródigo em variadas experiências sonoras e artísticas, com um concerto que pretende vincar o lado autoral, neste caso de Lucy Railton e Garcia da Selva. O encontro está marcado para o dia 14 de Dezembro no Museu da Marioneta, em Lisboa.

As possibilidades combinatórias de um violoncelo com outros instrumentos ou com a introdução de sons de diferente proveniências são praticamente infinitas e são alvo de abordagens muito diferenciadas nos anos mais recentes. Lucy Railton fá-lo com uma capacidade invulgar, não só por aumentar o número dessas possibilidades combinatórias, mas sobretudo por ser capaz de trabalhar cada novo detalhe, aprofundando-o de uma forma invulgar.

O trabalho de Lucy Railton estilhaça limites, corrompe a linearidade das divisões estilísticas impostas exteriormente. Ligações à música erudita, há-as certamente, mas também em proporção semelhante com que as estabelece com a música exploratória, electrónica ou jazz. 



A primeira parte do concerto é da responsabilidade de Garcia da Selva, heterónimo de Manuel Mesquita, artista multifacetado que se destaca no panorama artístico nacional tanto na música como no cinema ou nas artes performativas, tendo contribuído com diversas trilhas sonoras ou instalações artísticas.

O evento tem ínício às 21h30 e os bilhetes têm o custo de 8€. O cartaz é da autoria de Nuno Moreira.

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terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Reportagem: VNV Nation [Hard Club, Porto]


Os VNV Nation passaram pelo Hard Club, Porto, no passado dia 7 de dezembro (quinta-feira), para um concerto único que ditaria o regresso da banda cinco anos depois de terem passado pelo festival Entremuralhas, em Leiria. Casa quase cheia, como já era de esperar, e o último concerto do ano da promotora At The Rollercoaster que nos últimos tempos tem trazido a Portugal concertos de excelência dentro do circuito da música alternativa. Como chegámos a tarde e más horas não conseguimos apanhar a banda de abertura, os portugueses NU:N


Em palco os VNV Nation subiram pelas 22h00, como estava previsto, em formato trio e apenas com um membro original, o Ronan Harris, que trazia uma energia pronta para contagiar todos os presentes já com "Arclight" a fazer-se escutar na Sala 1 do Hard Club. Com o clássico "Kingdom" a  desenvolver, começaram também os primeiros passos de dança e os primeiros braços no ar. Embora o concerto estivesse a começar de alguma forma, sentia-se alguma euforia e "Kingdom" foi muito bem metida ali para começar a elevar as expectativas. Para quem não sabia, Ronan fez questão de frisar que o concerto estava inserido na Automatic Empire Tour da banda e que apenas se ouviriam os singles dos álbuns Empires (1999) - considerado o mais inovador na discografia da banda - e Automatic (2011), o penúltimo disco de estúdio. Já com "Space & Time" a chegar ao fim, foi também a primeira vez, de inúmeras tentativas posteriores, que Ronan pediu ao público para deixar os telemóveis no bolso, aos fotógrafos para arrumarem as "big cameras" e a todos os presentes para curtirem o concerto, como uma performance dos VNV Nation merece ser apreciada. O vocalista aproveitou também o discurso para apresentar a próxima música, "Darkangel". 

Com o volver da performance, mesmo apresentando uma energia contagiante, Ronan mostrou-se claramente descontente com as pessoas que continuavam a fotografar o concerto, mesmo apesar dos seus constantes apelos para que não o fizessem. Já durante performance de "Further", aconteceu um dos momentos mais humorísticos do concerto: o vocalista virou-se para um dos elementos do público a perguntar porque é que a pessoa em causa continuava a filmar, afirmando "C'mon guys, you don’t work for Youtube". A pessoa mostrou a imagem tirada a Ronan, à qual este reage com um "What the fuck happened to my hair?", tudo isto durante "Further". Embora tenha sido um momento bastante engraçado começou a notar-se que algumas pessoas foram abandonando a sala a partir de então. 



Mais para a frente, já a ouvirem-se os momentos finais de "Saviour" e com uma sala bastante quente, hora de preparar todas as energias finais para aquela que era espectada ser a última música do concerto e uma das melhores malhas dos VNV Nation, o enorme "Control". Claro que foi uma escolha memorável para terminar a passagem única por solo nacional e claro está, foi o momento alto e mágico da performance do trio, dançar até mais não. Depois de saírem do palco e, após vários aplausos e gritos para que o trio voltasse a palco, os VNV Nation regressaram para tocarem mais quatro músicas, "Radio", "Standing Motion""NOVA" e uma das preferidas de Ronan, "Resolution". 


VNV Nation [Hard Club, Porto]


Texto: Sónia Felizardo
Fotografia: Francisca S. Campos

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segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

METZ regressam em data dupla a Portugal


Existe o mito de que os canadianos são um povo extremamente simpático e acolhedor, esse mito certamente não tem em conta a agressividade presente na música dos METZ. Este trio oriundo de Toronto vai regressar às nossas terras em abril de 2018 para dois concertos, depois de terem ido ao Amplifest em 2015.

Na bagagem agora trazem Strange Peace, o último álbum desta banda canadiana editado pela lendária Sub Pop. A sonoridade violenta dos METZ é inspirada em grande parte pelo primeiro trabalho dos Nirvana, Bleach. Guitarras distorcidas ao máximo em passo rápido, a bateria e o baixo tocados quase ao ponto de estragarem os seus amplificadores, é isto que melhor define a sonoridade deste trio canadiano.

Os METZ vão passar por Portugal nos dias 17 e 18 de abril, no Musicbox (Lisboa) e no Hard Club (Porto) respectivamente. Os bilhetes para ambos os concertos vão ter o custo de 20 euros, e já se encontram à venda nos locais habituais. Tragam tampões para os ouvidos, vai doer.


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sábado, 9 de dezembro de 2017

SunKing apresenta o seu EP de estreia, Pouco Original


SunKing é o novo projeto a solo de Luís Tojo, teclista de Chinaskee & Os Camponeses. Editou na semana passada (1 de dezembro) o seu primeiro EP, Pouco Original, com o selo conjunto Colado/French Sisters Experience, produzido por Miguel “Chinaskee” Gomes no Estúdio Voador.

Pouco Original não vem aí sozinho, trazendo consigo uma cerveja na mão e mais dois EPs prontos a serem lançados sucessivamente daqui até ao Verão. No final, este três EPs estes que terão no final direito a uma edição física para agregar isto tudo.

Se estão à procura de canções pop simples, com coros bonitose e solarengas, ouçam então Pouco Original.

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Terminal Gods e The Ghost of Lemora estreiam-se em Portugal


Os britânicos Terminal Gods (imagem acima) vão estrear-se em Portugal em fevereiro do próximo anono Porto, mais precisamente no Heaven's Bell, a 3 de fevereiro para apresentar a sua música 80's style post-punk de composição arrojada. Desde a sua formação em 2011, a banda lançou inúmeros singles e EPs que culminaram no lançamento do álbum de estreia Wave / Form no ano passado. Em palco português a banda apresentar áo seu mais recente disco de estúdio, Meridian, editado em agosto pelo próprio selo Heavy Leather.



Também no mesmo dia o Heaven's Bell recebe os também britânicos The Ghost Of Lemora, banda que conta com 16 anos de carreira dois discos de estúdio e um EP, Hello Mr, lançado em 2015. O agora quinteto sofreu uma alteração no line-up, após a edição deste curta duração, passando a integrar Jeff Simon na bateria, Colin Ness no baixo e Peter Jennings nos teclados que se apresentarão nesta formação no Porto. O mais recente trabalho da banda é Sweet Satan EP (2016). A banda deverá apresentar ainda novos temas de um futuro disco de estúdio.



Os bilhetes para o concerto estão à venda pelo preço promocional de 11€ até ao dia 31 de dezembro. Após esta data o bilhete passa a custar 13€ até ao dia do concerto. Informações adicionais aqui.

Este poderá vir a ser o derradeiro fim (ou então um marco) da Darkland Events, uma promotora independente que nos últimos antes trouxe a Portugal bandas como os lendários Pink Turns Blue, Kirlian Camera, Factice Factory, Winter Severity Index, Hapax, Christine Plays Viola, entre outros, uma vez que, nas palavras de um dos organizadores, Sérgio Peculi, "servirá para analisarmos se há realmente público suficiente para continuarmos". Podem ler a informação completa aqui.

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quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Hoje. Laraaji encerra programação musical do gnration


2017 foi mais um ano memorável para o gnration. Ao longo do ano o espaço foi casa para alguns dos melhores artistas nacionais e internacionais, contando com apresentações ao vivo de artistas como Xiu Xiu, Jenny Hval, Evan Parker, The Bug, Karen Gwyer e Forest Swords, e ainda a exposição de projetos multimédia e audiovisuais de Ryoichi Kwrokawa e Gil Delindo & Adam Basanta (integrado na programação do Semibreve).   

Hoje, a programação do gnration termina (no que toca a concertos) em chave de ouro com a apresentação ao vivo de Laraaji, o "homem-cor-de-laranja" que vem a Braga apresentar os mais recentes discos Sun Gong e Bring On The Sun, ambos com selos Warp/All Saints Records.

Figura importante da new age, Laraaji viveu de perto a espiritualidade de Alice Coltrane e inspirou-se nas performances e gravações de Sun Ra e John Coltrane. Em 1980 edita Ambient 3: Day of Radiance, produzido por Brian Eno e que o tornou numa referência da música atmosférica e de meditação.

Depois de um workshop de meditação e riso no dia anterior, Laraaji apresenta-se na Blackbox para uma performance única e imperdível, com o preço simbólico de 5 euros. Os bilhetes ainda se encontram disponíveis. Podendo, é ir.

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Rui P. Andrade apresenta 'All Lovers Go To Heaven' no DAMAS

@Raquel Sousa

Co-fundador do Colectivo Casa Amarela, Rui P. Andrade tem testado várias possibilidades por entre o black metal, o noise, o drone e o silêncio através de projectos como Ecos, Ulnar e colaborações com Aires ou Nélson P. Ferreira com uma honestidade e propósitos de valor em torno de gravações campo e guitarra processada. Dia 14 de dezembro estreia-se no DAMAS, em Lisboa para apresentar All Lovers Go To Heaven, álbum editado este ano pela londrina ACR no passado dia 11 de setembro em formato digital e cassete. All Lovers Go to Heaven é uma visão trabalhada ao longo de oito anos; uma carta aberta ao amor ganho e perdido escrita a spoken word, meditações graves e vagas de ruído avassaladoras – tratado paciente e lisérgico sobre aquele vazio complacente dos dias que restam após o final de uma relação.

Rui P. Andrade apresentar-se-á no palco do DAMAS com a colaboração estética de Martim Alvarez, jovem artista plástico lisboeta, que, tanto no mundo da produção de moda como styling, procura desconstruir a realidade e criar daí coordenados e cenários quasi-cubistas, contrariando as ideias de not wearable e reinventando o conceito das peças com que trabalha. Em foco estará HUMAN, trabalho de Carla Campos apresentado na secção Sangue Novo do ModaLisboa do ano corrente. HUMAN mostra-se como uma colecção masculina largamente influenciada pela essência do streetwear/sportswear das tribos urbanas nos anos 90; uma perspectiva visceral sobre o espetro emocional de ser-se humano. 
Press release

O evento de entrada gratuita está marcado para as 23h.

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[Review] Glassjaw - Material Control

glassjaw-material-control

Material Control // Century Media // dezembro de 2017
6.5/10

Material Control é o novo álbum da banda veterana Glassjaw, que ajudou a modelar o movimento emo/post-hardcore dos anos 90 juntamente com nomes como At The Drive-In e Refused - se bem que discutivelmente menos consagrada, ou talvez até divulgada, em comparação. Sendo o primeiro álbum de uma banda com tal estatuto de culto lançado em quinze anos (bem, isto se não contarmos os EPs lançados nesse espaço de tempo), pode-se dizer com certeza de que há, pelo menos, alguma curiosidade em ver se a banda ainda tem o fulgor de álbuns como Worship and Tribute e Everything You Wanted to Know About Science.

Partindo do princípio de que o post-hardcore é visto como o movimento musical em que o hardcore punk é submetido a abordagens mais emocionais e a amálgamas experimentais (algumas delas forçadas) com outros géneros - tal como o post-punk foi com o punk-rock - , os Glassjaw provavelmente pertencem ao espectro menos convencional do género (o que por si só já é dizer muito). O estilo deles revolve à volta de letras sobre desamores, lutas internas e assuntos políticos acompanhados por um hardcore envolvido em namoricos com noise rock, rock progressivo, jazz e heavy metal, entre outros. Agora a questão é saber se Material Control fará mossa no panorama atual do estilo, ou se ficará pelo caminho.


O álbum tem um bom começo com os dois singles de avanço “New White Extremity” e “Shira”, que apresentam uma vibe bastante frenética, dissonante e furiosa. Esse modus operandi mantém-se - se bem que já a demonstrar algum desgaste - até à quarta faixa “Strange Hours”, em que o grupo torna-se num ato mais chill-out, tornando-a num dos destaques no álbum. A faixa seguinte, “Bastille Day”, é um interlúdio a apostar em experimentação com percussão mais tribal, servindo de introdução para “Pompeii”, que torna-se gradualmente mais caótico à medida que progride. “Bibleland 6” e “My Consciousness Weights a Ton” demonstram um trabalho de baixo bastante distinto. Tal como “Bastille Day”, a faixa-título “Material Control” é mais um interlúdio em que demonstram as suas tendências minimais. Eventualmente dá-se lugar à última faixa “Cut and Run”, que fecha o álbum de forma meio autopilot.


No seu todo, o álbum tem boas ideias, como se espera de alguém com bastante experiência nestas lides, mas nunca chegam ao seu pleno potencial no geral. Material Control fica assim num limbo em que o alinhamento está tão perto de chegar a um patamar considerável, mas falha por pouco pois houve qualquer coisa que falhou ali pelo meio. Houve demasiada mesmice ao longo da tracklist que faz empalidecer esse mesmo potencial, poucos momentos que fazem o álbum destacar-se, por exemplo, dos Las Disputes ou Touchés Amores desta vida, o que é uma pena. A ver se um eventual próximo álbum releva mais a natureza esquizofrénica dos Glassjaw.

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Woodrock Festival está de volta em 2018

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O Woodrock Festival anunciou as suas primeiras novidades para a edição de 2018. O festival vai decorrer nos dias 19, 20 e 21 de julho na Praia de Quiaios, Figueira da Foz, e as primeiras confirmações sãos os gregos Planet of Zeus e o one man band português Fast Eddie Nelson.

O  cartaz do Woodrock Festival vai contar com um total de 14 bandas. Os passes gerais estão já disponiveis online em https://woodrock.bol.pt e em 2 pontos de venda físicos na Figueira da Foz. Têm o valor de 18€ até dia 31 de Janeiro. Após essa data passam a custar 21€ até 31 de Março, data após a qual se fixam nos 24 € até aos dias do evento. Os passes gerais garantem acesso gratuito ao Parque de Campismo de Quiaios.

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