sábado, 8 de abril de 2017

Kikagaku Moyo vão lançar novo EP, 'Stone Garden'


Os japoneses Kikagaku Moyo anunciaram recentemente um novo EP que vem dar sucessão a House in Tall Grass, editado o ano passado. O novo EP, intitulado de Stone Garden, vê para já divulgado o primeiro single, "In a Coil", um tema hipnótico conduzido por uma guitarra sitar que mistura géneros do rock/folk dos anos 70 à música clássica indiana, criando assim uma sonoridade única. "In a Coil" encontra-se disponível para escuta, abaixo.

O artwork deste novo trabalho leva a assinatura do artista de colagens lituano, Mindaugas Jankauskas e contará com um total de cinco canções inéditas. O EP tem uma edição limitada e exclusiva a 70 cópias, no formato vinil.

Stone Garden tem data de lançamento prevista para 21 de abril, via Guruguru Brain.


Stone Garden Tracklist:

1. "Backlash" 
2. "Nobakitani" 
3. "Trilobites" 
4. "In a Coil" 
5. "Floating Leaf"

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sexta-feira, 7 de abril de 2017

O Desterro faz anos!


O Desterro começou em 2015 e deste então já viu passar pelas suas portas milhares de novos sócios, bem como artistas responsáveis por outras centenas de horas de concertos, performances, exposições, meetings, instalações e outras formas de criação artística livres que nos deixaram rendidos uma e outra vez.

Para celebrar o seu aniversário, o Desterro convidou vários artistas para quase 20 horas de festa itinerante que começa com matiné no sábado à tarde e acaba no domingo de manhã. Durante esse tempo, vai passar por três espaços diferentes: Amigos do Minho (3€), Desterro (Entrada livre, aos não-sócios acresce o valor da quota anual) e EKA Palace (5€ sócios).

Toda a programação está disponivel na imagem em cima. 

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Anunciadas data de lançamento e lista de compositores do novo álbum de Kendrick Lamar


Segundo o iTunes, o próximo álbum de Kendrick Lamar vai sair no dia 14 de abril. O título do álbum no site é, pelo menos para já, ALBUM, enquanto que os nomes das músicas não estão disponíveis, tirando o do single "HUMBLE.", faixa 8.

Entre os artistas presentes nos créditos de composição das músicas incluem-se James Blake, BADBADNOTGOOD e U2. A lista completa é a seguinte:

Faixa 1: D. Tannenbaum e Anthony Tiffith
Faixa 2: Mike WiLL Made-It
Faixa 3: Sounwave, DJ Dahi, e Anthony Tiffith
Faixa 4: Sounwave, James Blake, e Richie Riera
Faixa 5: Sounwave
Faixa 6: DJ Dahi, Sounwave, Anthony Tiffith, e Terrace Martin
Faixa 7: The Internet’s Steve Lacy, Anna Wise, e Anthony Tiffith

Faixa 8: Mike WiLL Made-It
Faixa 9: DJ Dahi, Mark Spears, e BadBadNotGood
Faixa 10: Zacari Pacaldo, Teddy Walton, Sounwave, Greg Kurstin, e Anthony Tiffith
Faixa 11: Mike WiLL Made-It, DJ Dahi, Sounwave, Anthony Tiffith, e U2
Faixa 12: The Alchemist
Faixa 13: Richie Riera, Sounwave, DJ Dahi, D. Tannenbaum, Anthony Tiffith, e Cardo
Faixa 14: 9th Wonder

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quarta-feira, 5 de abril de 2017

Timber Timbre, Formation e Jambinai em Paredes de Coura


Timber Timbre, Formation, Jambinai e os portugueses Toulouse vão estar presentes na próxima edição do Vodafone Paredes de Coura. Enquanto que os Jambinai já vieram ao nosso país em 2014 e 2016, os Formation e os Timber Timbre vão estrear-se em Portugal no festival.

Este realiza-se de 16 a 19 de agosto e os passes gerais encontram-se disponíveis ao preço de 90€. 

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Berlau & AM Ramos anunciam "Monte da Lua"


Berlau & AM Ramos são uma dupla formada por Fernando Ramalho e António Ramos. Em 2016 juntaram-se gravar Red Railbus Sessions e este ano já trazem o seu sucessor. Monte da Lua é o segundo disco do duo e chega-nos a 7 de abril pela mão da Zigur Artists.

Neste novo trabalho, às viagens atmosféricas provocadas pela guitarra e saxofone juntam-se novos elementos como a percussão, as vozes ou os longos drones. Gravado em Sintra, na sala feita estúdio de Jorge Nunes e Mariana Marques, Monte da Lua pode ser considerado como uma espécie de retrato íntimo e orgânico do duo.

"Keep the wolves from the door" é o primeiro avanço e pode ser ouvida aqui em baixo: 


Tracklist:
1. Keep the wolves from the door
2. Un lac au désert
3. Les maigres paladins du diable
4. Caminando sobre las piedras

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Father John Misty no Coliseu de Lisboa a 20 de novembro

© Guy Lowndes
Father John Misty vai regressar mais uma vez ao nosso país, depois de passagens pelo festival Paredes de Coura e NOS Alive. O cantautor que dá pelo nome de Josh Tillman vem até ao Coliseu dos Recreios a 20 de novembro, apresentar o seu mais recente álbum de estúdio, Pure Comedy, sucessor dos aclamados I Love You Honeybear (2015) e Fear Fun (2012). Weyes Blood é a artista convidada para a data lisboeta.

O concerto está inserido nas comemorações do 15º aniversário da rádio Radar. Os bilhetes estarão à venda a partir de dia 12 de Abril.



Fiquem com a recente atuação de Father John Misty na televisão alemã.

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terça-feira, 4 de abril de 2017

Party Sleep Repeat regressa à Oliva Creative Factory a 22 de abril


O Party Sleep Repeat celebra este ano a sua 5ª edição com algumas novidades: um novo palco e a atuação de uma banda internacional emergente. 

The Legendary Tigerman, Prana, Riding PânicoToulouseThe SunflowersMarvel Lima e os madrilenos Baywaves são os nomes que a 22 de abril celebram a amizade e a vida através da cultura e solidariedade, na Oliva Creative Factory, em S. João da Madeira. A festa começa durante a tarde com Dj Adão a meter discos e dura até de madrugada com o Baile Tropicante dos DJs A Boy Named Sue e La Flama Blanca.

Considerado o Melhor Festival Indoor da Península Ibérica em 2016, o Party Sleep Repeat volta a ser reconhecido nos Iberian Festival Awards, desta vez com o prémio de Best Small Portuguese Festival.

Os bilhetes têm um preço único de 7€ e estão à venda na last2ticket. No dia do evento, a entrada aumenta para 10€ e só pode ser adquirida à porta da Oliva entre as 14h00 e as 03h30. As receitas da bilheteira revertem para o projeto “Apadrinhe Esta Ideia” da Associação de Jovens Ecos Urbanos e para projetos de investigação da Liga Portuguesa Contra o Cancro.

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Killimanjaro e Stone Dead em abril europeu


Os Killimanjaro e os Stone Dead vão iniciar esta sexta-feira, 7 de abril, a sua novo tour europeia. As duas bandas portuguesas partem à conquista da Europa numa extensa digressão que passará por Espanha, França, Bélgica, Alemanha, Áustria, Croácia, Itália e Suiça, terminando no nosso país.

Os barcelenses Killimanjaro estarão a apresentar o seu último EP Shroud, editado via Lovers & Lollypops em Junho de 2016, enquanto os Stone Dead de Alcobaça darão a conhecer o seu novíssimo disco de estreia Good Boys, lançado pela mesma editora no passado mês de março.



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Reportagem: The Field + Xinobi [Musibox, Lisboa]


Chegados ao debaixo-da-ponte que é o Musicbox, primeiro foi a vez de Xinobi. Confesso: nunca vi Xinobi ao vivo, e apenas ouvi 1 ou 2 dos hits mais afamados deste sôtor do neo-electro-groove luso. Nunca ouvi muito dele porque o achei morninho – acho o seu som um pouco equivalente a pipocas de sábado à tarde (não sendo isto mau, apenas não é a minha praia). E podia ter feito os TPCs e ouvir coisas em casa, mas preferi a ideia oposta, entrar a seco no projecto de Bruno Cardoso. 

Portanto, sei que o concerto serviu para apresentação do seu novo álbum, On The Quiet, mas não me peçam opiniões sobre as novas músicas do Xinobi porque para mim foi tudo estreia. O que dizer então do concerto? Bem, entrei desconfiado mas saí persuadido. Não tinha noção da importância dada à guitarra por Xinobi ao vivo, foram desgarradas de cordas bem mais grandiosas que o que esperava. 



E se em casa bate-se o pezinho a ouvir o homem, ao vivo torna-se num pop-rock extremamente dançável (ajuda o facto de ter sido em formato banda com 4 indivíduos e não apenas um gajo com máquinas). E não quero desprezar o óptimo trabalho da Ana Miró como backup de voz e teclas, ou de Óscar Silva na guitarra e Vasco Cabeçada no baixo, mas o auge foi com a subida ao palco da Margarida Falcão, dos Vaarwell, para ajudar numa das melhores canções do set. Hei-de ouvir o novo álbum sem Musicbox, a ver se fico rendido a Xinobi.

Mas vamos ser sinceros, a malta não foi pelo Xinobi. THE FIELD, caramba. 

Se poderá haver quem diga que ele não passa de loops repetidos até níveis nauseabundos, então eu sou bulímico orgulhoso. Ninguém usa a repetição e acumulação com uma leveza e profundidade emocional como Axel Willner, que vem da Suécia fria e mete tanto calor nas suas músicas. E estava corroído em curiosidade em saber como iria ser ao vivo, se iria ser uma tradução literal das músicas editadas ou uma remistura criativa. Para além disso, ele viria apresentar The Follower, que a ser sincero é o menos imediato e impactante da sua carreira (mas ainda assim, muito bom), pelo que guardava também alguma apreensão. 

Axel cresceu, e nota-se na cor das capas dos álbuns: se a “fase branca” dos seus primeiros LPs parecia ser de música tão abençoada, a “fase preta” parece mais atormentada, de quem tem as suas crises de identidade e dores de crescimento (e até que ponto se quer isso para curtir a noite?). No entanto, a verdade é que qualquer coisa que se ouve deste DJ faz com que uma pessoa, para o bem ou para o mal, esteja grato por estar vivo – e eu teria apenas de confiar nele. Enfim, o concerto: começou com um crescendo a entranhar-se na música de fundo do Musicbox, e logo com “No. No…”, a minha música predilecta desta sua fase preta. 



Acabaram logo as minhas apreensões. A partir daí, foi uma viagem ondulante e totalmente hipnótica, e foi muito surpreendente como ele foi capaz de passar de uma faixa para a outra de formas tão subtis – aliás, como é toda a sua música, e onde reside a sua genialidade. Tenho pena que apenas tenha tocado uma ou duas músicas da fase branca, mas também soube escolher a dedo as melodias mais dançáveis dos últimos álbuns, como Monte Verita do seu último LP ou Cupid’s Head do álbum homónimo anterior. O corpo, esse apagou o tempo e o espaço à volta, estava em completo transe e submissão às nuances do shoegaze electrónico que enchia a sala e da multiplicidade de beats que iam aparecendo e desaparecendo, como que a derivar em alto mar. 

E o concerto acabou como começou: fade in, fade out. Cair em terra, a hipnose correu num segundo. O cliché diz que a felicidade é um instante que nos escapa pelos dedos: então, The Field ao vivo sem dúvida que lhe serve de metáfora apta.

Texto: Nuno Jordão
Fotografia: Rui Gameiro

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Sleep Party People regressa aos discos com 'Lingering'

© Dennis Morton
Brian Batz, o mentor do projeto Sleep Party People, está de regresso às edições de estúdio três anos depois de Floating. O novo disco, intitulado de Lingering é o quarto disco oficial do músico dinamarquês, conhecido pela utilização constante de máscaras em concertos. Este novo trabalho de estúdio contará com a participação especial de Peter Silberman (The Antlers) e Beth Hirsch (Air), e vê como primeiro single de avanço, "The Missing Steps", disponível para audição integal abaixo.

Sleep Party People é o projeto a solo do dinamarquês Brian Batz, que o formou em 2008, com Boards Of Canada, David Lynch e Erik Satie nas principais influências. Ao vivo o músico apresenta-se em formato full band.

Lingering tem data de edição prevista para 2 de junho pelo selo Joyful Noise Recordings



Lingering Tracklist:

01. Figures 
02. The Missing Steps 
03. Fainting Spell 
04. Salix and His Soil 
05. Lingering Eyes 
06. Dissensions (feat. Luster) 
07. Limitations 
08. The Sound Of His Daughter 
09. The Sun Will Open Its Core 
10. We Are There Together (feat. Beth Hirsch) 
11. Odd Forms 
12. Vivid Dream

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segunda-feira, 3 de abril de 2017

Touché Amoré e Code Orage em Lisboa e no Porto


Os Touche Amoré, banda de pós-hardcore que lançou o ano passado o seu 4º álbum de estúdio, Stage Four, vão passar pelo nosso país. A acompanhá-los vão estar os Code Orange, que irão apresentar o seu mais recente álbum, Forever.

Os primeiros concertos são em Lisboa, dia 23 de junho no RCA Club. Dia 24 a festa é no Porto, no Hard Club.

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