sábado, 15 de maio de 2021

Marco Franco volta a sentar-se ao piano em Arcos, segundo álbum pela Revolve


Já aterrou no Bandcamp Arcos, o novo álbum de Marco Franco. O sucessor de Mudra, álbum que assinalou a estreia a solo do multi-instrumentista português, saiu na última sexta-feira, dia 14 de maio, e volta a receber o selo da vimaranense Revolve, que garante a sua edição em CD e digital.

Composto no Estúdio da Estrela nos primeiros metros de maio, Arcos continua a herança pianística de Mudra e eleva-a a novos patamares, onde o novo e o antigo se cruzam numa linguagem honesta e transparente. Além dos temas originais, Marco Franco interpreta um tema de Mikado Lab, banda de que fez parte, e um outro de Norberto Lobo, colega em Montanhas Azuis e um dos seus compositores de eleição.

Antes de se recolher para a quietude do piano, Marco Franco levou uma reconhecida carreira enquanto baterista de relevo: Memória de Peixe, Peste & Sida, Braindead, Tim Tim por Tim Tum, Dead Combo, Carlos Bica, Rodrigo Amado, Gonçalo Almeida ou o supergrupo Montanhas Azuis, que leva a cabo com Bruno Pernadas e Norberto Lobo, são alguns dos muitos projetos que o músico comandou ou com quem já colaborou ao longo da sua impressionante carreira.

+

quinta-feira, 13 de maio de 2021

Gekiga Warlord edita cassete pela Favela Discos em junho

A Favela Discos vai editar The Day They Stop Smiling Is The Day We Remember Their Smile, o novo álbum de Gekiga Warlord. O sucessor de Seiichi’s Lament está agendado para sair no próximo dia 8 de junho sob o braço editorial do coletivo portuense, e apresenta-se como um trabalho "mais sombrio e rápido", mas também mais esperançoso, como enquadram as notas de lançamento.

Descrito como “IDM cheio de glúten” por Marcos Farrajota, da editora Chili Com Carne, e pelo ilustrador Gato Mariano como “Tetsuo: The Iron Man, mas com mais pilas industriais a voar em todas as direções”, Gekiga Warlord – o projeto de Diogo Jesus (Rudolfo, DJ Nobita) - projeta no seu novo disco uma colagem dos "sonhos surrealistas diários" que o artista e produtor do Porto estava a ter após uma "overdose de trabalho despersonalizante". 

O álbum conta com a participação de Judas Triste, Joel Kynan (Sweet Valley), Aceloria (Faca Monstro), Vasco da Ganza e Supperminer e o seu primeiro avanço, "Dreams Are Codes Waiting To Be Broken" já se encontra disponível no Bandcamp, onde podem proceder à pré-encomenda de The Day They Stop Smiling Is The Day We Remember Their Smile, em cassete (limitada a 77 cópias) e digital. 

O vídeo que acompanha o single resulta de uma sinergia entre Jesus, Joana Falcão, Tito Frito e João Alves e pode ser conferido em baixo (não recomendado a pessoas fotossensíveis).

+

Homem em Catarse em entrevista: "Sete Fontes é um disco muito orgânico e humano"

© Maria João Salgado

Homem em Catarse é o projeto a solo de Afonso Dorido, um dos artistas responsáveis pela criação do coletivo pós-rock Indignu. O seu quinto e novo registo em nome próprio intitula-se Sete Fontes, onde a guitarra dá lugar ao piano, num trabalho composto durante os períodos de pausa da pandemia e inspirado em locais de Braga.

Desenvolvido em residência artística no gnration, o sucessor de sem palavras | cem palavras (2020) chegou no passado dia 30 de abril, com o selo partilhado da Regulator Records e da Golden Pavilion.

Em conversa com Afonso Dorido, falámos sobre o novo disco, a vida em Braga, a colaboração com Francisco Oliveira, e muito mais. Oiçam a entrevista completa, disponível em baixo.

Sete Fontes pode ser adquirido em formato físico (CD, cassete e vinil) e digital no Bandcamp das editoras responsáveis pelo lançamento. Homem em Catarse vai apresentar pela primeira vez ao vivo o disco a 29 de maio, no Theatro Gil Vicente, Barcelos, inserido no ciclo de concertos triciclo.

"Rua do Souto Deserta" é o mais recente single de Sete Fontes, com direito a vídeo realizado por Joana Jorge

+

terça-feira, 11 de maio de 2021

'Xando': Já saiu o álbum de estreia d'As Docinhas


© Rafaela Almeida

Xando é o primeiro álbum d'As Docinhas e já está disponível em todas as plataformas de streaming. Mais do que uma estreia, marca uma homenagem a Alexandre, que se suicidou em 2017, e foi "criada no dia da sua morte", segundo explicam em declarações à Threshold Magazine.

"As Docinhas são uma instalação sonora e visual desenvolvida para transformar o espaço e tomar conta do tempo no contexto de cada pessoa que nos encontra virtualmente ou ao vivo", contam-nos Cire e Lee. Vêm de Viana do Castelo, que, "por vezes, é uma cidade deserta".

"Nós, sedentas, sempre usámos o aborrecimento como gasolina para o nosso processo criativo", dizem, ao recordar tempos passados a rasgar calças, tocar violino e gravar músicas com recurso a um telemóvel. Com a partida de Alexandre, As Docinhas decidiram ser apenas duas, mas nem por isso deixam de acolher na sua produção musical o esforço artístico colaborativo.

"Criamos todas as músicas e letras e convidamos várias pessoas que nos são próximas e/ou acreditam no projeto a participar", acrescentam, concluindo que "o nosso processo de criação só existe por e é dependente de quem nos rodeia e inspira". O método de composição "não é suportado por progressões harmónicas, melódicas ou rítmicas". É, sim, "uma instalação, pois não há letra que não pinte uma imagem móvel" ou tão pouco "uma ideia que não venha de um estado de espírito concreto e real, não necessariamente consciente".

"Por acaso, calhou de usarmos instrumentos para explicar a nossa vida e as nossas ideias", revelam. Nesse acaso multidiscplinar e interpessoal, tem também lugar o improviso, patente na escolha dos músicos e na "criação de figurinos, direção e produção de videoclipes". 

Caracterizam as suas vidas como um "brainstorm". Depois da tempestade, "os bocados de madeira das casas destruídas são apanhados do chão e organizados para montar uma cabana, que irá acolher o fruto final da criatividade que a bonança deu à luz", descrevem.

Assim se dá a catarse: "Fazemos músicas, tocamos as músicas e ficamos malucas. As pessoas são malucas. As pessoas ficam malucas. As pessoas querem fazer coisas. As pessoas querem fazer coisas que lhes fazem sentido". 

Xando reúne sete faixas que pairam entre o inglês e o português, a euforia e a devastação, num registo livre e garrido que corre géneros tão distintos como o punk, o pimba, o fado e o lo-fi, entre vários outros. Podes conhecer o álbum abaixo ou, se estiveres pelo Porto na sexta-feira, tens também oportunidade de o ouvir ao vivo na Casa Bô. Os bilhetes são reservados por mensagem e o pagamento é feito no local.


+

Perila estreia-se pela Smalltown Supersound com How Much Time it is Between You and Me?


How Much Time it is Between You and Me? vai levar a artista russa Perila ao catálogo da norueguesa Smalltown Supersound pela primeira vez. O álbum está agendado para o próximo dia 25 de junho e o seu primeiro avanço, "Fallin into Space", já se encontra disponível nas várias plataformas de streaming. 

Inspirado nos conceitos do tempo, que Alexandra Zakharenko, ou seja, Perila sentiu intensamente durante a pandemia, How Much Time it is Between You and Me? foi escrito e gravado numa vila rural em França, em 2020, e sucede uma série de lançamentos feitos em isolamento, incluindo uma entrada na série Documenting Sounds, da distribuidora inglesa Boomkat, e várias colaborações com a compositora americana Ulla Straus, com quem forma a dupla LOG. O disco assinala a estreia da artista pela editora Smalltown Supersound, que alberga trabalhos de Kelly Lee Owens, Supersilent ou Lost Girls, de Jenny Hval e Håvard Volden.

How Much Time it is Between You and Me? encontra-se disponível para pré-encomenda no Bandcamp, em CD, vinil e digital.

+

"Momma's Birthday" é o segundo single dos TheVaults

© Joana Rita
Com uma estética low-fi e premente de influências que nos levam ao início donovo milénio, os TheVaults são a mais recente colheita a brotar da bucólica paisagem minhota e trazem consigo a maior confusão das suas vidas. Vidas entrelaçadas por trabalhos, desamores e saltos temporais ganham dimensão de compêndio pessoal acabando por contar histórias que são mais nossas do que deles.

"Momma's Birthday" é o segundo single, um agradecimento a quem sempre nos deu a mão. Segundo os próprios: "O dia da Mãe é quando quisermos por decidimos festejá-lo todos os dias!". É também o cartão de visita para o cancioneiro-mundo de Gil Silva, Eduardo Silva, João Araújo e Renato Costa que, abrindo os seus cofres de canções de bolso, romantizam toda esta grande obra a que chamamos vida. 

Com lançamento agendado para setembro de 2021, o primeiro álbum de originais dos TheVaults promete ser o melhor motivo para sabermos olhar para trás quando queremos seguir em frente.

+

segunda-feira, 10 de maio de 2021

Tristany, Nídia ou 7777 の天使 na segunda edição do festival Ano 0



Nos dias 3 e 4 de Setembro, a Galeria Zé dos Bois, em Lisboa, e a ADAO, no Barreiro, acolhem a segunda edição do Ano 0, festival comunitário da Rádio Quântica “que celebra o melhor das novas propostas vanguardistas nacionais de música, performance, ativismo e outras artes por parte de artistas emergentes e à margem”.  

A “vontade de juntar projetos artísticos, editoras e coletivos mobilizados principalmente por pessoas LGBTQI+, não brancas, ou de outras identidades marginalizadas, que estão a ajudar a escrever o futuro da cultura local e a responder aos processos de gentrificação que excluem estas entidades e identidades da narrativa dominante da programação cultural” é a principal premissa para a realização do evento, que revelou hoje o cartaz da segunda edição, adianta a equipa do Rimas e Batidas.

O programa, que se divide por dois dias em dois espaços diferentes, inclui apresentações de Tristany, Nídia, Cookie Jane, Rabu Mazda, King Kami, DJ Doraemon, 7777 の天使, Evaya, oseias., DJ Caring, Nigiri, Puta da Silva, Alesa Herero e Saint Caboclo; conversas com Casa T e Nossa Fonte; performances de Luan Okun, CRU e Kahumbi e ainda workshops de Produção Musical e DJing para Rádio (exclusivo para menores de 18 anos).  

Devido ao contexto pandémico, o festival, que conta com o apoio da DGARTES, também será transmitido online.  




+

Primeira edição do festival FENDA acontece em junho na cidade de Braga


O festival de artes urbanas FENDA acontece nos dias 25, 26 e 27 de junho em Braga e nasce como um meio para exaltar as artes visuais, performativas e da música através da intervenção urbana.

Aliando as tradições e a história da cidade com as vertentes modernas e contemporâneas da arte e da música, este é um festival que pretende dar a conhecer trabalhos e projetos criativos e inovadores enquanto subverte a forma como o público e, consequentemente, os espaços urbanos interagem tradicionalmente com a arte e os seus meios.

A programação do FENDA é ampla e multidisciplinar. A curadoria para o circuito de arte pública dá prioridade a artistas emergentes e locais, mas também conta com um leque de artistas nacionais e internacionais já consolidados e experientes, integrando os emergentes e inspirando os inovadores. Estas intervenções de arte urbana serão expostas em fachadas, montras e ruas da cidade, formando um percurso que não só exibe os trabalhos, mas também fomenta uma interação ativa e dinâmica com os próprios locais, costumes e habitantes da cidade de Braga.

Relativamente à música e arte performativa, o cartaz explora o hip-hop e a música eletrónica e experimental, procurando artistas cuja música e performance ofereçam uma experiência envolvente e surpreendente a quem assiste. Em breve serão anunciados os nomes que integram o cartaz.

+

domingo, 9 de maio de 2021

Gravado entre Brasil e Portugal, Minha Cabeça é o novo álbum de Paulo Novaes

© Lorena Dini

O cantor e compositor paulistano Paulo Novaes lançou no dia 7 de maio o terceiro álbum de sua carreira, Minha Cabeça, com o selo da Olga Music. Com 20 faixas, divididas entre poesias e canções, o disco foi gravado em 2019 entre Brasil e Portugal, onde Novaes morou por dois anos. Ao evocar o espírito da coletividade, grande parte das faixas foram gravadas por músicos de diversos lugares do mundo e cada uma traz uma participação e um ritmo diferente. 

Para cada uma das dez músicas do disco, Paulo trouxe a visão de 10 poetas diferentes, que trazem diversidade e dinâmica para a obra. E, para além do álbum, cada uma das poesias ganhou vida com as animações da artista Pamela Munhoz, que através do audiovisual, provoca outra interpretação para a obra. A irmã do compositor, Marina Novaes, ficou responsável pela parte artística de cada um desses universos, e propôs a referência estética e visual do projeto. Por fim, cada música terá o seu próprio vídeo, com guião escrito por diferentes profissionais. Até ao momento, os vídeos que já foram lançados são das faixas "Luz da Vida (feat Pedro Altério)", "Travo (feat Anavitória)" e "Paz Interior (feat Rubel)".

Minha Cabeça conta com participações de peso, como os artistas nacionais Tiago Nacarato e Janeiro, o italiano Simone Carugati, o argentino Rodrigo Carazzo e a turma brasileira formada por Anavitória, Rubel, 5 a seco, Pedro Altério, Nina Oliveira, Leo Middea, Bruna Moraes, Tomaz Lenz e Margarida Piedade, avó do compositor, na faixa 'Cantar'. 

Disponível nas diversas plataformas de streaming, Minha Cabeça pode ser escutado na íntegra abaixo:

+

sexta-feira, 7 de maio de 2021

Festival Out.Fest desdobra-se entre junho e outubro


Após um ano de hiato, forçado por motivos ligados à pandemia de covid-19, o OUT.FEST – Festival Internacional de Música Exploratória do Barreiro regressa para a sua 17ª edição, que este ano se desdobra em dois momentos. 

O primeiro momento, que decorre de 3 a 5 de junho, reparte-se entre o Anfiteatro Paz e Amizade e o Auditório Municipal Augusto Cabrita, no contíguo Parque da Cidade, e acolherá oito espetáculos: três apresentações inseridas no projecto Unearthing The Music, "que desde 2018 tem vindo a descobrir, analisar e compilar a música feita nas margens dos regimes ditatoriais europeus da segunda metade do séc. XX"; um concerto e uma palestra associados ao projeto europeu Remain, "que promove a música experimental europeia com raízes noutras culturas do mundo", e ainda quatro performances por artistas nacionais "virados para o futuro".

Entre os destaques do programa, que inclui apresentações ao vivo de Gala DropSusana Santos Silva e uma colaboração entre Odete e Herlander, está a estreia ao vivo de Antipodal Polyphony, peça-álbum do húngaro Bálint Szabó, ou seja, Gosheven, que irá proporcionar também uma palestra sobre os vários sistemas de afinação alternativos ao cânone ocidental, em particular o do povo polinésio Are'are, das Ilhas Salomão, no qual assentam as premissas composicionais para este trabalho. 

Os bilhetes para este primeiro módulo encontram-se disponíveis em bol.pt e locais habituais a custos que variam entre 10€ (bilhetes diários, disponíveis a partir de 28 de maio) e 25€ (passe global). O acesso à palestra Antipodal Polyphony é gratuito, mediante inscrição prévia para o e-mail outfest@outra.pt. 

Um segundo momento, com programa ainda por anunciar, decorrerá no perído habitual entre 5 e 9 de outubro.



+

quinta-feira, 6 de maio de 2021

O obscurantismo e a espiritualidade da música de OQ?

© Adriana Oliveira 

OQ? é um novo projeto experimental de um músico já com uma longa carreira na música, que decide agora lançar-se incognitamente, de modo a poder libertar-se de todas as percepções que o público possa ter do seu trabalho.

O seu universo ímpar desenvolve-se a partir da música electrónica disruptiva, crua e bruta, da tela, do desenho e da improvisação. É obscuro e assim pretende ficar, para que tudo o que surgir no mundo externo à sua performance não lhe pertença e seja da responsabilidade dos receptores. É espiritual, na pretensão de que essa espiritualidade seja o caminho para um bem estar, através da absorção de frequências graves e sons profundos que são consumidos e refletidos pelo corpo.

O EP de estreia de OQ? surgiu após alguns anos com o projeto em aberto, sem o tempo necessário para realmente se abraçar nele. E, não fosse o tempo o que mais tivemos no último ano, também a necessidade do criador se reinventar tornou-se ainda mais imperativa. Criado inteiramente através do seu iPhone, este EP homónimo integra também uma forte componente visual da relação da expressão artística com o espaço urbano.

Disponível em todas as plataformas digitais desde 30 de abril, o EP de OQ? será apresentado ao vivo no próximo dia 13 de maio, no CCOP (Porto).

O tema “Endless Way” foi o primeiro avanço deste trabalho e teve direito a um trabalho audiovisual, realizado por Sofia Erzini, o qual podem assistir em baixo.

+

quarta-feira, 5 de maio de 2021

gnration celebra oito anos entre o espaço físico e o online


Em 2021, o gnration, em Braga, celebra oito anos de existência com um programa híbrido, dividido entre o espaço físico e o online, ao longo de três dias. De sexta a domingo, dias 7, 8 e 9 de maio, o gnration oferece um programa de  performances filmadas, conversas, documentários e concertos. 

No programa online, o gnration convidou artistas com práticas distintas para levarem a cabo a direção de arte de um conjunto de quatro performances-vídeo por músicos nacionais: Ermo (performance) e Jonathan Uliel Saldanha (direção de arte), João Pais Filipe/Pedro Melo Alves (performance) e Rodrigo Areias (direção de arte), Susana Santos Silva (performance) e Inês D’Orey (direção de arte), e Gala Drop (performance) e Sara Graça (direção de arte).

Também neste programa, o gnration mostra um pouco mais sobre os pontos cardeais que regrem a sua programação: a aposta na criação artística local no domínio da música, através de um documentário sobre a iniciativa Trabalho da Casa; o programa expositivo, perfilado nos espaços da galeria INL e galeria gnration, com uma conversa com a cineasta e artista visual Salomé Lamas, conduzida por Justin Jaeckle, programador do festival internacional de cinema Doclisboa, e um documentário que dará a conhecer mais sobre o projeto expositivo Invasor Abstracto do coletivo OSSO.

Por último, um alicerce fundamental na comunicação do gnration: a identidade gráfica, criada pelo Studio Dobra e que vigora desde 2014, através de uma peça documental que retrata a matéria gráfica como transposição visual da personalidade do programa artístico.  

No programa presencial, o guitarrista Tó Trips apresentará Surdina, filme-concerto em colaboração com o cineasta Rodrigo Areias. Também no palco da  blackbox, Medusa Unit, coletivo que junta nomes cimeiros da música exploratório nacional, apresentará um concerto que é parte integrante do projeto expositivo Invasor Abstracto. No mesmo dia, o coletivo ativará um conjunto de peças que compõem a exposição com o mesmo nome. 

Ainda na componente presencial do programa de celebração, músicos da cidade reúnem-se numa conversa para uma partilha de experiências sobre a participação no programa de apoio à criação artística local Trabalho da Casa. Já na manhã de sábado, o Circuito – Serviço Educativo da Braga Media Arts promove um workshop e uma visita guiada.

À exceção do filme-concerto Surdina, que tem um custo de 7 euros, todo o programa é gratuito.



Programa:

sexta [gnration e online]
21:00 · documentário – invasor abstrato #3 · online
21:00 · música / cinema – surdina, por tó trips e rodrigo areias · blackbox

sábado [gnration e online]
10:00 / 11:00 / 12:00 · visita guiada · link — visita orientada: gaia, de salomé lamas · galeria inl
10:00 / 14:00 · workshop · link — fora da caixa: the stage is (a)live, de joana chicau e renick bell · sala de formação
15:00 > 17:00 · música / performance – invasor abstrato #3 · vários locais
17:00 · conversa – sobre o trabalho da casa · sala multiusos
18:00 · música – invasor abstrato #3: medusa unit · blackbox
21:00 · documentário – studio dobra x gnration · online
22:00 · música – ermo x jonathan uliel saldanha · online

domingo [online]
15:00 · música – joão pais filipe + pedro melo alves x rodrigo areias · online
16:00 · conversa – scale travels: salomé lamas e justin jaeckle · online
17:00 · música – susana santos silva x inês d’orey · online
18:00 · documentário – 5 anos de trabalho da casa · online 
19:00 · música – gala drop x sara graça · online


+