sábado, 18 de abril de 2015

Vídeos Da Semana #45


Esta semana foi pautada pelos novos nomes do Milhões de Festa, pela estreia de Bonobo em Portugal, com data única no Porto, e ainda pela edição da primeira cassete dos Toulouse. Fora disso foram saindo vários trabalhos no campo do audiovisual e segue,  abaixo, uma lista de cinco, com vídeos de Ariel Pink, Owen Pallet, Caribou, Big Noble e Never Young para ver. 

1 - Ariel Pink - "Jell-o"

2 - Owen Pallet - "The Sky Behind The Flag"

3 - Caribou - "Can't Do Without You"

4 - Big Noble - "Pedal"

5 - Never Young - "Like A Version"

+

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Los Waves anunciam novas datas ao vivo

Os Los Waves continuam em apresentação do seu álbum de estreia This Is Los Waves So What?, editado o ano passado, e apresentaram esta semana as datas para os próximos concertos a decorrem de norte a sul do país, que podem ser consultadas abaixo.

18 de Abril - Semana da Juventude do Oeste, Óbidos
1 de Maio - Salão Brazil, Coimbra
2 de Maio - Sociedade Harmonia Eborense, Évora
8 de Maio - Museu do Benfica, Lisboa
23 de Maio - Estudantino Café, Viseu
20 de Junho - Faz Música, Lisboa
9 ou 10 de Julho - NOS Alive, Lisboa
11 de Julho - Quintanilha Rock, Bragança
25 de Julho - Festival Mêda, Mêda
27 a 29 de Agosto - Reverence Valada, Cartaxo


+

Damaged Bug (John Dwyer) lança "Jet In Jungle"


John Dwyer, o líder dos Thee Oh Sees, avançou com mais uma faixa de apresentação do seu segundo álbum, Cold Hot Plumbs, como Damaged Bug, projecto focado em sintetizadores. Depois do primeiro avanço com "The Mirror", o sucessor de Hubba Bubba, vê agora ser lançada "Jet In Jungle", a quarta faixa deste novo registo.


Cold Hot Plumbs estará disponível dia 1 de Junho pelo seu próprio selo Castle Face Records.


+

STREAM: No More - Suicide Commando


Os alemães No More, que nos anos 80 foram uma das bandas que mais contribui na cena da dark electronics, vão editar a obra Suicide Commando, que foi originalmente publicada em 1981. Esta vai ser reeditada, agora, em função de mais um Record Store Day, pelo selo Mannequin, e será relançanda amanhã numa edição de 12''. Suicide Commando pode ser ouvido na íntegra, abaixo


+

Mais nomes para o Milhões de Festa

Depois da confirmação de ontem das THEESatisfaction no cartaz do Milhões de Festa, juntam-se agora ao cartaz os seguintes nomes: Perc Live, The Holydrug CoupleDRUNK IN HELLGo!Zilla, Hitchpop, TiagoEkco Deck, O Gringo Sou Eu,Tresor&Bosxh e os Tøuløuse.
Está a ficar demais o Milhões.


+

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Keep Razors Sharp em entrevista: "Seguramente até ao final do ano haverá qualquer coisa nova"


Na passada sexta-feira, antes de darem um dos melhores concertos da primeira edição do Lisbon Psych Fest, os Keep Razors Sharp estiveram à conversa com a Threshold. Afonso (guitarrista), Bráulio (baixista) e Carlos BB (baterista) estiveram connosco à porta de um restaurante no Bairro Alto, enquanto pessoas passavam e portas se abriam e fechavam. 
Este foi o resultado:


Threshold Magazine: Vocês todos vêm de projectos diferentes, acham que essas influências se juntam todas em Keep Razors Sharp, ou é um som diferente?

Afonso: Acho que é um som completamente diferente. Juntam-se as influências que nós tínhamos individualmente como músicos e como pessoas que ouvem música. Não acho que seja uma junção daquilo que nós fizemos, eventualmente, no passado… acho que não tem nada a ver, é uma coisa nova para todos nós.

Carlos: Aliás, a ideia de fazermos isto era mesmo fazermos coisas que não andávamos a fazer, porque às vezes para estar a fazer a mesma coisa mais vale estar quieto.


TM: Como é o vosso processo criativo em estúdio?

Afonso: Normalmente é rápido e tentamos sempre que haja a maior intervenção possível de toda a gente, o que não é uma das coisas que difere bastante dos projectos onde estivemos envolvidos no passado, principalmente eu e o Rai (guitarrista dos Keep Razors Sharp). Tínhamos normalmente um papel maior na composição, fazíamos grande parte das canções, aqui nós tentamos sempre que as coisas sejam feitas na sala de ensaio e que toda a gente ajude.


TM: Há pouco mais de um ano vocês só tinham uma música na internet e uns quantos gostos na vossa página do Facebook, agora têm um álbum em quase todas as lojas e as vossas músicas passam regularmente na rádio, como é que foi esta mudança para vocês?

(Risos)

Afonso: Nós não sentimos nenhuma mudança, acho que a única mudança que nós sentimos é que estamos a tocar com mais regularidade, temos mais exposição. Para nós não mudou absolutamente nada, não vai mudar nunca, também já tivemos essa experiência no passado, portanto não é uma coisa exactamente nova.


TM: O que esperam do vosso regresso a Lisboa hoje? Têm algumas surpresas?

Carlos: Eu por mim tocar em Lisboa, tocar em Évora, tocar na China, tocar no Japão… epa, um concerto para mim tem que ser um concerto… eu acho que tem de ser sempre especial porque as pessoas estão sempre à espera de ti. Principalmente já não tocamos em Lisboa, está bem que é a cidade onde vivemos todos, mas acho que não é justo, porque é a tua cidade, teres um concerto especial. Acho que todas as pessoas têm direito a qualquer coisa especial, é claro que um músico sente-se um bocadinho diferente de ir tocar para uma pessoa ou tocar para mil, epa mas a energia tem de ser sempre a mesma, porque se lá está uma pessoa e se essa pessoa está com atenção ao teu concerto, pelo menos queres que essa pessoa goste do teu concerto.

Afonso: Mas acho que hoje vai ser bom porque também é um festival, é uma atmosfera diferente, é sempre um relacionamento entre bandas diferentes, acho que vai ser sinceramente muito bom.

Carlos: É bom porque também tens contacto com o lançamento de outras bandas acabadas de nascer. Epa, mas mesmo que não fossemos, se houvesse mais bandas portuguesas, eu gosto daquela parte em que, muitas das vezes as pessoas que estão à frente do palco não vêm, no backstage conheces pessoas e música. Essa parte também é muita boa e muita gratificante, porque para além de sermos uma banda somos pessoas que gostam de conhecer pessoas, e é sempre rico tocares num concerto que tenha mais coisas a acontecer, e é o primeiro ano, não sei se vai ter continuidade. E é bom terem-nos escolhido a nós, não só para fechar a noite, mas para tocarmos no festival e para fazermos parte de uma coisa que está a nascer e que espero que continue.


TM: Vocês têm algum ritual antes de entrar em palco?

(Risos)

Afonso: Não, nada de especial, tentar estarmos uns para os outros, às vezes há concertos em que isso é mais difícil. Mas é sempre bom tentarmos passar um bom bocado de tempo uns com os outros.

Carlos: Geralmente uns 5/10 minutos antes de irmos para o palco gostamos de estar os quatro juntos. Basicamente estamos nós ou alguém que trabalha connosco, mas gostamos de nos enrolar um bocadinho e conversar um bocadinho e dar uma relaxada e quebrar um bocadinho o gelo.

Bráulio: Dar um abraço de conjunto.


TM: Onde é que vão tocar de seguida? Alguns festivais? Algumas expectativas?

Afonso: Sinceramente não sei as datas, mas acho que fazemos Portalegre e Évora. Há mais um monte de datas anunciadas, coisa que podem ver no Facebook com facilidade. 


TM: Qual foi o vosso melhor concerto até agora?

Carlos: Perguntar isso a uma banda é muito complicado.

Afonso: Acho que de certeza em quatro pessoas vais encontrar quatro opiniões diferentes. Vão responder que o concerto que mais gostaram foi um concerto diferente. Às vezes isso têm a ver com muitas coisas, têm a ver como te estavas a sentir naquele dia ou como tu reagiste. Às vezes um concerto para mim pode ser incrível, mas para eles pode não ser grande coisa.

Carlos: Acho que o concerto do Super Bock foi bastante bom.

Bráulio: O do Super Bock foi incrível mesmo.

Afonso: Eu acho que no geral toda a gente gostou desse, mas sei lá, há vários concertos que marcam, é um bocado pessoal. O primeiro que fizemos em Lisboa acho que vai ficar marcado, apesar de estarmos um bocadinho nervosos, todos nós acho eu, mas foi aquele concerto em que nós sentimos de facto que a banda ia arrancar e as coisas iam acontecer.


TM: Qual foi esse concerto?

Bráulio: O primeiro do Musicbox.

Afonso: Porque esse primeiro do Musicbox foi aquele em que nós assumimos, “ok somos uma banda”. E foi uma noite muito especial para nós, uma noite que foi da curadoria do Tigerman. Ainda não tínhamos disco e a casa estava cheia e foi aquele momento em que tu sentes, “ok isto vai arrancar”.

Bráulio: Sei lá, houve vários momentos.


TM: Sonham tocar em algum sítio?

Afonso: Eu acho que de certeza, toda a gente tem sítios onde gostava de tocar. Eu acho que neste momento nós temos alguns sonhos que podem ser concretizados no final deste ano. Estamos aí com uma boa possibilidade de fazer uma série de concertos fora de Portugal, em dois ou três países.


TM: Era uma das coisas que também vos queríamos perguntar, se já pensaram em fazer uma tour europeia no futuro.

Afonso: Nós pensar, pensamos. As coisas nem sempre são tão fáceis como parecem. Já estivemos em Espanha, foi a única vez que saímos de Portugal. Já temos aí uma sessão agendada para Espanha outra vez durante este Verão, portanto vamos estar outra vez em Espanha. E a ideia é no final do verão nós fazermos aí algumas datas, em dois ou três países, isso está a ser alinhado. E eu gosto de pensar em opções que sejam tangíveis.


TM: Já há planos para um próximo álbum? Já têm mais músicas escritas?

Carlos: Há planos para acontecerem coisas. E pode não parecer, mas nós basicamente quase sempre que ensaiamos fazemos uma música. Sempre que nos ligamos ou o Bráulio começa a fazer uma linha de baixo ou eu estou a tocar bateria e automaticamente começam a surgir coisas novas e vamos gravando ideias no iPhone, mas ainda não temos coisas para lançar já. Aliás, nós antes de acabarmos o disco, estávamos a trabalhar nas músicas, e houve uma altura em que nós tivemos que implementar uma regra que era “não vamos começar a fazer mais músicas e a tocar mais coisas, vamo-nos focar só nestas, estas têm que ficar sólidas para gravarmos”. Mas somos músicos, somos amigos, há uma grande química entre nós a tocar…

Afonso: Ainda no outro dia fizemos uma ganda malha

Bráulio: Eu acho que seguramente até ao final do ano haverá qualquer coisa nova. Se será um disco, se será um EP… é difícil dizeres já o que é que vai ser. Mas penso que, quase seguramente até ao fim do ano, haverá qualquer coisa nova.


TM: Para terminar, o que é que vocês andam a ouvir?

Afonso: Hum, o que é que eu ando a ouvir? Sei lá, ando sempre a ouvir tanta coisa diferente. Eu agora, por acaso, tive aí uma fase em que estive colado no último disco do Father John Misty, ouvi bastante. E o que é que tenho andado a ouvir mais… Em termos de álbum… Não sei. Colei muito agora também no… Também oiço muita música boa também sem ser em discos, colei-me que na última música do A$ap Rocky queé a única coisa que tenho ouvido para aí nas últimas 48 horas e a última coisa em que eu colei agora.

Carlos: Eu oiço desde hip hop a música electrónica, muita coisa. Mas não ando a ouvir discos. Acredita que eu comprei muitos discos ultimamente mas infelizmente tenho o leitor de vinis avariado, mas epa eu não tive nem tempo nem cabeça para arranjar ou para comprar um leitor de vinis novo.

Afonso: Houve um granda comeback também do Kurt Vile, porque o Guilherme, o nosso técnico de frente, afina sempre o PA com música do último disco do Kurt Vile. E então, para aí há umas três semanas, tive assim um regresso aquele disco. Andei também para aí uma boa semana e meia a ouvir. Por acaso tive assim alguns comebacks do Chet Faker também, comecei a ouvir muito o disco, não sei porquê. Alguém postou uma música um dia destes e eu comecei a ouvir outra vez.

Bráulio: O que eu tenho andado a ouvir muito outra vez é The Gun Club. Que é uma banda já dos anos 80, não sei se vocês conhecem ou não…

Carlos: Se não conhecem deviam conhecer, não é? (risos)

Bráulio: E ultimamente, nas últimas semanas, também colei outra vez um bocadinho aí e não tenho ouvido mais nada.


TM: Pronto é tudo, obrigado!


+

Antlers vão lançar novo álbum ao vivo

Os norte-americanos The Antlers vão editar um novo álbum gravado ao vivo, intitulado In London. Este trabalho será apenas editado em vinil e é referente ao concerto que a banda deu em 2014 no Hackney Empire, em Londres. Fazem parte do alinhamento músicas de Familiars, editado no ano passado, e de outros trabalhos passados. A data de lançamento está prevista para 15 de Junho via Transgressive

Fiquem com o tema "Refuge" interpretado no Hackney Empire.


Tracklist:
1. Palace
2. Doppelgänger
3. Hotel
4. Kettering
5. No Widows
6. Director
7. Revisited
8. Parade
9. I Don't Want Love
10. Surrender
11. Putting The Dog To Sleep
12. Refuge
13. Epilogue

+

STREAM: Cloud Nothings - Here and Nowhere Else (In Wingdings) Remix Album


Em função de mais um Record Store Day os Cloud Nothings vão editar o mais recente disco Here and Nowhere Else mas em formato album remix com o tratamento de vários produtores experimentais de Ohio como Outer Space, Bee Mask, Khaki Blazer, entre outrosHere and Nowhere Else (In Wingdings) é editado oficialmente a 18 de Abril, o dia oficial do RSD 2015, com selo da Northern Spy Records e pode agora ser ouvido na íntegra, em baixo.


+

Aki Onda em Braga para concerto e soundwalk


Aki Onda estará presente em Braga no próximo fim-de-semana para um concerto e para um soundwalk. O artista sonóro japonês dará um concerto no GNRation dia 17 e fará um soundwalk pela cidade no dia seguinte.

Hora:
17 de Abril - 22:30 
18 de Abril - 16:00

Preço:
17 de Abril - 5 euros 
18 de Abril – gratuito

Local:
17 de Abril - Pátio Exterior do GNRation
18 de Abril - Início no Jardim de Santa Bárbara.

+

The Underground Youth anunciam 'Haunted' LP


Os The Underground Youth que regressam a Portugal em Maio, para o Maio Maduro Maio, anunciaram recentemente a edição de um novo trabalho de estúdio intitulado de Haunted. Este novo longa duração sucede Beautiful & Damned EP, editado o ano passado, e é esperado a ser lançado no verão pelo habitual selo Fuzz Club Records. Ainda sem uma tracklist divulgada é no entanto conhecido, para já, o primeiro single de avanço, "Collapsing Into Night", a ouvir abaixo.


+

Quintanilha Rock com Killimanjaro, Los Nastys entre outros no cartaz


O Quintanilha Rock nasceu em 2001, na aldeia de Quintanilha em Bragança com o objectivo de juntar o público português e espanhol na partilha de gostos musicais, gastronómicos e culturais. Na edição de 2015 o festival decorre de 9 a 11 de Julho, com um cartaz que, apesar de ainda não estar completamente fechado, conta com presenças nacionais e internacionais no Parque do Colado. Os portugueses Octa Push são, para já, os cabeças de cartaz, aos quais se juntam nomes como Los Waves, Killimanjaro, Monster Jinx e The Partisan Seed. Também já está confirmada a presença de Los Nastys, banda que viaja de Madrid. Do alinhamento fazem ainda parte os Little Jesus, formação proveniente da cidade do México. 

Com entrada gratuita gratuita, os festivaleiros poderão contar com vários palcos distribuídos pela aldeia. A organização [ArtiColado] promoverá, ainda, concertos na praia fluvial do Colado. Em breve serão anunciado novos nomes, entretanto para ver, fica o novo vídeo de Los Nastys, para "Mi Perro", para aquecer, em modo surf rock.


+

THEESatisfaction em Portugal


Estrearam-se por cá em 2012.
Agora, em 2015, as THEESatisfaction voltam a Portugal.

Washington não vive só do Punk e do Hardcore.
A capital dos EUA foi também o ponto de convergência de Stasia Irons e Catherine Harris-White, duas estudantes universitárias que começaram a trocar discos de jazz e mixtapes de gangsta rap.
Com base nessa troca de influências, surgiu o alter-ego THEESatisfaction e começou a ser formado um corpo de trabalho que culmina com o recém-editado EarthEE, LP que será apresentado ao público na ZDB no dia 23 de Julho e no dia 24 no Milhões de Festa


+

"Cocaine Cat" é o resultado da parceria de Anton Newcombe com Tess Parks


O vocalista dos Brian Jonestown Massacre, Anton Newcobe juntou-se à canadiana Tess Parks para um álbum a ser editado em Junho. O primeiro resultado desta parceria é lançado sob o nome de "Cocaine Cat", editado em formato single e a ser editado e exclusivo em formato de vinil de 10'' para o Record Store Day.

O par está a trabalhar no álbum de estreia em conjunto, I Declare Nothing, desde o ano passado e o disco é editado no próximo dia 29 de Junho pelo selo a Records. "Cocaine Cat" pode ser ouvido abaixo.


I Declare Nothing Tracklist:
1. Wehmut 
2. Cocaine Cat 
3. Peace Defrost 
4. German Tangerine 
5. Our Love Is Dead And Gone 
6. October 2nd 
7. Mama 
8. Voyage de L’ame 
9. Meliorist 
10. Friendlies

+

Os The Radio Dept. vão lançar um novo EP


Os legendários The Radio Dept., que lançaram em Setembro passado o primeiro material inédito em quatro anos, sob o formato single, "Death To Fascism", acabam de anunciar que irão lançar um novo trabalho de curta duração. The Occupied, o novo trabalho, sucede assim Clinging To A Scheme, editado em 2010. Ainda não são  conhecidos pormenores quanto à tracklist e cover art, pelo que novidades deverão ser reveladas brevemente.

The Occupied EP é editado a 9 de Junho pelo selo Labrador Records.


[Via: Gaffa]

+

Toulouse editam Juice em cassete


Os vimaranenses Toulouse editam hoje os já conhecidos singles "Tero!" e "Paloma" numa cassete intitulada de Juice que traz o selo da Revolve. Esta nova cassete vem igualmente acompanhada por mais dois remixes, para cada uma das respectivas faixas, com assinatura do portuense Live Low(ex Ghuna X) e do californiano Al Lover. E as novidades não ficam por aqui, os Toulouse marcarão presença em alguns festivais de verão e aguarda-se anúncio já esta sexta feira para um deles.

Sobre os dois primeiros singled de Juice, em "Paloma" denotam-se algumas influências, a níveis da percussão,  comparáveis a nomes como BadBadNotGood enquanto que por sua vez em "Tero!" a banda traz guitarras dream pop a soar a DIIV. Os remixes, em formato mais chillout, poderão ser também ouvidos abaixo.


+

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Russian Circles e Mono nos próximos eventos da Work On Sunday


A Work On Sunday, promotora galega revelou recentemente a programação de Abril e Maio, onde actuarão nomes como Russian Circles e Mono. Os primeiro estão inseridos na oitava edição do Triciclo que acontece já na próxima sexta-feira, dia 17 de Abril em Santiago de Compostela. Além dos Russian Circles juntam-se os igualmente americanos Helms Alee e os Fogo Knife.

Para a nona edição do Triciclo a Work On Sunday faz subir ao palco mais três bandas: Nueva Vulcano, Rosvita e Djalmnha que actuarão na mesma sala, a Sala Capitol, uma semana depois a 24 de Abril.

Os japoneses Mono são outra das boas atracções na programação da WOS. A banda sobe a palcos galegos no dia 7 de Maio, um dia depois do concerto no Porto, onde apresentará os seus últimos dois discos editados o ano passado pela  Temporary Residence. A abertura ficará a cargo de Helen Money (USA).

Todos os eventos têm um preço de 12€ sendo que no próprio dia custarão 15€. 


+

[Review] Nadine Shah - Fast Food


Fast Food // Apollo / R&S Records // Abril de 2015
6.9/10

A britânica Nadine Shah já tem na sua discografia dois EP's: Aching Bones (2012) e Dreary Town (2013), e dois álbuns: Love Your Dum and Mad (2013) e Fast Food, editado no passado dia 6 de Abril. Aqui, a voz de Nadine é um dos elementos chave, o seu toque de soul com características vocais semelhantes a PJ Harvey é explorado de forma extremamente artística. Acima de um álbum estético, Fast Food é um álbum bastante pessoal e que deve ser obrigatoriamente ouvido pelo facto de se apresentar adptável a uma escala de público bastante abrangente. Mantendo o seu registo folk, neste novo disco, Nadine Shah mostra um processo de produção extremamente bem conseguido, com assinatura de Ben Hillier, num álbum que se apresenta, de forma sintética, muito coeso e profissional. Sobre o nome deste novo trabalho, Fast Food advém do facto das dez canções deste, terem sido feitas num intervalo de tempo intenso, mas estabelecido. 

"Fast Food", single homónimo de abertura, traz uma guitarra tão típica, num riff minimalista, uma boa abertura para quem estiver a contactar pela primeira vez com o trabalho de Nadine Shah. Aliás este segundo trabalho de estúdio mostra que, mais que um álbum bem conseguido e abrangente, Fast Food é uma obra contemporânea e acessível, resultado de uma artista que além de si, pretende igualmente contemplar o público. Sobre as letras deste novo trabalho, Shah avançou (in Clash Magazine): 
"My favourite love stories are the unconventional ones. The ones that aren’t like rom-coms because those aren’t the real stories, that’s not how it actually happens. For years I had this romanticised ideal of what love would be. I thought it would be perfect and that I would always be someone’s first love but as you get older, people have been in love before. That’s a large part of what Fast Food is about, the sudden realisation that you're never going to be anybody's first love ever again."
"Stealing Cars" foi assim o ponto de partida da britânica na apresentação deste novo trabalho, e é certamente o single que nos últimos meses tem despertado algumas críticas positivas por entre o público português mais jovem. A guitarra base desta faixa traz similaridades a trabalhos de Laura Gibson e uma voz, muito típica, e potencialmente inspiradora.

Este segundo disco é, no entanto, um álbum que não provoca uma curiosidade expandida, nas suas audições em loop. Há singles muito belos, mas de uma beleza que tem o carácter de ser apreciada uma só vez  e num momento específico. "Nothing Else To Do" e "Divided" são dois bons exemplos. Apesar de bem produzidas, trazem uma atmosfera intrínseca que não está predisposta a ser ouvida em qualquer ocasião. No entanto há igualmente singles que merecem ser repetidos pelo excelente trabalho na guitarra, "Fool" é um excelente exemplo. Em "The Gin One", por volta do primeiro minuto e vinte segundos, ouve-se um riff de guitarra a soar a Unknown Mortal Orchesta, um toque único e unicamente presente aqui. Em "Matador" a magia também se encontra no pormenor do xilofone, no entanto, são elementos inseridos de forma intensa mas extremamente curta sob uma voz massiva, e isso de certo ponto não funciona bem. Aliás um dos pontos em destaque do presente disco é a guitarra, e o resultado de um uso inteligente.

Fast Food é no geral um álbum ideal para se ouvir aquando de um final de dia de trabalho intenso, servido de chá quente. Apesar de cair bem, são possíveis as indigestões por aqueles que se perdem de amores pela guitarra inteligente de muitos singles, o problema é que a sobremesa nem sempre é boa e, apesar deste segundo trabalho de estúdio de Nadine Shah ser um álbum bem conseguido, acaba por se perder por entre outros tantos que vão saindo ao longo do ano. É guardar na playlist para épocas especiais.


+

Bonobo em Portugal

Simon Green é Bonobo: um dos nomes maiores da IDM actual, que ostenta o selo de qualidade garantida da Ninja Tune.

Dia 11 de Julho é a data da sua estreia em território nacional, e o local é o Gare, no Porto.

The North Borders — o seu último LP — vai certamente poder ser escutado ao vivo nessa noite, que desde já se adivinha que será uma das mais longas do ano.

+

The Sunflowers lançam "I Saw A Ghost"


Depois de terem mostrado "Mama Kim" como primeiro single de avanço de Witches and PB&Js, os portuenses The Sunflowers editam agora "I Saw A Ghost" em formato single. Esta nova amostra deste segundo trabalho curta-duração é também apresentada sob o formato audiovisual, cujo vídeo pode ser visto abaixo.

A banda tem, para já, duas datas marcadas, tocando no próximo dia 19 de Abril em Lisboa, na Galeria Zé dos Bois, com a festa Clube Z e a 22 de Abril na Invicta em mais uma edição do Cosmic Mess, a ter lugar no Maus Hábitos.


+

Institute anunciam álbum de estreia, 'Catharsis'


Baseados em Austin, os Institute acabam de anunciar um novo trabalho de estúdio, Catharsis, que sucede assim Salt EP, editado o ano passado, e é apresentado sobre o primeiro single de avanço, "Perpetual Ebb". Este novo single traz algumas raízes do garage rock e serve para mostrar um pouco do que a banda trará no álbum de estreia. Além da nova faixa, foi revelada ainda a art-cover (acima) e a tracklist (abaixo).

Catharsis tem data de lançamento prevista para 9 de Junho via Sacred Bones.



Catharsis Tracklist: 
1. Perpetual Ebb 
2. Admit I’m Shit 
3. I Am Living Death 
4. Cheerlessness 
5. Interlude 6. Untitled 
7. Leathernecks 
8. Cheaptime Morals 
9. No Billowing Wind 
10. Christian Right

+

Slaves lançam novo single, "Cheer Up London"


Os Slaves vão editar um novo álbum e apresentaram ontem mais um novo avanço de Are You Satisfied?, através do single "Cheer Up London" que traz as habituais influências do punk. Este novo álbum sucede Sugar Coated Bitter Truth (2013). Ainda sobre o novo trabalho, o guitarrista Laurie Vincent, avançou: "The album is directed at the people telling them to get up and do something… There is a track called "Do Something"."

Are You Satisfied? tem data de lançamento prevista para 1 de Junho via Virgin EMI.


+

terça-feira, 14 de abril de 2015

Oiçam: EGGBOX


Os Eggbox nasceram em Braga em 2010 mas é 2015 que marca a estreia do quinteto nos álbuns de longa-duração com Laleia, álbum editado a 23 de Março. Antes de partir para a exploração deste novo trabalho vale a pena frisar que em 2012 a banda lançou o seu primeiro curta duração, embora com formação diferente, intitulado de Blocked. A principal influência da banda, segundo os próprios, é o gosto por fazer música, tentando transmitir esse sentimento às pessoas que os ouvem. Os Eggbox receberam ainda, com o EP Farol,  o desafio de Miguel Pedro e Adolfo Luxúria Canibal (Mão Morta), para criar uma música, a "Slow Down", que integrou a quarta edição da compilação destinada a divulgação de bandas emergentes da cena musical bracarense,  À Sombra de Deus.


 
Laleia surge do nome da cidade onde o guitarrista, Pedro, trabalhou como voluntário. Composto por oito canções, este novo trabalho, traz alguns elementos de post-rock, embebidos por entre o cinzento das sombras a ouvir. "Sharp", o novo single de avanço deste longa-duração de estreia pode ser já ouvido abaixo, juntamente com o seu trabalho audiovisual.


+

Programação da Filho Único para Abril e Maio


A Filho Único tem vários eventos marcados para este e o próximo mês.


Abril:

Para Abril está marcada a Noite Príncipe, dia 24 no Musicbox, com Dotorado, Blacksea Não Maya e DJ Safari. Os bilhetes custam 8€.

Dia 30 há concertos de Izzy Bunny Oliveira Trio e dj set de Nuno Riviera e Pedro Tenreira no Lounge. A entrada é livre.

Maio:

Em Maio, o saxofonista e pianista americano Charles Gayle irá dar dois concertos em Portugal. O primeiro no dia 24, em Lisboa (Escola de Música do Conservatório Nacional), e o segundo dia 25, no Porto (Culturgest). Os bilhetes para ambos custam 5€.

+

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Sexy and Color abrem para Chameleons Vox no Porto


Os portugueses Sexy and Color, banda que surgiu em 2009, são os responsáveis pela abertura do concerto dos Chameleons Vox, no Porto, no próximo dia 3 de Maio, mais um evento com a assinatura da Muzik Is My Oyster. A banda subirá assim ao palco da sala 2 do Hard Club onde apresentará Start/Stop, o mais recente trabalho de estúdio editado em Novembro. Por sua vez, os Chameleons Vox tocarão na íntegra o álbum Script of the Bridge, inserido na tour de despedida da banda na Europa, We Are All Chameleons Farewell

Preço dos bilhetes: 20€ /vale 3€ na compra do bilhete de Clan Of Xymox. Informações adicionais aqui.


+

STREAM: Tyler, The Creator - Cherry Bomb


O Tyler, The Creator partilhou hoje o seu novo álbum, Cherry Bomb, para streaming. O álbum, anunciado a semana passada, sucede assim Wolf editado e 2013. Do presente álbum já eram conhecidos os tracks "Fucking Young/Perfect" e "Deathcamp", e o álbum pode ser agora ouvido na íntegra em baixo.


Cherry Bomb's Tracklist:
1. ‘Deathcamp’ 
2. ‘Buffalo’ 
3. ‘Pilot’ 
4. ‘Run’ 
5. ‘Find Your Wings’ 
6. ‘Cherry Bomb’ 
7. ‘Blowmyload’ 
8. ‘2Seater’ 
9. ‘The Brownstains’ 
10. ‘Fucking Young’ 
11. ‘Smuckers’ 
12. ‘Keep Da O’s’ 
13. ‘Okaga, CA’

+

Paredes de Coura confirma: Mark Lanegan, Natalie Prass, White Fence e Woods


Mark Lanegan, White Fence, Natalie Prass e Woods são os novos nomes anunciados para o festival Vodafone Paredes de Coura. Depois de ter liderado os Screaming Trees, Mark Lanegan, que actuou no mês passado no Hard Club (no Porto) e no Armazém F (em Lisboa), regressa a Paredes de Coura, 11 anos depois, onde actuará a 21 de Agosto. Em estreia nacional, Natalie Prass sobe aos palcos a 22 de Agosto. Quanto aos restantes nomes, White Fence e Woods regressam a Portugal depois das actuações no Optimus Primavera Sound de 2013 e no Reverence Valada de 2014, respectivamente. O primeiro actua a 20 de Agosto, enquanto que os segundos actuam a 22.

O festival decorre entre os dias 19 e 22 de Agosto, na Praia Fluvial do Taboão, em Paredes de Coura. Os passes gerais têm um preço de 85€.

Já confirmados:
20 de Agosto 
Tame Impala 
Father John Misty 
White Fence 
Pond 
Fuzz 
21 de Agosto 
The War on Drugs 
Mark Lanegan 
Temples 
Charles Bradley 
Iceage 
Waxahatchee 
Allah-Las 
Steve Gunn 
22 de Agosto 
Natalie Prass 
Woods


+

domingo, 12 de abril de 2015

Programação: Muzik Is My Oyster - próximos meses


A Muzik Is My Oyster (MIMO) tem uma programação de luxo para Maio e ainda uma surpresa em Setembro. Há Chameleons Vox, projecto de Mark Burgess que toca músicas da sua banda original, The Chameleons, o mini festival Maio Maduro Maio com três bandas e ainda Clan Of Xymox no início de Setembro. Por fora a facilitar a vossa agenda segue abaixo uma lista com todos os concertos e informações adicionais. Eventos a não perder todos com lugar no Porto.


3 de Maio | Hard Club, Porto | 21.30H
Chameleons Vox
Nota: neste concerto, será tocado na íntegra o álbum Script of the Bridge, inserido na tour de despedida da banda na Europa, We Are All Chameleons Farewell.
Preço dos bilhetes: 20€ /vale 3€ na compra do bilhete de Clan Of Xymox.
Informações adicionais aqui.


15 de Maio
Maio Maduro Maio | Hard Club, Porto - Sala 2 | 21.30H
The Underground Youth + 
Desperate Journalist + 10 000 Russos 
Preço dos bilhetes: 12€
Informações adicionais aqui.


13 de Setembro | Hard Club, Porto - Sala 2 | 21.30H
Clan Of Xymox
Preço dos bilhetes: 20€ /17€ para quem comprar bilhete para Chameleons Vox.
Informações adicionais aqui.

Pré-reservas via email: muzikismyoyster@gmail.com

+