quarta-feira, 22 de maio de 2019

Electric Octopus com data tripla em Portugal

electric-octopus-data-tripla

A próxima semana vai-se ver a braços com a presença a triplicar dos Electric Octopus, banda de Belfast que se aventura pela arte de fazer jams com cargas mastodônticas de blues e psicadélia, expressadas pela via de improvisos livres e imensos como o espaço sideral. 

A banda, criada em 2016 e que tem causado burburinho entre os fãs do género com o lançamento de This is Our Culture, vai passar no Cave Avenida em Viana do Castelo no dia 30 de maio, rumando depois até ao Saramago Caffé Bar em Estarreja no dia seguinte, e por fim passa na sala do Woodstock 69 Rock Bar no Porto no dia 2 de junho.

Fiquem com o registo que os meteu nas bocas de muita gente, This is Our Culture, anexado em baixo. 

+

Prison Religion em Portugal em julho


Poozy e False Prpht são dois artistas audiovisuais com base em Richmond. Juntos formam os Prison Religion, dupla que explora os terrenos mais destrutivos do trap e da músida de dança. As suas composições apocalípticas chamaram a atenção de Rabit, produtor norte-americano que acabaria por juntar a dupla ao catálogo da sua Halcyon Veil, editora por onde os Prison Religion lançaram o longa-duração de estreia O Fucc Im on the Wrong Planet (2018). A ligação estreita à editora texana conectou-os a artistas como Endgame, Swan Meat, Lee Gamble ou Bonaventure, que assinaram a remistura do seu disco de estreia.

Em julho, o duo estreia-se em território nacional para duas performances a ter lugar na Galeria Zé dos Bois, em Lisboa (dia 4), e no Understage do Teatro Rivoli, no Porto (dia 5).

+

Weyes Blood, Thurston Moore e Nihvek celebram 25º aniversário da ZDB

Weyes-Blood-Thurston-Moore-Nihvek-celebram-25-aniversário-ZDB

A Galeria Zé dos Bois comemora em 2019 o seu 25º aniversário e para assinalar esta data especial, são vários os artistas que fazem parte da sua história e se vão apresentar numa série de concertos fora de portas. É já na próxima semana que Julia Holter sobe ao Capitólio, seguindo-se Kevin Morby no S. Luiz e os agora anunciados Weyes Blood no B.Leza, Thurston Moore a solo na Igreja de St. George e Nihvek, o novo projecto de Liz Harris (Grouper), também na Igreja de St. George.

Natalie Mering afirmou-se na memória colectiva como uma compositora excepcional, nela reside uma serenidade invulgar e a sua voz abre-nos a porta desse espaço de tranquilidade que é Weyes Blood. Foi no alto da sua sensibilidade que por três vezes desarmou públicos na ZDB, é por isso, um regresso ansiado e pleno de felicidade. Desta vez o encontro será no B.Leza no dia 6 de Novembro. Outro nome incontornável, que dispensa apresentações pomposas é Thurston Moore. A irreverência de Moore sempre concedeu espaço para mais, fundou novos projectos curiosos e insólitos. E, foi através dessa mesma enraizada irreverência que viu na ZDB uma casa para se estabelecer, desta ligação ao seu abrigo lisboeta nasceu um livro resultante de uma residência artística. Neste regresso dá-se uma celebração simbólica, a voz e a guitarra acústica. Encontro marcado para o dia 13 de Julho na Igreja de St. George, local que também receberá Nivhek, uma espécie de entidade paralela em relação ao seu percurso sob Grouper. Resultado de duas residências artísticas (uma nos Açores em parceria com o Tremor e a ZDB e outra na Rússia), o disco duplo After its own dead/ Walking in a spiral towards the house soa definitivamente arrojado como nunca soara antes e apresenta este novo capítulo da melhor forma possível. Por esta altura existe já um elo muito familiar entre Liz Harris e a ZDB num plano de admiração e colaboração contínuas. Como tal, voltar a recebê-la cá, desta vez em duo e na Igreja de St. George, e em tão distinta ocasião, é quase um acto de partilha. 


Para além dos concertos fora de portas a ZDB anuncia ainda parte significativa da programação para os próximos meses. Junho termina da melhor maneira com uma apresentação e estreia da banda CHÃO MAIOR de Yaw Tembe, Norberto Lobo, Leonor Aurnaut, João Almeida, Yuri Antunes e Ricardo Martins que levam Círculos ao Aquário, uma série de composições para 3 sopros, guitarra, voz e bateria. Entre os destaques para o Verão encontram-se também os americanos Prison Religion com um som extremo feito de rimas gritadas, ruído abrasivo e beats que parecem cuspidos pelas entranhas de uma qualquer unidade metalúrgica em estreia nacional no dia 4 de Julho. No dia seguinte um regresso muito aguardado: Sir Richard Bishop, guitarrista e compositor nascido no Arizona que a solo conta já com onze discos editados por cinco editoras diferentes.

A 15 de Julho acontece a primeira edição de Som Crescente um workshop dedicado à performance musical que unirá músicos dos mais diversos quadrantes para apresentações únicas em formato de banda. Peter Evans guiará o workshop todos os meses com a ajuda de um convidado especial. Para a primeira apresentação Peter Evans convida Gabriel Ferrandini. Destaque final para o quarteto de William Parker, Hamid Drake, Luís Vicente e John Dikeman com estreia marcada na ZDB na noite quente de 19 de Julho e com um workshop do mestre Parker, a acontecer no dia anterior.

Além de todos os nomes já referidos, há ainda, entre os previamente anunciados, MC Carol (matiné, 2 de Junho), Cüneyt Sepetçi (matiné, 3 de Junho), a estreia portuguesa dos Built To Spill (5 de Junho), Steve Gunn (4 de Setembro) e os Black Midi, banda sensação da música independente britânica (25 de Setembro). E venham mais 25!

+

Serralves em Festa anuncia programa completo


Foi revelado, esta terça-feira, o certame que irá compor a 16ª edição do Serralves em Festa, que regressa ao Porto no próximo dia 31 de março para 50 horas de programação. Inserido nas comemorações dos 30 anos da Fundação e dos 20 anos de Museu, a próxima edição do "maior evento de cultura contemporânea em Portugal" volta a integrar um programa extenso e diversificado que vai da música às artes performativas, o teatro e as artes circenses, o cinema, o vídeo e a fotografia. Tudo com entrada gratuita.

Na programação musical, as atenções voltam a centrar-se no Prado, que este ano é encabeçado pela brasileira MC Carol. Nome fundamental da cena baile-funk carioca, a artista e ativista brasileira junta-se a um certame que conta ainda com os noruegueses Elephant 9, trio cuja fusão portentosa entre o jazz e rock recebeu edições pela respeitada editora norueguesa Rune Grammofon, a mesma casa que edita Mats Gustafsson, Colin Stetson ou Deathprod. A estes nomes juntam-se a reformada banda somali Dur Dur Band, as explorações artísticas do artista e performer Paul Soileau (a.k.a Christeene) e o holandês Niels Nieuborg, cujo álbum de estreia como Arp Frique conta com a participação de Americo Brito, Ed Motta e Orlando Julius.



Já no Ténis os destaques vão para a música eletrónica, com Clara! Y Maoupa (na foto) a abrir as hostes no arranque do evento. O projeto que junta Clara Sobrino a Maoupa Mazzocchetti promete aquecer o parque da Fundação Serralves com algumas das escolhas mais arrojadas da pista de dança, onde o raggaeton serve como fio condutor para um set sem escrúpulos ou tabus. Meneo é o primeiro 12’’ da dupla e recebeu o selo da Editions Gravats, de Low Jack (o mesmo que editou os vários volumes de Reggaetoneras, mixtapes de culto selecionadas a dedo pela produtora espanhola). A editora britânica The Death of Rave volta a ser bem representada com o regresso de Rian Treanor ao evento, desta feita para apresentar o excelente e mais recente longa-duração Ataxia, que marcou a estreia de Treanor pela Planet Mu. Gabor Lazar é mais um dos nomes que nos chega sob a cinta da editora britânica, cujo mais recente disco, Unfold, valeu ao produtor de origem húngara um muito meritório sétimo lugar no top de melhores do ano para a Fact Magazine.

Já no contingente nacional, a coisa está naturalmente bem servida - HHY & The Macumbas juntam-se a Adrian Sherwood (que atua a solo no Ténis umas horas depois ) para um concerto único, Black Bombaim reúnem-se novamente com o saxofonista lisboeta Pedro Sousa, Corona contam-nos as histórias de Santa Rita Lifestyle, Batida apresenta o novo espetáculo The Almost Perfect DJ, e Nídia volta a mostrar o porquê de ser um dos nomes mais internacionais da atual música de dança com carimbo português. Há ainda Mathilda, Ivy, Sereias, Filho da Mãe, Nu No e muitos, muitos mais. 

Conheçam a restante programação aqui.

+

terça-feira, 21 de maio de 2019

Reportagem: Kamasi Washington [Hard Club, Porto]


Foi no passado dia 10 de maio que Kamasi Washington marcou a sua passagem pelo Porto com um esplêndido espetáculo no Hard Club, pela mão da Gig Club. O músico esteve acompanhado de grandes nomes como Brandon Coleman, Miles Mosley, Ryan Porter, Ronald Bruner Jr, Tony Austin e ainda pelo seu pai, Rickey Washington, que entrou em palco em "Vi Lua Vi Sol". Kamasi Washington teve casa cheia, chegando a um público bastante diversificado, abrangendo várias gerações e estilos. Uma causa comum unia centenas de pessoas naquela noite: o interesse por um dos propulsores do jazz moderno.

Em 2016, Kamasi Washington passou pelo Porto (Casa da Música) para apresentar o disco The Epic, que veio revitalizar o jazz com a sua africanidade e trazendo até ao século XXI o formato big band que ditou o arranque do género. Agora Kamasi voltou a terras lusas para a encher o coração dos portugueses com a apresentação de Heaven and Earth. O saxofonista natural de Los Angeles passou por Porto e Lisboa (LAV - Lisboa ao Vivo) num concerto com duração de hora e meia que contou ainda com o tema "Truth" do álbum Harmony of Difference e o original "Abraham" do contrabaixista Miles Mosley.





O álbum Heaven and Earth foi lançado em junho de 2018, conta com uma avaliação no metacritic de 86/100 e tem vindo a ser alvo de grandes críticas. ”No álbum Heaven and Earth há um equilíbrio entre o conceptualismo de duas obras: A primeira, Earth destina-se a representar preocupações mundanas, enquanto o segundo, Heaven, explora o pensamento utópico e a realidade trabalhista da colaboração. As duas obras não variam significativamente em termos de som, pelo contrário, são um testemunho do sólido relacionamento do conjunto de Washington” – The New York Times.

Depois da receção em extâse pelo publico português, culminada num mar de aplausos, Kamasi Washington prometeu voltar em breve. Para já, segue em digressão pela Europa nos próximos meses, voltando para espetáculos nos Estados Unidos em julho. Por cá, já contamos os dias para o seu regresso ao nosso país.



Texto: Bruna Tavares
Fotografia: David Madeira

+

segunda-feira, 20 de maio de 2019

A viagem cíclica dos mitos dos Transnadežnost'

Fotografia dos Transnadežnost' em junho de 2015

Os russos Transnadežnost' apresentaram-se ao vivo pela primeira vez nas regulares festas "Kamennaya Sreda" do clube DaDa, em St. Petersburg. Na altura, em dezembro de 2012, apenas como formato duo, com Alexander Yershov a assumir o papel de guitarrista e Vladimir Gurov responsável pela bateria. Pouco tempo depois, Max Zhuravlyov juntou-se à banda no baixo e nos sintetizadores, e a primeira demo Shamantra/First Arab Astronaut foi gravada. Em 2015 chega às prateleiras pela No name label o primeiro EP da banda, Kailash/Ladoga e a primeira das reformulações de line-up com Natasha Bogulyan na bateria e TaSha no teremim. 

O split Huldra/108 (2017) lançado juntamente com os Ciolkowska, marca o fim da espera pelo álbum de estreia, intitulado Monomyth, que volta a reformular o line-up da banda com David Aaronson a ocupar o lugar de baterista; Nikolay Vladimirovich a coordenar os ritmos no baixo, Alesya Izlesa e Alexander Yershov na condução das guitarras. O álbum marca a também o primeiro trabalho da banda erguido sobre um chão firme, incorporando elementos do rock espacial, psychedelic stoner, space heavy raga-rall e heavy psych, num disco tocado em sete faixas, que é brindado com um trabalho audiovisual disponível abaixo.


Entre uma conjugação de ritmos ora calmos e relaxantes ora mais pesados e bruscos, Monomyth, editado a 23 de setembro de 2018 em formato CD pelo selo [addicted label] apresenta uma banda que gosta de explorar os limites das quebras de ritmo e das mudanças de compasso imersivas. Monomyht pode escutar-se na íntegra abaixo. Podem comprar o disco aqui.

+

Lingua Ignota anuncia novo disco, CALIGULA


Lingua Ignota, o projeto artístico de Kristin Hayter, está de regresso às edições de estúdio com CALIGULA, o disco de onze faixas que vem dar sucessão ao bastante aclamado All Bitches Die (2017). O novo trabalho, anunciado esta segunda-feira (20 de maio) chega às prateleiras em julho e vê como primeiro single de avanço "Butcher Of The World", uma das malhas que conjuga o melhor da música experimental eletrónica com o black metal, à semelhança do que já tem sido apresentado em álbuns anteriores. 

Lingua Ignota - e a sua conhecida música para expurgar os demónios e pedir perdão pelos pecados cometidos -, conduz-nos em CALIGULA a uma viagem gratuita ao inferno sem nunca deixar contudo, a sua beleza e aura celestial desvanecerem do pano de fundo. O disco foi produzido por Hayter e Seth Manchester nos estúdios Machines With Magnets. Enquanto ele não chega às prateleiras podem deliciar-se com "Butcher Of The World".



CALIGULA tem data de lançamento prevista para 19 de julho pelo selo Profound Lore Records. Podem fazer pre-order do disco aqui.

CALIGULA Tracklist:

01. Faithful Servant Friend of Christ 
02. Do You Doubt Me Traitor 
03. Butcher Of The World
04. May Failure Be Your Noose 
05. Fragrant Is My Many Flower'd crown 
06. If The Poison Won't Take You My Dogs Will 
07. Day Of Tears And Mourning 
08. Sorrow! Sorrow! Sorrow! 
09. Spite Alone Holds Me Aloft 
10. F*****g Deathdealer 
11. I Am The Beast

+

Mr. Gallini lançou hoje The Organist


Já podem ouvir na íntegra The Organist, o segundo disco da trilogia Mr. Gallini’s Amazing Trilogy. O longa duração, que segue Lovely Demos, terá edição em cd e vinil via Lovers & Lollypops e k7 pela Yeah Yeah YeahO disco estará a ser apresentado num ciclo de concertos com início no Porto, a 5 de junho, na Casa da Música e que passará por Ílhavo, a 8 do mesmo mês, e no Sabotage Club, em Lisboa a 9.

Quem passa por Alcobaça não passa sem lá voltar... A não ser que já se seja de lá, e que se saiba que para além da adoração à arte da doçaria conventual, também vai perdurando a veneração por outra arte menos antiga, a de fazer rock n’ roll. Terá sido mais ou menos assim com Mr. Gallini, nascido em Pisões, e a quem os pais deram o nome Bruno Monteiro. E que começou nesta vida rock enquanto baterista de outros irmãos da mesma região, os Stone Dead, com os quais já percorreu palcos por todo esse Portugal fora.

Sem esquecer a casa-mãe mas procurando também encontrar o seu próprio espaço enquanto artista a solo, Gallini lançou já Lovely Demos, o seu álbum de estreia, em 2018, e apresenta agora o seu sucessor – que é, também, o segundo tomo de uma trilogia anteriormente anunciada. The Organist mostra o lado mais pop de Gallini, seguindo um método sempre rock (refrões, juventude, electricidade...), mas deixando espaço para que outras ferramentas mais eletrónicas (teclados, theremins e vocoders...) possam também respirar, num álbum que bebe tanto à brit-pop dos anos 90, como à space erados anos 50, mas que soa vivaço e atual, sem cair nos pantanosos terrenos da mera nostalgia.




O charme de The Organist passa também por essa ideia de intemporalidade. É um disco do presente, a relembrar um passado onde tudo soava ao futuro e alimentava imaginações: carros voadores, robôs, colónias lunares, teletransporte. Faz, portanto, todo o sentido que o primeiro single desta nova aventura de Mr. Gallini seja precisamente "The Future". Um futuro que alimenta não só a chama que persiste dentro de cada um de nós, a mesma que nos faz criar sonhos e projetos para escapar à efemeridade, como também a do próprio músico que o pinta, revelando tanto a evolução sonora que teve ao longo do último ano, como também aquilo que poderemos vir a esperar dele quando esta trilogia conhecer o seu último capítulo. Gallini é o homem de amanhã. E porque haveríamos de recear o amanhã?

+

Weyes Blood em Portugal em novembro


Weyes Blood atua em Braga e Lisboa em novembro. A notícia foi avançada pelo jornal Observador, que confirma o regresso da música e compositora norte-americana a Portugal. 

Os concertos, que acontecem dias 5 e 6 de novembro no gnration e B.Leza Clube, respetivamente, têm como mote a apresentação do quarto e mais recente álbum de Natalie Mering - Titanic Rising. Autêntica ópera-pop de arranjos sinfónicos, o disco sucede o excelente Front Row Seat to Earth, de 2016, e marca a estreia de Mering pela editora norte-americana Sub Pop.

A performance no gnration marca também o regresso de Weyes Blood ao creative hub bracarense, onde atuou pela primeira vez em 2015. Desde então, apresentou-se novamente em Lisboa, estreou-se em Guimarães, Vila Real e Porto, no NOS Primavera Sound 2017, e ainda assegurou a abertura do concerto de Father John Misty no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, também em 2017.

Os bilhetes para o concerto em Braga já se encontram disponíveis via bol.pt ao preço de 12 euros.

+

Franz Ferdinand, Emir Kusturica & The No Smoking Orchestra, entre outros, na 3ª edição do North Music Festival


É já na próxima sexta-feira que começa a terceira edição do North Music Festival, que pelo segundo ano consecutivo decorre à beira do rio Douro, mais concretamente na Alfândega do Porto. Conhecido como o “primeiro festival de verão do ano”, abre assim em força a época dos festivais e volta a apresentar uma programação para dois dias de animação com uma mistura de nomes consagrados com projetos nacionais emergentes.  

A programação de sexta, dia 24 de maio, é composta por Emir Kusturica & The No Smoking Orchestra, Bush, Expensive Soul, Murmur, Skills and The Bunny Crew, Rich & Mendes e DJ Kitten. No sábado, dia 25 de maio, é a vez de Franz Ferdinand, Bastille, Capitão Fausto, Glockenwise, Stone Dead, Cave Story e Moullinex DJ Set.

Os bilhetes diários têm o preço de 35€ e os passes gerais 59€. Já sabem para onde aponta a bússola, agora é só vocês não perderem o norte. 


+

Lazy Sessions Guadalupe regressam a Braga no próximo mês de junho


Depois do sucesso da edição de 2018, as Lazy Sessions Guadalupe regressam em 2019, com mais dias, mais horas, mais música e mais momentos relaxados no Parque de Guadalupe, em Braga. Este ano haverá mais um dia de festival e mais uma hora por dia. Ao todo, serão quatro sábados, à tarde, até ao pôr-do-sol.

A curadoria do primeiro sábado de junho (dia 1) cabe à própria organização, seguindo-se o músico e produtor PZ (dia 8); na terceira sessão, a curadoria fica a cargo do músico JP Simões (dia 15) e, por fim, no dia 22 de junho, o encerramento das Lazy Sessions Guadalupe é da responsabilidade da Rádio Universitária do Minho, que comemora 30 anos de existência, em 2019. Ruído Vário (Ana Deus e Luca Argel), Surma, Keso, Minus, Memória de Peixe, Bloom, Grandfather´s House e Palas (além de dj sets dos curadores) são os músicos que vão actuar no Parque de Guadalupe.

O conceito das Lazy Sessions Guadalupe é propor a personalidades e/ ou entidades de relevância da cena musical portuguesa a curadoria de uma tarde, no Parque de Guadalupe, convidando bandas e DJs com os quais se identifiquem e considerem projetos a ter em contra no futuro. O cartaz completo e o horário por dias já podem ser consultados.






+

Alinhamento por dias do Sonic Blast'19 anunciado


Os últimos passes gerais para a edição de 2019 do Sonic Blast encontram-se praticamente esgotados, sendo que a organização acaba de disponibilizar os bilhetes diários e anunciar o alinhamento por dias. Afirmando-se como um encontro perfeito entre praia, piscina sufr e muito rock, o Sonic Blast acontece de 8 a 10 de agosto de 2019 em Moledo, no concelho de Caminha.

O primeiro dia do festival é encabeçado por bandas como Graveyard, Earthless e Monolord, já o segundo por Orange Goblin, My Sleeping Karma e The Obsessed. O último dia está a carga de bandas como OM, Eyehategod e Windhand. O festival ainda confirmou que têm 5 nomes de artistas por anunciar.

Este é o primeiro ano que o Festival conta com 3 dias de programação, uma escolha da organização face ao crescimento do Sonic Blast nas últimas edições, em que os passes diários e gerais esgotam com algumas semanas de antecedência ao Festival.

Este anúncio coincide com a colocação dos bilhetes diários à venda para público, sendo que cada bilhete tem um custo de 35€. Estes bilhetes estão à venda em toda a Rede BOL e podem ser consultados aqui. Os últimos passes gerais disponíveis custam 70€ até ao dia 30 de junho, atualizando o preço no mês seguinte.


+