quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Objekt, Pantha du Prince e muito mais na programação de março do Pérola Negra


O Pérola Negra promete um mês de março recheado. Desde a reabertura do renovado clube portuense em novembro do ano transacto que o espaço tem vindo a agitar a movida da cidade com alguma da melhor oferta cultural notívaga. Noites Príncipe, parcerias com o recém-criado Gig Club ou sets de The Field e Pional são algumas das propostas que passaram pelo espaço, que revela agora a programação para os próximos dias do mês de março.

E para entrar no mês com o pé direito, a primeira edição do VEGANALOG traz animação garantida com Orpheu The Wizard, Joe Delon, O/B Djs a assinar as primeiras performances do mês. No dia seguinte celebra-se o Carnaval em antecipação. Em parceria com o Círculo.porto, a noite festeja-se com os ritmos quentes e tropicais do outro lado do atlântico, com Ohxala, Kurup & Jaçira, BirdZZie  encarregues de agitar a pista do Pérola.

No dia 4 celebra-se a extravagância e a liberdade com Paris is Burning, uma noite onde a cave do Pérola Negra virará um autêntico ballroom em que a dança e o voguing ganham especial relevo. A noite continua até o sol se insurgir com DJ Marcelle nos pratos, território em que a holandesa se encontra mais confortável e capaz de correr o mundo com alegria ininterrupta e bpms polirrítmicos para todos os gostos.

No dia 8 há lançamento da Flanzine XIX — Obscenum, com performance "poeticobscénica" de Renato Filipe Cardoso e ainda um concerto de Gobi Bear, promovido pelo Gig Club que se volta a juntar ao clube depois de lá ter levado a produtora canadiana Jessy Lanza. Depois de a Flanzine passar o seu novo número pela cave do Pérola, entram para os pratos GPU Panic, Lewis M. e Joaquim Mota.

A Chinfrim, coligação de amantes da diversidade que se propõe a agitar o caldeirão da noite portuense, chega ao Pérola no dia 9.  A 'RádioBalanço' da Vodafone FM e o Pérola Negra na RUM - Rádio Universitária do Minho e na Radio Oxigenio arquitectam estes convívios na base do petisco, na música ao vivo e com dj sets até ao amanhecer.  Com especial destaque para a comunidade dos países d língua portuguesa, a noite faz-se composta por Julinho da Concertina, músico caboverdeano com mais de 50 anos de carreira, e ainda sets de CelesteMariposa, Ludovic, Mojo Hannah e Nuno Di Rosso.




A REIF15 vem de Berlim até ao Pérola Negra, ponto de encontro ideal para cruzar a música de dança mais vibrante da Europa com o poderio atazanante vindo do outro lado do Atlântico. Dia 15 de março, o calor carioca será encarnado por Cibelle, Berlim viverá através de Bill Kouligas, fundador da germânica PAN (casa-mãe para artistas como Yves Tumor, Amnesia Scanner ou Oren Ambarchi) e Onio será o embaixador local da noite.

No dia 16, a XXIII volta à cave do Pérola e leva consigo dois parisienses: Tommy Kid e AMOR SATYR, cuja palete sónica vai do UK Garage ao dancehall e funk brasileiro. Torres e NOIA completam a noite. Visuais com assinatura Studio Mecha.

Dia 22, a BorNautenthiC apresenta noite suada com performances de Objekt , Odete e Tauer na cabine. O primeiro nasceu no Japão mas estabeleceu-se em Berlim para cultivar uma carreira cheia de marcos da música eletrónica de agora. O corpo de trabalho consistente e progressista como produtor levou-o a assinar edições por selos tão respeitados como a Bleep ou a PAN, por onde editou dois aclamados registos de longa-duração, incluindo o mais recente Cocoon Crush, de 2018, que o elevou ao patamar dos melhores do ano para meios como o Resident Advisor ou o XLR8R.



Dia 22, Pérola Negra e  Lovers & Lollypops juntam-se pela primeira vez. A primeira sessão, de nome Em Bruto, acontece com Croww, DJ Lynce e Aurora Pinho a apresentar o seu novo Útero, e é extrapolada com a produtora britãnica Afrodeutsche, afiliada da NON  Worldwide cuja ascendência cosmopolita eêm revitalizado o electro com uma energia contagiante.  Jaloo, Venga Venga e Farofa descem as escadas do Pérola no dia seguinte.

Para terminar o mês em grande, dia 30, o Pérola Negra convida o aclamado produtor  Pantha du Prince para uma performance em formato live, limitado pelos pratos e a maquinaria e sob o compasso pulsante dos batimentos. O alemão será acompanhado pela melhor colheita nacional posicionada a Norte, via Rompante e Elite Athlete.

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