sábado, 20 de julho de 2019

Madrid es Ruido invade a capital espanhola em novembro


Madrid es Ruido - o festival criado em 2016 pela promotora madrilena Indypendientes - regressa este ano à capital espanhola para a quarta edição que se encontra marcada para os dias 22 e 23 de novembro na sala Moby Dick. Em mais um ano a organização volta a apostar no conceito que lhe fez jus: trazer a Madrid artistas contemporâneos cuja estética sonora se incopora nos ambiente da música noise, shoegaze, dreampop e fuzz.

O cartaz do evento já foi revelado na íntegra e inclui no primeiro dia os concertos de Be Forest, Stella Diana e Berlina. Já no segundo dia encabeçam o cartaz do festival os alemães HOLYGRAM que serão acompanhado no palco por Rev Rev Rev, Arista Fiera e Chloral.


Para o aquecimento do festival haverá ainda uma festa de antecipação, marcada para 6 de setembro, e que inclui no line-up nomes como The Telescopes, Linda Guilala e Sneers. As informações deste evento encontram-se aqui.

Os bilhetes para este evento já se encontram à venda. A entrada diária tem um preço de 17€ em compra antecipada e 20€ no próprio dia. Para os festivaleiros que decidirem marcar presença nos dois dias os passes gerais encontram-se à venda por 30€. Todas as informações adicionais podem ser consultadas aqui.

+

STREAM: Lingua Ignota - CALIGULA


Kristin Hayter, a mentora por trás do projeto Lingua Ignota regressou esta sexta-feira às edições longa-duração com o novíssimo CALIGULA, disco que chega dois anos depois do bastante aclamado ALL BITCHES DIE (2017) e projeta a artista a um ainda maior e mais profundo nível de grandeza: Lingua Ignota vai ainda mais além das contingências em ambiente de caos. CALIGULA é um trabalho auditivo altamente terapêutico que alcança um plano sonoro inigualável na carreira de Lingua Ignota até então. Se, já com a colaboração em que teve parte no último disco dos the body (I Have Fought Against It, But I Can't Any Longer, 2018) Kristin Hayter ganhou uma ampla projeção internacional, é altura de a desfrutar com uma beleza ainda mais superior, que podemos encontrar neste novo CLAIGULA.

Através de uma nova forma de ópera com forte aposta no ruído, distorções sonoras e um contraste puxado entre o preto e o branco Lingua Ignota cria um ambiente de caos e salvação que reflete a própria existência do ser. Um disco de onze faixas altamente aditivo do qual já tinham anteriormente sido revelados os temas "Butcher Of The World", "Do You Doubt Me Traitor". Além destas recomenda-se ainda a audição de "May Failure Be Your Noose", "Day Of Tears And Mourning", o exercício de voz incrível presente em "Sorrow! Sorrow! Sorrow!" e a seminal faixa de encerramento "I'm The Beast". CALIGULA pode ser reproduzido na íntegra abaixo.

CALIGULA foi editado na passada sexta-feira (19 de julho) pelo selo Profound Lore Records. Podem comprar a vossa cópia física ou digital aqui.


+

DARKHER e Alcest entre as primeiras confirmações do Under The Doom


O festival Under The Doom volta ao ativo este ano para a 7ª edição que está já agendada para o primeiro fim-de-semana de dezembro, como habitué. O festival incorpora o RCA e o LAV, como os principais motores e esta semana revelou as primeiras peças que farão parte da máquina. Marquem na agenda: 6, 7 e 8 de dezembro.

Entre as primeiras confirmações encontram-se nomes como a banda de blackgaze francesa Alcest que em palcos nacionais deverá apresentar novos temas e claro, o bastante aclamado Kodama (2016). Outra surpresa muito bem recebida por terras lusas é o projeto a solo da inglesa Jayn H. Wissenberg, DARKHER, cuja estreia em Portugal estava agendada para 2017 no Entremuralhas, mas que acabou por ser cancelada posteriormente. Agora no Under The Doom, além de Realms (2016) os festivaleiros poderão ainda ouvir novos temas.


Além destes nomes foi ainda confirmada a presença do doom metal dos americanos Daylight Dies, o metal progressivo dos alemães DISILLUSION, o mais recente projeto da vocalista dos Tristana em colaboração com o produtor Kris LaurentArdours, e ainda os projetos portugueses Wells Valley e Pântano.

Podem, a partir do próximo dia 22 de julho garantir a presença nos três dias do Under The Doom 2019, comprado o passe geral cujas primeiras 100 unidades estão disponíveis ao preço promocional de 50€ em letsgo.pt, www.masqueticket.com, www.unkind.pt. Depois de esgotadas as 100 unidades os preços dos passes fixam-se nos 60€ e passarão a estar também disponíveis os bilhetes diários. Podem encontrar todas as informações adicionais aqui.


+

sexta-feira, 19 de julho de 2019

Holly Herndon e Lubomyr Melnyk na rentrée da Culturgest



A programação da nova temporada da Culturgest arranca a 17 de setembro com o já anunciado concerto de Gabriel Ferrandini, para apresentar o álbum de estreia do baterista em nome próprio, Volúpias, na companhia de Alexander von Schlippenbach. A fundação propõe ainda um programa rico em teatro, dança, performance, conferências, exposições, cinema, programação para escolas e famílias e claro, muita música.  

Em outubro, o pianista ucraniano Lubomyr Melnyk, conhecido pela técnica que o próprio cunhou de "música contínua", apresenta ao vivo, no dia 2, o mais recente álbum Fallen Trees, lançado no final de 2018 pela Erased Tapes. No dia 31, o quarteto de jazz composto por Rodrigo Amado (saxofone tenor), Joe Mcphee (trompete, saxofone soprano), Kent Kessler (contrabaixo) e Chris Corsano (bateria) sobe ao palco do Grande Auditório.  

A produtora norte-americana Holly Herndon, que lançou o soberbo PROTO em maio, vem à Culturgest, a 14 de novembro, para a primeira apresentação do disco em Portugal. O sucessor do excelente Platform (2015), que catapultou a americana para os patamares da mais respeitada e desafiante produção contemporânea, vê a música e compositora explorar novas técnicas e filosofias, conciliando inteligência natural e artificial de um modo tão surreal quanto belo e inspirador.

A 10 de dezembro há um filme-concerto - Híbridos, Os Espíritos do Brasil, com edição vídeo em tempo real dos realizadores Vincent Moon e Priscilla Telmon e música, também ao vivo, do produtor libanês Rabih Beani (eletrónica) e do português Tiago Miranda (efeitos e percussão).

Por fim, a 20 de dezembro, há celebração natalícia com o regresso ao Grande Auditório do trio Montanhas Azuis (Norberto Lobo, Marco Franco e Bruno Pernadas), fechando um ciclo iniciado pelos próprios no primeiro concerto de 2019 da Culturgest.

Os bilhetes estão à venda a partir de hoje.


+

quinta-feira, 18 de julho de 2019

Paulo Vicente leva-nos de viagem com Nepaulo


A combustão lenta records apresentou em junho a sua segunda edição. Trata-se de Nepaulo, primeiro trabalho em nome próprio de Paulo Vicente, uma viagem (literal) ao coração do Nepal. Apesar de se ter estreado a solo apenas em 2019, Paulo acumulou anos de sabedoria atrás dos pratos como Claxon, e tem desenvolvido uma linguagem muito própria, algures entre o ambient, o jazz e as suas ramificações electrónicas.

Num exercício de antropologia sonora, Nepaulo abre-nos um mundo que parece ter tanto de busca interior como de compreensão e absorção do mundo que o rodeia. Evocativo, espiritual e com uma matriz espectral que nos coloca diretamente no centro da ação, Nepaulo é um mergulho no manto bucólico e urbano do Nepal criada através da colagem de vários field recordings - uma técnica essencial para criar a palete sónica que nos rodeia ao longo destes 36 minutos.

Coadjuvado por Vítor Rua na produção e masterização, Paulo Vicente consegue captar um retrato em tempo (quase) real de uma viagem que, na realidade, se estendeu ao longo de 600 quilómetros.

Nepaulo está disponível para escuta no Bandcamp, YouTube, Spotify e restantes plataformas digitais.

+

quarta-feira, 17 de julho de 2019

Estamos na semana do Amphi Festival: tudo a preparar o outfit gótico

© Claudia Schöne

É já no próximo fim-de-semana que a cidade de Köln na Alemanha recebe a 15ª edição do festival Amphi que, à semelhança dos anos anteriores, volta em 2019 a apostar num cartaz altamente apelativo para os fãs das sonoridades mais negras. Desde nomes bastante aclamados do panorama underground e gótico, aos que agora começam a dar os primeiros passos, o Amphi 2019 traz a Tanzbrunnen dois dias de música que prometem juntar a comunidade e criar memórias a serem muito queridas, no futuro.

Ao longo dos dias 20 e 21 de julho o trabalho de artistas como Nitzer Ebb, Project Pitchfork, Hocico, The Beauty Of GeminaBlutengelPink Turns Blue, The Cassandra Complex, Holygram, entre outros, será revisitado, num cenário tingido de negro e muito amor.


Com a data cada vez mais próxima no calendário, esta semana a organização do festival divulgou os horários de atuação das bandas e essa informação pode ser consultada através do site oficial ou clicando aquiDurante o mês de julho foi também cancelada a performance do supergrupo de synthpop Seadrake.

Se por acaso ainda não compraram o vosso bilhete podem reservar os ingressos neste link. Os passes para os dois dias têm um preço de 95€ e os bilhetes individuais têm um preço de 70€. Entretanto podem encontrar todas as informações adicionais relativas à edição de 2019 aqui e ainda na publicação abaixo.



Para saberem mais sobre as bandas que atuam no primeiro dia do festival podem ler este artigo

Se preferirem explorar o último dia do festival em detalhe, encontram-se aqui as bandas que farão parte desse certame.


+

WOS Festival x SON Estrella Galicia anuncia primeiros nomes



O Festival WOS x SON Estrella Galicia está de regresso à cidade de Santiago de Compostela. A sexta edição do festival, que acontecerá entre os dias 11 e 15 de setembro, voltará a ser epicentro para a mais entusiasmante exploração contemporânea, inundando o centro histórico com mais de meia centena de atividades distribuídas em diferentes espaços, todos próximos da catedral. Os locais incluem dois museus, dois teatros, uma igreja do século 18, edifícios contemporâneos de arquitetura singular, um mercado de agricultores, duas salas de concertos e uma sala de cinema independente, entre outros lugares destinados a criar experiências únicas para pequenos públicos.   

Os dez primeiros nomes desta edição incluem Drew McDowall (Coil), que revisitará o essencial Time Machines, de 1998, com imagens ao vivo de Florence To, as apresentações das novas obras de Rafael Anton Irisarri, Gazelle Twin, Eli Keszer e Mary Lattimore, o saxofonista Bendik Giske, os britânicos Vels Trio e Harrga, a pianista catalã Marina Herlop e um back to back de Elena Colombi e Olivia.

Os ingressos para o fim de semana (sexta, sábado e domingo) e os cinco dias de festival  podem ser comprados em www.wosfestival.es.



+

Paul Abbott, Olan Monk e Jejuno na próxima Favela Au Lait



É já no próximo sábado, dia 20 de julho, que a Favela regressa à cave do Café Au Lait. A próxima edição das noites Favela Au Lait junta o coletivo portuense ao também coletivo, promotora e editora sem fronteiras C.A.N.V.A.S para uma noite que irá contar com o percussionista Paul Abbott, um dos mestres da nova improvisação livre cujo currículo integra parcerias notáveis com Bill OrcuttSteve Noble, Evan Parker ou Otomo YoshihideDUCTUS, o mais recente álbum de Abbott, foi gravado entre o Porto e Edimburgo e recebeu apresentação ao vivo na última edição do Serralves em Festa, em junho. As suas performances incluem elementos básicos de tambor acústico e tecnologias específicas de áudio eletrónico, num processo que explora o som, o corpo, a imaginação e a linguagem através da música.

Para além do percussionista, o cardápio conta ainda com as atuações de Olan Monk - músico, performer, artista, escritor e co-fundador do C.A.N.V.A.S. - e ainda Jejuno, projeto de Sara Rafael que lançou o disco de estreia homónimo pela Urubu em 2016. A noite continua com as escolhas de DJS SUOR (Xavier Paes e Inês Tartaruga.

A entrada para o evento é livre.


+

Brutus em entrevista: "Na Bélgica passámos de palcos pequenos (…) para salas lotadas"


Os powerhouses belgas Brutus são naturais de Leuven, e trazem consigo até ao Rodellus o segundo disco do trio, Nest, lançado em março último pela britânica Hassle Records. Enquanto possuidores de uma angústia vincada proferida num assalto sónico sem precedentes, surpreenderam a cena underground com o seu primeiro álbum Burst, de 2017, com a sua abordagem de hardcore temperada com uma veia mais emocional e melódica. A banda regressa a Portugal após passagem pelo Porto em 2017, atuando em Ruilhe, Braga, no dia 20 de julho.

A Threshold Magazine esteve à conversa com o trio belga sobre a sua discografia, as suas influências musicais, a cena underground onde estão inseridos, e muito mais. 

Threshold Magazine - Vocês têm causado algum burburinho desde o lançamento do vosso primeiro longa-duração, Burst. Sentem que causaram impacto na vossa cena musical local? Esse impacto estendeu-se para outros sítios?

Peter - Mmm. Essa é uma boa pergunta, mas é difícil responder por nós mesmos. Continuamos a trabalhar, tocar, fazer tours, passo a passo, mas não "medimos" o nosso impacto e é difícil julgar isso nós mesmos. Uma coisa é certa: como fazemos tantas tours, não podemos visitar muitos concertos e conhecer as bandas locais. Sobre Brutus - verdade é que na Bélgica passámos de palcos pequenos, de 50 a 100 pessoas, para salas lotadas com 750 pessoas, isso é uma loucura! E agora vamos ver se isso também acontecerá fora da Bélgica.

TM – Sobre o vosso novo registo Nest, o processo de composição e gravação mudou em relação ao álbum anterior? Algum evento em específico influenciou a concepção deste álbum?

Stijn – Sim, definitivamente. Com o nosso primeiro álbum, podíamos "escolher" as nossas músicas favoritas desde que a banda começou, depois adicionamos algumas músicas novas e gravámo-las. Isso foi o caso de BURST. Mas com o nosso segundo álbum, começámos a escrita do zero. Isso significa que as músicas lidam com um determinado período de tempo e uma sensação que estava bem presente no momento da escrita. 

TM - Os vocais e a bateria da Stefanie [Mannaerts] são certamente um dos pontos maiores da vossa música. Perguntando à Stefanie, sentes que a tua contribuição ajuda a distinguir-vos do resto das bandas dentro da vossa cena?

Stefanie – É difícil para nós dizer ou julgar. Não é a nossa intenção destacarmo-nos ou ser diferente de outras bandas. É assim que funciona para nós e como começámos a banda.

TM - Em termos de influências musicais, que bandas acham que tiveram mais impacto no vosso som?

Peter – É totalmente diferente para nós os três. Enquanto a Stefanie se dedica mais ao pós-metal, como Cult of Luna e Russian Circles, e também gosta muito de eletrónica mais dark, Stijn é mais country e cantautores. E eu gosto de todos os tipos de música, desde que a melodia e a energia me atinjam. Eu acho que a mistura de todas essas bandas e géneros em cada um dos nossos headphones constrói a matriz de Brutus. No começo, quando começamos a escrever juntos, estávamos à procura de confrontos no nosso gosto musical, mas agora começamos à procura de semelhanças.



TM - Como é que chegaram a acordo com a Hassle Records? São fãs dos outros artistas da editora?

Stijn – Hassle acreditou em nós desde a primeira demo que enviámos, e isso é uma sensação muito fixe. Algumas pessoas do outro lado do mar gostam do que fazemos e querem trabalhar para nós e investir na nossa música? É de loucos. Nós tivemos o mesmo com a Sargent House. E é claro que gostamos de todas as bandas das nossas editoras, é como se fossem uma grande família.

TM – Há algum novo valor dentro do underground belga que queiram destacar? 

Stefanie – Eu não sei se eles ainda são underground, mas bandas como Stake (ex-Steak Number Eight) e Raketkanon definitivamente deveriam estar no vosso radar! Além disso, bandas como Whispering Sons, The Guru Guru, Sunflower e Slow Crush estão a dar cabo de tudo! 

TM - Que registos deste ano vos impressionaram até agora?

Peter – Bem, eu gosto muito do novo álbum dos PUP. E Fontaines D.C… E é claro, as novas músicas de Russian Circles e Chelsea Wolfe parecem ser realmente promissoras! E como a Stefanie disse, o novo álbum de Stake (lançado pela Hassle Records no outono) será louco. O novo de Raketkanon (III) também está muito louco! Procurem por eles.

TM - Acerca da vinda a Portugal, o que sabem sobre o país? Já tinham passado por cá? Em termos musicais, há alguma banda oriunda de Portugal que conheçam?

Peter - Para ser honesto, a única banda portuguesa que conheço é Easyway, uma banda de punk rock de 2004-2006? E fizemos um show de aquecimento para o NOS Primavera Sound no Porto em 2017, no Maus Hábitos. Estivemos apenas 24 horas na cidade, mas conseguimos dar um belo passeio! A vibração no clube e a caminhada foram ótimos! Esperamos ver mais disso na próxima semana!

TM - Como se sentem a tocar a vossa música num cenário campestre como o Rodellus? Existe alguma banda do line-up que estejam curiosos para ver?

Stijn - Estamos prontos para ser surpreendidos, até breve!

+

terça-feira, 16 de julho de 2019

7 ao mês com Rodellus


Estamos oficialmente na semana do Rodellus. A quinta edição do festival que mantém o campo interligado à música, volta a instaurar-se na freguesia de Ruílhe, em Braga, trazendo no cartaz uma série de nomes que inclui Brutus, Mars Red Sky, Solar CoronaParaguaii, Bee Bee Sea, Cosmic Mass, entre outros. 

Com o festival à porta e para vos colocar a ouvir algumas das malhas que se farão ecoar em Ruílhe convidámos a organização do Rodellus a selecionar sete temas ou discos para uma nova edição do 7 ao mês. As sete escolhas de Jorge Alexandre Dias, uma das caras da comunicação do festival, podem ouvir-se abaixo. Se quiserem encontrar motivos para conhecer melhor o festival, é só lerem as descrições, abaixo.

MARS RED SKY – Mars Red Sky (2013)

Fiel companheiro de horas de estudo, entrou de tal maneira no goto que foi criando raízes enquanto profetizava sonhos. Um de muitos que se tornam realidade em 2019, nestes 5 anos de Rodellus. Que bonita é a festa da minha aldeia!


PARAGUAII – "Venom" (2019)

Kopernikus é um compêndio ilustrativo da (infeliz) realidade atual e os Paraguaii sabem andar nisto de uma maneira bastante única. "Venom" é tudo e mais alguma coisa. Palavras páraquê? Paraguaii!


DOUTOR ASSÉRIO – "O Último Tango em Roriz" (2017)

O mote é este: "Gritos fatais, em paisagens rurais". Que bom é receber amigos que percebem tanto da poda quanto nós. Eterno presidente Leonel, já é tempo de se erguer um busto.


GATOR, THE ALLIGATOR – "Bloodshot Eyes" (2018) 

A nova vaga do rock made in Barcelos dá à costa para este Rodellus 2019 e traz consigo a intensidade e irreverência de quatro moços que só querem ver o mundo a arder. Ateiam fogo ao palco no dia 20, transformando todo o milho em pipoca na sua passagem.


GOBABYGO – "GobabyGo" (2014)

Jarda. Daquele tipo em que não conseguimos definir. Daquele que quebra correntes, que faz festa, que abre rasgos e que deixa memórias. Tudo certo, portanto.


SOLAR CORONA – "Speedway" (2019) 

Se Lightning One é uma compilação tónica de intensidade, é em "Speedway" que quase sentimos o alcatrão a levantar voo. É tão bom voltar receber amigos desta estatura, que nos presenteiam com um álbum mesmo a tempo da festa!


BRUTUS – Nest (2019)

Um dos álbuns que marca 2019 e que felizmente, passa pelo campo mais bonito. Desde o virtuosismo dos seus músicos até à intensidade que impera nos seus espetáculos, as expectativas são altas para um concerto à altura dos 5 anos de Rodellus.


Se quiserem saber mais sobre o Rodellus 2019 aproveitem para seguir o festival através da sua página de Facebook.


+