sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Nine Inch Nails confirmados no NOS Alive


Os Nine Inch Nails vão apresentar-se ao vivo em Lisboa para uma atuação imperdível no festival NOS Alive. Depois de atuarem no festival Paredes de Coura em 2009, os Nine Inch Nails regressam (finalmente) a Portugal com a mais recente trilogia de EP's, da qual se conhecem, por enquanto,  Not The Actual Events (2016) e Add Violence (2017), esperando-se o terceiro volume da trilogia ainda para este 2018.

A banda de Trent Reznor tem se mantido bastante ativa com a reedição de um dos mais controversos discos da banda - falamos de The Fragile, a maratona emocional editada em 1999 - uma aparição na Roadhouse da mais recente temporada de Twin Peaks, e ainda diversas bandas sonoras por parte do líder e vocalista da banda juntamente com o produtor Atticus Ross, agora membro definitivo da banda.



Os Nine Inch Nails juntam-se, assim, aos Snow Patrol no Palco Nos do dia 12 de julho, e a um cartaz de luxo que conta com nomes como Pearl Jam, Queens of the Stone Age, Jack White, The National, Alice In Chains, Yo La Tengo e muitos outros nomes aliciantes.

O Nos Alive realiza-se dias 12, 13 e 14 de julho no Passeio Marítimo de Algés.

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quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Julie Byrne estreia-se em Portugal com três datas em junho


Está marcada a estreia ao vivo de Julie Byrne em Portugal. Junho é o mês escolhido para os primeiros concertos da cantautora norte-americana, que em 2017 lançou um dos discos mais delicados e vulneráveis do ano com o belíssimo Not Even Happiness.

Autodidata, Julie Byrne confessa na sua folk etérea e atmosférica as suas experiências como indivíduo inquieto e nómada que tende a não se fixar em nenhum lado em específico, aglomerando nas suas viagens as influências do conforto que vai encontrando em cada uma das suas etapas. A lírica honesta e tocante de Byrne recebeu comparações a artistas como Grouper, Julia Holter e Joni Mitchell, e ainda um forte apoio por parte da crítica internacional que viu em Not Even Happiness um dos discos mais sublimes do passado ano. 

Em Junho, Julie Byrne atua em formato trio no Teatro das Figuras, em Faro (dia 13), na galeria Zé dos Bois, em Lisboa (dia 15) e no gnration, em Braga (dia 16).

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PTTRNS - "Armado" (single) [Threshold Premiere]



With a new album under their wing, Material und Geschichte, the german psychedelic/experimental band PTTRNS presents to us its very first single, "Armado". With an interventional 'feel' to it, the record is presented as an effort to approach issues such as "the domains and possibilities of 'political' art today" and "the outline of a pervarsive futurity".

The first single, that can be listened below, is a very marking way for the listener to get more into the band's modus operandi. To put it bluntly, there's a sweet, acute voice that accompanies the very flavourful, jam-like instrumental part, filled with soft guitarwork, some tropical-esque rhythmic parts due to the bongos and the brief saxophone parts to retouch the funky feel in it. Give it a listen.

The band will be on tour throughout Germany starting this April. The tour dates can be seen below.



Material und Geschichte is out in march, 30th via Altin Village & Mine.



Material und Geschichte Tracklist:

1. Second Ethics 
2. Armado 
3. Mirrorrs 
4. Big Sur 
5. Houses And Numbers 
6. Contretemps 
7. High 
8. Spanische Allee







TOUR DATES
05.04.2018 | Hamburg - Hafenklang
06.04.2018 | Köln - Gebäude 9
07.04.2018 | TBA
08.04.2018 | Ulm - Cabaret Eden
09.04.2018 | München - Milla
10.04.2018 | Nürnberg - Zentralcafé im K4
11.04.2018 | Dresden - Ostpol
12.04.2018 | Leipzig - Ilses Erika
13.04.2018 | TBA
14.04.2018 | Berlin - Berghain Kantine

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TIPO anuncia álbum de estreia, 'Novas Ocupações'

© Caetana Menezes

TIPO nasceu no início de 2015 quando Salvador Menezes (You Can't Win Charlie Brown) decidiu tirar uma semana e meia de férias para se dedicar a tempo inteiro à música. Desde aí que Salvador tem trabalhado em 10 novas canções, incluídas no seu primeiro longa-duração. A vida e as suas mudanças, elementos tão influentes nas diversas artes, são abordados em Novas Ocupações.

O álbum tem co-produção de Salvador Menezes, Benjamim e Afonso Cabral (You Can’t Win, Charlie Brown) e a participação de Tomás Sousa na bateria (You Can’t Win, Charlie Brown e Minta & The Brook Trout). Novas Ocupações será editado a 16 de março pela Pataca Discos, data essa também de apresentação do disco na Galeria Zé dos Bois (ZDB).

Depois dos singles “Acção-Reacção” e “Jugoslávia”, chegou o terceiro single “Novos Ofícios” onde TIPO nos mostra um lado mais emotivo. Utilizando um sample do coração da sua filha para dar a pulsação, “Novos Ofícios” é uma canção etérea e enternecedora sobre a emancipação e a maternidade.

O vídeo foi realizado por Salvador Menezes e tem o intuito de deixar a música respirar sem grandes distrações visuais - apenas a letra para acompanhar a canção.

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Young Galaxy anunciam novo disco, 'Down Time'


O duo de electropop de Montreal, Young Galaxy, vai lançar em abril o seu novo álbum de estúdio de forma completamente independente. Down Time sai a 6 de abril e posiciona a banda como um farol contracultura durante o clima corrente de isolação, corrupção e desespero.

De modo a manter-se na vanguarda da sempre em inovação indústria musical, a banda sentiu a necessidade de se afastar da tal indústria explorativa e conservativa e tomar conta da sua carreira, começando a sua própria editora. Em Down Time, Stephen Ramsay e Catherine McCandless decidiram abordar assuntos como o último período do capitalismo, o crescimento do nacionalismo e neoliberalismo.

“Under My Wing” é o primeiro single de novo trabalho. Segundo o duo, esta canção “it’s a song that sleeps during the day and walks the empty streets at night. It’s about the failure of capitalism, the isolation of suburbia, and the drive to discover sensuality, connection, and a spark of life in the face of despair.”

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The Twist Connection apresentam novo single "Who Are These People?"


Os The Twist Connection vêm de Coimbra e são formados por Carlos “Kaló” Mendes na bateria e voz (Tédio Boys, Wray Gunn, Bunnyranch, The Parkinsons), Samuel Silva na guitarra (The Jack Shits) e Sérgio Cardoso no baixo (É Mas Foice, Wray Gunn). Em 2018 estão de regresso às edições discográficas, apresentando o sucessor de Stranded Downtown (2016). O novo álbum homónimo da banda vê a luz em Junho de 2018 e será editado pela editora conimbrincense Lux Records.

Influenciados por uma série de estéticas do século XX que entraram pelo novo milénio, desde os 50s ao Punk, encontram em 2018 a própria identidade ou, pelo menos, fazem por isso. Não são do Garage nem de qualquer vaga Psicadélica, gostam apenas de Rock´n´Roll.

“Who are these people?” é o primeiro single do novo trabalho discográfico e associa-se mais ao lado live da banda, captando a essência dos seus concertos. O vídeo deste novo tema foi filmado na Oficina Municipal do Teatro em Coimbra e conta com Bruno Pires na realização.



Consultem em baixo os próximos concertos da banda:

25 de Janeiro/ Teatro Municipal, Guarda
27 de Janeiro/ Maus Hábitos, Porto (O Salgado faz anos Fest)
9 de Fevereiro/ Sítio das Artes, Figueira da Foz
10 de Fevereiro/ Fun House, Madrid (Espanha)
11 de Fevereiro/ Sala Karma, Pontevedra (Espanha)
12 de Fevereiro/ Mardis Gras, Corunha (Espanha)
9 de Março/ Maus Hábitos, Porto
17 de Março/ Sede BMA, Amarante
29 de Março/ CAE, Portalgre
30 de Março/ Salão Brazil, Coimbra

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quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Amen Dunes à procura da liberdade


Damon McMahon está de regresso às edições discográficas com o seu projeto Amen Dunes. Freedom é o quinto álbum do artista e sai a 30 de março com o selo da Sacred Bones. O sucessor do intimista Love (2014) apresenta-se como uma reflexão sobre o crescimento, nos amigos da infância que acabaram na prisão ou pior, identidade masculina, no pai de McMahon e na sua mãe, diagnosticada com cancro terminal no início das gravações. As personagens que povoam o mundo musical do álbum são uma mistura colorida de realidade e fantasia. Cada retrato das personagens é uma representação de McMahon, da masculinidade e do seu passado.

Durante a criação de Freedom, McMahon colaborou com velhos amigos, entre eles Parker Kindred (Antony & The Johnsons, Jeff Buckley) na bateria, Chris Coady (Beach House) como produtor e Delicate Steve na guitarra. Este é o primeiro trabalho de Amen Dunes que recorda as influências eletrónicas da juventude de McMahon, recorrendo à colaboração subtil mas significativa de Panoram from Rome.



Além do anúncio do novo álbum, Amen Dunes apresentou o single de apresentação “Miki Dora”, que teve direito a vídeo, realizado por Steven Brahms. Leiam em baixo a explicação deste novo tema por parte de McMahon:

Miki Dora was arguably the most gifted and innovative surfer of his generation and the foremost opponent of surfing’s commercialization. He was also a lifelong criminal and retrograde: a true embodiment of the distorted male psyche. He was a living contradiction; both a symbol of free-living and inspiration, and of the false heroics American culture has always celebrated. With lyrics of regret and redemption at the end of one’s youth, the song is about Dora, and McMahon, but ultimately it is a reflection on all manifestations of mythical heroic maleness and its illusions. 
A artwork e a tracklist de Freedom foram também disponibilizadas:



Freedom Tracklist:
1. Intro 
2. Blue Rose 
3. Time 
4. Skipping School 
5. Calling Paul the Suffering 
6. Miki Dora 
7. Satudarah 
8. Believe 
9. Dracula 
10. Freedom 
11. L.A.

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Circuit des Yeux regressa a Portugal para dois concertos


Circuit des Yeux é o projeto da canadiana Haley Fohr, uma das mais singulares cantautoras dos últimos anos que se apresenta novamente em Portugal para duas datas no mês de abril. Lisboa e Espinho são os locais escolhidos para os concertos de apresentação do mais recente disco Reaching for Indigo, uma obra peculiar que passeia entre uma folk vanguardista e barroca que marcou a estreia de Fohr nas edições pela norte-americana Drag City.

Os concertos decorrem dias 28 e 29 de abril no Auditório de Espinho e na galeria Zé dos Bois, respetivamente, custando os ingressos 7 euros para o concerto em Espinho e 8 para o concerto em Lisboa.





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Fischer-Z regressam a Portugal para dois concertos


Os Fischer-Z, uma das grandes bandas new wave dos anos 80, vão estrear-se na cidade do Porto no próximo dia 28 de janeiro na sala 1 do Hard Club, e no dia anterior estarão no Casino Estoril para um concerto inserido no festival Cascais Rock Fest.

Para além de clássicos como "Marliese", "Berlin" e "So Long" a banda de John Watts traz na sua bagagem "Burning Bridges", o seu disco mais recente lançado no inicio de 2017.

Ambos os concerto são promovidos pela Clap/-box e no Hard Club o evento terá inicio às 20:30 e o custo de 22.50€ em acesso antecipado e 25€ à porta.


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Super Nova leva 10 000 Russos, Throes + The Shine e Whales pelo país fora


Em 2018 há mais Super Nova. O festival itinerante que parte do Maus Hábitos, no Porto, para o resto do país arranca com segunda leva de concertos até março. Desta vez o cartaz conta com nomes como Throes & The Shine, 10 000 Russos e Whales, que tocarão em Torres Vedras, Aveiro, Vila Real, Viseu e Cacilhas.

São já doze sessões que compõem o historial do evento que pretende criar um circuito de espetáculos ao vivo juntando bandas saídas da nova fornada da música nacional e clubes de Norte a Sul do País. A unir os concertos, a vontade de criar uma rota de relações entre diferentes salas de concertos que permita a criação de um circuito aberto a tours nacionais e a circulação de bandas de novas bandas.

O bilhete para cada sessão custa três euros e dá direito a duas cervejas. Consultem a programação completa do festival em baixo

13 Janeiro | Bang Venue – Torres Vedras
20 Janeiro | GreTUA – Aveiro
3 Fevereiro | Club de Vila Real - Vila Real
17 Fevereiro | Carmo 81– Viseu
3 Março | Ginjal Terrasse – Cacilhas

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terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Mr. Gallini prepara trilogia para 2018


Mr. Gallini é Bruno Monteiro, baterista da uma das bandas mais rock n’ roll dos últimos anos em Portugal, os Stone Dead. Imaginação é um dos aspetos que melhor caracteriza este projeto, onde várias personalidades se encontram numa só cabeça. É essa imaginação que emana da mente de Mr. Gallini e que nos chega em forma sonora, repleta de referências do psicadelismo da década de 60 e da pop mais relaxada que se ouve à beira mar. Mr. Gallini não quer crescer, não quer deixar para trás o charme, a inocência e a criatividade quasi-infantil que tantos de nós perdem com o passar dos anos.

Em 2018 teremos dose tripla de Mr. Gallini que se propõe a lançar três discos que revelarão as diferentes facetas da sua música. Lovely demos já está disponível em todas as plataformas, sendo editado com o selo da Lovers & Lollypops e Ya Ya Yeah Music, em formato K7. Podem ouvi-lo em baixo.  

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[Review] ASPHALTO - Asphalto


Asphalto // Favela Discos // janeiro 2018
7.0/10

Há uma certa beleza em retratar paisagens ou materiais enquanto som: desde a exatidão dos field recordings até às relatividades da música de forma livre ou composta por arquitecturas complexas e concisas, conseguimos conjurar uma panóplia de significados para aquilo que escutamos sem extraviarmos a interpretação que o artista concebeu. Antes de começar a ouvir um disco, tiro alguns minutos para conceptualizar aquilo que vou ouvir a partir dos nomes do artista e do álbum - desta vez, a vez calhou a Asphalto, disco de estreia de ASPHALTO.


 Favela Discos Blitzgig no Milhões de Festa (Fotografia por Rita Sá Couto)

Asfalto, no bom-e-velho curto-e-grosso, é uma mescla viscosa derivada do petróleo utilizada principalmente para pavimentar estradas. ASPHALTO, em toda a sua merecida extensão, é um cuidadoso retrato de sujidade e caos estabelecido sobre as (bonitas) confusões criadas por uma guitarra de presença inconstante e pelas batidas que Bor, a entidade por detrás de ASPHALTO, colecionou pela deepweb. Apesar do estruturado e claro conforto que o conceito de "batidas" pode criar, não pretendo levar ninguém a erros - este disco, apesar de estar longe de ter forma livre, constrói-se sobre a disrupção desse alegado conforto em fractais infinitamente pequenos que criam a sua própria organização, longe das convenções das quais foram arrancados.




ASPHALTO, todo ele encharcado em transpirações obscenas de reverberação, dá-se a conhecer ao mundo na forma de "JAPA", tema que abre o disco e introduz aquilo que nos faz companhia durante os próximos 52 minutos: dançabilidade e decadência, as únicas presenças garantidas nos temas do produtor baseado no Porto. Por entre bafos de outsider house e claras tendências pós-industriais, o trabalho de ASPHALTO pode ser destacado em vários momentos - "CAIXA" é o quarto tema desta estreia e não tem medo de representar aquele que é talvez um dos momentos de maior introspeção do álbum, entre elementos rítmicos presentes-o-suficiente para nos prenderem desde o primeiro instante até desenvolvimentos tribais e masturbações sintetizadas que se descondensam em sintetizadores pesados e ominosos e numa clara sensação de desfamiliaridade na forma de batidas. "OUTRA", mais curta - a música mais curta do disco, aquém dos 3 minutos - é um vislumbre de Lutto Lento, Actress ou SophiaLoizou: uma rave que teima em permanecer entre a proximidade que cria o bater-de-pé e a distância que nos convida a aproximar. "ROBOTUBE", por outro lado, é uma outra forma de rave - uma bonita visita ao tech house entre síncopes rítmicas e um discurso de John F. Kennedy contra a agressividade da imprensa.



As principais falha do disco são aquelas que lhe dá distinção - a versatilidade na execução de diferentes géneros e estilos e a sobrepopulação de sons em alguns momentos quebram a coesão que podia de outra forma elevar ASPHALTO a um começo de ano ainda melhor pela Favela Discos - ASPHALTO procurou garantir que cada faixa funciona per si às custas de uma mão mais brusca nas transições. Apesar disso, o primeiro registo do alterego de Bor continua a ser uma óptima viagem que dá boa forma à crudeza do asfalto, sem perder a fluidez que o acompanha.




Texto por: José G. Almeida

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Hop Along anunciam novo álbum, partilham primeiro single


Os Hop Along estão de regresso às edições com o seu terceiro e aguardado longa-duração. Bark Your Head Off, Dog é o nome do disco que sucede ao aclamado Painted Shut, de 2015, e volta a receber o selo da norte-americana Saddle Creek (Bright Eyes, Big Thief). A notícia foi avançada ontem à noite via Stereogum, que confirmou também a respetiva capa e tracklist do disco. "How Simple" é o tema que dá avanço a Bark Your Head Off, Dog, cuja data de lançamento está prevista para o dia 6 de abril.





Bark Your Head Off, Dog

01 How Simple 
02 Somewhere A Judge
03 How You Got Your Limp
04 Not Abel
05 The Fox In Motion
06 One That Suits Me
07 What The Writer Meant
08 Look Of Love
09 Prior Things

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PinioL - "Pilon Bran Coucou" (single) [Threshold Premiere]


Formed by Antoine Arnera (keyboard, vocals) Boris Cassone (bass, vocals), Guilhem Meier (drums, vocals) Anthony Béard (guitar, vocals), François Mignot (guitar, vocals), Benoit Lecomte (bass, vocals) and Jean Joly (drums), PinioL is the lustful and strapping meeting of seven musicians from ​two bands ​PoiL and Ni and ​know no limitations and prohibitions​. Based in Lyon, France the group prepares to edit the debut LP, which is now announced under the name of Bran Coucou and features seven new tracks.

While not being simply categorized as either minimalism nor maximalism, PinioL lead an extreme musicality to ecstasy through their atypical rhythmic structures and angular melodies. The proof of this comes with the first single of this new record - "Pilon Bran Coucou" - where they create an intense and energetic jazzcore painted with some elements of noise and math-rock music. The track can be listened below.



Bran Coucou is out in april 20th via Dur et Doux.

Bran Coucou Tracklist:

1 - Pilon Bran Coucou
2 - Pogne 
3 - Mimolle
4 - ShôShin
5 - François 1er 
6 - Kerberos 
7 - Orbite

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segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Tim Bernardes estreia-se em Portugal a solo com três datas


Tim Bernardes é uma das novas promessas da música popular brasileira contemporânea. Membro do acarinhado grupo indie rock O Terno, Tim Bernardes tem vindo a receber um apoio enorme por parte do público e da crítica na sua carreira a solo. Recomeçar, o seu primeiro longa-duração em nome próprio, foi lançado em setembro do ano e traz 13 temas de uma folk delicada e introspetiva, cantados em toada melancólica.

Em junho, Tim Bernardes estreia-se a solo no nosso país com três datas a decorrer na Galeria Zé dos Bois, em Lisboa (dia 14), Casa da Cultura de Setúbal (dia 15) e no Auditório de Espinho (dia 16).

Em baixo, fiquem com um dos temas de Recomeçar.

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Mão cheia de confirmações para o Tremor


A quinta edição do Tremor chega-nos em março, e já são conhecidos mais cinco dos nomes que irão dar entrada no cartaz do festival açoreano. A juntar-se aos já confirmados Boogarins, Mdou Moctar, Liima e Altın Gün, encontra-se Mykki Blanco (na foto), rapper norte-americano que estará em Ponta Delgada para uma residência artística com o objetivo de compor alguns dos temas do seu próximo disco.

Outro dos grandes destaques desta mão cheia confirmações é Aïsha Devi, artista de origem nepaleso-tibetana que fundou a irreverente editora Danse Noire e que traz nas suas produções sonoridades que bebem tanto das suas origens como do interesse pelas sonoridades industriais e atmosféricas da música de dança. Acompanhada por Emile Barret, Aïsha Devi promete um espetáculo multidimensional onde música e imagem se unem.

Nas restantes confirmações encontram-se Mal Devisa, que marca a estreia absoluta da norte-americana Deja Carr em Portugal, Baby Dee e ainda Miss Red, que em 2016 se apresentou ao lado do mítico The Bug para uma abrasadora performance no Milhões de Festa.



O Tremor realiza-se de 20 a 24 de março em Ponta Delgada e os bilhetes encontram-se à venda na bilheteira online, FNAC, Worten e nos locais habituais por 35 euros.

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O Salgado faz anos... FEST! já este sábado no Maus Hábitos


O Maus Hábitos vai receber este sábado, 27 de janeiro, O Salgado faz anos...FEST!, numa festa de anos que é um festival e um festival que é, também, uma festa de anos.. O evento que já vai na sua 6ª edição, tendo esgotado em todos os anos anteriores, conta a presença de bandas como Surma, Ermo, First Breath After Coma, Killimanjaro, Stone Dead e muitos mais.


As portas abrem as 21h30 e nunca ninguém sabe quando encerram; pelo meio, há mais de duas dezenas de concertos, DJsets, instalações e exposições espalhadas pelos 3 palcos e pelo espaço.

PALCO O SALGADO
CONCERTOS:
22h30 - Surma
23h30 - Ermo
00h30 - First Breath After Coma
01h30 - KILLIMANJARO
DJsets
02h30 - Lovers & Lollypops Soundsystem
03h30 - Cumbadélica (Igor Ribeiro e Marie Lopes + VJ Pudeur)
04h30 - Nuno Dias
05h30 - BENT

PALCO SUPER BOCK
CONCERTOS:
22h00 - Peltzer
22h45 - Galo Cant'Às Duas
23h30 - Putas Bêbadas
00h15 - Scúru Fitchádu
01h00 - Stone Dead
02h00 - The Twist Connection
DJsets
21h30 - Paulo Cunha Martins
03h00 - Sérgio Hydalgo (ZDB)
04h00 - Alfredo (RUC, Sensible Soccers)
05h00 - DJ Lynce (Pedro Salvado Santos)

PALCO STOCKHAUSEN
CONCERTOS:
22h00 - Well (João Sarnadas e Inês Castanheira)
22h45 - Violeta Azevedo
23h30 - Gustavo Costa
00h15 - Krake
01h00 – Um gajo que não posso dizer o nome
01h45 – Paisiel
02h30 – @C (Pedro Tudela e Miguel Carvalhais)
DJset
03h15 - Tanz Arbeiter (José Alberto Gomes e André Covas)

Mupi Gallery:
22H00 – OTROTORTO

Instalações:
±MAISMENOS±
Joana Couto
Pedro Mkk

Os bilhetes para esta 6.ª edição podem ser adquiridos no Maus Hábitos - Espaço de Intervenção Cultural, a partir do dia 17 de Janeiro, entre as 12h00 e as 20h00, sendo que custam:

- 8€ em pré-venda limitados a 200 bilhetes (ESGOTADOS)
- 12€ em pré-venda e no dia

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domingo, 21 de janeiro de 2018

Programação: At The Rollercoaster - próximo trimestre

Slowdive

A promotora portuense At The Rollercoaster traz neste próximo trimestre (fevereiro, março e abril) às cidades Porto e Lisboa uma programação aliciante para os amantes da música dentro do panorama alternativo/underground, que contempla nomes como Slowdive e Tricky, mas também os históricos Fields Of The Nephilim e Christian Death. A abertura desta nova temporada está a cargo dos californianos SEXTILE que nos brindam com o seu post-punk caótico e revolucionário. O programa dos próximos três meses segue abaixo em detalhe.

FEVEREIRO

SEXTILE

25 de fevereiro - Hard Club, Porto | 21h00




Os SEXTILE vêm pela primeira vez à Europa apresentar o seu mais recente disco de estúdio Albeit Living, editado pela Felte Records o ano passado. Formados em 2015, o grupo traz uma atitude tipicamente punk ouvida numa sonoridade que tão depressa abraça os sintetizadores como os desfaz com linhas de baixo e vozes revolucionárias. Uma nova banda sensação a não perder. A banda toca a 26 de fevereiro no Sabotage Club, mas é o evento do Porto que traz o selo da At The Rollercoaster.

Os bilhetes normais para o concerto no Porto custam 10€. Para quem já tiver comprado  bilhete para Tricky a entrada é gratuita se forem um dos 100 primeiros a enviar email para attherollercoaster@gmail.com. Informações adicionais aqui.



TRICKY

27 de fevereiro - Lisboa Ao Vivo (LAV), Lisboa | 22h00
28 de fevereiro - Hard Club, Porto | 22h00




Adrian Nicholas M. Thaws, o produtor, vocalista e músico mais conhecido por Tricky regressa a Portugal em dose dupla para apresentar o  seu 13º disco de estúdio, ununiform, que saiu para as prateleiras em setembro do ano passado. Um dos nomes marcantes na cena do trip-hop dos anos 90 e indissociável dos grandiosos Massive Attack, Tricky regressa assim ao país, cerca de dois anos depois da última passagem, para um concerto que além do novo disco, promete explorar os mais conceituados hits.

Os bilhetes para ambos os concertos custam 25€. Informações adicionais do concerto em Lisboa aqui e do concerto no Porto aqui.



MARÇO


SLOWDIVE

8 de março - Lisboa Ao Vivo (LAV), Lisboa | 21h00
9 de março - Hard Club, Porto | 21h00





Os Slowdive regressam ao país este ano em promoção do mais recente e bastante aclamado disco homónimo que marcou o regresso da banda aos discos de estúdio após uma pausa de 22 anos.  A mítica banda inglesa do movimento shoegaze, além de Slowdive (2017), deverá também tocar temas como "Crazy For You" de Pygmalion (1995), "Avalyn", "When The Sun Hits" e "Alison" de Souvlaki (1993), bem como "Catch The Breeze" de Just For a Day (1991).

Os bilhetes para ambos os concertos custam 30€. Informações adicionais do concerto em Lisboa aqui e do concerto no Porto aqui.



FIELDS OF THE NEPHILIM

31 de março - Hard Club, Porto | 21h00




Os Fields Of The Nephilim - banda de rock gótico, que deu os primeiros passos na década de 80, em Londres - regressam ao Porto a 31 de março, para um concerto histórico e exclusivo no país. O atual quinteto, que conta com dois dos membros originais, deverá apresentar em solo nacional novos temas, além das músicas do último trabalho Mourning Sun (2005). A banda lançou o seu primeiro álbum Dawnrazor em 1987, sendo que os posteriores The Nephilim (1988), e Elizium (1990) fizeram aumentar a popularidade do grupo e fixar um culto a nível mundial.

Os bilhetes para este concerto único custam 25€. Todas as informações adicionais disponíveis aqui.



ABRIL

CHRISTIAN DEATH

27 de abril - Hard Club, Porto




Quase a fazer 40 anos de carreira, a banda de rock-gótico/death-rock Christian Death vai passar pelo país em abril, mais precisamente no dia 27, para um concerto único a decorrer no Porto, Hard Club e incluído na Romantic Death Tour. A banda, formada em 1979 por Rozz Williams ganhou destaque entre a crítica especializada após a edição do disco de estreia Only Theatre of Pain (1982). Embora já não integrem nenhum dos elementos da formação original, o trio traz Valor Kand, líder carismático da banda desde 1984.

Os bilhetes para este concerto único estarão à venda brevemente pelo preço de 20€.


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