Os Cancro são um trio habituado às lides musicais. A banda formada por Fabio Jevelim (Paus e Riding Pânico), José Penacho (Marvel Lima e Riding Pânico) e Tiago Lopes nasceu das cinzas das fogueiras de cantautores e veio para lhes queimar as violas, punk feito de 0's e 1's aos berros pelo ser humano em cima de guitarras sujas e chorosas.
Este projeto nascido no estúdio Haus levou à criação de um longa duração, intitulado + (mais) que será editado apenas em formato digital ainda neste mês de outubro. O disco será apresentado no próximo sábado, 19 de outubro, no Sabotage Club em Lisboa. "Plástico" é o primeiro avanço de + e pode ser ouvido em baixo.
Aos já confirmados Nils Frahm, Marlon Williams, Alice Phoebe Lou e Núria Grahm juntam-se Medeiros/Lucas, Filipe Sambado, Riding Pânico, IAN, Madrepaz e West Coast Man, numa programação diversificada que vai levar o melhor da música a Braga nos dias 16 e 17 de Novembro. As actuações distribuem-se entre o Theatro Circo, GNRation e centro da cidade.
Os bilhetes para sábado e os passes gerais para o Festival para Gente Sentada já se encontram esgotados. Os bilhetes para sexta-feira, 16 de Novembro, podem ser adquiridos por 25€.
O Woodrock regressa este ano à Praia de Quiaios na Figuira da Foz para a sua sexta edição e esta semana avançou com mais três nomes a integrarem o alinhamento nos dias 19, 20 e 21 de julho. A longevidade militante dos Riding Pânico, a afirmação segura dos Earth Drive e a descoberta refrescante dos NU, juntam-se agora aos já confirmados Planet Of Jesus (Suécia), Fast Eddie Nelson (Portugal), Huanastone (Suécia) e Niña Coyote Eta Chico Tornado (Espanha). Num total serão 14 os artistas que se constituirão o line-up desta sexta edição de Festival Woodrock.
Os passes gerais têm até dia 31 de março, o valor de 21€00, data a partir da qual se fixam nos 24€ e podem ser adquiridos nos locais habituais e online em https://woodrock.bol.pt. Estes passes também garantem o acesso gratuito ao Parque de Campismo de Quiaios e a um desconto no acesso à Piscina de Quiaios.
A marca de cerveja artesanal, Musa, vai inaugurar no próximo dia 4 de outubro (quarta-feira), a TAP ROOM, um espaço de prova ao público que também pode ser chamado de bar ou brewpub e ficará situada na Fábrica Musa. Para construir a festa de inaugiração, a Musa juntou-se à Haus, Cuca Monga e Filho Único, que são as associações/editoras/agências responsáveis pela curadoria musical deste dia e dos próximos a decorrerem num prazo de seis meses. A palco trazem Riding Pânico, Éme e Iguana Garcia para ligarem os amplificadores, além dos DJ's set.
A entrada é livre a partir das 20h30 e todas as informações adicionais podem ser consultadas aqui. O programa completo segue abaixo.
Programa: 17h30: Apresentação aos jornalistas do TAP ROOM e Fábrica Musa 18h30: Welcome Beer 20h30: Abertura ao público com concertos de Éme, Riding Pânico e Iguana Garcia. DJ Sets da Haus, Cuca Monga e Filho Único.
"Em agosto há L’Agosto" é o mote de apresentação do novo festival urbano de Guimarães - L'Agosto - que decorre entre o fim-de-semana de 10 a 12 de agosto no Museu Alberto Sampaio. Nesta primeira edição, onde world music, electrónica e rock são as três pautas que marcam o ritmo dos três dias de concertos, o L'Agosto apresenta Octa Push, Riding Pânico, 10 000 Russos e Kimi Djabaté como principais atrações.
O primeiro dia de festival conta com as brasileiras Spicy Noodles (Brasil) - numa explosão de samplers, guitarras e teclados - e, centrado nos ambientes world, traz também os vimaranenses El Rupe, acabados de editar Suite 3,14, e o guineense Kimi Djabaté.
A saga continua, a 11 de agosto, com o carrossel rockeiro dos RATERE, a ruralidade psicadélica dos Ganso, as incursões de post-punk psicadélico dos 10 000 Russos e a super-banda Riding Pânico.
O cartaz do L'Agosto encerra a 12 de agosto numa festa electrónica pautada pela miscelânea de ritmos de O Gringo Sou Eu, White Haus e Octa Push. A entrada para todos os concertos é livre. Todas as informações adicionais aqui.
O
festival conta com o apoio da Câmara Municipal de Guimarães e do Museu
Alberto Sampaio e é organizado pela Elephante MUSIK e Estúdio Lobo Mau.
Considerado o Melhor Festival Indoor da Península Ibérica em 2016, o Party Sleep Repeat volta a ser reconhecido nos Iberian Festival Awards, desta vez com o prémio de Best Small Portuguese Festival.
Os bilhetes têm um preço único de 7€ e estão à venda na last2ticket. No dia do evento, a entrada aumenta para 10€ e só pode ser adquirida à porta da Oliva entre as 14h00 e as 03h30. As receitas da bilheteira revertem para o projeto “Apadrinhe Esta Ideia” da Associação de Jovens Ecos Urbanos e para projetos de investigação da Liga Portuguesa Contra o Cancro.
O Cult.Urb_Viseu.Fest está de volta para a sua 2ª edição. O festival organizado pela Acrítica C.R.L. consiste num conjunto de eventos que, ao longo de todo o mês de Abril e através de uma mescla dos conceitos de cultura e de cidade, pretendem contribuir para uma oferta cultural pertinente e com consistência.
A diversidade de linguagens artísticas é uma das marcas do evento, sendo criados diferentes momentos que contribuem para um conjunto sólido e coerente: música, arquitectura, edição de autor, literatura, livro e biblioteca, cinema, pintura e fotografia de retrato. Cult.Urb_Viseu.Fest acontecerá entre 1 e 30 de Abril no espaço cultural Carmo’81.
Fiquem com a programação completa do evento:
MÚSICA: Paus, White Haus, Riding Pânico, Memória de Peixe, Galo Cant’às Duas, João Lugatte, DJ Quesadilla, DJ João Vieira.
LITERATURA: Rui Zink, Maria João Fonseca, Inês Flor, João Pedro Azul, Mostra Internacional de Fanzines e de Edições de Autor, Feira do Livro Usado
Os Riding Pânico preparam-se para editar esta semana o novo álbum de estúdio, Rabo de Cavalo, sucessor de Lady Cobra (2008) e Homem Elefante (2013). A banda, que conta agora na sua formação membros dos PAUS, Quelle Dead Gazelle, Marvel Lima, LAmA e Cruzes Credo, vai apresentar este novo trabalho ao vivo já na próxima quinta-feira, 16 de março, no Musicbox.
Estivemos à conversa com Fábio Jevelim, Miguel Abelaira e João Nogueira sobre todas estas novidades.
Threshold Magazine (TM) - Porquê o nome Rabo de Cavalo e o que podemos esperar deste novo trabalho, para quem ainda não ouviu?
Fábio - Escolhemos primeiro os nomes das músicas e depois tentámos escolher o nome do álbum. Surgiram muitos e acabou por ficar este sem uma razão em especial. Achámos piada e talvez se consiga associar mais ao nome dos outros álbuns. Estivemos entre isto e Montanha Russa. Entretanto escolhemos este. TM - Preferiram continuar no reino animal (risos). João - É um bocado difícil definir o que estivemos a fazer. Está um disco diferente dos outros. O nível de diferença, ou como está diferente, não sabemos dizê-lo. Vamos deixar ao critério de quem nos vai ouvir.
Fábio - O pessoal quando faz um disco, principalmente em Riding Pânico, acaba por fazê-lo de uma forma despreocupada. Fizemos assim ao longo da nossa carreira. Por isso, quando fazemos as músicas não pensamos muito em conceitos. Fazemos o que nos apetece naquele momento. Esperamos tocar o álbum e mostrar ao pessoal o novo trabalho.
TM - Eu senti que Rabo de Cavalo é um álbum menos cru, menos agressivo e mais atmosférico e electrónico, na parte dos sintetizadores. Era isso que pretendiam passar?
Fábio - Foi usado menos peso no álbum, menos descargas à Riding Pânico. Estamos em 2017 e as cenas vão passando um bocado, o pessoal deixa de ouvir as mesmas coisas. Começámos a querer fazer coisas diferentes para não ficarmos estagnados no mesmo som O processo de gravação foi diferente neste álbum. Gravámos diretamente, não estivemos na sala de ensaios. Talvez isso tenha influenciado um pouco a maneira das músicas serem.
TM - Vocês fazem parte de tantos projectos - PAUS, Quelle Dead Gazelle, LAmA, Marvel Lima, Cruzes Credo. Porque é que decidiram gravar agora em 2017 este novo álbum?
Fábio - Nós começámos a gravar este álbum em 2015, gravámos três músicas. Retomámos as gravações em 2016 e vamos agora lançá-lo em 2017. Não é uma questão de descanso nem de organização entre as outras bandas. É mesmo a organização da banda e de pessoal. Sofremos uma restruturação e essas coisas levam tempo a organizar, desde o Homem Elefante até aqui. São músicos novos, tens de ensaiar com eles as músicas antigas. Tens de os conhecer a tocar, tens de perceber para onde é que vamos todos juntos. Não é uma forma de descanso, é uma forma de organização e criatividade.
TM - O que mudou entre 2004 e 2017? Já vimos que a estrutura mudou, a sonoridade também evoluiu.
Fábio - Eu não fiz parte do Lady Cobra. Nunca gostei de post-rock e quando entrei para a banda, só isso já fez mudar um bocado a fórmula das músicas.
João - Pessoas diferentes fazem coisas diferentes. Embora haja ali um fio condutor, Riding Panico já teve tantas formações, já tanta gente passou pela banda e todas elas deixaram o seu cunho, todas elas influenciaram o produto final.
Fábio - É isso, pessoal com influências diferentes, com formas de pensar diferentes. O Miguel entrou agora neste álbum e tem uma maneira completamente diferente de tocar bateria e ouve coisas diferentes. Isto tudo acaba por influenciar o som.
TM - Sentem-se influenciados pelas novas bandas de rock instrumental portuguesas? Nota-se que nos tempos que correm já se faz um post-rock menos cru e mais calmo, mais técnico.
Miguel - Não nos sentimos influenciados propriamente por essas novas bandas. Somos influenciados um bocado por tudo o que acontece de novo, não só em Portugal, mas na música em geral. Isso é o que nos faz seguir outros caminhos e fugir do pós-rock habitual, que já é um bocado datado.
João - Obviamente que temos influências do que acontece de novo assim como de coisas que descobres com mais de 50 anos, bandas que já nem existem. As influências são essas. Não necessariamente bandas novas que aí andem.
TM - Falando em concertos, vocês este ano estão a pensar voltar ao Milhões, cumprir a tradição?
Fábio - Geralmente é o único concerto que temos sempre marcado. Vamos lá voltar de certeza, a não ser que aconteça alguma coisa de estranho.
TM - Vão apresentar Rabo de Cavalo no Musicbox a 16 de março. Têm alguma coisa de especial preparada, alguma surpresa?
Fábio - Se tivessemos uma surpresa não te poderiamos dizer porque é surpresa (risos). A parte especial vai ser tocar as músicas novas. É sempre interessante o pessoal ver o registo novo de uma banda. A surpresa principal para nós vai ser essa, de tocar as músicas ao vivo, já que nunca as ensaiámos. Temos que as aprender a tocar. Vão haver músicas novas misturadas com algumas antigas.
TM - Já chegaram a tocar ao vivo com a nova formação?
Miguel - Sim, tocámos no Sabotage, no Milhões. Tocámos sempre em 2016. Até já tocámos duas músicas deste novo álbum. Tocamos no Bons Sons a "Cafe Del Mar" e tocámos a "Rosa Mota" noutros sítios.
TM - Uma coisa que eu reparei neste álbum foi a originalidade nos títulos das faixas. Gostei especialmente da "Terreiro do Espaço".
Fábio - Essa foi o Shella. Mas o nosso amigo João é que tem sempre bons nomes.
TM - Tirando o Musicbox e o Milhões, onde é que vos podemos encontrar nos próximos meses?
Fábio - Já temos concertos agendados mas eu nem sei se podemos falar neles (risos), por questões de promotoras. Por enquanto estamos concentrados na apresentação no Musicbox. Fizemos um edição de autor neste disco porque nós apeteceu fazer o disco bilhete. O Homem Elefante oferecemos digitalmente com download gratuito. Este é a nossa forma de analógico gratuito. O pessoal compra bilhete e ainda leva o disco para casa.
TM - É sempre uma boa ideia de marketing, até consegue chamar mais gente. E para terminar, o que têm ouvido ultimamente?
Miguel - Metal (risos).
Fábio - Tenho ouvido muitas cenas. Mild High Club, uma banda recente que editou o álbum Skiptracing no ano passado. Tenho ouvido cenas antigas tipo Velvet Underground e 13th Floor Elevators. Tenho ouvido Funáná.
João - Tenho ouvido muita música no Musicbox (risos). Tenho ouvido Adult Jazz e o último disco do LAmA. São as últimas coisas que andaram nos meus phones.
Lady Cobra (2008), Homem Elefante (2013). Dando continuidade ao reino animalesco, segue-se Rabo de Cavalo, terceiro disco de originais dos Riding Pânico, quatros depois do seu antecessor. Gravado, misturado e masterizado no HAUS estúdio, o novo registo constrói-se em torno de oito temas que reafirmam o espaço de culto que os Riding Pânico assumiram no rock instrumental nacional.
Rabo de Cavalo chega às lojas na segunda quinzena de Março e o concerto de apresentação acontece a 16 de Março no Musicbox em Lisboa. Por enquanto ainda não há single de avanço, sendo apenas disponibilizados a artwork e a tracklist de Rabo de Cavalo.
Faltam menos de dois meses para o Indie Music Fest - 1, 2 e 3 de Setembro - e o seu cartaz, que reúne o que melhor se faz na música em Portugal, está a ficar cada vez mais composto. E que maneira de celebrar a arte nacional e fazer parte da história da música portuguesa independente.
De momento estão já confirmados no Bosque do Choupal bandas como Salto, Savanna, Galgo, Riding Pânico, Basset Hounds, Whales, Ghost Hunt, GANSO, Desligado, Ditch Days, The Walks, Pussywhips, Granada, Indio Kurtz, Wild Apes, Solution, MUAY, Pixel82 e Jesse.
Depois de receber pela segunda vez o prémio de Melhor Micro-Festival em Portugal, o Indie Music Fest promete aos festivaleiros mais indie do país muita arte, performances e, acima de tudo, a melhor música portuguesa alternativa da atualidade. O festival anunciou também a novidade da parceria de curadoria de uma das noites de Fábrica Eletrónica com a editora portuense Cubo Records. Fiquem atentos que ainda há surpresas bombásticas por desvendar.
Os passes-gerais – com direito a campismo - para a 4ª edição da celebração artística mais independente do país estão disponíveis, ao preço de 25€. Podem ser adquiridos junto dos locais habituais e em www.bol.pt.
Em parceria com o Indie Music Fest, temos dois bilhetes simples para oferecer. Por isso se queres ser um dos contemplados só tens de participar neste passatempo e seguir as instruções em baixo:
Depois de conhecermos melhor
a cidade que acolhe os festivaleiros denominados por “milionários”, vamos
conhecer os palcos e ainda mais artistas que farão parte do festival este ano.
O Festival Milhões de Festa
tem nesta edição 4 palcos, como de costume, e são eles: Palco Taina, Palco
Piscina, na famosa piscina que se torna elemento basilar do festival, o Palco
Vodafone e o palco principal, o Palco Milhões.
Com isto, passamos a
conhecer, desta vez, uma mão cheia de artistas que estarão presentes na edição
de 2016 do festival Milhões de Festa
The Bug with Miss Red
Após ter passado em 2015 pelo
festival, este ano Kevin Martin regressa para apresentar o seu novo trabalho Acid Ragga com uma convidada especial. Pois é, desta vez o artista
traz Miss Red que promete ritmos mais
mexidos, com influências de música jamaicana. Os presentes ficarão com os ouvidos e com a mente numa frequência elevada. Claro que serão novamente
necessários tampões para os ouvidos, claro que vamos sair torturados mental e
fisicamente do que foi um dos melhores concertos da noite que encerrou o
Milhões de Festa no ano passado.
E como é do conhecimento
geral, vai haver muita dança. Este é um dos nomes mais promissores do dancehall mais underground e promete
levar todos ao estado mais hipnótico possível.
El Guincho
Este ano o mote do festival
poderia ser “O bom filho a casa torna” visto que nos traz de novo El Guincho que já tinha passado em 2010
por Barcelos. O espanhol trouxe-nos um
electro pop muito retro a fazer lembrar as pistas de dança dos anos 80, a
lembrar Ibiza ou mesmo de onde o artista é oriundo, das Ilhas Canárias. Sempre muito tropical, este
ano promete tocar músicas do seu novo álbum Hiperasia e sem nunca esquecer o sempre bom Pop Negro.
Vamos todos ter uma trip
muito florida com este artista que explora a música electrónica e lhe dá um
toque mais doce.
Ho99o9
Todos nós conhecemos Death
Grips, todos nós conhecemos o MC Ride, todos nós já ouvimos os seus álbuns. Ho99o9 são o trio
norte-americano que à primeira audição nos faz logo pensar “isto não é Death
Grips”? Poderia ser e aos poucos
poderão chegar aos calcanhares desses deuses. Os Ho99o9 são uma das bandas
a ter em atenção este ano, exploram o hardcore, o hip-hop e o d-beat tudo em
computador.
Quando virmos a sua actuação
ficaremos loucos. Um autêntico suadouro. Basta ouvirmos “Bone
Collector” para ficarmos cativos neste trio. Vamos deixá-los “do their´re job and let them take us down”.
Riding Pânico
A banda com elementos de
bandas como PAUS regressa a Barcelos, mais um ano, para o que vai ser a sua
curadoria. Os Riding Pânico passaram em
todas as edições do festival, em todos os palcos e este ano trazem consigo Marvel Lima e ainda Quelle Dead Gazelle. Estas são as duas apostas lisboetas para uma das curadorias do Milhões de Festa que este ano conta com
milhões de curadorias.
MADA TREKU
Da Favela (Discos) para o
Milhões de Festa segue então MADA TREKU, alter ego de Nuno Loureiro. O artista trará consigo o seu último trabalho Learning Exercises on How to Move On que
roça entre o electrónico esquizofrénico e o hipnótico. Podem ler aqui a nossa review.
Goth Money Records
Este ano existe uma aposta no
hip-hop e no trap por parte do festival, trazem-nos já Ho99o9 e agora, com o
colectivo Goth Money, pretendem acentuar a presença do género musical nesta
edição.
Apesar de serem jovens, este
grupo já conseguiu imenso e cada vez mais tem um futuro promissor na cena. Conseguem trazer influências do rap dos anos 90 com um toque de chillwave
único. É ouvir Trillionaires, trabalho editado no ano transato e esperar que julho chegue depressa.
Domenique Dumont
Quem é Domenique Dumont?Que
traz a artista de tão especial ao festival?
De identidade desconhecida
mas com uma sonoridade fresca a lembrar as cidades asiáticas, traz-nos mais
ritmos para dançar, mais dub vinda dos trópicos para aquecer a noite fria que
se faz sempre no norte de Portugal até mesmo nas noites de verão.
10 000 Russos
Naturais do Porto chegam os 10 000 Russos, trio que já conta
com atuações em vários festivais internacionais e com um grande álbum homónimo
que joga com sons psicadélicos e leva qualquer um a atingir outro lugar. Barcelos será o melhor local para levantar voo, com este grande trio
barreirense, que fazem parte da mesma editora que Goat. Vão fazer as cabeças
abanarem e os olhos fecharem, para se sentir melhor os grandes sons que fazem
lembrar bandas dos tempos idos.
O Indie Music Fest continua a anunciar mais nomes no cartaz da sua quarta edição e hoje podemos contar com mais quatro confirmações. São elas o pós-rock instrumental de Riding Pânico, o psicadelismo experimental de Basset Hounds, os musculados sintetizadores de Granada e a curiosidade pela sonoridade de Indio Kurtz.
Estas quatro grandes surpresas misturam-se aos já confirmados Solution, Savanna, Galgo, Wilde Apes, MUAY, Pixel82, Salto, Pussywhips, The Walks e Jesse.
Depois de receber pela segunda vez o prémio de Melhor Micro-Festival em Portugal, o Indie Music Fest promete aos festivaleiros mais indie do país muita arte, performances e, acima de tudo, a melhor música portuguesa alternativa da atualidade. Assumindo a responsabilidade que tem na promoção de projetos frescos e independentes da música portuguesa, o festival já anunciou a novidade da parceria de curadoria de uma das noites de Fábrica Eletrónica com a editora portuense Cubo Records, mas muitas mais novidades estão para chegar.
O Indie Music Fest sabe, como ninguém, celebrar a arte nacional e promete encantar o Bosque do Choupal, para que quem o quiser visitar, nos dias 1, 2 e 3 de setembro, se deixe encantar também.
Os passes-gerais – com direito a campismo - para a 4ª edição da celebração artística mais independente do país estão disponíveis, ao preço de 25€. Podem ser adquiridos junto dos locais habituais e em www.bol.pt.
O Black Bass-Évora Psychadelic Fest que se realizará nos dias 20 e 21 de novembro, na Sociedade Joaquim António D’Aguiar – SOIR-JAA já tem cartaz fechado. São 13 as bandas que vão até Évora tocar.
Além destes 5 nomes, há também The Sunflowers, Asimov, Galgo, BØDE, Youthless, Stone Dead, Mighty Sands e Ghosthunt.
O passe geral custa a 7€, enquanto os bilhetes diários podem ser adquiridos por 5 (no dia 20) e 6 euros (no dia 21).
No primeiro dia o festival começa às 21h,terminando às 03h, e no segundo dia os concertos começam às 20h, com o encerramento apontado para as 05h.