sexta-feira, 5 de outubro de 2018

STREAM: Phoenician Drive - Phoenician Drive [Threshold Premiere]


The six-piece band Phoenician Drive is going to release their debut album next week but you can now listen to it exclusively, below. Formed in 2015 by Chilean percussionist Diego Moscoso with the intention to make drums and fuzzy guitars meet with oud, derbuka and other Eastern percussions, he soon gathered musicians with very different backgrounds in order to make it happen. This new record follows their debut EP Two Coins (2017) that emancipated their name in the musical parades of the psych-rock and world music scene.

With this new Phoenician Drive LP, the group based in Brussels creates a hypnotic trance based on distorted oriental grooves that drink some influences from the earlier East-West musical blendings from the 70's, the German kraut-rock scene (Neu!, Can, Faust,...) and some of the 60's soundtracks compositions. The full LP can be streamed below. We recommend you listen to the gems such as "Almadraba", "Musselove", "Aguas Del Ouvido" and "Slowfish". 

Phoenician Drive is out on October 12, through EXAG Records and SK Records. Pre-order it here.


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quinta-feira, 4 de outubro de 2018

47 de Fevereiro com novidades na calha

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Os 47 de Fevereiro estão prestes a lançar edição em vinil do seu álbum de estreia Luta pela Manutenção, cuja pré-venda estará disponível a partir desta sexta-feira, 5 de outubro. Para reforçar esse acontecimento, eles lançam o videoclip do seu terceiro e último single "Líder à Condição", cujo videoclip é uma vez mais da autoria de 1/2 Pirata Mau (Augusto Lado). Este tema, cujo texto foi extraído do livro O Tambor de Lata (Gunter Grass), perfila-se como um dos mais fortes do disco e aborda uma das temáticas centrais da banda: guerrilheiros, governos e suas lutas pelo poder, tendo por isso sido escolhido pelo realizador para finalizar a trilogia de vídeos que suportam Luta pela Manutenção.



A promoção do vinil dará origem à 2ª volta da tour cujas datas para já confirmadas são:
- 12 Outubro - Will`s Rock Club (Lousada)
- 26 Outubro - Barracuda (Porto)
- 31 Outubro - Avenida Café-Concerto (Aveiro)
- 2 Novembro - TBA (Madrid, Espanha)
- 3 Novembro - Ertekaleor (Vitória-Gasteiz, Euskal Herria)
- 9 Novembro - Sabotage Club (Lisboa)
- 10 Novembro - DRAC (Figueira da Foz)
- 16 Novembro - Uncle Joe`s (Esmoriz)
- 30 Dezembro - TBA (Porto)

Nos concertos do Porto, Lisboa e Aveiro, a pimeira parte ficará a cargo de Bandex com as suas músicas e vídeos arrasadores e em Aveiro haverá ainda a presença do dj Van Basten (aka Nesta Afrogrooves) para apimentar a festa numa noite que será um segundo round de La Diablada.

Provenientes de projectos tão díspares como Touro, Retimbrar, Zen, Anger, Souq, Fadomorse, Mi Ku Bô, Teia, Funkyard, Turn Off, Stopestra, Xícara, Mina, Miguel Araújo, André Indiana, etc, os membros dos 47 de Fevereiro juntaram-se para dar seguimento à vontade comum de exprimir a música que lhes corre nas veias, sem filtros ou condicionalismos, e assim detonarem palavras sob a forma de Fute-Rock Mediterrânico.

Sai assim à rua o novo contra-golpe da intertugalidade, em forma de rock de barricada. Guerrilheiros, caciques, mafiosos e outros que tais têm a palavra, ou as palavras de livros e crónicas sobre eles escritos. Em várias línguas, em vários tons de voz, na ilharga dos que criaram e perpetuam esta situação. 47 de Fevereiro baralha e volta a dar.

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quarta-feira, 3 de outubro de 2018

STREAM: Sal Grosso - Lets all just go wild and put our hands in a bit


O álbum de estreia de Sal Grosso está disponível desde segunda-feira para escuta no bandcamp da recém-fundada combustão lenta records. Gravado em casa do próprio durante o inverno de 2017 e o verão de 2018, Lets all just go wild and put our hands in a bit é o resultado humilde de uma série de ensaios improvisados com teclados obsoletos, máquinas ruidosas e vários pedais e processadores de efeitos. No seu primeiro registo de longa-duração, o produtor propõe um trabalho criterioso de música sonhadora e desacelerada que vive nos (e dos) territórios comuns ao ambient, noise e minimalismo.

Captado originalmente em casa, retrabalhado no Desterro por André Teixeira e misturado por Ricardo Cabral e José Miguel Silva no Quarto Escuro (Porto), Lets all just go wild and put our hands in a bit está também disponível numa edição limitada de 25 cassetes.

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STREAM: João Pais Filipe - João Pais Filipe


João Pais Filipe, membro de projetos tão entusiasmantes como HHY & The Macumbas ou Paisiel (que lidera juntamente com o saxofonista alemão Julius Gabriel), lançou no passado mês de setembro o seu mais recente álbum pelo selo seguro da Lovers & Lollypops. O disco, homónimo, vê o percussionista e artesão portuense enveredar pelas cadências certeiras e repetitivas da música de dança, reinterpretadas por um kit de bateria desenhado e feito à medida para e por João Pais Filipe. Num balanço equilibrado por tensões ora mecânicas, ora orgânicas, João Pais Filipe cria um espaço único de mantras e repetições que o próprio apelida de ethno techno. Através de construções polirrítmicas de compassos invulgares, João Pais Filipe ramifica-se em três peças-chave que aproximam o estado febril e mecânico da eletrónica de dança ao calor e alma da instrumentação acústica.


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Lascaille's Shroud anuncia novo disco The Tiger's Daughter


O final do ano irá trazer novo disco de Lascaille's Shroud, projeto de death metal progressivo do americano Brett Windnagle. The Tiger's Daughter abordará a obra homónima de fantasia da autora K. Arsenault Rivera, distanciando-se assim das temáticas sci-fi presentes nos trabalhos anteriores, e sendo composto por apenas uma faixa com cerca de 43 minutos. 

The Tiger's Daughter tem lançamento marcado para 14 de dezembro e o design da capa voltou a ficar nas mãos do incrível Bo Bradshaw. Em baixo podem escutar um pequeno excerto do álbum, onde se constata uma forte influência asiática na já típica sonoridade do projeto. Para saberem mais acerca de Lascaille's Shroud poderão também ler a rubrica "Oiçam" acerca deste.

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terça-feira, 2 de outubro de 2018

5 Nacionalidades de rock invadem o Mercado Negro, em Aveiro

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No âmbito das festividades do seu primeiro ano, a promotora Tago Mago começa o mês de outubro com a iniciativa dos Concertos de Bolso, uma tremenda festa de rock cigana que irá trazer várias bandas de diferentes nacionalidades para a sala de concertos do Mercado Negro durante esta semana.

As hostilidades começam no dia 3, com o duo alemão SNEERS., que tem a habilidade de levar o ouvinte do céu harmonioso ao céu tenebroso com apenas um riff. Dia 4 tem a estreia absoluta da coqueluche de Taiwan Sunset Rollercoaster, que segue os passos de nomes como Connan Mockasin e ainda flirtam com os sintetizadores da "80's pop" e com a "soul". Dia 5, o power-trio Okoyome de França traz o seu stoner-rock abrasivo com laivos de garage e punk. 

No dia 6, Mark Santos - mais conhecido por Trans Van Santos - é um californiano com raízes açorianas e um curriculum que conta colaborações com Dead Meadow, Iggy and the Stooges, e Brian Jonestown Massacre, que traz a sua psicadélia com tiques de Neil Young. Finalmente, no dia 7, os gregos CHICKN trazem a sua sonoridade enraizada nos Balcãs, num cruzamento entre tribalismo e psicadélia com o rock como elo de ligação, para o fim de uma semana tremenda de sonoridades abrasivas e o arrancar de um mês de celebração daquela coisa linda que é a música.

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triciclo leva três meses de música a Barcelos


Já é conhecida a programação do triciclo, evento que vai levar música a Barcelos no último trimestre do ano. BoogarinsTrês Tristes Tigres e Norberto Lobo são alguns dos nomes que vão passar por vários espaços do centro histórico da cidade minhota. Entre outubro e dezembro, há cinco concertos, duas atividades de serviço educativo e dois showcases, espalhados por cinco espaços da cidade.

O ciclo de concertos arranca a 4 de outubro com um concerto dos Três Tristes Tigres, no Teatro Gil Vicente, com entrada livre. A banda nascida nos anos 90 está de volta aos palcos e passa por Barcelos para revisitar alguns dos temas que tornaram a banda num dos ícones da música portuguesa. O espetáculo tem entrada livre.

Ainda no mês de outubro, os Boogarins regressam a Barcelos, depois de se terem estreado, em 2014, no festival Milhões de Festa. “Lá Vem a Morte” é o mais recente disco da banda brasileira, que será apresentado no Círculo Católico de Operários de Barcelos, a 20 de outubro. A primeira parte do concerto vai ser da responsabilidade da banda local Tresor&Bosxh, o bilhete custa 5€ e pode ser adquirido antecipadamente na BOL.

Para o mês de novembro, a dupla 
Lavoisier ocupa o Claustro dos Paços do Concelho, no dia 3. No dia anterior, os músicos vão guiar uma oficina com estudantes locais. A 18 de novembro, é a vez dos Harmonies subirem ao palco do Salão Nobre da Câmara Municipal. Ambos são de entrada gratuita.

A 8 de dezembro, o Teatro Gil Vicente recebe o projecto “Vou-te contar uma história sobre Barcelos”. Vão estar reunidos jovens músicos locais com a Academia de Música de Viatodos para interpretarem canções icónicas do rock barcelense. Para finalizar a programação do trimestre, o virtuoso guitarrista Norberto Lobo atua na Galeria Municipal de Arte, no dia 20. A entrada é grátis para os dois espetáculos.

O triciclo é uma iniciativa ‘made in’ Barcelos, em parceria com o município.


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Sun Blossoms edita novo EP, Cruising


Alexandre Fernandes é o nome que está por trás de Sun Blossoms, o projecto pessoal e intransmissível desenvolvido pelo guitarrista lisboeta desde os tempos da sua adolescência. O primeiro registo homónimo do Alex veio em 2015, uma explosão de psicadelismo e garage extremamente bem conseguida, que veio a afirmar o potencial de Sun Blossoms como um das mais promissoras bandas portuguesas dos últimos anos. 

Depois de um single em 2016, o novo EP Cruising surge com a participação de Luis Barros na bateria, seu colega de banda em Alek Rein. As influências de Alexandre Fernandes em bandas como Velvet Underground e Brian Jonestown Massacre levam aqui um tratamento de peso e ruído, o que serve como manifesto contra o tédio niilista dos nossos tempos. 

Cruising foi gravado nos primeiros meses deste ano no estúdio do Filipe Sambado, e conta com a ajuda na produção por Miguel Gomes (Chinaskee & Os Camponeses). Podem ouvir esta edição da Spring Toast Records em baixo. Não se vão arrepender.


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Dear Deer - "Stracila" (single) [Threshold Premiere]


The French duo Dear Deer will release their second studio album - Chew-Chew - next week, and today they show us another track that anticipates this new record, the sixth song of the album "Stracila". After the powerful "Disco-Discord" theme – which included some influences of the 80's -, it now arrives on the digital platforms "Stracila", a single sung in Polish that crosses the most restless and ready-to-fire synthesizers. You can now listen to this new track exclusively below. 

Dear Deer was formed in 2015 and joins Federico Iovino (Popoi Sdioh) to Sabatel (Cheshire Cat), in order to mix post-punk, industrial, no-wave and disco sonorities. Until now they have already released three demos and their debut album Oh my… (2016). Dear Deer will present this new Chew-Chew album in a concert scheduled at Maison Folie Wazemmes in Lille (France) on October 11, which will feature Komplikations at the opening. Additional information can be found here

Chew-Chew is set to release on October 11th through Manic Depression and Swiss Dark Nights. You can pre-order the album here.




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Emma Ruth Rundle in interview: "When times are hard on the road, I envision Portugal’s ocean, streets, food, hills and friendly faces"

ⓒ Vera Marmelo 
Emma Ruth Rundle is an american singer-songwriter, guitarist and visual artist, that you may also recognize from Marriages, Red Sparowes and The Nocturnes. On September 14th, Emma released her latest album, On Dark Horses, via Sargent House. It is her fourth full length studio album and it is already considered by many one of her best works so far. Next week, she'll be playing with Jaye Jayle in Portugal (Porto and Lisbon) and we had the opportunity to ask her a few questions before these shows.
The full interview can be read below.


Congratulations on your new album, Emma. The reviews have been great so far. Do you feel those positive vibes regarding On Dark Horses?
ERR: Many thanks. It means the world. One never knows how anything will be received and I feel very lucky.

When did you start thinking about this new album? Did you write it between tours?
ERR: I started preparing for the album between tours in the summer of 2017, in Louisville, but got really down to it in the winter - early 2018.

We believe that there is a certain evolution in the albums that you’ve been composing throughout your career. Do you like to change your approach towards composition or do you think it just happens as you’re writing?
ERR: I think it’s natural for any artist to change mostly whether it’s an evolution or not. I don’t think my approach changes much overall in that I wrote everything on the same acoustic guitar but for ODH I had a full band in mind.

Now, in a more cliché question, what are the artists and bands that influenced you?
ERR: I’d have to say that much of USA's rock radio from the 90's really influenced this album.

You played with some great musicians last year and they are part of this new album: Evan Patterson, Todd Cook and Dylan Nadon. How do you feel playing with them?
ERR: I feel extremely lucky to have such brilliant musicians on the album and on tour. I also love them as family and there’s not much more anyone could ask for in that regard.

ⓒ Vera Marmelo
You're starting a US/Europe tour. Do you have some preference between playing "home" or abroad, in Europe?
ERR: I prefer Europe and UK over US because I am treated so well there and feel appreciated.

Any special feelings about Portugal?
ERR: I was in Portugal last year for three solo shows and I’ll probably spend the rest of my life trying to describe how magical my last trip to Portugal was. Many thanks to André and Vera for taking such good care of me. When times are hard on the road, I envision Portugal’s ocean, streets, food, hills and friendly faces that I’ve experienced. It’s a place I would love to stay for some real time. 

You’ve been part of the Sargent House family for some time. Do you consider them essential in your career?
ERR: Yes. Without them, I don’t think I would have made it far. 

Do you have plans to keep your current support band in the future or maybe return to "flying solo"?
ERR: I’d like to continue to support On Dark Horses with a full band but my plan is to make an acoustic solo album next year. 

What have you been listening to in the last couple weeks?
ERR: Cloakroom, Wovenhand, Yob, Torche, Beak, Tinariwen, Thou and 40 Watt Sun.


Thanks to Emma Ruth Rundle for taking some time to answer us and we're really excited to see her next week in Portugal!


Interview by: David Madeira

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segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Passatempo: Ganha bilhetes para o Mucho Flow 2018

SKY H1 © Camille Blake
Mucho Flow é um evento organizado pela Revolve que todos os anos se realiza no Centro para os Assuntos da Arte e Arquitetura (CAAA) em Guimarães (a cidade onde nasceu esta promotora). Esta será a sexta edição do certame que todos os anos (e ao longo de um único dia) oferece à sua audiência uma amostra da música que se anda a produzir nas esferas do experimentalismo contemporâneo. GAIKAblack midiFire!SKY H1Mourn, Hilary Woods, Ditz, Nídia, Vaiapraia e as Rainhas do Baile, Huggs e DJ Lynce são os nomes que fazem parte do cartaz.



Em parceria com a Revolve, estamos a oferecer dois bilhetes duplos para o Mucho Flow, no Centro para os Assuntos da Arte e Arquitetura (CAAA) em Guimarães, que se realiza no dia 6 de Outubro. Se queres ser um dos contemplados só tens de participar neste passatempo e seguir as instruções em baixo:

1. Seguir a Threshold Magazine no facebook.

2. Partilhar este passatempo no facebook em MODO PÚBLICO e identificar pelos menos 2 amigos.



3. Preencher o seguinte formulário:



O passatempo termina no dia 4 de outubro às 22:00, e os bilhetes serão sorteados de forma aleatória através da plataforma www.random.org.

Boa sorte!



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Atualizado às 8h10 de 5 de outubro de 2018

Os vencedores do passatempo são:
Ricardina Estefânia da Oliveira
João Pedro Baptista Marques



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Kero Kero Bonito lançam novo álbum Time 'n' Place


Os britânicos Kero Kero Bonito lançaram hoje o sucessor do seu álbum de estreia Bonito GenerationTime 'n' Place é o primeiro álbum da banda lançado pela Polivinyl Records e inclui os singles "Only Acting", "Time Today" e "Make Believe". Tendo em conta estas músicas, o álbum deverá ter uma sonoridade semelhante à do EP deste ano, TOTEP, marcando uma nova fase da banda, distinta daquela caracterizada pelo electropop do seu primeiro álbum. A tracklist do disco é a seguinte:

1) Outside
2) Time Today
3) Only Acting
4) Flyway
5) Dump
6) Make Believe
7) Dear Future Self
8) Visiting Hours
9) If I'd Known
10) Sometimes
11) Swimming
12) Rest Stop

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Em fevereiro há Echo & the Bunnymen em Portugal


Os britânicos Echo & The Bunnymen vão regressar a Portugal em fevereiro do próximo ano, para dois concertos marcados para 9 de fevereiro no Hard Club, Porto e 10 de fevereiro no Lisboa ao Vivo (LAV), que se encontram inseridos na tour de apresentação do “novíssimo” disco da banda The Stars, the Oceans & the Moon, a ser lançado no próximo dia 5 de outubro pela BMG Rights Management (UK) Limited. Este novo disco dá uma nova roupagem a 13 das músicas já editadas pela banda, apresentando ainda dois temas inéditos. 

A banda de Ian McCulloch - que cruza os ritmos monocromáticos do post-punk à alegria contagiante da new-wave - regressa ao país três anos depois da passagem pelo festival Vilar de Mouros para apresentar temas como "The Killing Moon", "The Cutter", "Bring on the Dancing Horses", "Lips Like Sugar", entre outros. 

Os concertos dos Echo & The Bunnymen contam com o selo da irreverente promotora At The Rollercoaster e os bilhetes podem ser adquiridos pelo preço promocional de 30€ até ao fim do ano. A partir do dia 1 janeiro de 2019 até ao dia dos concertos, o preço dos bilhetes fixa-se nos 35€.


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THOT dão nova roupagem a "ODRA"


Há algumas semanas atrás os belgas THOT estiveram em tour pela Polónia e aproveitaram para homenagear o rio ODRA, enquanto maracaram presença na cidade de Wroclaw. O resultado é uma versão acústica do já lançado tema "ODRA", que pode agora ser visualizado abaixo em formato audiovisual. "ODRA" faz parte do mais recente disco de estúdio dos THOT, Fleuve, editado em outubro de 2017 pela Weyrd Son Records. Para celebrar o aniversário de um ano da edição do disco, a banda vai ainda realizar um live-chat na sua página de Facebook, no próximo dia 15 de outubro.

Aproveitem também para ver os THOT ao vivo, as datas seguem abaixo. Entretanto, segue também o novo vídeo para "ODRA (By the River)".


THOT Live Shows:

05.10.18 – Zandari Festa (Seoul, Kr) 
06.10.18 – Jeju Festival (Jeju, Kr) 
19.10.18 – Bergmal Festival (Zurich, Ch) 
17.11.18 – Rockerill (Charleroi, Be)

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Os Italia 90 têm uma "New Factory"

© Holly Whitaker

No ano passado os londrinos Italia 90 lançaram seu EP de estreia homónimo - curta duração que apresentaram no Milhões de Festa 2017 - e, desde então, têm visto a sua sonoridade ser associada a nomes como Wire ou Gang Of Four, com o seu art-punk / post-punk descabido, imersivo e pronto para incendiar as pistas de dança mais underground. Depois de ter apresentado em agosto o novo tema "Tourist Estate", o mês de setembro viu ser avançado mais um tema inédito, desta vez intitulado de "New Factory", aquela malha a trazer a nostalgia do final dos anos 70 inícios de 80, com ritmo, atitude e coordenação.

O tema "New Factory" foi editado em formato digital no passado dia 21 de setembro pela Box Records (editora do vocalista de Pigs Pigs Pigs Pigs Pigs Pigs Pigs) e pode ser ouvido na íntegra ali abaixo.


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domingo, 30 de setembro de 2018

Fabrika Records Fest em Leiria está esgotadíssimo


A edição do Fabrika Records Fest em Portugal, agendada para o próximo dia 16 de novembro está completamente esgotada. O anúncio foi dado esta semana pelo presidente da Fade In através da rede social Facebook, tendo o mesmo avançado que foram ainda disponibilizados mais 20 bilhetes face à lotação de 220 pessoas que estava inicialmente prevista. O festival, que foi anunciado pela Fade In há cerca de quatro meses atrás, traz a Portugal três das bandas mais mediáticas da casa Fabrika Records: os enormes Lebanon Hanover - em apresentação do novo disco Let Them Be Alien -, os turcos She Past Away - que em Leiria deverão apresentar novos temas - e os Selofan, com o novo Vitrioli na bagagem. 

Para quem não conseguiu o seu ingresso e não quer perder a oportunidade de ver três das bandas que estão a marcar a nova vaga da música underground, o festival segue para Madrid, a 17 de novembro.




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Festival gótico regressa em formato Extramuralhas para a 10ª edição


A décima edição do festival gótico volta a acontecer em 2019, novamente fora do Castelo de Leiria e sob o cunho Extramuralhas. São três dias de muito amor negro a experienciar na cidade do Lis no último fim-de-semana do mês de agosto, mais precisamente nos dias 29, 30 e 31 de agosto. A notícia foi avançada esta semana pelo presidente da Fade In, Carlos Matos, na sua página do Facebook e para já ainda não são conhecidos pormenores adicionais.

A edição de 2018 trouxe até ao público nomes como Current 93, Ulver, Heilung, Shortparis, Rïcïnn, Horskh, entre outros, tendo mostrado mais uma vez que não é só do gótico que vive o festival, mas sim de toda a qualidade musical que o concebe e que tem colocado Leiria nas linhas da frente, no que toca à cultura alternativa. As novidades adicionais sobre o festival deverão chegar mais perto do final do ano.

Ambiente

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Mucho Flow: 5 concertos a não perder


Encontramo-nos a dias de mais uma edição do Mucho Flow, o evento que, anualmente, antevê as tendências que ditarão o futuro próximo da música. Na sua sexta edição, o evento organizado pela promotora vimaranense Revolve traz-nos mais um edição rica em estreias e novidades, com um certame de luxo que promete colocar a cidade de Guimarães no mapa da vanguarda. Realizado mais uma vez no Centro para os Assuntos da Arte e Arquitetura (CAAA), no dia 6 de outubro, o Mucho Flow volta a oferecer uma pequena amostra da melhor música produzida nas esferas do experimentalismo contemporâneo, apostando nalgumas das suas forças mais vitais.

Em baixo, fiquem com cinco sugestões dos concertos que não podem perder nesta edição.

Sky H1
O percurso de Sky H1 é o de uma curta mas promissora carreira com muito por desvendar. Com apenas dois lançamentos de curta-duração no repertório, a produtora belga integra já o catálogo da Codes, uma subsidiária da germânica PAN por onde editou o mais recente EP, Motion. As suas produções de cunho ambiental, alicerçadas em elementos percussivos esparsos e composições vaporosas, conquistaram os ouvidos da indústria mais atenta, assim como um lugar em algumas das compilações mais emergentes do momento (mono no aware, Bala Comp, Vol.1). Desconstruindo as normas da música de dança, Sky H1 promete agitar as águas com um som que é tão cerebral quanto deliciosamente dançável.



GAIKA
Diretamente de Brixton chega-nos GAIKA. O MC britânico apresenta-se incansável desde 2015, ano em que editou a sua primeira mixtape de produções vaporosas e vozes fantasmagóricas que bebem tanto das raízes jamaicanas como das experiências vividas nos subúrbios londrinos. Spaghetto, EP editado em 2016, viu-o integrar o catálogo da  Warp, a mesma por onde editou o seu primeiro registo de longa-duração. Basic Volume, o nome do disco em questão, vê GAIKA atingir a sua total maturação, apresentando um conjunto coeso de canções politicamente conscientes de apelo à revolução. Do amor nutrido pelos ritmos caribenhos junta-se a poesia aguçada do grime e do hip hop, adornada por um universo alienígena e único de explorações electrónicas que fazem desta uma audição absolutamente imperativa. O reencontro com Portugal acontece dia 6.



Fire!
Os Fire! são Mats Gustafsson (saxofone), Johan Berthling (baixo) e Andreas Werliin (percussão), três músicos da cena exploratória escandinava que, quando juntos, reescrevem as regras do rock e do free jazz através de uma linguagem improvisada em constante mutação. Em 2010, juntaram-se a Jim O’Rourke para uma digressão, resultando dessa colaboração o disco de estreia Unreleased. Desde então, o supergrupo sueco colaborou com o músico e compositor australiano Oren Ambarchi, expandindo-se posteriormente para uma formação de 31 membros como Fire! Orchestra. The Hands, o mais recente álbum dos Fire! e um dos melhores registos do primeiro semestre de 2018, marca o regresso da formação como trio para um trabalho de portentosas explorações sónicas capazes de demolir as fronteiras que separam o rock das suas intersecções com os domínios do jazz. Depois da abrasiva performance efetuada na última edição do Serralves em Festa, Mats Gustafsson e companhia regressam mais uma vez a Portugal para um concerto imperdível, desta feita em Guimarães para mais uma edição do Mucho Flow.



Nídia
Nunca é demais falar de Nídia. A produtora sediada em Bordéus é uma das vozes sonantes da Príncipe, que ao longo da última década tem vindo a impulsionar alguma da produção mais desafiante da esfera da música de dança contemporânea. As suas performances eletrizantes, assim como a presença assídua em alguns dos clubes mais conceituados do mundo têm vindo a cimentar o percurso da produtora como uma das mais inovadoras figuras da electrónica mundialNidia é Má, Nídia é Fudida, o primeiro longa-duração lançado em 2017, assume-se como a sua obra mais recompensadora, uma onde o espírito libertador da noite lisboeta se materializa num equilíbrio perfeito entre a música do subúrbio e as raízes africanas de Nídia, do kuduro à tarraxinha, passando pela batida e o afro-house.



Black Midi
Dos Black Midi ainda pouco se conhece. O seu repertório está longe de ser extenso, por enquanto, com apenas um single disponível desde junho. No entanto, as suas performances ao vivo têm vindo a ser descritas como autênticos festins de explorações sónicas, um híbrido de difícil categorização que junta estruturas complexas e progressivas a lirismos de sarcasmo bem apurado. A presença em festivais consagrados como o Le Guess Who, assim como o apoio por parte de alguns dos meios de comunicação mais especializados (The Fader, NME), fazem deste enigmático quarteto um dos mais curiosos e promissores atos a surgir da sombra do Reino Unido. 



Os horários para o evento também já se encontram disponíveis:


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