segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

Theatro Circo faz renascer o MUSA, agora em formato festival


Silvia Pérez Cruz, Ana Tijoux, Silvana Estrada, Maria José Llergo e La Bruja de Texcoco são os nomes que compõe a 1ª edição do MUSA - Festival no Feminino, que decorre entre os dias 16 e 18 de abril, no Theatro Circo.

Não é novidade que a música latina tem invadido as playlists e que as milhões de reproduções em todas as plataformas digitais não param de crescer, destronando a hegemonia da música anglo-saxónica. As artistas têm tomado o leme deste crescimento e o Theatro Circo será o palco para a primeira edição do MUSA – Festival no Feminino, que abraçará a estreia em solo nacional dos trabalhos de Silvana Estrada (México) e de Maria José Llergo (Espanha). Silvia Pérez Cruz estreará no nosso território o seu Proyecto Drama, espetáculo seu a solo, e a rapper chilena Ana Tijoux vem apresentar, após 6 anos de hiato, um novo trabalho de originais. La Bruja de Texcoco, vinda também do México, marcará presença pela segunda vez no nosso país para agora mostrar De Brujas Peteneras Y Chachalacas

Os bilhetes diários têm um custo de 15 € (7,5€ c/ Cartão Quadrilátero) e o bilhete único para o festival tem o custo de 30 € (22,5€ c/ Cartão Quadrilátero).

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Mayflower Madame colocam o surf-rock na calha em "Swallow"

© Sven Santelmann

Quatro anos após a edição de Observed in a Dream (2016) e dois após o EP Premonition os noruegueses Mayflower Madame estão de regresso às edições com Prepared For A Nightmare, disco que projeta uma certa evolução e maturidade relativamente ao disco de estreia ao acrescentar elementos do shoegaze e noise-rock à sua mistura distinta entre post-punk e rock psicadélico. O disco, anunciado em janeiro passado, viu como primeiro tema de avanço "Vultures" - faixa mais voltada para a exploração dos ritmos monocromáticos sem nunca descurar das tonalidades coloridas que tão bem se encontram nas raízes do projeto. 

De volta aos holofotes musicais esta segunda-feira (24 de fevereiro), os Mayflower Madame estreiam mais um dos temas a integrar o alinhamento do novo trabalho, que segue sob o desígnio de "Swallow" e apresenta toda uma conjugação entre as ondas surf-rock californianas e os mares gelados da Noruega. Sobre este novo tema, a banda avança  que este "mostra um lado mais sonhador e voltado para o lado pop da banda, em comparação com o primeiro single mais sombrio e duro,"Vultures" (...) "Swallow" é uma música de amor - fala sobre a dependência e a fragilidade que alguém pode sentir dentro de um relacionamento - envolvendo tanto o medo quanto o desejo de submissão". 

Aproveitem para ouvir a faixa em primeira mão abaixo.


Prepared For A Nightmare tem data de lançamento prevista para 27 de março de 2020 numa co-edição entre as editoras Only Lovers Records, Little Cloud Records e Icy Cold Records. Podem fazer a vossa pre-order aqui.


Prepared For A Nightmare Tracklist:

01. Prepared for a Nightmare 
02. Vultures 
03. Swallow 
04. Ludwig Meidner 
05. Never Turning (In Time) 
06. Sacred Core 
07. The Night Before 
08. Goldmine 
09. A Future Promise 
10. Endless Shimmer

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domingo, 23 de fevereiro de 2020

Lefki Symphonia anunciam novo disco, 'San ton ilio /Like the Sun'


A história dos Lefki Symphonia começou a compor-se datava o ano de 1984 em Atenas na Grécia. O grupo que esculpia sonoridades ao redor das tonalidades post-punk e coldwave lançou entre o primeiro período de atividade (1986 - 2000) quatro discos longa-duração que os levaram a algumas tours pela Europa. Cerca de 20 anos depois do início, a banda liderada pelo vocalista Theodoros Dimitriou está de regresso ao ativo para editar aquele que será o quinto disco da carreira e segue sob o título de San ton ilio (que em inglês se traduz em Like The Sun), disco que apresenta todo um aldo mais contemporâneo aos territórios sonoros explorados no passado.

Composto por um total de dez novos temas, em San ton ilio /Like the Sun os Lefki Symphonia incorporam colagens sonoras atmosféricas e melancólicas, com cores psicadélicas e ritmos progressivos. Prova disso são os já lançados temas de avanço, "Mehri Ton Thanato/Until Death" - uma malha embrenhada em ritmos enriquecidos pela nostalgia - e, mais recentemente, "San Ton Ilio/Like The Sun" - uma balada cativante envolta nos riffs do romantismo negro e nos traços contemporâneos do rock mais escuro. Duas malhas imersivas que fazem jus ao que os Lefki Symphonia anteriormente tinham apresentado e que tão importantes foram para o desenvolvimento da cena independente e negra da Grécia.


San ton ilio /Like the Sun tem data de lançamento prevista pra 27 de março em formato CD e LP pelos selos Labyrinth of Toughts e The Lab Records.

San ton ilio / Like the Sun Tracklist:

01. Mehri Ton Thanato/Until Death 
02. Me Mia Kravgi/With A Scream 
03. Mavro Fos/Black Light 
04. Dream Within A Dream 
05. Svise Ta Ihni/Erase The Signs 
06. San Ton Ilio/ Like The Sun 
07. Hronia Siopila/Silent Years 
08. Minima/Message 
09. Dakri/Tear 
10. Eki Pu O Anemos Rotai Gia Esena/There Where The Wind Is Asking For You

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sábado, 22 de fevereiro de 2020

HIDE mostram dois "novos temas" em 'KILL YOUR HEAD'


Cerca de seis meses após a edição da chapada sonora Hell is Here a dupla de Chicago mais abrasiva da atualidade regressa com dois novos temas que reinterpretam músicas originais de The Jesus Lizard e Born Against. Formados pela excêntrica Heather Gabel que é acompanhada com afinco na eletrónica através de beats industriais e uma atitude revolucionária que Seth Sher cria, os HIDE empanturram-nos com mais dois temas brutais prontos para se fazer ouvir bem alto na passagem que a dupla tem agendada por Portugal em estreia exclusiva no festival MONITOR.

"BLOCKBUSTER" e "WELL FED FUCK" são os temas que integram o novo EP de covers (chamemos-lhe assim) KILL YOUR HEAD e trazem uma vibe pesada, densa e sempre enriquecida pelo encanto do noise e o industrial contemporâneo que tem feito as delícias da dupla nas últimas edições. Se em "BLOCKBUSTER" somos apanhados de surpresa por tonalidades monocromáticas que roçam nas entranhas da darkwave e nos conduzem a atmosferas iminentes, em "WELL FED FUCK", as guitarras adquirem um ritmo mais lento e a eletrónica acompanha-as num clima arrastado e bem metalizado. Em ambos os temas (que arriscamos dizer serem melhor que os originais) voltamos a confirmar que os HIDE chegaram para revolucionar o meio underground e estão ao alcance físico dos portugueses, em cerca de dois meses. 

KILL YOUR HEAD foi originalmente editado a 20 de fevereiro, tendo sido disponibilizado no Bandcamp do duo, apenas em formato digital. Se quiserem comprar as faixas podem fazê-lo clicando aqui.


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Soft Machine no Gouveia Art Rock 2020



O Gouveia Art Rock, festival anual de música progressiva realizado desde 2003, confirmou hoje a presença dos históricos Soft Machine.

Banda seminal do rock progressivo, bastião do movimento Canterbury e autora de alguns dos mais importantes discos saídos da fornada britânica da década de 70 – veja-se o homónimo de estreia, de 1968, ou o influente Third, de 1970, assim como o período mais pastoral e jazzístico que marcou os anos ligados à Harvest (compilados recentemente na antologia The Harvest Albums 1975-1978) – os Soft Machine incluíram na sua formação original Robert Wyatt, Daevid Allen, Mike Ratledge e Kevin Ayers. A sua dissolução, em 1978, deu origem a uma série de encarnações, primeiro como Soft Ware, em 1999, reaparecendo em 2002, sob a orientação de Leonardo Pavkovic, como Soft Works, depois como Soft Machine Legacy e finalmente como Soft Machine, que leva a cabo desde 2015.

Atualmente formados por John Etheridge (guitarra), Theo Travis (saxofone, flauta, piano), Roy Babbington (baixo) e John Marshall (bateria), os Soft Machine juntam-se aos já confirmados Fil'mus, do português Miguel Cardoso, e os americanos The Knells.

A 17ª edição do festival, organizado pela Câmara Municipal de Gouveia, acontece entre os dias 1 e 3 de maio.


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"Canções de Devoção" - Tindersticks | Aula Magna | 18.02.2020



Passados quase vinte cinco anos, a Aula Magna voltou a receber, na passada noite de terça-feira, os britânicos Tindersticks, que uma vez mais esgotaram a lotação da sala com semanas de antecedência. A expectativa era grande e desta vez o mote foi a promoção do 11º disco de originais, saído no final de ano passado, intitulado No Treasure But Hope, servindo este trabalho de base ao alinhamento do espectáculo. Esta atual formação além de Stuart Staples, David Boulter, Neil Fraser (membros originais) e dos já perfeitamente integrados Dan McKinna e Earl Harvin (baterista também dos The The) conta também com um novo membro de nome Stanley Staples na guitarra acústica, filho do frontman da banda.

Passavam alguns minutos da hora marcada, quando uma ovação de boas vindas se fez ouvir, tendo então os músicos tomado os seus lugares e arrancado para quase duas horas, de um espectáculo sóbrio e intimista, que deixou todos os presentes quase no mais profundo silêncio. O primeiro tema da noite a ser tocado foi "Running Wild " de Waiting For The Moon, disco um pouco esquecido e que colocou um fim à chamada primeira vida dos Tindersticks, salteando depois o set pela já longa discografia do grupo mas deixando, curiosamente de fora o segundo álbum, do qual fazem parte temas como "No More Affairs", "Tiny Tears" ou "Sleepy Song". A partir daí foi o embalar nas subtilezas dos arranjos e na melancolia que já são uma marca.

No Treasure But Hope, como já foi mencionado foi apresentado quase na sua totalidade com exceção exatamente do tema titulo, houve direito ainda a incursões por Something's Rain com o belíssimo "Medicine" (aqui com uma guitarra planante a lembrar muito Vini Reilly e os seus Durutti Column), "Show Me Everything" e "A Night So Still" (já no encore), uma revisitação igualmente surpreendente para "Black Night" (clássico obscuro dos anos 60 de Bob Lind) e temas mais antigos como "Her", do primeiro disco de 1993 ou "Another Night In" de Curtains, aqui com os habituais arranjos de cordas a serem substituídos pela guitarra de Neil Fraser



Outra das surpresas da noite foi "Willow" da recente banda sonora do filme "High Life" de Claire Denis, mas não será mentira se for dito que o tema que gerou maior aplausos na noite acabou por ser  "Jism", com mais um trabalho de guitarra de Neil Fraser sobre o magnifico jogo de mãos de David Boutler no piano elétrico, tema este que tem entrado e saído do alinhamento dos espetáculos, mas que Lisboa teve a sorte de escutar. Ainda quanto ao novo trabalho destaque para canções como "Trees Fall" em que Staples parece fazer um jogo com as palavras lançando-as para o ar de uma forma contida, "For The Beauty", assente em voz e piano e a surpreendente luminosa "Pinky in The Daylight" em que os Tindersticks resolvem fugir de uma vez por todas aos clichés a que por vezes são associados de alguma negritude ou de serem uma banda um pouco "cinzenta"  criando aqui um novo "clássico".

No meio de tantas possibilidades, no que respeita ao leque de canções possíveis de interpretar, ficaram ainda por escutar tantas outras, tendo certamente cada membro da assistência as suas próprias escolhas.

As expectativas depositadas na noite da passada terça-feira não acabaram por ser, de maneira alguma, defraudadas. A falta daquele "nervo inicial" que se perde talvez um pouco com o passar dos anos acabou por ser compensada com os meticulosos arranjos e o sempre charme que estas canções carregam. Depois de uma nova ovação final em pé, as pessoas saíram da sala rendidas e com a certeza de terem assistido a mais uma excelente noite de música.

Setlist:

Intro: A Street Walker's Carol 
Running Wild   
The Amputees 
Second Chance Man
How He Entered
Medicine 
Black Night  
Trees Fall
Pinky In the Daylight 
Her 
Carousel 
Willow 
See My Girls 
The Old Man's Gait 
Tough Love 
Another Night In 
Show Me Everything 
Jism
For The Beauty 

Encore:

A Night So Still 
Take care In Your Dreams



Texto: Filipe Afonso
Fotografia: Virgílio Santos

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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

Fotogaleria: FAKEBA + JOHN FRYER [BOITE, Madrid]


No passado dia 12 de abril voámos até Madrid para assistir à apresentação ao vivo do novo álbum de FAKEBA - a rainha de África no que toca à produção eletrónica - juntamente com o produtor John Fryer (Depeche Mode, Nine Inch Nails, This Mortal Coil...), numa performance dirigida à imprensa, mas aberta ao público geral. Com foco na expressão da música eletrónica na sua vertente artística mais obscura, FAKEBA John Fryer trouxeram a palco um conjunto de faixas estimulantes e prontas para hipnotizar o ouvinte. 

Dessa noite, além dos registos na memória, ficam agora os apanhados fotográficos na objetiva de Miguel Silva. Eis o resultado:



Fotografias: Miguel Silva

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STREAM: Solo Ansamblis - OLOS


Quatro anos após a estreia com Roboxai (2016) os Solo Ansamblis estão de regresso às edições com um disco altamente aditivo que recebe o título de OLOS. A banda sediada na Lituânia tem, ao longo dos últimos anos, conquistado um grande público a nível mundial muito à conta da sua música ampla em espetros musicais com influências que vão do rock eletrónico, à darkwave, com algumas pinceladas post-punk pelo meio. Desde o disco de estreia até este OLOS seguiu-se uma coletânea de singles que os foram reafirmando entre o mercado underground como um dos novo atos a atentar, muito também por culpa da experiência ao vivo que o quarteto proporciona.

Agora, de regresso com nove temas inéditos, os Solo Ansamblis tecem um disco abrangente que inclui uma amálgama de sons e contrastes sonoros prontos para nos fazer viajar entre diversos universos. Desde o darkwave psych influenced "Fosforinis Baseinas"  - a fazer lembrar uma conjugação entre Buzz Kull e Tango Mangalore -; passando por "Baloje" - com forte destaque no baixo e a trazer à memória o trabalho de nomes como Vox Low -; pelo ritmado "Bydermejeris" - já numa vibe mais Shortparis, mas sempre com a essência única de Solo Ansamblis - ou até mesmo à despedida sintética com "Nepabust", o quarteto da Lituânia cria uma mescla viciante de sons amplamente assimiláveis, sempre com um toque melancólico.

OLOS foi editado esta sexta-feira (21 de fevereiro) em formato vinil, CD e digital pelo selo Artoffact Records. Podem comprar o disco aqui.


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Lo-fi e guitarras desvirtuadas em "Chrome Angels" de Anytime Cowboy


O disco de estreia de Anytime Cowboy - o projeto a solo do artista visual sediado na Califórnia, Reuben Sawyer (The Column, Window...) - chega às prateleiras na próxima semana. Enquanto isso, continuam a emergir no radar, pequenas amostras daquilo que se poderá esperar deste primeiro registo de carreira. Se em janeiro Anytime Cowboy nos tinha presenteado con um um som pouco polido e arrastado nos acordes (no tema "On the Narrow Streets"), na nova injeção, "Chrome Angels", o produtor revive o lo-fi rock com guitarras solarengas e uma produção muito "não quero saber". O tema foi disponibilizado esta sexta-feira (23 de fevereiro) nas plataformas de streaming e pode escutar-se abaixo.


Anytime Cowboy tem data de lançamento prevista para 28 de fevereiro, em formato vinil e digital pelo selo Third Coming Records. O disco vem acrescido por um design incrível que acompanha a capa e contra-capa do vinil, bem como a inner sleeve. Podem fazer pre-order do disco aqui.


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The Sea at Midnight tem novo tema, "Melancholia"


Fortemente influenciado pelas correntes estéticas dos anos 80, The Sea at Midnight - o projeto a solo do produtor norte-americano Vince Grant - está de regresso com "Melancholia", o segundo single de carreira que chega um mês após a edição de "Medicine". Numa direção um pouco diferente do que já anteriormente tinha apresentado, com uma sonoridade menos eletrónica, neste novo tema, The Sea At Midnight vai buscar influências de nomes maiores no panorama do post-punk e darkwave dos 80's com as atmosferas da dream-pop dos 90's e traços do revivalismo contemporâneo que se têm tornado amplamente espelhados mundo fora. O resultado é uma faixa que, embora pouco inovadora dentro do género, não deixa de ser um bom tema melancólico e revival.

"Melancholia" foi editado em formato digital esta sexta-feira (21 de fevereiro). Podem reproduzir o resultado abaixo. O tema foi produzido e misturado por Chris King (Cold Showers) com programação adicional na percussão assinada por Brandon Pierce (Glaare).


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First lançam uma balada eletrónica para conquistar corações

©DrrripRadio

Os belgas First chegaram ao nosso radar em abril do ano passado quando editaram "Losing", o primeiro tema de carreira que foi lançado em formato físico na primeira compilação da editora sentimental - A sentimental Mixtape #1. Através uma eletrónica densa e imersiva, influenciada pelas correntes negras e beats industriais, os First apresentavam uma aura frágil, mas cativante e facilmente audível. Agora a dupla formada por Pieter Vochten e Jasmin Smolders regressa ao ativo com "To Long", uma balada eletrónica que os projeta para outros patamares e se apresenta como a entrada para o prato principal - o primeiro EP de carreira que chega às prateleiras em abril.

"To Long" chegou esta sexta-feira (21 de fevereiro) e é apresentado através de uma sessão ao vivo gravada na Z33 (uma casa de arte contemporânea, design e arquitetura em Hasselt) em colaboração com Farrm. No novo tema a vocalista Jasmin Smolders canta-nos notas altamente agudas, angustiantes e altamente sentimentais que nos conduzem a um mundo altamente nostálgico e tenso. Enquanto isso Pieter Vochten vai criando um ambiente sonoro explorativo por trás com sintetizadores descontraídos e uma vibe que conduz a música em ambientes opostos. O resultado é uma balada eletrónica amplamente emotiva que nos faz querer reproduzi-la em loop. Ora experimentem:


O EP de estreia chega às prateleiras a 23 de abril em formato self-released. A banda fará ainda um concerto de apresentação em Hasselt. 

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White Haus apresenta Body Electric no Auditório CCOP


Após ter sido considerado um dos melhores discos do ano pela crítica especializada, Body Electric chega amanhã  à cidade do Porto. Depois do sucesso do espetáculo no Teatro Aveirense no início deste ano, White Haus apresenta agora o seu mais recente disco no Auditório CCOP.

White Haus, projeto musical de João Vieira (X­-Wife, DJ Kitten) editou recentemente o novo disco, Body Electric, que é agora apresentado ao vivo pela primeira vez. Há duas coisas que são imediatamente evidentes quando se ouve Body Electric, o terceiro álbum de originais de White Haus. A primeira é que estamos perante um melómano insaciável, com uma noção histórica exemplar. A segunda é que a sua música, embora canalize toda essa paixão, fá-lo de uma forma que é, cada vez mais, só sua. Tendo já percorrido o país em vários espectáculos e com presença em todos os principais festivais de Verão ­- o projeto apresenta­-se ao vivo neste novo disco como uma banda de 5 elementos.

Os bilhete estão disponíveis pelo preço promocional de 8€ e encontram-se à venda em bol.pt e locais habituais.

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