segunda-feira, 20 de maio de 2019

A viagem cíclica dos mitos dos Transnadežnost'

Fotografia dos Transnadežnost' em junho de 2015

Os russos Transnadežnost' apresentaram-se ao vivo pela primeira vez nas regulares festas "Kamennaya Sreda" do clube DaDa, em St. Petersburg. Na altura, em dezembro de 2012, apenas como formato duo, com Alexander Yershov a assumir o papel de guitarrista e Vladimir Gurov responsável pela bateria. Pouco tempo depois, Max Zhuravlyov juntou-se à banda no baixo e nos sintetizadores, e a primeira demo Shamantra/First Arab Astronaut foi gravada. Em 2015 chega às prateleiras pela No name label o primeiro EP da banda, Kailash/Ladoga e a primeira das reformulações de line-up com Natasha Bogulyan na bateria e TaSha no teremim. 

O split Huldra/108 (2017) lançado juntamente com os Ciolkowska, marca o fim da espera pelo álbum de estreia, intitulado Monomyth, que volta a reformular o line-up da banda com David Aaronson a ocupar o lugar de baterista; Nikolay Vladimirovich a coordenar os ritmos no baixo, Alesya Izlesa e Alexander Yershov na condução das guitarras. O álbum marca a também o primeiro trabalho da banda erguido sobre um chão firme, incorporando elementos do rock espacial, psychedelic stoner, space heavy raga-rall e heavy psych, num disco tocado em sete faixas, que é brindado com um trabalho audiovisual disponível abaixo.


Entre uma conjugação de ritmos ora calmos e relaxantes ora mais pesados e bruscos, Monomyth, editado a 23 de setembro de 2018 em formato CD pelo selo [addicted label] apresenta uma banda que gosta de explorar os limites das quebras de ritmo e das mudanças de compasso imersivas. Monomyht pode escutar-se na íntegra abaixo. Podem comprar o disco aqui.

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Lingua Ignota anuncia novo disco, CALIGULA


Lingua Ignota, o projeto artístico de Kristin Hayter, está de regresso às edições de estúdio com CALIGULA, o disco de onze faixas que vem dar sucessão ao bastante aclamado All Bitches Die (2017). O novo trabalho, anunciado esta segunda-feira (20 de maio) chega às prateleiras em julho e vê como primeiro single de avanço "Butcher Of The World", uma das malhas que conjuga o melhor da música experimental eletrónica com o black metal, à semelhança do que já tem sido apresentado em álbuns anteriores. 

Lingua Ignota - e a sua conhecida música para expurgar os demónios e pedir perdão pelos pecados cometidos -, conduz-nos em CALIGULA a uma viagem gratuita ao inferno sem nunca deixar contudo, a sua beleza e aura celestial desvanecerem do pano de fundo. O disco foi produzido por Hayter e Seth Manchester nos estúdios Machines With Magnets. Enquanto ele não chega às prateleiras podem deliciar-se com "Butcher Of The World".



CALIGULA tem data de lançamento prevista para 19 de julho pelo selo Profound Lore Records. Podem fazer pre-order do disco aqui.

CALIGULA Tracklist:

01. Faithful Servant Friend of Christ 
02. Do You Doubt Me Traitor 
03. Butcher Of The World
04. May Failure Be Your Noose 
05. Fragrant Is My Many Flower'd crown 
06. If The Poison Won't Take You My Dogs Will 
07. Day Of Tears And Mourning 
08. Sorrow! Sorrow! Sorrow! 
09. Spite Alone Holds Me Aloft 
10. F*****g Deathdealer 
11. I Am The Beast

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Mr. Gallini lançou hoje The Organist


Já podem ouvir na íntegra The Organist, o segundo disco da trilogia Mr. Gallini’s Amazing Trilogy. O longa duração, que segue Lovely Demos, terá edição em cd e vinil via Lovers & Lollypops e k7 pela Yeah Yeah YeahO disco estará a ser apresentado num ciclo de concertos com início no Porto, a 5 de junho, na Casa da Música e que passará por Ílhavo, a 8 do mesmo mês, e no Sabotage Club, em Lisboa a 9.

Quem passa por Alcobaça não passa sem lá voltar... A não ser que já se seja de lá, e que se saiba que para além da adoração à arte da doçaria conventual, também vai perdurando a veneração por outra arte menos antiga, a de fazer rock n’ roll. Terá sido mais ou menos assim com Mr. Gallini, nascido em Pisões, e a quem os pais deram o nome Bruno Monteiro. E que começou nesta vida rock enquanto baterista de outros irmãos da mesma região, os Stone Dead, com os quais já percorreu palcos por todo esse Portugal fora.

Sem esquecer a casa-mãe mas procurando também encontrar o seu próprio espaço enquanto artista a solo, Gallini lançou já Lovely Demos, o seu álbum de estreia, em 2018, e apresenta agora o seu sucessor – que é, também, o segundo tomo de uma trilogia anteriormente anunciada. The Organist mostra o lado mais pop de Gallini, seguindo um método sempre rock (refrões, juventude, electricidade...), mas deixando espaço para que outras ferramentas mais eletrónicas (teclados, theremins e vocoders...) possam também respirar, num álbum que bebe tanto à brit-pop dos anos 90, como à space erados anos 50, mas que soa vivaço e atual, sem cair nos pantanosos terrenos da mera nostalgia.




O charme de The Organist passa também por essa ideia de intemporalidade. É um disco do presente, a relembrar um passado onde tudo soava ao futuro e alimentava imaginações: carros voadores, robôs, colónias lunares, teletransporte. Faz, portanto, todo o sentido que o primeiro single desta nova aventura de Mr. Gallini seja precisamente "The Future". Um futuro que alimenta não só a chama que persiste dentro de cada um de nós, a mesma que nos faz criar sonhos e projetos para escapar à efemeridade, como também a do próprio músico que o pinta, revelando tanto a evolução sonora que teve ao longo do último ano, como também aquilo que poderemos vir a esperar dele quando esta trilogia conhecer o seu último capítulo. Gallini é o homem de amanhã. E porque haveríamos de recear o amanhã?

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Weyes Blood em Portugal em novembro


Weyes Blood atua em Braga e Lisboa em novembro. A notícia foi avançada pelo jornal Observador, que confirma o regresso da música e compositora norte-americana a Portugal. 

Os concertos, que acontecem dias 5 e 6 de novembro no gnration e B.Leza Clube, respetivamente, têm como mote a apresentação do quarto e mais recente álbum de Natalie Mering - Titanic Rising. Autêntica ópera-pop de arranjos sinfónicos, o disco sucede o excelente Front Row Seat to Earth, de 2016, e marca a estreia de Mering pela editora norte-americana Sub Pop.

A performance no gnration marca também o regresso de Weyes Blood ao creative hub bracarense, onde atuou pela primeira vez em 2015. Desde então, apresentou-se novamente em Lisboa, estreou-se em Guimarães, Vila Real e Porto, no NOS Primavera Sound 2017, e ainda assegurou a abertura do concerto de Father John Misty no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, também em 2017.

Os bilhetes para o concerto em Braga já se encontram disponíveis via bol.pt ao preço de 12 euros.

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Franz Ferdinand, Emir Kusturica & The No Smoking Orchestra, entre outros na 3ª edição do North Music Festival


É já na próxima sexta-feira que começa a terceira edição do North Music Festival, que pelo segundo ano consecutivo decorre à beira do rio Douro, mais concretamente na Alfândega do Porto. Conhecido como o “primeiro festival de verão do ano”, abre assim em força a época dos festivais e volta a apresentar uma programação para dois dias de animação com uma mistura de nomes consagrados com projetos nacionais emergentes.  

A programação de sexta, dia 24 de maio, é composta por Emir Kusturica & The No Smoking Orchestra, Bush, Expensive Soul, Murmur, Skills and The Bunny Crew, Rich & Mendes e DJ Kitten. No sábado, dia 25 de maio, é a vez de Franz Ferdinand, Bastille, Capitão Fausto, Glockenwise, Stone Dead, Cave Story e Moullinex DJ Set.

Os bilhetes diários têm o preço de 35€ e os passes gerais 59€. Já sabem para onde aponta a bússola, agora é só vocês não perderem o norte. 


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Lazy Sessions Guadalupe regressam a Braga no próximo mês de junho


Depois do sucesso da edição de 2018, as Lazy Sessions Guadalupe regressam em 2019, com mais dias, mais horas, mais música e mais momentos relaxados no Parque de Guadalupe, em Braga. Este ano haverá mais um dia de festival e mais uma hora por dia. Ao todo, serão quatro sábados, à tarde, até ao pôr-do-sol.

A curadoria do primeiro sábado de junho (dia 1) cabe à própria organização, seguindo-se o músico e produtor PZ (dia 8); na terceira sessão, a curadoria fica a cargo do músico JP Simões (dia 15) e, por fim, no dia 22 de junho, o encerramento das Lazy Sessions Guadalupe é da responsabilidade da Rádio Universitária do Minho, que comemora 30 anos de existência, em 2019. Ruído Vário (Ana Deus e Luca Argel), Surma, Keso, Minus, Memória de Peixe, Bloom, Grandfather´s House e Palas (além de dj sets dos curadores) são os músicos que vão actuar no Parque de Guadalupe.

O conceito das Lazy Sessions Guadalupe é propor a personalidades e/ ou entidades de relevância da cena musical portuguesa a curadoria de uma tarde, no Parque de Guadalupe, convidando bandas e DJs com os quais se identifiquem e considerem projetos a ter em contra no futuro. O cartaz completo e o horário por dias já podem ser consultados.






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Alinhamento por dias do Sonic Blast'19 anunciado


Os últimos passes gerais para a edição de 2019 do Sonic Blast encontram-se praticamente esgotados, sendo que a organização acaba de disponibilizar os bilhetes diários e anunciar o alinhamento por dias. Afirmando-se como um encontro perfeito entre praia, piscina sufr e muito rock, o Sonic Blast acontece de 8 a 10 de agosto de 2019 em Moledo, no concelho de Caminha.

O primeiro dia do festival é encabeçado por bandas como Graveyard, Earthless e Monolord, já o segundo por Orange Goblin, My Sleeping Karma e The Obsessed. O último dia está a carga de bandas como OM, Eyehategod e Windhand. O festival ainda confirmou que têm 5 nomes de artistas por anunciar.

Este é o primeiro ano que o Festival conta com 3 dias de programação, uma escolha da organização face ao crescimento do Sonic Blast nas últimas edições, em que os passes diários e gerais esgotam com algumas semanas de antecedência ao Festival.

Este anúncio coincide com a colocação dos bilhetes diários à venda para público, sendo que cada bilhete tem um custo de 35€. Estes bilhetes estão à venda em toda a Rede BOL e podem ser consultados aqui. Os últimos passes gerais disponíveis custam 70€ até ao dia 30 de junho, atualizando o preço no mês seguinte.


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STREAM: Conjecture - V


O projeto de música eletrónica de Vasilis A. influenciado pelas correntes do post-industrial Conjecture - lançou no presente mês de maio o seu novo EP de carreira, V que funciona como uma declaração anticorpo. O disco de seis faixas aborda a temática do descomprometimento individual do corpo humano e de todos os tipos de hipóstases físicas, sendo retratado através de formas sonoras industriais e não convencionais. O conceito do álbum é assim dedicado ao processo de procura da existência individual, que é capaz de ocorrer além das barreiras da vida, morte ou criação. Cada faixa do álbum reflete um fragmento de uma entidade maior, que ao final se torna completa. 

Apresentando-se como um manifesto obsessivo e um hino para a consciência, V é um disco de música psicologicamente densa, feita a partir da conjugação de diferentes camadas e texturas da música eletrónica com altas influências do dark ambient e da música drone. Logo na faixa de avanço "Ύπνος" - um autêntico camaleão sonoro a explorar diferentes ritmos sonoros e pitchs - Conjecture aborda a sua veia artística já presente nos anteriores trabalhos, mas aqui claramente mais afincada. Ao longo do trabalho o produtor conduz-nos para territórios ora sinistros (ouvir "Σώμα" e "Τέφρα"), ora obscuros e altamente imersivos (como é o caso de "Κρόνος") ora mais industrial-inspired (ouvir "Tύρβη"). 

V foi editado no passado dia 10 de maio em formato vinil e digital pelo selo búlgaro Amek Collective. Podem comprar o disco aqui.

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domingo, 19 de maio de 2019

Os anos 80 são revisitados no novo álbum dos The Rope


Os The Rope, banda formada por Jesse Hagon (voz), Michael Browning (guitarra), Sam Richardson (baixo elétrico) e Ben Rickel (bateria) regressaram este ano às edições de estúdio com Lillian, o primeiro longa-duração de estúdio a chegar quatro anos depois de EP Waters Rising (2015). Ao longo de dez temas fortemente influenciados pelas vagas do rock-gótico e do post-punk mais melódico dos anos 80 - com nomes com Chameleons, Killing Joke, The Sound e Sisters of Mercy a serem referidos como principal influência - os The Rope apresentam em Lillian uma sonoridade cativante e altamente melancólica.

Num disco onde o tema de abertura "Eyes" se destingue logo pelo forte capricho nas guitarras saudosistas dos 80's, os The Rope vão conduzindo o ouvinte pelos terrenos mais negros do rock - com "Terminus", "Given To The Gun" e "Lillian" a trazer à memória os conterrâneos Fields of the Nephilim - abrindo ainda espaço para o para territórios mais cintilantes, suaves e rítmico, presentes em temas como "Gravity" e "Bridge" (este último a trazer à memória os saudosos The Sound). Nos contrastes mais obscuros e dançantes integram o alinhamento faixas como "Dying Days" e "Now You Know". 

Lillian foi editado no passado dia 21 de abril em formato CD e vinil. Podem comprar o disco aqui.


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A eletrónica negra figura no Nonsense de MANDIVULA


MANDIVULA, o projeto nascido com foco no anonimato e independência, editou no passado mês de fevereiro o seu novo EP intitulado de Nonsense, um disco de sete malhas que conjugam os sons mais obscuros com base numa eletrónica orgânica, ritmos poderosos e um baixo orçamento. O resultado: um disco altamente aditivo e a provocar aquela vontade imersiva e instantânea de dançar ou abanar a cabeça só porque sim. Com base na darkwave, à qual MANDIVULA acrescenta alguns elementos do krautrock, EBM e do post-punk, Nonsense é um disco que, bem ouvido, até faz algum sentido.

Em Nonsense a eletrónica de MANDIVULA, começa por se apresentar bastante estridente e noisy, nos primeiros segundos de "Disease" - felizmente são apenas 27 segundos de uma confusão muito sem sentido antes de MANDIVULA mostrar-nos, efetivamente, onde é que ele quer chegar. Com base em ambientes de escuridão rítmica, Nonsense vai apresentando uma evolução ao longo do seu desenvolvimento, iniciando em ambientes mais psych-rock e progredindo, de maneira calma e eficaz, para as tonalidades dançantes da darkwave, do industrial e do post-punk eletrónico. 



Do disco, que pode ouvir-se na íntegra abaixo, recomenda-se fortemente a audição de temas como o poderoso "Void", o cadavérico mas altamente estimulante "Glass bones" e a carga industrial de "Grey". Um disco altamente recomendado aos fãs de nomes como: The KVB, Neu!, Ritual Howls, Trentemøller, The Soft Moon e/ou Cold Cave.

Nonsense foi editado no passado dia 27 de fevereiro de 2019. Podem comprar o disco, em formato CD e/ou digital aqui.


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STREAM: Second Still - Violet Phase


Depois de terem visto o seu álbum de estreia homónimo mencionado como um dos melhores álbuns de post-punk do ano de 2017 os norte-americanos Second Still regressaram esta semana aos trabalhos de estúdio com Violet Phase. O disco, que apresenta um total de oito faixas inéditas, marca também uma evolução na sonoridade apresentada anteriormente em Second Still (2017) e Equals EP (2018), sem contudo deixar de lado as características que elevaram os Second Still a uma das bandas emergentes dentro da vaga da música uderground.

A banda composta por Alex Hartman, Ryan Walker e Suki Kwan escreveu este novo trabalho durante o inverno passado com base em padrões sonoros graves e pulsantes, ambientes atmosféricos negros e a decadência típica do post-punk. Deste novo trabalho já tinham sido anteriormente apresentados os temas "New Violet", "Double Negative" e "The Future". Além destes recomenda-se ainda a audição de "Mouse", "Eternal Love" e "Idyll".

Violet Fase foi editado na passada sexta-feira, 17 de maio, em formato vinil e CD pela Fabrika Records (podem comprar aqui) e em formato cassete pela sentimental (podem comprar aqui).


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STREAM: Institute - Readjusting the Locks


Os Institute lançaram no final da semana o seu terceiro disco longa-duração de carreira, Readjusting the Locks. O novo disco, que chega às prateleiras dois anos depois de Subordination (2017), é o primeiro disco a ser produzido com metade da banda a viver em cidades distantes. Essa distância não afeta, contudo, a sonoridade resultante, tal como já se tinha previamente comprovado com os já lançados temas "Dazzle Paint" e "Anxiety", ambos a repescarem a energia bruta do punk que tem caracterizado os últimos trabalhos dos Institute.

Agora numa vibe mais rock'n'roll com um q.b. da decadência do post-punk e numa duração comprimida a 29 minutos, os Institute pintam em Readjusting the Locks a atmosfera social da existência. O disco foi gravado em dezembro de 2018 com o produtor Ben Greenberg (Uniform) e pode agora ouvir-se na íntegra abaixo.

Readjusting the Locks foi editado esta sexta-feira (17 de maio) pelo selo Sacred Bones Records. Podem comprar o disco aqui.


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