sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

STREAM: Hante. - FIERCE


Hante. está de regresso aos trabalhos de estúdio com FIERCE, o seu novo registo longa-duração que vem dar seguimento a Between Hope & Danger (2017) e que conta com uma mão cheia de convidados, nomeadamente Sólveig Matthildur (Kælan Mikla), Marble SlaveFragrance.Ætervader e Box von Düe. Neste novo trabalho Hélène de Thoury volta a explorar as habituadas camadas texturais que compõem o seu trabalho e que conjugam uma minimal wave catchy de ritmos monocromáticos e tonalidades apaixonantes e sonhadoras.

Deste novo trabalho já tinham anteriormente sido apresentadas as faixas "Wild Animal", e "The Moon Song". Além das referidas recomenda-se vivamente a exploração de temas como a rítmica "Tomorrow Is A New Day", "Unknown", "Waiting for a Hurricane" - a explorar sintetizadores tão depressa sonhadores como característicos da retrowave -, "RESPECT" - pronto para fazer suar as pistas de dança - e ainda "Silence The Voices" - um hino aos sons mais noctívagos.

FIERCE foi editado esta sexta-feira (18 de janeiro) pelo selo próprio selo da artista, a Synth Religion e pela Metropolis Records em formato vinil e CD. Podem comprar o disco aqui.


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quarta-feira, 30 de maio de 2018

Reportagem: MONITOR 2018 [Stereogun, Leiria]


A terceira edição do MONITOR, o Minimal Wave & Post-Punk International Rendez-Vous que a visionária Fade In tem feito acontecer na cidade de Leiria desde 2016, voltou este ano com um dos melhores cartazes da história numa das salas mais futuristas do país, a Stereogun. Com cinco estreias em solo nacional (Fragrance., Black Nail Cabaret, L'An2000, Autobahn, Petra Flurr & 89st) e ainda um regresso (Hante.) foi no passado sábado, dia 26 de maio, que tudo aconteceu e quem marcou presença sentiu na pele que Leiria tem uma cultura prontíssima para fazer frente às grandes metrópoles. 

FRAGRANCE. 

Fragrance.

Com início previsto para as 18h00, o MONITOR teve arranque pelas 18h20 com o francês Matthieu Roche a subir ao palco da Stereogun, acompanhado por teclista, para aquele que viria a ser o primeiro concerto da carreira do cantor, produtor, designer e artista visual por trás da identidade Fragrance.. A iniciar concerto com uma das faixas do novo LP, Matthieu Roche aproveitou para dizer "We're Fragrance, playing at MONITOR festival", enquanto nos ia fazendo dançar com a sua synthpop e entretendo com as suas projeções visuais. Aliás, a performance de Fragrance. foi essencialmente marcada por todo o espetáculo audiovisual que a acompanhou e que a fez destacar-se das restantes, mesmo apesar de se terem ouvido alguns ruídos ao nível do microfone. 


Fragrance. @ MONITOR 2018 [Stereogun, Leiria]

Para um primeiro concerto de carreira, Matthieu Roche esteve bastante à altura mostrando, ainda, que a sua voz doce não se fica só pelos trabalhos em estúdio. Durante o concerto pudemos vê-lo a dançar aqui e ali e ouvir temas como "So Typical", "Lust For Lights" e "Heatwave", além de uma mão cheia de novas faixas a integrar o disco de estreia que segue ainda sem data de lançamento prevista. A encerrar com "Collapse", Matthieu Roche agradeceu à Fade In pelo convite e por todo o festival MONITOR, sempre com aquela sua simpatia tímida. Para quem chegou a tempo este foi um bom aperitivo de entrada e a garantia que daqui a uns anos Fragrance. será certamente um produtor requisitado pelas pistas de dança. 


HANTE. 


Hante.

Por volta das 19h30, Hélène de Thoury, mentora do projeto Hante. entrou em cena para dar um show onde a synthwave e a darkwave estavam de mãos dadas. Hélène de Thoury é uma das figuras relativamente recentes dentro do panorama underground, mas também uma das mais influentes no meio. Fundadora da label Synth Religion - que já lançou trabalhos de bandas como Box And The Twins, Ash Code ou Dark Door (estes dois últimos já passaram também por cá com a chancela Fade In) - Hélène tem ainda sido responsável pela masterização de vários álbuns de artistas como foi o caso do EP Dust&Disorders de Fragrance.


Hante. @ MONITOR 2018 [Stereogun, Leiria]

O concerto de Hante. começou de forma mais calma e foi progressivamente ganhando uma estrutura enérgica que culminou numa intensa interação com o público, onde nos primeiros minutos da performance de "One More Dance", Hélène de Thoury desceu do palco para a zona do público para que todos pudéssemos disfrutar da sua música ao mesmo nível enquanto íamos dançando. Apesar da voz se notar um pouco baixa face à instrumentação que a acompanhava, Hante. manteve uma performance dinâmica interpretando diferentes estados espírito em placo e revisitando os seus diversos trabalhos através de músicas como "Live To Die Another Day", "Éternité", "Storm" ou "Living in a French Movie". A sua performance teve fim pelas 20h30. 

BLACK NAIL CABARET 


Black Nail Cabaret

Formados em 2008 na Hungria, os Black Nail Cabaret são, desde 2016, constituídos por Emese Arvai-Illes (voz) e Krisztian Arvai (teclas), dupla que subiu ao palco do MONITOR em mais uma estreia nacional. A arrancar pelas 20h40, o concerto dos Black Nail Cabaret foi uma das grandes surpresas do festival porque mostrou efetivamente que a banda húngara é bastante profissional ao vivo e que as suas músicas resultam muito bem neste formato. Emese Arvai-Illes tem uma voz muito carismática e a sua presença em palco mostrou a sua faceta amigável e acima de tudo genuína - pelos seus sentidos "thank you" e pelos seus passos de dança marcados - o que foi fortemente evidenciado pelos "bravo" e aplausos que se faziam ouvir do público, ao finalizar de cada tema. 

Esta performance foi também enriquecida pela sonoridade divergente que caracteriza a discografia dos Black Nail Cabaret e que conseguiu construir momentos distintos e igualmente diligentes durante a sua execução. Deu para dançar, cantar em uníssono, gastar a reserva de calorias até à hora de jantar e ainda ouvir temas como "Sister Sister""Let Me In""Satisfaction""Therapy" e, para finalizar, "Veronica"


Black Nail Cabaret @ MONITOR 2018 [Stereogun, Leiria]

Pelas 21h30 estava assim encerrada a primeira parte desta terceira edição de festival MONITOR que pela noite fora ainda prometia muitas surpresas. Devido ao atraso de 30 minutos foi comunicado pela organização que a segunda parte do festival iria arrancar pelas 23h30 e não pelas 23h00 como estava inicialmente previsto. 

L'AN2000

L'An2000

De volta à Stereogun, pelas 23h55, estavam os franceses L'An2000 a subir a palco para nos presentearem com mais uma estreia nacional em apresentação da sua pop retro futurista. Com dois EP's editados até à data - Strangers (2015) e Illusions (2016) – este último editado numa versão estendida pela Manic Depression – os L'An2000 surpreenderam certamente grande parte do público presente pela sua prestação descontraída e por terem apresentando mais um dos concertos onde a música tem um poder de conquista muito superior ao vivo, comparativamente ao resultado em estúdio. Para quem assistiu este foi talvez um dos melhores concertos desta edição do MONITOR mesmo apesar dos problemas que ocorreram, nomeadamente durante a performance de "Malibu", onde o vocalista Wandy Giraud começou por pedir para lhe subirem a voz e, de repente, o baterista deixou de tocar, o teclista também parou e, entretanto, ouvia-se Giraud a dizer "I did something wrong, sorry. Let’s do it again!". Curiosamente este erro, que poderia prejudicar toda a performance da banda, foi completamente compreendido pelo público e assim que se repetiram os primeiros segundos da música, o ambiente de festa estava novamente instalado. Também não era para menos afinal, a música dos L'An2000 é muito fofinha e consegue fazer aquele click entre espetador e performer quase de forma instantânea. 


L'An2000 @ MONITOR 2018 [Stereogun, Leiria]

"Obrigado, that’s what you say in portuguese, right? Thanks a lot to you guys, the next one is in french" disse Giraud e começávamos a ouvir mais uma das grandes malhas do trio francês, "Je Te Fuis" que seria sucedida, mais tarde pela também poderosa "Nonsense", ambas a receberem uma imensidão de aplausos. Já com "Strangers" a começar por se fazer ouvir, aconteceu mais uma vez um engano, assumido por Giraud com um "we're sorry tonight" o que levou a alguém do público afirmar "shame on you", prontamente respondido pelo vocalista com um "yeah, shame on us (…) Do you want to dance?", preparando assim o público para mais folia. Com "The Light" a ser anunciada como última música da performance, os L'Ann2000 acabariam por surpreender o público com ainda mais uma música, desta vez em tributo aos The Cure, com uma cover do seu conhecidíssimo tema "A Forest". Foi uma performance muito boa e a prova de que é possível errar e mesmo assim dar um concerto muito aplaudido e sentido, pelo público. Os L'Ann2000 despediram-se de palco pelas 00h50. 

AUTOBAHN 


AUTOBAHN

Por volta das 01h10 os Autobahn estavam em palco prontos para mostrar o porquê de terem conquistado a crítica especializada internacional e de se terem tornado uma das bandas mais interessantes da atualidade dentro do panorama post-punk. A Leiria traziam como reportório o mais recente disco The Moral Crossing editado pelos selos Tough Love e felte records, mas também os mais conceituados temas de Dissemble. A abrir com "Prologue" foi em "Orbituary" que se viram os ânimos a surgir em altas na Stereogun. Os Autobahn não são meninos que brincam às bandas e isso notou-se logo quando se viu que Craig Johnson estava corpo e mente no concerto, parecendo distante quando não cantava, mas envolvido por sentimentos que não dá para descrever. A sonoridade dos Autobahn em estúdio já é amplamente poderosa e envolvente, mas ao vivo torna-se ainda mais contagiante e é impossível não querer saltar, gritar e destruir tudo. 


AUTOBAHN

Depois de uma performance estrondosa com "Immaterial Man" a fazer escutar-se suja, o guitarrista Michael Pedel queixou-se de problemas ao nível do amplificador o que levou cerca de nove minutos a voltar a restabelecer. Ao contrário do concerto dos L'An2000 esta foi uma pausa extremamente longa e sem interação entre banda público o que, certamente, levou a que muitos acabassem por ficar desiludidos com a prestação da banda. Na minha opinião pessoal, apesar não ter percebido qual o problema com o amplificador, esta pausa acabou por não afetar a minha experiência como ouvinte, uma vez que os Autobahn continuaram a fazer o papel deles enquanto músicos, sem deixar que a sua prestação em palco fosse afetada por isso, tocando com a energia que eu tinha projetado para eles. Aliás, também na minha opinião profundamente pessoal, a performance de Craig Johnson foi meritória. Quando não cantava, além de distante, por vezes virava-se de costas para o público para que percebêssemos que aquele era o momento dos seus colegas brilharem. 

Seguindo a sonoridade mais punk de Dissemble a banda apresentou ainda "Beautiful Palce To Die" e "Impressionist" antes de retomar a The Moral Crossing. Foi depois de "Future" que se notou que os problemas técnicos sentidos inicialmente já estavam mais atenuados, contudo Craig dirigiu-se pela primeira vez ao público com um "sorry, it’s really hard to play with this amp", deixando que "Execution/ Rise" se fizesse ouvir alto e bruto para que o público sentisse a energia e, igualmente, perdesse o controlo. De regresso a Dissemble ouvimos ainda a enorme "Ostentation" antes de os Autobahn se despedirem de Portugal com o tema homónimo "The Moral Crossing", uma das melhores composições deste segundo disco e, eventualmente a mais marcante de toda esta performance, sem direito a encore


AUTOBAHN

Estava ali encerrado (para mim) o grande concerto do MONITOR 2018 e a resposta ao porquê dos Autobahn serem todo um novo furacão. Já diziam os Kraftwerk, "Wir fahren fahren fahren auf der Autobahn", mas o que eles não sabiam era que um dia aparecia uma nova Autobahn que nos iria conduzir a nós. Essa "Autobahn" chegou e é liderada por cinco músicos exímios de Leeds, talvez demasiado perfecionistas, mas ainda assim profissionais. 

PETRA FLURR + 89st 

Petra Flurr & 89st

Para encerrar a terceira edição do MONITOR, a Fade In escolheu o electro-punk minimalista de Petra Flurr, vocalista que em Leiria se juntou ao mexicano 89st para encerrarem o MONITOR de forma histórica, como não poderia deixar de ser. A subirem a palco por volta das 02h30 a dupla promoveu mais uma das atuações que colocaram a pista da Stereogun ao rubro, numa dança descoordenada, mas sempre sentida. Apesar de terem uma plateia mais reduzida que os antecessores Autobahn isso não inibiu Petra Flurr & 89st de mostrarem que no que toca à música eletrónica eles sabem o que fazem. 

A apresentarem novos temas em palco foi com os mais conhecidos "Augenhöhe""Criminal Is The Name""Flurr- Frei sein" e, claro, o enorme "Monotone Agressione Zone", que o público do MONITOR mais uma vez pôde comprovar a eficácia e eficiência da Fade In na escolha criteriosa de excelentes artistas que outrora, muito dificilmente passariam por cá. Petra Flurr & 89st despediram-se do público português por volta das 03h26. 


Petra Flurr & 89st @ MONITOR 2018 [Stereogun, Leiria]

Esta terceira edição do MONITOR foi totalmente exemplar. O cartaz estava muito bom para quem teve a possibilidade de ouvir as bandas em estúdio; aconteceu pela primeira vez na sala Stereogun - um dos espaços mais futuristas do país com uma sala reservada a fumadores e pista de dança reservada a não fumadores -; os artistas e performers eram bastante amigáveis e, no geral, deram bons concertos e a Fade In voltou a mostrar que há uma cultura que não se vende em prateleiras de hipermercados. Que venha a quarta edição.

Texto: Sónia Felizardo
Fotografias: Virgílio Santos

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terça-feira, 3 de abril de 2018

MONITOR 2018 – A afirmação de um rendez-vous monocromático


A terceira edição do MONITOR, o Minimal Wave & Post-Punk International Rendez-Vous que a Fade In criou em 2016, volta este ano a mudar de casa, acontecendo a 26 de maio no Stereogun (um novo espaço que nasce em Leiria a 12 de abril) numa edição que tem tudo para o afirmar como um evento de culto a nível nacional. De igual modo ao que tem sido implementado nas edições passadas o MONITOR 2018 vai contar com um total de seis artistas, dos quais cinco vêm fazer a sua estreia absoluta em território nacional. Ainda nas novidades, convém relembrar que os bilhetes estão limitados a 220 unidades (podem comprar bilhete aqui) e este ano haverá uma pausa de duas horas para jantar entre as três primeiras atuações da tarde e as três últimas da noite.

Nas principais atrações desta edição encontram-se os cabeças de cartaz Autobahn. A banda oriunda de Leeds começou por lançar os primeiros EP’s entre 2013 e 2014 tendo afirmado-se dentro do movimento post-punk com a edição de Dissemble (2015), disco de estreia na casa Tough Love. Com o segundo disco, The Moral Crossing (2017), que servirá de apresentação no MONITOR, a banda passa a integrar o catálogo da americana Felte Records, explorando novas sonoridades. Esta é uma das estreias nacionais mais aguardadas dos últimos anos e, certamente, será uma experiência única. 



Também a chamar muita gente está Hante. o projeto a solo da francesa Hélène de Thoury, fundadora da label Synth Religion que já lançou trabalhos de bandas como Box And The Twins, Ash Code ou Dark Door. A artista é o único dos seis nomes que não se estreia em Portugal, mas traz na bagagem o novo disco Between Hope & Danger (2017), além do seu habitual ambiente confessional, intimista e sempre obscuro. 



A darkwave de Hante. é servida depois da estreia a solo do francês Matthieu Roche, que se apresentará sob o moniker Fragrance e será o responsável pela abertura do MONITOR às 18h00. A sua synthpop apresenta um universo conquistador pela escolha de sons suaves e incisivos e do timbre vocal de Matthieu a fazer lembrar TR/ST, por exemplo. O seu EP de estreia, Dust & Disorders e o novo EP a sair este ano rodarão certamente na pista de dança do Stereogun



A fechar as performances da tarde encontra-se a dupla de synthpop-noir Black Nail Cabaret. Formados em 2008 na Hungria, os Black Nail Cabaret são desde 2016 constituídos por Emese Arvai-Illes (voz) e Krisztian Arvai (teclas) e a sua sonoridade é fortemente inspirada em nomes como Depeche Mode, Ultravox, Soft Cell ou Eurythmics. No MONITOR - e também numa estreia em território nacional - a dupla apresentará o seu sexto e último disco Dichromat (2016). 



Às 23h00 os franceses L'An2000, trio constituído por Wandy Giraud (voz, guitarras e teclas), Benoît Aubert (bateria) e por Tom Foucaud (baixo e teclas) e dividido entre Nantes, Paris e Les Sables d’Olonne, retomam os concertos no MONITOR para uma injeção de post-punk e coldwave. O trio, que toca antes dos britânicos Autobahn, apresentará em Leiria o seu mais recente EP Illusions (que apelará fãs de bandas como Silent Runners) e as canções do disco de estreia Strangers (2015). 



Para encerrar a terceira edição do MONITOR, a Fade In escolheu o electro-punk minimalista de Petra Flurr, um dos “personagens” mais controversos e peculiares do underground que se junta agora ao mexicano 89st para um trabalho coletivo que chegará às prateleiras este ano e será apresentado em Leiria. Além deste novo disco é possível que a setlist do concerto integre temas como "Terror-Ist”, "Tragisch", "Biba Butzermann" ou "Nacht Und Tag". 



MONITOR acontece a 26 de maio no StereogunA abertura de portas será às 17h30 e os concertos têm início marcado para as 18h00. Depois das actuações haverá uma afterparty com um dj set meticulosamente preparado por Broto Verbo. O bilhete para o evento já se encontra à venda e tem um custo de 30€. Todas as informações adicionais podem ser encontradas aqui.



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quarta-feira, 14 de março de 2018

MONITOR acontece este ano no Stereogun


O Stereogun é uma nova sala que nasce agora em Leiria para acolher as mais diferentes formas de arte. Em maio servirá de base para a terceira edição do festival MONITOR, o Minimal Wave & Post-Punk International Rendez-Vous da Fade In que este ano traz cinco nomes - de um total de seis - em estreia nacional e está marcado para o dia 26 de maio. 

O grande destaque desta edição, além da mudança de espaço, são os cabeças de cartaz do evento, os britânicos Autobahn que desde a edição de Dissemble (2015) se tornaram imediatamente uma das novas bandas revelação dentro das sonoridades do post-punk e subgéneros. A Leiria, em estreia nacional, apresentam The Moral Crossing (2017), o mais recente disco de estúdio que lhes valeu contrato com a Felte Records (editora de nomes como Odonis Odonis, Sextile e/ou Soviet Soviet). 


Além dos Autobahn, Hante. - o projeto a solo da francesa Hélène de Thouryé um dos nomes que também se destaca nesta edição. A fundadora da label Synth Religion - pela qual tem editado os seus trabalhos - apresentará em Leiria o ambiente confessional, intimista e obscuro, em promoção do mais recente disco Between Hope & Danger (2017). Antes da performance de Hélène de Thoury  toca o projecto de synthpop de Matthieu Roche, Fragrance e depois dela tocam Black Nail Cabaret. A abrir os concertos da noite, os franceses L'An2000, a apresentar a sua "pop retrofuturista com doses equitivas de coldwave, new wave e post-punk". A terceira edição do MONITOR encerra com Petra Flurr & 89st.




Os primeiros três concertos (por ordem de actuação, Fragrance, Hante. e Black Nail Cabaret) decorrerão das 18h às 21h, seguindo-se uma pausa de duas horas para jantar, retomando o festival às 23h com as restantes três actuações (L'An2000, Autobahn e Petra Flurr & 89st).

A abertura de portas será às 17h30 e os concertos têm início marcado para as 18h00. Depois das actuações haverá uma afterparty com um dj set meticulosamente preparado por Broto Verbo. O bilhete para o evento já se encontra à venda e tem um custo de 30€. Todas as informações adicionais podem ser encontradas aqui.

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segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Black Nail Cabaret e Hante. nas novas confirmações do MONITOR


A dupla de synthpop-noir Black Nail Cabaret e o projeto a solo da francesa Hélène de Thoury - Hante. - são os dois novos nomes a juntar-se ao cardápio da terceira edição do festival MONITOR que já tinha visto anteriormente confirmados os franceses L'An2000 e Fragrance.

Formados em 2008 na Hungria, os Black Nail Cabaret são desde 2016 constituídos por Emese Arvai-Illes (voz) e Krisztian Arvai (teclas) e a sua sonoridade é fortemente inspirada em nomes como Depeche Mode, Ultravox, Soft Cell ou Eurythmics. No MONITOR - e também numa estreia em território nacional - a dupla apresentará o seu sexto e último disco Dichromat (2016).





Dois anos depois de se ter estreado no Hard Club, Porto e CEO, Lisboa, a francesa Hélène de Thoury regressa a Portugal, desta feita para atuar em Leiria, onde apresentará a sua música synthwave. Fundadora da label Synth Religion - pelas quais tem editado os seus trabalhos - o ambiente confessional, intimista e obscuro de Hante. será mostrado em Leiria em promoção do mais recente disco Between Hope & Danger (2017).



O MONITOR - Minimal Wave & Post-Punk International Rendez-Vous acontece a 26 de maio ainda com espaço por revelar, em Leiria. Todas as informações adicionais podem ser enontradas aqui.

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sábado, 20 de fevereiro de 2016

Hante junta-se a Lebanon Hanover e Zurich Dada no Hard Club


Hante, o projeto a solo da francesa Hélène de Thoury é o terceiro nome a juntar-se ao cartaz da programação da Muzik Is My Oyster, a 7 de maio no Hard Club - Porto, partilhando palco com Lebanon Hanover e Zurich Dada. Hante trará assim a sua synthwave numa noite que promete uma atmosfera bastante obscura.


O mais recente trabalho de Hélène de Thoury é This Fog That Never Ends,  editado em janeiro do presente ano pela Synth Religion e Stellar Kinematics. Os concertos têm início às 21h30.



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