quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Reportagem: Holy Motors [Sabotage Club, Lisboa]


A reminiscência dizia-me que Holy Motors poderia ser sétima arte, o Leos Carax, ou o doido Denis Lavant? Não e não, enganei-me uma vez mais, Holy Motors quer dizer “Alternative Rock”, são de Tallinn (Estónia) e presenteiam-nos com uma paleta sónica que varia desde a pop psicadélica nostálgica à música ocidental limitada pelo shoegaze e muito reverb.

Numa pequena mala trazem-nos Slow Sundown, o álbum de 2018 editado pela americana Wharf Cat Records e em 60 minutos tocaram oito temas. Não foi uma performance curta, a do dia 10 de janeiro no Sabotage Club, foi a possível porque mais também não seria necessário, não me pareceu que tivessem trunfos na manga. A vocalista Eliann Tulve mostrou alguma timidez ao longo do concerto e nem apareceu no último tema, o “encore”. 

Consultei as datas e locais da tourné e reparei que tem tocados todos os dias desde o início de 2019. Encontrei a minha explicação plausível.

A fotogaleria do evento pode ser consultada abaixo.



Texto e fotografia: Gil Simão

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