quinta-feira, 16 de abril de 2020

15 anos de All is Violent, All is Bright celebrados em Portugal


Celebra-se neste ano de 2020 o 15º aniversário da edição do seminal disco All is Violent, All is Bright dos God is an Astronaut. Um disco que se tornou um marco da cultura post-rock feita na Europa (tal como Young Team dos Mogwai, por exemplo) e, que gerou toda uma nova fase na vida irlandeses.

All is Violent, All is Bright foi apresentado pela primeira vez no nosso país em janeiro de 2006, aquando da primeira tour dos God is an Astronaut por cá (acompanhados pelos ainda pouco conhecidos Linda Martini). 

Depois de de uma mão cheia de regressos a Portugal entretanto, por salas e festivais, os God is an Astronaut regressam novamente para tocarem na íntegra All is Violent, All is Bright. Depois de alterações nas datas originais devido à pandemia atual, os irlandeses têm previsto o seu regresso ao nosso país nos dias 12 (Casa da Música) e 13 de outubro (Estúdio Time Out Lisboa). O preço dos bilhetes de ambos os concertos é de 22 €.

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domingo, 15 de julho de 2018

Fotogaleria: God is an Astronaut [Casa da Música, Porto]


Na passada quinta-feira passámos pela Casa da Música para ver os irlandeses God is an Astronaut. Três anos depois do concerto no Hard Club (pela mão da Amplificasom), a banda irlandesa regressou agora a uma casa diferente. Desta vez, o mote foi a apresentação do novo álbum Epitaph, editado pela Napalm Records (este é o nono disco da banda).

A sala 2 da Casa da Música esteve praticamente cheia e a banda demonstrou um grande leque de músicas, não só deste último álbum como êxitos antigos como "All is Violent, All is Bright" e Suicide by Star". É possível ver a galeria de fotos aqui ou no link em baixo.

God is an Astronaut [Casa da Música, Porto]

Fotografia: David Madeira

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quarta-feira, 21 de março de 2018

Os God Is An Astronaut regressam a Portugal


Eis que, 3 anos depois, os irlandeses God Is An Astronaut regressam ao nosso país no dia 12 de julho. O concerto acontece no dia 12 de julho e terá lugar no Porto, mais precisamente na Casa da Música.  Este concerto acontece na sequência de uma tour europeia que servirá para apresentar ao vivo Epitath, o seu vindouro LP.





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quinta-feira, 7 de maio de 2015

Reportagem: God Is An Astronaut - Armazém F. [Lisboa]


A segunda-feira é o dia mais triste da semana, não há como negá-lo. Certo é que esta (a de dia 04 de Maio) foi bastante mais fácil de se ultrapassar do que as outras 16 já passadas. Os God Is An Astronaut foram a nossa luz ao fundo túnel, a salvação perante o início da rotina e da monotonia de mais uma semana de trabalho, sendo este forçado ou não. 
Uma sala à beira rio foi o suficiente para uma noite (ou fim de tarde, visto os dias serem mais longos) bem passada na companhia de algumas das melhores planícies sonoras feitas dentro e fora de portas. Às 21h em ponto sobem ao palco os Katabatic que já estão habituados a estas andanças. Depois de abrirem para os Caspian, estes pós-roqueiros regressam às grandes salas, contando já com alguma notoriedade dentro do género, em Portugal. 
O público, não muito numeroso, que se encontrava no Armazém F. agitava a cabeça e gesticulava ao ritmo da música proporcionada por João, José e Tiago. Este power trio endiabrado, e pouco comunicativo, cumpriu muito bem a sua função de aquecer os presentes, e mesmo aqueles que pouco se importavam com a banda de abertura não saíram dali desiludidos. Foram 40 minutos de headbang intensivo ao som de uma bass line potente capaz de fazer inveja a muita banda de metal que por aí anda. 

Ainda antes das estrelas do dia entrarem em cena, vemos um astronauta, vestido a rigor (com símbolos da Nasa e tudo) a ser barrado à entrada do Armazém. Dizem os seguranças que o capacete punha em risco a integridade física dos espectadores. Depois de muita insistência, o descendente português de Yuri Gagarin lá conseguiu entrar para tirar umas fotos com a pessoa do bar que, entretanto, desaparecera no meio do fumo. Eram os God Is An Astronaut a aterrar em Lisboa. 
“The End Of The Beggining” retirada do seu primeiro álbum com o mesmo nome, foi a primeira música ouvida neste concerto lisboeta, mostrando, logo de início, um Jamie Dean descontraído e bastante comunicativo proferindo, logo após a sua interpretação, um valente “Obrigado”. “Fragile” foi tocada de seguida e, após a anunciação de “Echoes”, ouvimos uma grande ovação por parte dos fãs, uma das músicas mais aplaudidas da noite. Já com o público bem aquecido, a banda atira-se a a novos caminhos antecipando músicas que estarão presentes no seu futuro disco Helios/Erebus, com data de lançamento a 21 de Junho. O público reagiu bastante bem e até cantou algumas partes das novas músicas, a pedido de Jamie Dean. O músico saltou para o meio da plateia, de guitarra ao ombro, agitando os seus longos cabelos à medida que a “Worlds In Collision” chegava ao seu clímax. Pelo meio, aproveitou para tirar algumas selfies com o público e, posteriormente, do público, com a câmara de uma fã situada na primeira fila. 
“Fire Flies And Empty Skies” e “Forever Lost”, ambas de All Is Violent, All Is Bright, o álbum mais conceituado da banda, foram guardadas para o final, mantendo sempre o espírito bem aceso, sem deixar resfriar os ânimos. A última das duas encerrou o suposto alinhamento, porém , a banda confessou que não faz encores porque não gosta de mentir aos seus fãs, virando-se de costas para o público e pedindo a estes que reajam da mesma forma como se eles tivessem saído e voltado ao palco. O público reagiu ainda mais euforicamente, rindo desta brincadeira feita pelos Irlandeses. “Suicide By Star” seria mesmo a faixa que punha termo a este concerto, cerca de um ano e meio depois da sua última vinda a terras lusas. 
Passado pouco tempo, a banda regressaria ao palco, não para tocar mas sim para falar com os seus admiradores e assinar alguns discos e bilhetes. Uma boa atitude de uma banda já algo consagrada, mostrando que nem todo o “rock” (ou o que lhe quiserem chamar) é feito de vedetices. Aproveitámos a deixa e decidimos perguntar aos irmãos Torsten e Niels Kinsella, membros fundadores, para quando é que estava agendada a digressão de promoção deste Helios|Erebus, ao que responderam que lá para o final de 2016 e/ou inícios de 2017 poderíamos contar com eles de regresso ao nosso país. Esperemos que a promessa se cumpra e até lá ficamos com as boas recordações deste concerto guardadas na nossa cabeça, enquanto ouvimos “Exit Dream” e nos lembramos de tudo o que aconteceu na não-tão-má segunda-feira passada.


Fotografia e Reportagem: Diogo Oliveira

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

God Is An Astronaut regressam a Portugal em Maio


Os irlandeses God is an Astronaut, que estiveram presentes no Paredes de Coura em 2013, regressam aos palcos portugueses em Maio. O primeiro concerto tem lugar no Hard Club (Porto), a 3 de Maio e recebe abertura pelos Quelle Dead Gazelle. No dia seguinte a banda actuará no Armazém F, em Lisboa, onde a abertura da noite será assegurada pelos Katabatic

3 de Maio - Hard Club, Porto || 21.00H
4 de Maio - Armazém F, Lisboa ||21H

Preço dos bilhetes para ambos os concertos: 18€ || 20€ (a partir de 1 de Abril)


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