segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Reportagem: Beach House [Teatro Sá da Bandeira, Porto]

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© Comunidade Cultura e Arte/Daniel Dias

No passado dia 26 de setembro, o histórico palco do Teatro Sá da Bandeira no Porto foi mais uma vez o local escolhido para o último de dois concertos dos Beach House em território nacional, desta feita para promover o seu novo álbum editado este ano, de seu nome 7. Com a lotação esgotada, a antecipação pelo concerto era praticamente palpável.


A primeira parte foi responsabilidade dos Sound of Ceres, oriundos do Colorado e munidos de um charme muito próprio dentro do género, cortesia dos vários esquemas de luzes com graus variados de interactividade, que providenciaram uma nova dimensão ao espectáculo. O mesmo mérito pode-se colocar aos interlúdios entre canções, em que os membros narram parte de uma história dando então um ar mais conceptual às suas performances. A música em si envolve então um synth pop muito sedoso, com um enfoque bastante emocional e de teor fantástico, com a vocalista a enfatizar essa mesma leveza musical com os seus dotes de canto, revelado em temas como "Humanoria" e "Pursuer". Gradualmente ganhando a atenção do público na sua primeira vez entre o povo português, os Sound of Ceres provaram não só estar à altura da responsabilidade de abrir para este concerto, como revelaram também ter o seu valor autónomo.


© Comunidade Cultura e Arte / Daniel Dias

Durante a meia hora que sucedeu ao concerto de abertura, a audiência não só estava já completamente recuperada do mesmo, como estava mais que preparada para receber de braços abertos os Beach House. Assim que a banda entrou em palco, instalou-se a absoluta euforia entre o público, a delirar aos primeiros segundos da faixa que abre o alinhamento do concerto, "Levitation" e a dar o arranque para um serão que se revelaria especial. A voz da cantora Victoria Legrand, os acordes de Alex Scally e o ritmo do baterista e membro da tour James Barone revelaram uma notável sinergia entre eles, demonstrando o porquê de serem das bandas mais consistentes no recente panorama indie, e pelo caminho rapidamente instauraram uma atmosfera de melodia moderadamente alucinatória e vibrante que cativou a audiência, que por sua vez retribuiu com completa devoção e uma vontade imediata e persistente em abanar o capacete do início ao fim do concerto.

Para além de "Dark Spring", "Lemon Glow", "L'Inconnue" e "Drunk in L.A.", todas faixas do 7, que serviu de foco para a tour atual, também houve imenso espaço para a presença de outros álbuns icónicos da banda, como Bloom e Depression Cherry, na forma de músicas como "Myth", "PPP", e claro, "Space Song", onde a emoção foi puxada ao limite por entre a audiência. A nível de artifícios, fez-se uso de jogos de luzes e de projeções relativamente simples, com o mero propósito de servir de complemento ao som da banda. Os membros da banda revelaram-se bastante confortáveis a confrontar o imenso carinho e a expetativa do público, revelando-se comunicativos ao ponto de, a certa altura, Victoria Legrand revelar de forma jocosa sentir pena do público por causa do imenso calor humano que se sentia na audiência, e demonstrar alguma nostalgia pelo outro concerto que tiveram naquele mesmo local, há cerca de dois anos atrás. A sinfonia aeriforme tão característica dos Beach House acabou num encore que incluiu "Walk in the Park", e tanto a banda como o público saíram de coração cheio, ambas as partes saindo com a certeza de que foi, no mínimo, um serão muito bem passado que perdurará na memória de todos os presentes.

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segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Sound of Ceres abrem os concertos de Beach House em Portugal


Na próxima semana os americanos Beach House atuam no Coliseu de Lisboa antes de seguir até ao Teatro Sá da Bandeira, no Porto, no dia seguinte.

A primeira parte de ambos os concertos estará a cargo dos Sound of Ceres, uma experiência audiovisual com sons que vão desde a "exótica" dos anos 60 até majestosos horizontes futuros adornados por sintetizadores. Uma experiência única com representações visuais do universo com recurso a feixes de luz, fibra óptica e outros mecanismos feitos à mão. Com membros de projectos como Candy Claws, Apples in Stereo e the DrumsSound of Ceres é uma colisão de pensamentos que resulta da junção de autores, compositores e ilusionistas.

Os bilhetes para os concertos estão disponíveis por 28€ em bol.pt e locais habituais.

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sábado, 15 de setembro de 2018

Regresso de Beach House em dose dupla

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A banda americana Beach House, tida como uma das coqueluches mais adoradas da chamada dream pop, tem regresso marcado sob a alçada da promotora RITMOS para o fim do corrente mês de setembro, especificamente para o dia 25 no Coliseu de Lisboa, e para o dia seguinte no Teatro Sá da Bandeira no Porto.

Com eles, irão trazer o seu álbum mais recente, intitulado apenas como 7, onde contam, por exemplo, com a colaboração do Sonic Boom dos Spacemen 3, além de continuarem a ser uma das bandas com o historial mais consistente em termos de qualidade dentro do espectro do indie rock atual, sempre a procurar por maneiras de tornarem o seu som mais refrescante e atual sem nunca perder a sua identidade.

Os bilhetes custam 28€, estando à venda nos locais habituais. Fiquem com o vídeo mais recente vindo de 7, desta feita do single "Drunk In LA".

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quarta-feira, 7 de março de 2018

Beach House regressam a Portugal com novo álbum, 7


Os americanos Beach House vão regressar a Portugal no próximo mês de setembro pelas mãos da RITMOS, atuando no dia 25 no Coliseu de Lisboa e no dia seguinte no Teatro Sá da Bandeira, no Porto. Os americanos trarão na bagagem o seu novo disco, intitulado 7, que contará com colaborações de Sonic Boom (Spacemen 3) e James Barone. Os bilhetes têm o custo de 28€ e estarão disponíveis a partir da próxima sexta-feira, dia 9, em bol.pt e nos restantes locais habituais (FNAC, Worten, CTT, El Corte Inglês, etc.).

Além da anteriormente revelada “Lemon Glow”, os Beach House lançaram também “Dive", que podem ouvir em baixo.


7 será lançado a 11 de maio pelas editoras Sub Pop, Bella Union e Mistletone (pre order aqui), e terá a seguinte artwork e tracklist:


7 tracklist:
1. Dark Spring
2. Pay No Mind
3. Lemon Glow
4. L’Inconnue
5. Drunk in LA
6. Dive
7. Black Car
8. Lose Your Smile
9. Woo
10. Girl of the Year
11. Last Ride​

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sábado, 26 de agosto de 2017

Reportagem: Vodafone Paredes de Coura - 18 de agosto

Bruno Pernadas

O terceiro dia do festival teve no palco Jazz na Relva concertos de El Rupe e Paulo Barros. A Vodafone Music Session do dia, à qual não tivemos oportunidade de assistir, foi no centro da vila e esteve a cargo dos Moon Duo.

Os portugueses Cave Story abriram o recinto com um concerto no palco secundário. Estivemos pouco tempo por lá, mas tivemos a sorte de conseguir ouvir "Microcosmos", uma das melhores músicas do agora quarteto. A música portuguesa continuou no palco principal, onde tocou o sempre genial Bruno Pernadas, acompanhado por uma talentosa banda formada por, entre outros, Afonso Cabral (You Can’t Win Charlie Brown), Francisca Cortesão (Minta & the Brook Trout), Nuno Lucas e João Correia. Começaram com "Spaceway 70" e prosseguiram com músicas como "Ahhhhh", "Problem Number 6" e "Galaxy". As composições de Bruno Pernadas são uma mistura complexa de diversos géneros, misturados de maneira genial. É um dos melhores artistas portugueses dos últimos tempos e é sempre uma muito boa experiência ver as suas músicas serem tocadas ao vivo. Esperemos que tenham saído do recinto mais fãs dele do que aqueles que entraram.

Espreitamos o concerto de Andy Shauf e ficamos pouco impressionados. Ouvimos algumas canções bonitas, com uma sonoridade relaxada e agradável, mas muito pouco originais. Notou-se um bom uso de sopros ocasionalmente, mas nada que elevasse as canções a um patamar superior. O concerto não demorou muito a tornar-se enfadonho e por isso não ficamos por lá durante muito tempo.


Young Fathers

De volta ao palco principal, vimos o concerto dos Young Fathers. Logo à partida notou-se um grande contraste do preenchimento do palco em comparação com o concerto de Bruno Pernadas. Com poucos instrumentos e um grande foco na voz, os Young Fathers encheram o palco com a energia de todos os seus membros. O trio escocês trouxe um membro extra para tratar da percussão e apresentou um conjunto de músicas cuja sonoridade passou pelo hip hop, música eletrónica, R&B e até mesmo gospel. Apesar de terem um estilo que facilmente os distingue, este nem sempre resultou. Nem toda a percussão foi bem implementada e os pratos no qual tocou um dos vocalistas soavam mal. Muitas vezes sentiu-se um grande foco no ritmo e ficava a faltar uma melodia grave a servir de base à voz, à qual nos pudéssemos agarrar. Várias vezes os instrumentais quase se tornavam uma desordem de ruído onde apenas se distinguia um ritmo. Certas músicas pareciam uma mistura de sons estruturada de maneira estranha, sem objetivo definido. O concerto acabou com o maior hit da banda, "Shame", e foi bom ouvi-lo ao vivo.

O rock psicadélico dos Moon Duo invadiu de seguida o palco secundário. Ouvimos solos e riffs sobrepostos a ritmos repetidos, mas não ficamos por lá por muito tempo. É uma banda que não soa a nada de novo, mas deu certamente um bom concerto para fãs do género.


BADBADNOTGOOD

Um dos concertos mais falados do festival foi o dos BADBADNOTGOOD, finalmente em estreia no nosso país. Começaram com uma versão acelerada de "Speaking Gently" e acabaram com um crescendo em "CS60", tendo passado ao longo da setlist por diversos subgéneros de jazz em instrumentais retirados dos álbuns III e IV. Ao longo de todo o concerto o baterista Alexander Sowinski serviu de hype man e puxou pelo público, fazendo a certa altura toda a gente baixar-se e saltar ao mesmo tempo no início da secção mais intensa. Numa música iniciada por uma longa introdução de teclado e baixo, os restantes dois membros dançaram pelo palco, algo que levou a uma boa reacção do público.

A banda mostrou ser muito boa tecnicamente e o baixista destacou-se várias vezes pela sua qualidade. Apesar de ser também muito bom, o elo mais fraco foi provavelmente o baterista, que fez overdrumming num par de músicas e acelerou imenso várias secções que, por isso, ficaram desenquadradas das anteriores e não resultaram bem, tendo perdido bastante do seu impacto. Isto e alguns casos de instrumentos que mal se ouviam impediram este concerto de ser o melhor do festival. Nunca fiquei tão triste com um concerto tão bom, porque este podia ter sido o concerto excelente e espetacular (como LCD Soundsystem o ano passado) que ficou a faltar a esta edição do festival, mas estas falhas impediram-no talvez até de ser o melhor deste ano. No seu melhor a banda mostrou-se realmente impressionante, mas as piores partes do concerto, apesar de não terem sido muitas, foram claramente más e muito frustrantes. Houve uma enorme diferença de qualidade entre os melhores e piores momentos, marcados especialmente pelas abruptas mudanças de tempo.

No fim do concerto o baterista cumprimentou os fãs nas primeiras filas e percebeu-se a satisfação da maior parte do público. Foi um dos concertos mais marcantes do festival.


Japandroids

Enquanto os portugueses Octa Push tocaram no palco secundário, esperamos pelos Japandroids. O duo canadiano entrou em palco ao som de uma gravação composta por guitarra e spoken word e abriu a setlist com "Near to the Wild Heart of Life". Seguiram-se músicas como "Continuous Thunder" e a sempre energética "The House That Heaven Built", duas das melhores num concerto que teve demasiadas canções esquecíveis. Foram utilizadas gravações a acompanhar a guitarra e a bateria tocadas ao vivo, mas muitas vezes sentiu-se falta de um baixo ou de mais uma guitarra para preencher o som e criar mais variedade. As músicas nunca atingiam a intensidade que podiam atingir com uma banda com mais elementos. A performance vocal de ambos os membros também não foi nada de especial e nota-se que não têm grande talento como vocalistas, no entanto isso não prejudicou demasiado o concerto, pois cantam de uma maneira adequada para o género de música que tocam. Deram um concerto razoável, no qual foi possível perceber que são uma banda que soa melhor em estúdio.


Beach House

Os Beach House, maior cabeça de cartaz do dia, começaram mais de meia hora atrasados e deram um concerto bom, mas longe das melhores passagens da banda por cá. A voz de Victoria falhou mais que uma vez e um par de vezes Alex pareceu não ter controlo completo sobre o som da guitarra. Bons efeitos de luzes e projecções tornaram ainda melhores canções como "PPP", "Space Song", "10 Mile Stereo", "Wishes" e "Myth", mas houve também momentos aborrecidos ou pior executados. Nem todos os momentos em que Victoria cantou com mais intensidade se adequaram à música e nem todas as músicas estiveram ao mesmo nível. Foi bom, mas desapontante. Os Beach House têm capacidade para mais.

No After Hours houve Roosevelt e Red Axes, dois nomes que já passaram pelo NOS Primavera Sound.


Reportagem por: Rui Santos
Fotografia por: Hugo Lima

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sexta-feira, 28 de julho de 2017

Road to Vodafone Paredes de Coura #1



Já falta pouco para o Vodafone Paredes de Coura, que vai celebrar os seus 25 anos na próxima edição. Enquanto não começa a festa, sugerimos alguns dos concertos a ver entre 16 e 19 de agosto.

17 de agosto

Car Seat Headrest



Os Car Seat Headrest vão regressar a Portugal e com eles vão trazer novamente Teens of Denial, um dos melhores álbuns de 2016. Liderados por Will Toledo, são autores de algumas das músicas mais marcantes do indie rock dos últimos anos, incluindo “Drunk Drivers/Killer Whales”, “Fill in the Blank” e “Unforgiving Girl (She’s Not An)”. No mínimo algumas destas serão ouvidas dia 17 de Agosto no Palco Vodafone do festival.

Will Toledo é um cantautor muito talentoso, que consegue tirar o melhor das suas influências sem perder a personalidade própria da sua sonoridade. A banda que o acompanha mantém toda a sua qualidade ao vivo. O concerto dos Car Seat Headrest tem tudo para ser um dos mais especiais do festival. Refrões orelhudos, letras cativantes, composições dinâmicas e muita energia não vão faltar. 

- Rui Santos


18 de agosto

Bruno Pernadas



Bruno Pernadas é um dos melhores compositores e guitarristas portugueses, autor de dois dos mais criativos álbuns nacionais dos últimos tempos: How can we be joyful in a world full of knowledge e Those who throw objects at the crocodiles will be asked to retrieve them. As suas músicas integram uma grande variedade de instrumentos e passam por diversos géneros, como jazz, pop e folk.

A acompanhá-lo estão excelentes músicos, incluindo Afonso Cabral, vocalista dos You Can’t Win, Charlie Brown, Francisca Cortesão, de Minta & the Brook Trout, o baixista Nuno Lucas e João Correia na bateria, entre outros. Os seus concertos, com a presença de uma grande e muito competente banda, mantém a complexidade das composições originais, que são executadas de maneira exímia. É um daqueles concertos em que é especialmente interessante ver os artistas a tocar. Será certamente uma agradável surpresa para quem não o conhecer.

- Rui Santos



Beach House


Um dos maiores nomes do dream pop, com concertos constantes em Portugal, vai voltar e certamente não vai desapontar. O alinhamento deverá conter canções de vários álbuns, incluindo Teen Dream, Bloom e Depression Cherry, sendo que possivelmente se irá ouvir também uma ou duas canções da mais recente compilação B-Sides and Rarities.

As canções do duo são melancólicas, suaves e etéreas. Estas são marcadas pela voz extremamente bonita de Victoria Legrand, sempre acompanhada por melodias e harmonias de guitarra e teclado muito atmosféricas.

Os Beach House são uma banda que não tem nada a provar, estabelecida como uma das melhores do género. Os seus concertos são como a maior parte dos seus álbuns: simples, sem grandes surpresas, mas repletos de momentos bonitos e envolventes. Um concerto a não perder em Paredes de Coura, mesmo que já os tenham visto anteriormente.

- Rui Santos



19 de agosto

Ty Segall



O californiano Ty Segall está de volta a Portugal pelo 4º ano consecutivo. Sim, 4 anos de seguida. Em 2015 ele veio ao Paredes de Coura com os Fuzz, num concerto memorável dessa edição do festival nortenho. Este ano o set vai ser a “solo”, acompanhado pelo conjunto de músicos que o seguem desta vez, a Freedom Band. O último álbum de Ty Segall, produzido pelo Steve Albini dos Shellac, foi já gravado com esta banda.

Um disco de nome homónimo que talvez seja o mais fraco do Ty, com a exceção de uma ou duas músicas, o que não nos impressiona. Quem lança álbuns ao ritmo destas bandas eventualmente irá ter uma fase pior, é inevitável, acontece aos melhores e aos piores.

Talvez esta opinião mude depois de o vermos no palco principal do Paredes de Coura. Ty Segall ao vivo não falha, disso temos a certeza.

PS: Levem um pano para a cara, vai-se levantar muito pó aqui.

- Tiago Farinha



Foxygen



No último concerto que os Foxygen deram em Portugal houve quase tanta diversão e confusão em palco como fora dele. Houve coreografias de dança, lutas de espadas, flores e mais. Talvez este ano se repita a dose.

Independentemente da existência ou não de todo esse aspeto teatral, o que está quase garantido é uma setlist ainda melhor. Da última vez vieram apresentar o fraco …And Star Power, enquanto que desta vez trazem-nos Hang, caracterizado por um pop progressivo com momentos orquestrais e mais épicos que devem funcionar muito bem ao vivo. Podia ser a banda sonora de um teatro musical. Devemos também ouvir algumas canções de We Are the 21st Century Ambassadors of Peace & Magic, um disco mais psicadélico e também influenciado pelo glam rock dos anos 70.

Os Foxygen vão-nos levar umas décadas atrás e transportar-nos para os Estados Unidos. Que seja uma boa viagem.

- Rui Santos

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sábado, 17 de junho de 2017

"Chariot" dos Beach House já tem vídeo


Os Beach House lançam no próximo dia 30 de junho o álbum B-Sides and Rarities uma compilação composta por 14 temas, 12 deles retirados dos discos editados pela banda, e outros dois singles inéditos, "Baseball Diamond" e a já divulgada "Chariot" que é apresentada agora em formato audiovisual. 


B-Sides and Rarities tem data de lançamento previsto para 30 de junho pelo selo Bella Union.

B-Sides and Rarities Tracklist: 

1. Chariot 
2. Baby 
3. Equal Mind 
4. Used To Be (2008 single version) 
5. White Moon (iTunes session remix) 
6. Baseball Diamond 
7. Norway (iTunes session remix) 
8. Play The Game 
9. The Arrangement 
10. Saturn Song 
11. Rain In Numbers 
12. I Do Not Care For the Winter Sun 
13. 10 Mile Stereo (Cough Syrup Remix) 
14. Wherever You Go

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quarta-feira, 17 de maio de 2017

Beach House lançam compilação de "B-Sides and Rarities" em junho


Os Beach House vão lançar em junho o álbum B-Sides and Rarities, uma compilação composta por 14 temas, 12 deles retirados dos discos editados pela banda. Além desses singles a banda mostra ainda duas faixas inéditas "Chariot" e "Baseball Diamond", que foram gravadas durante as sessões de Depression Cherry e Thank Your Lucky Stars, os álbuns mais recentes da banda, lançados com dois meses de intervalo, em 2015.

Este novo álbum, B-Sides and Rarities já tinha sido anunciado, mas só agora foram conhecidos os pormenores adicionais, bem como o primeiro single de avanço, "Chariot", disponível para audição na íntegra abaixo.

B-Sides and Rarities tem data de lançamento previsto para 30 de junho pelo selo Bella Union.



B-Sides and Rarities Tracklist: 

1. Chariot 
2. Baby 
3. Equal Mind 
4. Used To Be (2008 single version) 
5. White Moon (iTunes session remix) 
6. Baseball Diamond 
7. Norway (iTunes session remix) 
8. Play The Game 
9. The Arrangement 
10. Saturn Song 
11. Rain In Numbers 
12. I Do Not Care For the Winter Sun 
13. 10 Mile Stereo (Cough Syrup Remix) 
14. Wherever You Go

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sábado, 17 de dezembro de 2016

Paredes de Coura confirma Beach House, BBNG e !!!


Hoje foi confirmada a presença de três bandas no próximo Vodafone Paredes de Coura, a decorrer entre 16 e 19 de Agosto de 2017. Beach HouseBADBADNOTGOOD e !!! são o trio que se junta a um cartaz que também tem  FoalsTy SegallCar Seat Headrest e Benjamin Clementine.

O Fã Pack Fnac do festival já está disponível por 75€ e inclui, além do passe geral, uma t-shirt exclusiva da 25ª edição do festival.

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quarta-feira, 27 de julho de 2016

Qer Dier: 5 perguntas, 5 respostas


Antes de atuarem no Festival Milhões de Festa, os Qer Dier, banda lisboeta formada por João Farmhouse, dos Mighty Sands, e Alexandre Moniz, dos Galgo, deram-nos uma "quick entreview" onde responderam a 5 perguntas.

Threshold Magazine (TM) -Sabemos que são elementos de Galgo e Mighty Sands (antes Los Black Jews) que fazem parte da banda. Como é que decidiram que queriam algo para lá das vossas bandas principais?

Qer Dier (QD) - Somos amigos de longa data, ver algumas bandas ao vivo e ouvir alguns discos levou-nos a tocar. A amizade levou aos Mighty Sands e aos Galgo. Levou aos Qer Dier também. Encerramos uma fase no Milhões, um primeiro capítulo desta história.

TM - Costumam vir ao festival? O que estão a achar?

QD - Fomos o ano passado. Não estudamos a rota Milhões de Festa. mas queremos ver tudo o que conseguirmos ver.

TM - Quais as bandas com que mais se identificam enquanto conjunto?

QD - Não temos uma banda, mas um conjuntos de bandas que nos foram surpreendendo ao longo dos anos.

TM - Oriundos de Lisboa, como tem o publico reagido à vossa música?

QD - Demos poucos concertos até agora, mas as melhores recepções que tivemos foram na SHE em Évora e no Puro Fun em Lisboa.

TM - O que têm ouvido ultimamente?

QD - Kiddos (uma boa nova cena), Air (melhor concerto do NOS Primavera Sound), vaiapraia (com um disco pronto a sair) e Beach House.

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segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Os melhores álbuns de 2015


Muitos foram os álbuns que ouvimos neste ano de 2015, mas nem todos podem figurar nas listas de final de ano. Desta forma, e tendo em conta os gostos díspares e comuns, fica em baixo a lista dos 25 melhores álbuns no geral para a redacção da Threshold Magazine.

25
Father John Misty – I Love You Honeybear



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24
Allen Halloween  Híbrido



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23
Jamie XX  In Colours



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22
Neon Indian – Vega Intl. Night School



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21
A Place To Bury Strangers – Transfixiation



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20
 Beach House  Thank Your Lucky Stars 



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19
Sufjan Stevens  Carrie & Lowell



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18
 Joanna Newsom  Divers



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17 
Atila – V



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16
Vince Staples – Summertime ‘06



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15
 Panda BearPanda Bear Meets the Grim Reaper



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14
Grimes – Art Angels 



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13
Oneohtrix Point Never – Garden of Delete



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12
 Beach House  Depression Cherry



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11
Thee Oh Sees  Mutilator Defeated At Last



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10
Death Grips  Powers That B 



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9
Pega Monstro  Alfarroba



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8
Spectres – Dying



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7
Chelsea WolfeAbyss



6
Julia HolterHave You In My Wilderness


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5
The Soft MoonDeeper


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4
Metz – II



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3
Courtney BarnettSometimes I Sit and Think, and Sometimes I Just Sit



2
Viet Cong – Viet Cong 



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1
 Kendrick Lamar – To Pimp A Butterfly 



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