sexta-feira, 28 de junho de 2019

VLTIMAS fecham cartaz do Vagos Metal Fest 2019


Os VLTIMAS, novo projecto de David Vincent (ex-Morbid Angel), Rune "Blasphemer" Eriksen (ex-Mayhem) e Flo Mounier (Criptosy), são a última banda anunciada para o Vagos Metal Fest 2019, cuja 4ª edição se realizará de 8 a 11 de Agosto, na Quinta do Ega (em Vagos, Aveiro). Em estreia absoluta em Portugal, a par de outras 8 bandas internacionais que estarão no festival vaguense, os VLTIMAS apresentarão ao vivo o seu 1º disco Something Wicked Marches In - uma gravação composta por 9 temas, amplamente bem recebida pela crítica especializada e das quais se destaca o single "Praevalidus".

O trio junta-se assim ao alinhamento do festival de Metal, no qual já haviam sido confirmados nomes como SatyriconStratovarius e Six Feet Under (também uma estreia absoluta no nosso país). O alinhamento completo, com todas as 38 bandas confirmadas, pode ser consultado aquiMas as novidades não ficam por aqui. Devido a um conflito de agendas alheio à organização do festival, serão feitas as seguintes alterações no alinhamento previamente anunciado:

- Primal Fear passam a ocupar a vaga disponível no alinhamento de dia 9 de agosto (estava previsto tocarem a 10 de agosto);
- Death Angel passam para dia 10 de agosto (estava previsto tocarem a 11 de agosto);
- Vltimas entram no alinhamento para ocupar a vaga que estava destinada a Death Angel, no dia 11 de agosto.

Todos os compradores de bilhetes diários afectados por esta troca poderão solicitar a troca do bilhete para outro dia do festival, através do email ajuda@bol.pt ou info@vagosmetalfest.com. Nas próximas semanas serão ainda anunciadas as novidades no que toca à oferta no recinto e todas as informações úteis desta 4ª edição do Vagos Metal Fest. Os bilhetes diários e passe 4 dias já se encontram disponíveis em bol.pt e locais habituais.

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quinta-feira, 27 de junho de 2019

O adeus ao pedal do triciclo



O triciclo chega ao fim este sábado depois de nove meses a dar música ao centro de Barcelos através de dezanove projetos musicais. Contudo, apesar de ser uma despedida, não é por isso que não se vai tratar de uma festa, com o auditório do Círculo Católico Operário de Barcelos (CCOB) a receber os projetos Otrotorto e Sensible Soccers para um adeus em grande.

Os Otrotorto (ex-Torto), trio composto por Jorge Coelho, Jorge Queijo e Miguel Ramos, sobem ao palco para apresentarem o mais recente disco Letargia em Ré Menor, editado em março deste ano e que mostra a conjugação perfeita entre a guitarra, baixo e bateria. 


Os Sensible Soccers voltam a Barcelos com uma nova formação e um novo álbum, o terceiro longa duração Aurora, que também foi lançado em março deste ano e que contou com a produção de B Fachada. É um concerto a não perder de uma banda que se reinventou depois da saída do guitarrista Filipe Azevedo. Se a guitarra era um elemento essencial no som dos Sensible Soccers, estes conseguiram descobrir novas vertentes para o projeto ao não trocarem por um outro guitarrista, mas ao invés disso, procurarem outras sonoridades, sem contudo perder a identidade da banda. Podem confirmar isso ao escutarem o novo álbum e depois em concerto, este sábado, no espaço com o melhor chá com cheirinho.



As portas abrem às 22:00h e a entrada tem o preço de 7 euros. Os bilhetes podem ser adquiridos aqui.



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Vira Pop: o melhor festival entre Braga e Nova Iorque


Aquele que é o melhor festival entre Braga e Nova Iorque, o Vira Pop, começa já hoje com os concertos de receção ao festivaleiro. Bia Maria e O Bom, o Mau e o Azevedo dão assim as boas vindas àqueles que começam cedo a rumar em direção à aprazível Caldelas, terra de (e para) Amares.  

Sexta-feira, dia 28, é o primeiro dia propriamente dito do festival, e é quando a jihad techno do sírio e rei dos teclados Rizan Said (teclista de Omar Souleyman) promete explodir o recinto num intenso ambiente festivo, sendo que o mesmo se espera que aconteça com o carismático e já lenda australiana Donny Benét, que tem um dos projetos mais refrescantes da atualidade. Apesar de não ser um estranho no nosso país, é a primeira vez que este se estreia na Europa com banda, o que certamente dará ainda mais animação às divertidas canções. Como se isto não bastasse, ainda vão subir ao palco Variações (em memória do enorme António Variações, natural de Amares) e ao palco Coreto projetos como Telma, :Papercutz, Quadra, Obaa Sima, Iguanas e Caroline Lethô.  


No sábado, a 29, e último dia do festival, é a vez dos artistas constituintes da banda de culto Pop Dell`Arte subirem ao palco para demonstrarem porque são umas das bandas mais importantes e relevantes do nosso país, e porque continuam no ativo mesmo passados tantos anos enquanto projeto de topo. Mas como nem só de bandas de culto se faz um festival interessante, há ainda uma mão cheia de projetos menos conhecidos por descobrir, como é o caso dos PV300 + Panoramics + Hidden Raposo, Daniel Catarino, o Grupo Folclórico “As Lavradeiras da Casa do Povo de Amares”, IVY, KADETTGSI, Baiuca e Miguel Torga.   

Para além do excelente cartaz, é importante referir que a entrada é gratuita para todos os dias do evento, assim como o campismo. As paisagens da envolvente são incríveis, podem usufruir de piscina mesmo ao lado do recinto e ainda há uma inovadora aplicação para saberes tudo que se passa no festival, mas também para saberes onde estão os teus amigos e assim não se perderem uns dos outros, porque o mais importante da vida é mesmo a amizade e pagarem finos uns aos outros nos eco copos (podem comprar lá ou levarem mesmo algum de casa).  E lembrem-se sempre, nunca é tarde para Amares.  




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quarta-feira, 26 de junho de 2019

L'An2000 lançam novo vídeo para "The Light"


Os retrofuturistas L'An2000 estão de regresso com um novo videoclipe para o single "The Light", incluído no seu último EP Illusions (2016, Manic Depression). Não, este não é material novo para o aguardado álbum de estréia, mas anuncia a entrada para uma fase de composição para Wandy Giraud (voz, guitarra e teclados), Benoît Aubert (bateria) e Tom Foucaud (baixo e teclados). O que significa que um primeiro single e um novo lançamento provavelmente ocorrerão em meados de 2020. Enquanto isso não acontece, podem assistir ao vídeo de "The Light", escrito e dirigido por Guillaume Heulard e Benoît Aubert, abaixo.

Assumindo os conceitos de "futuro" e "retro" como uma das influências maiores no processo de composição, os audiovisuais que cercam "The Light" seguem esse caminho explorando uma dimensão entre o futuro (com todos esses avanços tecnológicos), ficção científica e uma plasticidade sonora cativante que retrata a fragilidade do ser humano. Podem ouvir "The Light" nas vossas plataformas preferidas ao clicar aqui.



Illusions foi lançado em 19 de novembro de 2016 através do selo Manic Depression. Podem comprar o disco aqui.



---------------- ENGLISH VERSION ---------------- 



The French retrofuturist outfit L'An2000 is back with a new music video for the single "The Light" included in their latest EP Illusions (2016, Manic Depression). No, this is not new material for the much-awaited debut album, but this clip announces the entry toward a composition phase for Wandy Giraud (vocals, guitars and keyboards), Benoît Aubert (drums) and Tom Foucaud (bass and keyboards). Which means that a first single and a new release will probably occur in the mid-2020. While that is not happening, you can now watch the video for "The Light" written and directed by Guillaume Heulard and Benoît Aubert.

Assuming the concepts of "future" and the "retro" as some of their greatest influences in the composition process, the audiovisuals surrounding "The Light" follow that path by exploring a dimension between the future (with all those technological advances), science fiction and a captivating sound plasticity that portrays the fragility of the human being. You can also stream "The Light" in your favorite platforms by clicking here.


Illusions was released on November 19th, 2016 through the label Manic Depression. You can buy the record here

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Gross Net anuncia novo disco na casa Felte Records


Cinco anos se passaram desde a edição do primeiro EP de carreira de Gross Net, o atual projeto a solo do Philip Quinn (ex-Girls Names). Desde então até à data, Gross Net - que inicialmente contava com a participação de Christian Donaghey - passou a ser centrado exclusivamente em Philip Quinn, tendo lançado em 2015 o LP de estreia, Quantitive Easing e, um ano mais tarde, a compilação Outstanding Debt (2016). Agora, já com o material pronto para um novo longa-duração Gross Net assina contrato com a norte-americana Felte Records para lançar o seu segundo disco de estúdio: Gross Net Means Gross Net.

Num álbum com uma subliminar crítica política e social - onde o próprio nome do disco é baseado numa observação feita pela primeira-ministra britânica Theresa May "Brexit Means Brexit" -, Gross Net mostra a sua essência musical e onde a quer levar. Segundo a nota de imprensa "Abalado pelas convulsões políticas nos EUA e Reino Unido em 2016, a crise de refugiados e as consequências do capitalismo atual, Quinn minou os sentimentos internos de angústia mental e lentamente juntou o álbum começando com esboços que evoluiriam para composições cuidadosamente elaboradas". O primeiro tema de avanço, "Gentrification" pode agora escutar-se abaixo.


Gross Net Means Gross Net tem data de lançamento prevista para o próximo dia 30 de agosto pelo selo Felte Records. Podem fazer pre-order do disco aqui.

Gross Net Means Gross Net Tracklist:

01. Light Introduction (For Will) 
02. World of Confusion 
03. Shedding Skin 
04. Theresa May 
05. Gentrification 
06. Of Late Capitalism 
07. Dust to Dust 
08. Damascene Conversion 
09. The Indignity of Labour 
10. Social Nationalists

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Structures in interview: "we called ourselves a rough wave band"


Structures are growing faster and it’s not about the hype anymore, they do really have some kind of rough blood running into their veins and an easy-going energetic aura that surrounds their sonority, as seen on stage. Their attitude is, in a way, punk-influenced, but what they do is a rough wave thing. 

In order to get to know what that means - as in, between all the process involved in the project and nowadays - last 25th of May we managed to catch these promising French Structures before their show at MONITOR, in Leiria, to talk about their journey. You can now read in detail all the things discussed that afternoon through our interview, transcribed down below.

Threshold Magazine (TM) - Last year I got to know your band through a friend that showed me your first tracks, published on Soundcloud and no longer available. Were these the demos of this new Long Life EP? 

Pierre - It wasn't a proper release, it was just some demos and then we moved it from Soundcloud to the promotion and to the final product. 

TM - Do you have a concept as a band? 

Oscar - There's no concept (laughs). We just compose together and there are no rules. 
Pierre - Actually there is some kind of a concept because we called ourselves a rough wave band, that's a term we invented because we didn't want to be called a post-punk or coldwave or punk band. It is also like a way of living that we are into, and we compose and we write songs about what is deep inside of us, like problems, mental issues and… 
Marvin - Anxiety... Depression… 
Oscar - Deep stuff too… 
Pierre - And that is a form of therapy for us. 

TM - How did you all meet? 

Pierre - In college or high school. Maybe 10 - 15 years ago. 
Oscar - We all born in the same city, in Amiens. 
Marvin - It's in the North of France, but now we are all living in Paris.



TM - Do you feel that there has been any change from this moving process between Paris and Amiens? 

Oscar - Amiens is a kind of depressive city. 
Marvin - And also Paris. 
Pierre - When you are born in a city and you grow up in that city, especially when you do music, in some kind of way you want to move, to travel and to see other cities… 
Oscar - And there wasn't much structure in Amiens, so we were bored. Paris is the opposite because there is many… 
Marvin - so many gigs! And many places to play. 
Pierre - And more professionals in the music industry, more labels, journalists…

TM - Why did you choose the name Structures? 

Pierre - In fact we were looking for a band name which really had something concrete, German stuff like architecture so, Structures was very strict, something hard. And it is also the name of one part of the first minimal exhibition that ever happened in minimal art, it's called Primary Structures, from 1966. 



TM - You were saying that your music is somehow influenced by feelings such as anxiety and depression. Do you feel these feelings are necessary to compose your music? 

Pierre - Well, that was the start. 
Oscar - But we don't search to be depressive. 
Pierre - We are not looking for depression, but somehow is a more inspiring way to create songs, for us. 
Oscar - We have love songs. 
Pierre - Yeah, we have love songs, depressive songs. 
Marvin - It's a lifestyle to be sad. 
Oscar - We are not happy to be sad. We are sadder to be happy (laughs). 
Pierre - We need Structures because it is our home therapy and that's also a way we have to find people who can join our therapy. If you are feeling lonely, depressed, lost, shy, maybe angry, you can join too! 

TM - What do you mean by "I Live a Long Life"? That song is about what in specific? 

Pierre - Long Life is about when you are tired of everything. Really tired, and you know and see everything happening in the world or in your own life every time, and you always accepted it and went further but, at some point, you just say "Fuck it! I live a long life!". And the body too. It’s like physical and mental, like when you are really tired. In some kind of way, it's our way to say "Fuck it". 


TM - You released Long Life EP and then suddenly you are getting a lot of attention in the current underground panorama. How do you feel about this? 

Oscar - We don't feel that dimension. We get lost some times so we don't know exactly where we are. We feel it, but not really. 
Pierre - Hopefully we will. That gives me fear, in some way angst and stress, because you don't know what is happening properly and you feel it, but not really. You see professionals gathering around the band saying "I want to work with you and blah blah blah", you begin to be scheduled at festivals and then labels listen to your work and everything… 
Oscar - It's hard to have the control over everything and you just have to live it like that. It’s something general like… 
Adrien - For example, we signed with a booking agency and they work in the gigs we make and we don't have control over that. 
Pierre - For me, the main stress issue is that it is happening really fast. The band will be two years old in August, so in two years it's like we were there and now we are - we don't know exactly where we are - but… 
Oscar - And we want to go further, but we don’t know if it would be possible.
Pierre - And that's scary when you grow really fast. 
Adrien - For me, the problem is within the music industry. For example, about two years ago everybody was talking about The Blaze, and then in two, three months everyone was listening to The Blaze and now no one listens to The Blaze
Pierre - Is not because we don’t hear about something that it is finished. Some bands have their own fanbase… 
Adrien - Ok, maybe The Blaze is not the best example. It's more like young people who start projects and then they became stars within months. 

TM - How would you describe the French independent music scene and how do you think that Structures is integrating into it (if you consider it that way)? 

Marvin - We just try to make our music without thoughts. And the French rock-wave is really growing, currently. There are many bands that are getting attention, especially in the independent circles, like Rendez-Vous, The Psychotic Monks, Bryan's Magic Tears, and many others. And that's kind of cool. 

TM - To finish, what was the last album that you listened to? And what was the last concert you've been at? 

Marvin - Rendez-Vous, in the suburbs of Paris, in the last week. 
Pierre - The last concert I've seen was H-Burns, who is a French singer. It's pop, psych-rock. And the last record I've listened to it was Dogrel from Fountains D.C
Oscar - The last record I've listened to was Bryan's Magic Tears' 4 AM.


Check all the photos from Structures' performance at MONITOR, here.

Interview by: Sónia Felizardo
Photos by: Miguel Silva

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terça-feira, 25 de junho de 2019

Milton Nascimento apresenta Clube da Esquina no Porto e em Lisboa


É já esta semana que Milton Nascimento se apresenta em Portugal para duas datas. Lisboa e Porto são os pontos escolhidos para acolher o regresso do músico e compositor brasileiro a Portugal, que juntamente com o cantor e compositor Lô Borges lançou um dos mais importantes documentos da música popular brasileira, o magnífico Clube da Esquina

Será esse mesmo disco, editado em plena ditadura no ano de 1972 (e mais tarde num segundo disco com o mesmo nome, em 1978), que servirá como mote para as primeiras apresentações de Milton Nascimento em Portugal em seis anos, dias 26 e 27 de junho no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, e no Coliseu do Porto, respetivamente. Os bilhetes estão à venda a preços que vão dos 20€ aos 90€, em Lisboa, e dos 20€ aos 70€, no Porto.


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Belle and Sebastian em Portugal em novembro


Os Belle and Sebastien estão de regresso a Portugal. A banda de Stuart Murdoch apresenta-se na Aula Magna, em Lisboa, para uma data única no país a 6 de novembro. Este marca o primeiro concerto dos escoceses em Lisboa em 13 anos, e o primeiro em Portugal desde 2015, ano em que atuaram no festival NOS Primavera Sound, no Porto.

How to Solve Our Human Problems, coletânea de três EPs lançados entre dezembro de 2017 e fevereiro de 2018 (mais tarde compilada no disco com o mesmo nome), é o mote para a apresentação ao vivo.

Os bilhetes para o concerto já se encontram disponíveis e podem ser adquiridos via blueticket a partir de 24 euros.


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Isolated Youth estreiam-se em Portugal em agosto


Os Isolated Youth, uma das maiores bandas revelação dentro do revivalismo do post-punk, vai fazer a sua estreia em território nacional já no próximo mês de agosto. O quarteto sueco, que este ano lançou o seu primeiro EP de carreira, Warfare, uma das mais bonitas obras de arte que o post-punk contemporâneo se pode orgulhado de ter recebido nas últimas décadas, atuará nas cidades Porto e Lisboa na abertura dos concertos dos canadianos Actors, agendados para 30 e 31 de agosto.

Os Isolated Youth nasceram no primeiro dia de março de 2017 como um projeto colaborativo entre os irmãos William Mårdberg (guitarra) e Axel Mårdberg (voz) aos quais se juntaram Egon Westberg Larsson (baixo) e Andreas Geidemark (bateria). Cerca de dois anos depois do início, a banda sueca começou a crescer não só pelas suas performances intensas e de beleza singular, mas essencialmente pelos seus temas suaves e cativantes enriquecidos em elementos estruturais, rítmicos e líricos. Todos estes elementos, que ao longo dos últimos meses têm destacado os Isolated Youth na parada dos melhores trabalhos do ano, vão agora ser experienciados de perto no nosso pequeno Portugal.

Os bilhetes para estes concertos já se encontram à venda nos locais habituais por um preço de 12€ As informações adicionais para o concerto no Porto podem ser consultadas aqui e, para o concerto em Lisboa, aqui.



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segunda-feira, 24 de junho de 2019

Os dez anos da Clan Destine Records celembram-se em LIFE IST KRIEG


Para comemorar o seu 10º aniversário, a Clan Destine Records reuniu numa compilação um total de 42 dos seus artistas preferidos no momento à qual decidiu chamar LIFE IST KRIEG. Disponível em formato cassete dupla e digital com capa de álbum assinada pelo artista WarheadLIFE IST KRIEG apresenta uma coletânea que se desenvolve num espaço temporal superior a três horas e inclui desde os sons mais sombrios, aos mais vivos, vis, belos e emocionantes. Podem integrar essa viagem alucinante ali abaixo.

Incluindo nomes desde os mais clássicos no catálogo da editora ao sangue novo, em LIFE IST KRIEG podemos encontrar novos temas de Autumns, TWINS, Penelopes Fiance, DJ LOSER, Da Goblinn, JT Whitfield, Bergsonist, Punky Jones, Tara In Tibet, Supahuman & Nattymari, Pull Rank, Ritualz, Mater Suspiria Vision, DJ Speedsick, CBN, Verset Zero, Burnt Hair, Bestial Mouths, Marshall Applewhite, Child Of Night, LFDM, Huren, Curt Crackarach, Anton Maiovvi, Sean Pirece, NRVVS, Ian Hicks, Baglover, Bogdan Drazic, Burial Hex, Ludgate Squatter, DJ Sludge, Mchy I Prorosty, Striborg, Morah, Deflector, Madrelarva, Dionysian Rituals, Opium Grave, Private Service, DJ Ghettoscraper ou SA Bruxa.

LIFE IST KRIEG foi editado em formato digital este domingo (23 de junho) e está ainda disponível em formato cassete pela Clan Destine Records. Podem comprar o disco aqui.


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Esta semana: Zanias + Buzz Kull na Stereogun

© Carol Bonarde
É já no próximo domingo, dia 30 de junho, que Zanias, o projeto a solo de Alison Lewis (ex-Keluar; ex-Linea Aspera) se junta a Marc Dwyer, mentor do projeto Buzz Kull, para fazerem a sua estreia na Stereogun, em Leiria, em mais um episódio relâmpago do FadeInFestival 2019, marcado para as 17h00.

A matiné de domingo é iniciada pela performance do australiano Marc Dwyer que a Portugal vem apresentar o seu muito aclamado segundo disco de estúdio, New Kind Of Cross (2018, Avant! Records). Numa discografia que começou a ser desenvolvida em 2010 foi, 7 anos mais tarde com a edição de Chroma (2017), que Buzz Kull se tornou um nome regular nas playlists da música de toada dark e industrial, com o tema "Dreams" a tornar-se num dos hits de carreira e das pistas de dança. Em Leiria, num concerto que promete fazer dançar quem se atrever a marcar presença, a pista de dança da Stereogun promete ferver.


Zanias vem até Leiria apresentar o seu mais recente disco longa-duração de estreia Into The All (2018, Candela Rising), que sucede o bastante bem recebido EP To The Core (2016, Noiztank) e que mostra que Zanias é uma artista multidisciplinar e em constante inovação. Into The All recorre a gravações de campo como os sons de pássaros, macacos e insetos da Malásia e Austrália, além de instrumentos da Indonésia, Arménia, antiga Noruega e Suméria, que se juntam aos tradicionais sintetizadores e baterias eletrónicas, que na Stereogun se farão ouvir bem imersivas.


Os bilhetes para este evento já se encontram à venda e têm o preço de 15€ + o consumo de uma bebida. Todas as informações adicionais relativas a este evento podem ser encontradas aqui.

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Talk To Her in interview "our goal is to say something through the music we play"


On May 25th, we got to know a little bit more about Talk To Her, the band that is starting to shake Italy's underground music scene and just booked their first show ever outside of their hometown. We managed to have a little chat in their very first "live" interview in English to talk about the beginning, the concept behind the band, their future objectives, the story of HOME, among other things. 

It was really warmful to meet these Italian darlings before their blasting show at MONITOR 2019, in Leiria. If you got mesmerized with their sonority you should learn more about Talk To Her through our interview down below.

Threshold Magazine (TM) – I would like to know how did you start this project and what is the main concept involved if there is one? 

Talk To Her (TTH) – The project started more or less 4 years ago. We started playing together as friends just to create a feeling, a mesh and to understand what we would like to play, because everyone was listening to the same music and the same bands (like Interpol and Foals). So we started just to play music, to stay together and understand what we liked to do, in essence to create our concept. 

Some of us already had a band before this one. Talk To Her was a new project build from zero and it was really important for us. After one year, we started to create our music and we decided to create the band, with a name and some original songs. "Forest" is one of the very first songs we made, and it's cool because we decided to use it in our first EP (HOME). It was like a starting point to create our sound and what we wanted to do with music. We think that our goal is to say something through the music we play. Our name, Talk To Her, could have a different meaning: often it's difficult to say something to someone and so we try to say it through the music we play, the lyrics we write and the atmosphere we create on the stage. This is our purpose.

We followed a concept for making the EP, HOME, and it was a really structured path that closed itself. Now we are recording our debut LP that will be probably out at the end of this year and it keeps following a concept, more or less. We already know that in the future we have to change because what we wanted to say was done with the EP and now with the LP. 

TM - What's the story behind the name Talk To Her? 

TTH – It is a funny story: the starting point of the name was due to different girls. Everyone was in the same sentimental situation, everyone has the same problems. We think this was the beginning of Talk To Her: to create music for someone in particular. Then our feelings have evolved over the years and now it's not someone in particular, but everyone. Because everyone can use our music to say something. We think music is the way which we can put the best of us into one single element – a sound, a track - and it’s also a chance we have to be friends together. 

TM - Have you known each other for a long time? 

TTHRiccardo and Stefano met first in this project, but we already have known each other because we played together when we were younger, in different projects or cover bands. Cover bands are a good way to start and understand music, but if you want to be someone, you have to create your own music. Every one of us puts something in the music we are doing, and our process of creation of music is easy: we go to our rehearsal room and we start to play. There isn’t any type of writing before. 

We are a democratic band and we have the same state of consciousness. When we started, at the beginning, we chose the people before the musicians and this is the key for everything that goes around a part of a musical project. We do things all together, all of us has responsibilities, there is not a person who does everything. 



TM – Did you have a musical education? 

TTH – Everyone of us had a musical education before, but not a classical one. Some of us have played other instruments before this project, like Andrea: he started as a bassist and now he sings and plays the synthesizers. We are always evolving because our purpose is to make music that we love. We love to play our songs and we want to do more and more, to understand where our limit is and try to go on beyond this limit. 

TM – You were saying that "Forest" was your first single. In the HOME EP, is there an interpretation from the order of the songs? Do they communicate something from the first single to the last one? 

TTH – Yes, absolutely. It started with "Forest", but HOME is a path: it starts with the frustration in your home (that is "Zodiac") and then goes on with "Nightfall" which talks about people that follow their desires, as an illusion to escape from reality. Afterward, in "Forest" we talk about what happens when you get lost in your illusions, in your desires. The final, "Burning", is talking about the return at home. If the first track depicts a desire to escape from your home, the last one express the will to return home. As when you go to a club, to dance, for example, after the night it’s morning and you want to return home, the place that you left at the beginning but where you can escape from the outside world. In this way, HOME is a circle path: it’s what we live in our lives and that’s common. 


TM – How long did it take to find a label? How was the process evolving the HOME EP? 

TTH – For the EP it took us one year, more or less, to write, to record and then publish it. We started that process in March 2017 and then we published the album in March 2018. We got contacted by Shyrec (our label). They have seen some of our live concerts and then they invited us to play at a festival they organized. There we started to talk about our work which then we published with them. Now we are recording our first LP that we'll publish with Shyrec probably before the end of the current year. We already recorded a part of it and it will be released both in vinyl and CD. 

TM – How would you describe the Italian underground music scene and how do you think that Talk To Her is integrating into this panorama (if you consider it that way)? 

TTH – When we wrote our music we did not focus on the underground scene, we just did our music the best way as we can. Then we found a beautiful dark scene in Italy, not so large but strong and consolidated. Honestly, we don’t think that there are many projects going on that music scene, nowadays. In Italy, we are living a strange time now, in the last two years. 

TM – What do you mean by "a strange time"? 

TTH – Live music is not so common. If you want to enjoy a Friday or Saturday night with your friends, often you don’t go to see or listen to a live band, for example. It is not in the culture of young people to consume music. For adults is different. Recently there is a lack of sacrifice to reach something; there is no desire to reach something through the effort. Discover something is a sacrifice. You have to move, you have to be patient, you have to listen; but now, everyone wants to have everything immediately, without any effort. 

This feeling reflects in part also in the music that people do and listen to: currently, in Italy, the more popular musical genres are trap music and pop music; this, for us, is a reflection of the situation. Maybe because you can reach this more easily; if you have a full band that requires time, effort and money. 

Another funny thing about Italian music now is this: there is a lot of music in Italian and the projects in English are fewer than 5 years ago. When we started to play as Talk To Her many people told us "Ah, you are good! But why don’t you sing in Italian?". That is strange because every year more and more people can talk and understand English, so why is music going in the opposite direction? Probably for the same reason we mentioned before: the speed of nowadays life and the lack of efforts, because music is a consumer good. 

TM – You were saying that in the future you’ll have to change. Will that change already be reflected in this awaited debut album? What can we expect from the future of Talk To Her? 

TTH – We’ll change because we are always oriented to do something different and new. Moreover, our lives changed a lot since when we started, and are still changing now: this reflects in the music we write and play. In addition, society and our background are constantly changing, as well as the music of other bands that we listen to, and this has an important effect and influence on our music and us. 

We’ve seen it in the writing of our LP: there’s a strong change in the new album we’re recording as compared to the work done for our first EP; this was due to everything mentioned before and also to our growing experience. That is what we wanted to do and what we hope our fans and listeners will perceive. For the future it will be the same, we don’t know how, but we’ll change, because it’s a necessity to continue to write new and different music and don't get stuck.

TM - Thank you!



Check all the photos from Talk To Her performance at MONITOR, here.

Interview by: Sónia Felizardo
Photos by: Miguel Silva

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Estes são os nomes que figuram o cartaz do Amphi Festival - Dia 2

© Yves Christelsohn

Estamos a menos de um mês para a 15ª edição do Amphi Festival, que este ano volta a apostar num cartaz bastante apelativo para os entusiastas da música de toada negra. Ao longo de dois dias será revisitado o trabalho dos artistas mais lendários, nomeadamente Nitzer Ebb, Das Ich, The Beauty Of GeminaProject PitchforkPink Turns Blue ou The Cassandra Complex; aos dos mais contemporâneos como Agent Side Grinder, HOLYGRAM ou Ash Code. Num cenário tingido por um ambiente tendencialmente sombrio, mas extremamente acolhedor, o Amphi volta a arrojar a cidade de Köln.

Depois de uma apresentação geral dos artistas que farão parte do inaugural primeiro dia do Amphi 2019 (que pode ser consultada aqui), neste artigo focamo-nos nos artistas que sobem a placo no último dia do festival em Tanzbrunnen, a 21 de julho de 2019.


COMA ALLIANCE

Coma Alliance é o projeto de electro/dark wave que junta Adrian Hates (Diary of Dreams) a Torben Wendt (Diorama). A dupla, que durante os últimos anos viu os seus caminhos cruzados em tours ou produções musicais, acabou por formar o início da história dos Coma Alliance em 2016, ano em que deram os seus primeiros concertos oficiais, sob este moniker
Ao Amphi a banda traz na bagagem o seu disco de estreia, Weapon Of Choice, editado o ano passado. 
Podem juntar-se à “aliança” no próximo dia 21 de julho, em Köln. 





CRYO

A EBM clássica e melódica vai fazer escutar-se bem forte no Amphi com a presença da dupla CRYO. O projeto sueco que ganhou destaque com a edição de Retropia (Progress Productions, 2014) ao adquirir uma sólida base de fãs por toda a Europa, pisa o palco do Amphi no segundo dia do festival para hipnotizar e fazer dançar quem se atrever a ir vê-los ao vivo. 
Na bagagem Martin Rudefelt e Torny Gottberg trazem o seu mais recente disco de estúdio, The Fall Of Man (Progress Productions, 2019). 





DAS ICH 

Os icónicos Das Ich são uma das bandas em amplo destaque nesta 15ª edição do Amphi Festival. A banda alemã formada em 1989, que se tornou um dos nomes maiores no movimento musical New German Death Art, sobe a palco no último dia de festival para apresentar a sua conceituada carreira da qual fazem parte edições clássicas como Satanische Verse (1990), Die Propheten (1991) ou o mais recente, Anti'Christ (2002). 
O último álbum da banda data de 2006, ano em que lançaram CabaretNo Amphi deverão ouvir-se ainda novos temas.





FADERHEAD 

Com projeto formado em 2016, o alemão Sami Mark Yahya -  aka Faderhead - que se destacou nos últimos anos com a sua electro darkwave aterra em Köln para nos apresentar sucessos das pistas de danças internacionais como "TZDV", "The Way To Fuck God", ou "Fistful Of Fuck You". Faderhead trará uma setlist com foco na EBM, futurepop e synthpunk, onde se deverão escutar temas de trabalhos como FH-X (2016), Night Physics (2017) e, provavelmente, temas a integrar uma futura edição. 
Uma performance que se espera abrasiva. 





FEUERSCHWANZ 

Os Feuerschwanz são a contribuição mais incomum da Alemanha para o rock: um projeto que combina humor, história, clima de comemoração, performance e rock medieval altamente energético. Formados em 2004, a banda canta sobre vários tópicos que não se focam apenas em profissões e costumes medievais, mas também na reinterpretação de contos de fadas clássicos. 
Esta "comédia folclórica medieval", será apresentada no festival Amphi com recurso a temas de trabalhos como o mais recente Methämmer (2018) ou ainda Life! (2014). 





FïX8:SëD8

O projeto performativo de Martin Sane, Fïx8:Sëd8 – cujo foco sonoro se contextualiza entre géneros como a música eletrónica e industrial – promete apresentar no Amphi uma das mais marcantes performances ao vivo. Fortemente influenciado por grupos como Velvet Acid Christ e Skinny Puppy, o som de Fïx8:Sëd8 é caracterizado pela sua voz distinta e carregada e pelo uso excessivo de variadas samples, complementadas por texturas ricas, sequências complexas e ritmos nervosos. Ao Amphi, Martin Sane traz o seu mais recente trabalho de estúdio, Warning Signs (2019). 





HELL BOULEVARD 

Os suíços Hell Boulevard renasceram das cinzas de Violent Diva, em 2014, para se focarem na produção de um som situado entre as paisagens sonoras do rock, metal e da música gótica, enriquecido por vocais de toada negra, ao qual chamam de goth'n'roll
Ao palco do Amphi a banda tocará temas de discos como In Black We Trust (2018, NoCut Entertainment GbR) e Inferno (2016, Thexoomo). 





HOLYGRAM 

Os HOLYGRAM são definitivamente um dos novos nomes no panorama musical do post-punk e synthwave contemporâneo. Os meninos alemães lançaram-se com força no mercado underground com o seu muito aclamado EP de estreia HOLYGRAM (2016) e consolidaram o seu estatuto de profissionalismo dois anos mais tarde com a edição do LP de estreia Modern Cults
Ao Amphi, com um currículo que contempla passagens por incontáveis festivais de renome internacional, a banda promete um concerto onde o nevoeiro será o principal foco. 





IN EXTREMO 

A intersecção entre o folk, o metal e a música medieval - no último dia do Amphi - será representado em força pelos alemães In Extremo. A banda formada em 1995 em Berlim - que apresenta um foco nos ritmos e na percussão recorrendo a uma instrumentação muito ampla de origem medieval – ganhou maior destaque após a edição do seu quarto disco de estúdio, Verehrt und Angespien (1999) que os levou a um crescendo na carreira até à edição do disco 7 (2003). 
Ao Amphi, além dos mais conhecidos temas a banda traz ainda o reportório de Quid Pro Quo (2016). 





JÄGER 90 

Os Jäger 90 tocam uma EBM crua e feita à mão que, no seu último disco de estúdio Fleisch macht böse (2011), por exemplo, apresenta críticas sociais ao fetiche, amor e assuntos interpessoais através de batidas impiedosas. Música eletrónica honesta que promete estimular as pernas, o cérebro e os músculos. 
O projeto que é liderado por Thoralf Dietrich, e se encontra no ativo desde 2005, promete um concerto com foco na bateria, uma voz imperativa e uma energia brutal. 





JANUS

Formados em 1995, a dupla alemã Janus consolida quase 25 anos de carreira em mais uma edição do Amphi Festival, onde apresentará as suas músicas que, de uma forma ou de outra, se focam na temática das pessoas que perdem a cabeça. 
No último dia do festival, Tobias Hahn e Dirk Riegert trazem a Köln o seu último lançamento Ein Schwacher Trost (2017) e um concerto com base numa textura sonora altamente melancólica, profunda e altamente sensível. 





NACHTMAHR 

Nachtmahr, o projeto de música industrial formado em 2007 pelo austríaco Thomas Rainer (L'Âme Immortelle), apresenta-se no Amphi no último dia do festival para fazer ecoar a sua música poderosa que mistura o hardcore techno ao industrial e aggrotech
Um concerto que promete ser brutal e onde se farão escutar os temas de discos como Antithese (2019), Kampfbereit (2016) e ainda os hits de Feuer Frei (2008) ou Alle Lust Will Ewigkeit (2009). 





OST+FRONT 

Os alemães OST+FRONT ostentam uma sonoridade compacta que equilibra as rajadas melódicas da música até à sua agressão, diversão e brutalidade implacável. Sem convenções líricas ou musicais, os berlinenses recorrem a incontáveis géneros aos quais juntam o seu gene Neue Deutsche Härte, coros sinfónicos e tons orquestrais. 
Ao Amphi a banda traz na mala uma dose incomensurável de energia e o seu mais recente disco de estúdio, Adrenalin (2018). 





PROJECT PITCHFORK 

Outro dos grandiosos nomes que fará parte do certame do último dia festival são os Project Pitchfork, o prolífico grupo de darkwave e electro-industrial que se dedica à mecânica quântica maquinal. Através de sonoridades que sintetizam uma viagem imbatível no passado, presente e futuro, a eletrónica dark que caracteriza o trabalho da banda elevará o público do Amphi a um ambiente superior, visionário e muito fascinante. 
A Köln os Project Pitchfork trazem na setlist, além dos grandes êxitos, os temas de álbuns como Akkretion (2018) e Fragment (2018). 





RABIA SORDA 

Formados em 2003 como o projeto a solo de Erk Aicrag, os Rabia Sorda são atualmente um trio com membros de origem alemã e mexicana. A banda apresenta uma sonoridade energética que experiencia a transformação, destruição e criação do mundo ao redor. Num concerto que tem foco no que os próprios definem como "Rock-Body-Metal-Punk Rock", os Rabia Sorda apresentarão no último dia de festival a sua vibe agressiva, mas igualmente cativante. 
O último disco da banda data de 2018 sob o desígnio The World Ends Today





SCHATTENMANN 

Os Schattenmann prometem apresentar no último dia do Amphi uma nova dimensão dentro do revivalismo da Neuen Deutschen Härte, através da combinação estoicamente inexorável entre as caixas de ritmos e as componentes avançadas das máquinas. 
A banda alemã, que se formou em 2016 traz, ao palco do Amphi, o seu disco de estreia Licht Na (Drakkar Entertainment GmbH, 2018) e temas que rodeiam o que muitas vezes permanece silencioso e vive em segredo – desde o desejo humano à natureza destrutiva. 





SEADRAKE 

A história dos Seadrake - um super grupo de synthpop composto por Hilton Theissen (Akanoid, Dark Millennium), Mathias Thürk (ex-Minerve) e Rickard Gunnarsson (Lowe, StateMachine) – começa a ser documentada a partir de 2012, após o caminho dos membros se ter cruzado várias vezes em tours e/ou colaborações. 
Oriundos de diferentes países, os Seadrake encontraram um ponto comum na sua dark electropop, na qual têm vindo a trabalhar para conceder um primeiro produto longa-duração intitulado Isola (2018), que é agora explorado em detalhe no Amphi Festival 2019





SPARK! 

Spark! é o nome escolhido para designar o projeto de EBM moderno que os suecos Mattias Ziessow e Stefan Brorsson formaram em 2007. A banda - que começou a prender as primeiras atenções após a edição do álbum de estreia 65 Ton Steel (2008) - viria a assinar contrato com a Progress Productions, editora pela qual editaria em 2012 Hela din verden
Ao Amphi e, numa comunicação verbal feita na língua sueca, os Spark! trazem-nos o seu última longa-duração de carreira, Maskiner (2016) e o mais recente Två Mot En EP (2018). 





THE BEAUTY OF GEMINA 

Bastante conhecidos dentro do cenário da eletrónica dark de cariz alternativo e q.b. melancólico os suíços The Beauty of Gemina apresentam no Amphi um concerto que incorpora treze anos de carreira e cerca de dez edições longa-duração que consolidam uma música pronta para elevar os espíritos ao mesmo tempo que celebra a estética das trevas, evitando interferências emocionais perturbadoras. 
Em Köln, além dos hits de carreira, os The Beauty Of Gemina trazem os mais recentes temas Flying With The Owl (2018), a descobrir, no último dia. 





WELLE:ERDBALL 

O propósito dos Welle:Erdball, segundo os próprios, começa onde nomes como Kraftwerk, Profil, DAF e/ou Ideal infelizmente estagnaram. No ativo desde 1990 os Welle:Erdball apresentam uma sonoridade que engloba elementos da britpop, synthpop e música eletrónica e uma discografia que compreende 14 álbuns, cujos temas prometem deixar a temperatura bem quente durante a sua performance no Amphi
Texturas electropop e tons analógicos que farão, certamente, hipnotizar o público que se atrever a marcar presença neste concerto. 





WHITE LIES 

Os ingleses White Lies apresentam-se no palco do Amphi como uma das bandas mais deslocadas do panorama underground, ainda assim inseridos dentro do espírito a que o Amphi se vê incluído. A banda que veio dar sucessão aos Fear of Flying e se formou em 2007 rapidamente viu a sua sonoridade de traços negros ser comparada a nomes como Editors, Interpol ou The Killers
Com um grande hype já ciado antes da edição de To Lose My Life... (2009), o sucesso dos White Lies fará ouvir-se no palco do Amphi, mas com os novos temas de Five (2019) a fazerem escutar-se alto. 



A edição de 2019 do Amphi Festival decorre nos dias 20 e 21 de julho em Tanzbrunnen, Köln, na Alemanha. Os passes para os dois dias têm um preço de 87€ e os bilhetes individuais têm um preço de 62€, podendo ser adquiridos aqui. Todas as informações adicionais relativas ao festival podem ser encontradas aqui.




Comma Alliance Photo © Silke Jochum
Faderhead Photo © N. Skulli 
Holygram Photo © Andy Deane 
Jäger 90 Photo © Marco Luptscho 
Janus Photo © Nuno Campos 
Rabia Sorda Photo © Sascha Pace 
The Beauty of Gemina Photo © Frida Gothik

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