domingo, 25 de fevereiro de 2018

STREAM: GNU VAI NU - to a stranger EP


Depois de terem mostrado "Coup", o primeiro single extraído de um novo curta-duração sem data de lançamento anunciada, os lisboetas GNU VAI NU lançaram, no final da semana passada (sexta-feira, 23 de fevereiro), o dito cujo EP intitulado de to a stranger, composto por um total de cinco faixas e que pode agora escutar-se via Bandcamp.

Do disco recomenda-se a audição de temas como o já referido "Coup", "Intermission Pt.2" - que conta com a interpretação de um poema de Walt Whitman, "To a Stranger" - e o instrumental ligeiro de encerramento, "Euouae".

to a stranger EP foi editado a 23 de fevereiro e pode ser ouvido na íntegra abaixo.


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sábado, 24 de fevereiro de 2018

Hollywood Burns lança disco de estreia em abril


Hollywood Burns, o projeto a solo de  synth/retrowave de Emeric Levardon, vai estrear-se nos longa-duração este ano com Invaders, disco que vem dar sucessão a First Contact EP e que mistura o espírito dos filmes de ficção científica clássicos com a eletrónica dos anos 80,  a funk e a disco dos anos 70 e os envolve em arranjos orquestrais surpreendentes. Invaders é sem margem de dúvida um dos discos a ter em atenção neste ano e prova disso é mostrada através da terceira faixa e primeiro single de avanço, "Scherzo No. 5 in Death Minor", a ouvir abaixo.

Invaders conta ainda com a colaboração de Olivier Marechal (guitarra), Remi Meilley (bateria) e Florent Gerbault (Nord ex Light Deflection) na voz. Para fãs de Carpenter Brut, Perturbator, Dan Terminus e Gost.


Invaders tem data de lançamento prevista para 13 de abril pelo selo Blood Music.

Invaders Tracklist:

01. Opening Titles 
02. Black Saucers 
03. Scherzo No. 5 in Death Minor 
04. Carnal Encounters of the Third Kind 
05. Girls with Guns 
06. L'Era delle Ceneri 
07. Bazaar of the Damned 
08. Came to Annihilate 
09. Revenge of the Black Saucers 
10. Survivors 
11. Closing Titles (bonus track)

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gnration celebra noite dedicada às guitarras com Six Organs of Admitance e Luís Martins


O regresso de Ben Chasny a Portugal faz-se esta noite com uma noite muito especial no gnration, em Braga. Membro dos brilhantes Comets on Fire, é sob a faceta de Six Organs of Admittance que Chasny apresenta a sua veia mais fértil, contando com um repertório extensíssimo iniciado em 1998, ano em que se estreou com o homónimo Six Organs of Admittance

Discípulo rebelde da "american primitive guitar" de John Fahey e, numa segunda fase, Jack Rose, Ben Chasny rapidamente afirmou o seu legado dentro do universo psych e folk de vanguarda. Em 2017, regressou às edições com Burning The Threshold, disco que recebeu novamente o sela da conceituada Drag City e que servirá de mote para a sua apresentação na Blackbox do gnration ao lado de Elisa Ambrogio, vocalista e guitarrista do trio noise-rock Magik Makers

Luís José Martins, também integrará esta noite dedicada às guitarras para apresentar Tentos - Invenções e Encantamentos, disco editado pela Shhpuma em 2017 e que marca a estreia a solo do guitarrista dos Deolinda.



No domingo, Ben Chasny irá ainda orientar um workshop sobre The Hexadic System, o jogo de cartas para guitarra criado pelo mesmo, seguindo-se uma apresentação no Teatro Maria Matos, em Lisboa, na terça.

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sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

STREAM: FRIGS - Basic Behaviour


Os FRIGS editam hoje o novo disco de estúdio Basic Behaviour, que foi escrito e gravado ao longo de um período de 16 meses, dividido entre dois locais: o estúdio doméstico da banda e a Union Sound Company, em Toronto. Neste novo disco a banda norte-americana volta a juntar o grunge cru e emocional de nomes como PJ Harvey ao imersivo e psicadélico post-punk dos Sonic Youth (ouvir a faixa "Trashyard "), num disco coeso e de fácil audição.

A banda é composta por Bria, Duncan, Lucas e Kris. Deste novo Basic Behaviour já tinham sido apresentadas previamente as faixas "Doghead", "Talking Pictutes", "Solite State", "Chest" e "II".  O disco é composto por um total de 10 canções - que são ao mesmo tempo rígidas, caóticas, reflexivas e maníacas - e pode ser ouvido na íntegra abaixo.

Basic Behaviour é editado esta sexta-feira (23 de fevereiro) pelo selo Arts & Crafts.



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Festival A Porta com Dead Combo, Bonga e Nice Weather for Ducks


O Festival A Porta vai para a sua quarta edição na cidade de Leiria, decorrendo entre os dias 16 e 24 de junho. Os primeiros nomes confirmados são Dead Combo, Bonga, Nice Weather for Ducks e os os holandeses Blue Crime.

Produzido pelo coletivo Meia Dúzia e Meia de Gatos Pingados, o festival assume o formato de uma semana e alastra a sua programação a novas zonas da cidade e da região, com uma programação repleta de concertos, exposições, jantares temáticos, arte nas ruas, residências artísticas e workshops para crianças. 

A Porta abre casas, igrejas, lojas, jardins, teatros e ruas inteiras revelando o melhor de Leiria, propondo vários roteiros culturais com artistas locais, nacionais e internacionais, fortalecendo a inclusão de diversas comunidades e experiências, numa verdadeira plataforma intergeracional e interdisciplinar.

Mais artistas e outros detalhes sobre a programação final serão anunciados nos próximos meses, por isso fiquem atentos.

   

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quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

[Review] Joan as Policewoman - Damned Devotion


Damned Devotion // Play It Again Sam // fevereiro de 2018
7.0/10
 

Joan Wassen já leva alguma carreira como Policewoman - desde 2006 que lança álbuns regularmente, mantendo-se sempre num registo de cantautora desinspirada até que surge *Damned Devotion*, disco que combina maneirismos vocais de soul e R&B com art pop, criando assim um som minimalista focado na palavra, em letras simples interpretadas com emoção e em refrões orelhudos, onde encontra a sua verdadeira força. Finalmente, Joan as Policewoman dá entrada na década de 2010 com despreocupação contagiante e ritmos-para-dançar-sentado.

Qualquer um dos temas é digno de ser cantarolado mais tarde - Wonderful, a faixa de abertura do disco, segue a sua linha condutora de nascer-do-sol como um gentil acordar, com ritmos reverberados que servem de cenário para a voz melancólica de Joan Wassen ecoar pela primeira vez. Saltando (por motivos de concisão) Warning Bell, é Tell Me que começa a revelar as notas mais R&B e soul, contemplando harmonizações agradáveis, com um apego viciante a uma palete de tons que passa pouco do suficiente, criando o ambiente ideal para Steed ressoar com mais intensidade e crueza - as condições ideias para um espectro sonoro mais alargado e uma das melhores canções do disco. 


Damned Devotion - o tema que dá/rouba o nome ao disco - e The Silence merecem também um lugar de destaque. A primeira, num momento mais pop, estranhamente inquietante e sedutor, cria mais um ponto de destaque para a discrição convidativa suscitada pela voz de Joan, enquanto The Silence traz uma sonoridade saltitante e até q.b. experimental dentro do contexto do álbum, soltando o mote de força e independência que se torna incrementalmente importante no séc. XXI: 
 My body, my choice,
Her body, her choice.
Seguindo o caminho que Joan as Policewoman traça, chegamos ainda a What Was It Like, um bonito momento de intimidade onde o refrão mais bonito do álbum se destaca e se torna ainda mais evidente o crescente uso do piano como complemento para a voz de Joan, que culmina provavelmente em Talk About it Later, num tom mais desafiante e in your face.




O disco é encerrado por I Don't Mind, um momento de primeiro plano vocal em que, mais uma vez, testemunhamos uma minimização do factor instrumental, numa maneira adequada de despedida, impedindo que Damned Devotion se alastrasse mais do que o estritamente necessário. É ainda valoroso referir uma capa poderosa, com Joan Wassen num casaco-tipo-gabardina de cabedal simples e apertado na cintura, a criar espaço entre as lapelas para um medalhão dourado. Na mão de Joan, que olha seriamente para e através da câmara, encontramos um ramo de crisântemos por florir ou já floridos, como se fosse um lapso temporal na mão da Policewoman. Toda a aura da capa invoca funeral, trazendo a esta "devoção maldita" um toque sombrio, que acompanha na perfeição o estoicismo de Damned Devotion

No fundo, Joan as Policewoman protagoniza um bom álbum de art pop em que dá a conhecer ao público uma veia mais moderna do seu liricismo, encontrando paralelos facilmente com SOHN ou Rhye. Contudo, com certeza não será tão memorável para as incontornáveis e inevitáveis listas-de-fim-de-ano como U.S. Girls, que, apesar de não trazerem sonoridades particularmente inovadoras, conseguem trazer frescura ao art pop, um género/etiqueta que passa por um período complicado de saturação. Damned Devotion não deixa, ainda assim, de valer a pena pela simplicidade sofisticada com que aborda esta sobrepopulação. 


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Magasessions com Norberto Lobo, Marco Franco e Bruno Pernadas a 4 de março


Depois de terem regressado em dezembro de 2017 com João Lobo, as Magasessions continuam a maravilhar os domingos daqueles que se deslocam até casa de Inês Magalhães.

O último convidado das Magasessions foi Filipe Sambado, no início do mês. A 4 de março, domingo, é a vez de Norberto Lobo, Marco Franco e Bruno Pernadas subirem até às Montanhas Azuis, para um concerto de músicas sobranceiras.

Encontros metafísicos acontecem quando estes três músicos se juntam a três pianos/synths e guitarra, saindo do trilho a que estamos a habituados para um triunvirato musical que raramente acontece. A entrada tem o custo de 5€.

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Parquet Courts anunciam novo álbum produzido por Danger Mouse

©Ebru Yildiz
Os Parquet Courts preparam-se para lançar novo álbum em maio. Wide Awake! é o nome do disco que juntará o grupo natural de Brooklyn ao prestigiado produtor Danger Mouse, uma combinação que poderá soar descabida mas que Andrew Savage assegura como algo novo e desafiante para o espírito incansável da banda. "Almost Had To Start A Fight / In And Out Of Patience" é o primeiro avanço do disco que nos chega em maio, dia 18, via Rough Trade. A capa e respetiva tracklist de Wide Awake! também se encontram disponíveis e poderão ser encontradas em baixo, juntamente com o vídeo para o primeiro single.






Wide Awake!

01 Total Football 
02 Violence 
03 Before the Water Gets Too High 
04 Mardi Gras Beads 
05 Almost Had to Start a Fight/In and Out of Patience 
06 Freebird II 
07 Normalization 
08 Back to Earth 
09 Wide Awake 
10 NYC Observation 
11 Extinction 
12 Death Will Bring Change 
13 Tenderness

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Simian Mobile Disco regressam em 2018 com novo disco, Murmurations

© James Pearson-Howe
Os Simian Mobile Disco, dupla londrina de eletrónica formada por James Ford e Jas Shaw, estão a preparar o lançamento do seu quinto álbum de estúdio Murmurations, com edição a 11 de Maio via Wichita Recordings.

Em Murmurations podemos encontrar 9 músicas, que tanto podem ser escutadas com headphones como numa discoteca. Neste trabalho, a dupla colaborou com o célebre grupo de canto feminino The Deep Throat Choir, bem como com os diretores criativos Kazim Rashid de ENDLESSLOVESHOW (Aphex Twin, Flying Lotus, Hudson Mohawk) e Carri Munden.

"Caught In A Wave" é o primeiro avanço de Murmurations e tem direito a um vídeo musical realizado e coreografado pelo fotógrafo James Pearson-Howe e Kiani Del Valle. 



Foram também disponibilizados a artwork e a tracklist deste novo álbum.


Murmurations Tracklist:

1. Boids
2. Caught In A Wave
3. We Go
4. Gliders
5. Hey Sister
6. A Perfect Swarm
7. Defender
8. V Formation
9. Murmuration

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quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

[Review] Shame - Songs of Praise


Songs of Praise // Dead Oceans // janeiro de 2018
7.5/10

Os Shame são Eddie Green, Charlie Forbes, Josh Finerty, Sean Coyle-Smith e Charlie Steen. Cinco jovens oriundos da parte sul de Londres que, em 2014, decidiram formar uma banda. Um momento de clarividência que surgiu depois de um longo período de ensaios no Queen’s Head, um espaço que à data os Shame partilhavam com os Fat White Family. Nessa altura, eles eram perfeitos desconhecidos. Segundo a Forbes, até mesmo os Fat White Family só começaram a reparar nos Shame quando notaram que estes usavam os seus instrumentos para ensaiar. Entretanto, quatro anos passaram e os Shame já tocaram inúmeros concertos dentro e fora do Reino Unido (à data da publicação deste artigo o coletivo encontra-se em plena digressão pelos EUA) abriram para bandas como as Warpaint e os Fat White Family e editaram o seu primeiro LP, Songs of Praise (cujo título é inspirado numa série da BBC), o qual conta com a assinatura da prestigiada Dead Oceans.


Os Shame ao vivo em 2015. Fotografia de Lou Smith

Songs of Praise foi gravado no ano passado, no espaço de 10 dias num estúdio no País de Gales. Um espaço de tempo bastante curto, que vai de encontro ao que os Shame pretendiam para o seu primeiro álbum: um disco depurado, conciso e sem tretas. 

"None of these stories are fabricated.

They are all, unfortunately, true." 
Charlie Steen, referindo-se à origem das letras das músicas dos Shame.
Encontramos o post-punk dos Shame entre uns jovens Mekons, os Gang of Four e os Modern Lovers. A sua estética oscila entre fúria instrumental e momentos de tensão, todos eles designados para a amplificação das mensagens vociferadas por Charlie Steen. E liricamente, encontramos neste disco uma colectânea de narrativas trágicas sobre o amor, a insegurança e a acepção do facto de que a nossa existência  é, em última instância, absurda. Estas são proferidas alto e bom som por Steen elevando-se em relação à componente instrumental, resultando num exercício coletivo de catarse sónica. Aliás, Steen é indubitavelmente o elemento com maior presença no coletivo. É ele quem dá voz e corpo às trágicas narrativas, transformando-se num feroz animal de palco durante os concertos – tirar a camisola e entrar pelo público adentro são práticas comuns – evocando comparações inevitáveis com Mark E. Smith (um orador nato) e Jeffrey Lee Pierce (um explosivo animal de palco). Steen é um pouco de ambos, mesmo repudiando o estereótipo de "rock-star". 

"I think the idea of the leather jacket-wearing, womanising, drug-fuelled rock star should be burned…That lifestyle could only exist because of money. Bands can’t go out now and get a kilo of coke or drive to Las Vegas in a Ferrari. Now it’s get a gram of speed and sit in a Travelodge. That’s the reality of it…I’d just like a house with a pool table".
Charlie Steen em entrevista ao Guardian
Songs of Praise é mais do que um disco sólido: é um marco no percurso dos ShameApesar de todos os membros da banda terem 20 e poucos anos, eles já não são os cinco miúdos desconhecidos que ensaiavam após as aulas no Queen's Head. Quatro anos passaram e os tempos mudaram. O Queen's Head foi transformado num pub gourmet e o Reino Unido encontra-se em pleno processo de Brexit. Processos distintos que fazem parte da mesma realidade: um mundo que nos afasta cada vez mais uns dos outros com ilusões de "grandes oportunidades profissionais", entretenimento inócuo e grandes oportunidades de investimento em coisas fúteis que nem sabíamos que precisávamos até termos visto um anúncio publicitário. 

Não encontramos em Songs of Praise a mais abrasiva crítica ao panorama contemporâneo. E em bom nome do rigor que rege esta análise crítica, a verdade é que não encontramos neste álbum nada que já não tenha sido dito antes. Afinal, Songs of Praise fala-nos do absurdo da condição humana e de todas as suas chagas. Das NOSSAS chagas. É um terreno fértil, mas comum. Porém, ser comum não o torna menos valioso ou menos meritório de inúmeras observações e análises. Ainda que, em última instância, este seja um exercício fútil. A condição humana é, como sabemos, fatal.
Nós sabemos disso e os Shame sabem disso. Assim como C
amus, que em tempos escreveu que a única forma de lidar com a fatalidade da condição humana era viver uma vida de revolta, paixão e liberdade, os Shame escolhem rir-se na face deste absurdo e fatal espetáculo que é a vida. Songs of Praise é o culminar de um exercício de purga coletivo de toda a fúria que temos acumulada. A fúria deles é a nossa fúria e vice-versa. Assim como o Shame, nos aceitamos que nem todos os grandes discos deste mundo nos vão salvar da morte. Então, porque não fazermos das nossas vidas um acto de revolução, ao divertirmo-nos um bocado enquanto cá andamos?


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A Zigur está de regresso às DAMAS em residência


No próximo sábado, dia 24 de Fevereiro, a ZigurArtists regressa às DAMAS. Depois de anunciar uma curadoria em conjunto com a FUGA no Maus Hábitos, a Zigur ruma de novo ao sul com três nomes que prometem mexer com a noite lisboeta.


Os nomes escolhidos para esta primeira colaboração de 2018 são os Bardino, Tresor&Bosxh e Tsuri (dj-set). As duas primeiras bandas vêm apresentar em primeira mão os seus EP's, enquanto o final da noite está ao cargo do dj-set de Tsuri. A noite promete ritmos bem  mexidos que vão desde o prog/funk dos Bardino, passam pelo kraut/psicadelismo de Tresor&Bosxh e acabam no funk/house (com cheirinho a techno) de Tsuri.


Os concertos começam às 23h e estendem-se até às 04h. É de aproveitar pois, além de ser possível ver três bons concertos, a entrada é gratuita.


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7 ao mês com Ermo


Num mundo cada vez mais inovador é necessário juntar o útil ao agradável quando se cria ou faz algo de inovador. A Threshold Magazine decidiu então criar em 2018 uma nova rubrica mensal, feita por quem faz a música ou quem a faz chegar até nós. Uma playlist, 7 músicas, como os dias da semana, e uma banda, artista ou promotor por mês. 

7 ao mês é a rubrica nova que apresentamos aqui, começando com os Ermo

Pauline Anna Strom - Emerald Pool 


Ultimamente colámos em algumas ondas da New Age e o Trans-Millenia Consort chamou-nos a atenção. Quase Kaitlyn Aurelia Smith em '82, muito fixe. 

Glenn Branca - The Spectacular Commodity (For Eiko and Koma) 


Quase que dispensa apresentações. O disco Ascension é um marco gigante da No Wave. Recomendamos acompanhem com a entrevista em que John Cage explica porque é que não curte Glenn Branca

Ennanga Vision - Otim's War 


Uma pérola pop com selo da Soundway Records, que vale pelo groove futurista e despretensioso. 

Sajjanu - City Hotel Tabata 


Os Sajjanu são uma banda que descobrimos recentemente enquanto procurávamos material para biblioteca de samples. Vale a pena. 

James Ferraro - Ten Songs for Humanity 


A faixa de abertura para o enorme Human Story 3

Cannonball Adderley - Azule Serape 


Conta com a mestria de Wes Montgomery, faixa excelente. 

Maya - Lait de Coco 


Grande som, sem filmes. 


Grafismo: Daniela Oliveira

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