quarta-feira, 18 de setembro de 2019

Angélica Salvi apresenta-se em Phantone


Harpista espanhola a residir no Porto há alguns anos, Angélica Salvi tem construído um currículo de trabalho dedicado à improvisação e música contemporânea. Em Phantone apresenta-se pela primeira vez a solo, depurando um discurso que é só seu e através do qual busca a liberdade dentro da estrutura. Desenhando ilusões sonoras, sombras, figuras, meditação e paisagens abstractas, a sua música explora os espaços auditivos imaginários e oníricos onde a ordem e o caos coexistem. O LP foi gravado no Mosteiro de Rendufe no âmbito do Encontrarte de Amares, tirando partido das justaposições de delays e reverberação da sala, e, com isso, adicionando profundidade às sete composições que o integram. 

Phantone é editado via Lovers & Lollypops a 8 de outubro e percorrerá o país num ciclo de concertos de apresentação. A 5 de outubro em pré-apresentação no Out.Fest no Barreiro, a 24 do mesmo mês no Jameson Urban Routes promovido pelo Musicbox em Lisboa e no Porto a 30, na St James Anglican Church

Angélica V. Salvi estudou com Maria Rosa Calvo-Manzano (Espanha), Carrol McLaughlin (EUA) e Ernestine Stoop (Holanda). Especializada em improvisação, música electroacústica e experimental, tem trabalhado, enquanto solista, com diversos compositores, orquestras e ensembles, assim como sido peça fundamental em inúmeros projectos nas áreas da música contemporânea, dança, artes visuais e teatro. Actualmente é professora de harpa do Conservatório de Música do Porto e a harpista do Vertixe Sonora Ensemble. Dirige o projecto Female Effects e faz parte de vários projectos multidisciplinares.


0 comentários:

Enviar um comentário