quinta-feira, 21 de janeiro de 2021

É com “liberdade emocional” que se pinta o videoclipe do último single de MIDRA

É com “liberdade emocional” que se pinta o videoclip do último single de MIDRA

É com a certeza de que o tempo cura tudo que MIDRA abre o capítulo de 2021 na Supernova. O seu último single “Ser Feliz” recebe agora um videoclipe dirigido por Lucas Ferreira e com atuação de Mariana Cardoso. Já disponível no Youtube, apoia-se no “bordão utilizado com tanta força e presença por pessoas abusadas em qualquer nível: não é não”. 

Em nota enviada às redações, sabemos que a paisagem se pinta com as cores da “liberdade emocional” em São Paulo. Nesta nova dimensão “audiovisual, o tema da canção, que é sobre relacionamentos abusivos e superação, ganha um guião impactante e sensível”. 

Redigida em colaboração com Lucas Ferreira, a história acompanha “uma garota que resolve colocar um basta à sua relação tóxica” para se “libertar do companheiro manipulador”. A tingir as filmagens com “planos de câmera ousados”, o vídeo acolhe Mariana Cardoso que se coloca na pele de uma das tantas vítimas de abusadores. 

A banda declara ainda que “as cenas interpretadas por Mariana poderiam ser protagonizadas por muitas outras mulheres e, claro, homens, que se perderam nas vontades dos seus companheiros”. Contudo, “muito além disso, mostram que existe saída”. 

Por trás de MIDRA está Fernando Lima, músico, produtor e compositor nascido em Palmares. Mora em São Paulo desde a infância. A pairar pelo rock alternativo e pela música brasileira, já gravou e participou na banda indie The Cleaners, em Brasília. 

A estreia de MIDRA fez-se em 2018 com o single “Retrato”, homónimo do EP que veio mais tarde a reunir também “Where You Go” e “Um Pouco de Ti”, de 2019. A “subtileza da composição de MIDRA reflete a calma que chega após as tempestades”, tendo sido gravada no Atelier Studio Hataka Studios

Quanto às sonoridades, lê-se que “a subtileza da composição de MIDRA reflete a calma que chega após as tempestades”. Além de combinar “com a liberdade conquistada depois do fim de ligações sufocantes”, a “união de instrumentos orgânicos e eletrónicos” presentes evoca “um ar etéreo, sonhador de um porvir com mais alegrias e menos dores”. 

Ficou prometida uma extended version do vídeo, “na qual é possível acompanhar o desdobramento do guião e da superação da personagem principal”. Até lá, estão quase quatro minutos de viagem à espera nas habituais plataformas de streaming.


Texto: Carina Fernandes

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