quarta-feira, 25 de setembro de 2019

Oiseaux-Tempête anunciam novo álbum, From Somewhere Invisible


Formados em 2012 pelo duo multi-instrumentalista Frédéric D. Oberland e Stéphane Pigneul, os Oiseaux-Tempête já nos habituaram à sua continua evolução, a abraçar a liberdade de improvisação, transcender fronteiras e culturas. A sua sonoridade envolve os mais diversos estilos, percorrendo os caminhos do kraut e pós-rock, avant-garde, jazz-punk e eletrónica experimental.

A discografia dos Oiseaux-Tempête está fortemente ligada às viagens que o grupo fez na zona do Mar Mediterrâneo – Grécia (álbum homónimo, 2013), Turquia e Sicília, (ÜTOPIYA?,  2015) e Líbano  (AL-'AN!,  2017  e TARAB,  2018). O seu trabalho está também associado a regulares colaborações, sejam elas em estúdio ou em tour, como são exemplos o produtor de eletrónica Mondkopf, o artista holandês G.W.Sok (The Ex), e baterista Jean-Michel Pirès (Bruit Noir, The Married Monk), entre muitos outros.

No final de novembro de 2017, os Oiseaux-Tempête viajaram até ao Canadá como quinteto (Frédéric, Stéphane, Jean-Michel, Mondkopf & G.W.Sok) a convite de Radwan Ghazi Moumneh (Jerusalem In My Heart) para darem dois concertos, em Montreal e Toronto, como banda de suporte do projeto colaborativo Suuns & Jerusalem In My Heart (reformado especialmente para a ocasião). Durante esta viagem, o quinteto aproveitou para se refugir da neve numa sessão de estúdio que durou 2 dias no lendário Hotel2Tango em Montreal, em que contaram com a colaboração de Radwan Ghazi Moumneh e das cordas em espiral de Jessica Moss (Thee Silver Mt. Zion).

O quarto álbum de estúdio e sétimo lançamento do selo belga avant-garde Sub Rosa, From Somewhere Invisible (2019) abraça a novidade. Deixando de lado por um tempo os diários de bordo das longas jornadas e as gravações de campo dos álbuns anteriores, a música de Oiseaux-Tempête desdobra-se como uma orquestra profética e crepuscular em torno da voz pontuada de G.W.Sok. Os poemas de Mahmoud Darwish, Ghayath Almadhoun e Yu Jian questionam o homem moderno e o seu duplo, o estranho e o estrangeiro, o real fragmentado, a violência, a sociedade e o seu espelho.



Editado e misturado entre Montreal e Paris, From Somewhere Invisible evoca a febre da experimentação e um som poderoso que se une a serviço de uma deriva luxuriante e psicadélica. O lançamento de novo álbum está marcado para 18 de outubro em formato LP, CD e digital. "He Is Afraid And So Am I" é o primeiro tema de avanço deste novo trabalho e pode ser escutado em cima. 


From Somewhere Invisible
01 He Is Afraid And So Am I - 09:13
02 In Crooked Flight On The Slopes Of The Sky - 04:09
03 We, Who Are Strewn About In Fragments - 09:37
04 Weird Dancing In All-Night I - 03:46
05 Weird Dancing In All-Night II - 02:48
06 The Naming Of A Crow - 13:16
07 Out Of Sight - 03:33

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sábado, 7 de novembro de 2015

Reportagem: Jameson Urban Routes, 30 e 31 de outubro [Musicbox - Lisboa]


Mais uma fim-de-semana passado no Musicbox a ouvir as novas tendências tanto da música internacional como nacional. Os grandes destaques vão para a atuação delirante e extasiada dos La Femme e para a música meditativa da colaboração dos Suuns com Jerusalem In My Heart.

30 de outubro

Este foi o dia mais concorrido do Jameson Urban Routes tendo os bilhetes diários esgotado e as expectativas para ver os franceses La Femme era mais que elevadas. 

A noite começou com The Sunflowers e começou muito bem! O duo portuense formado por Carlos, na guitarra e voz e Carolina, na bateria, veio até à Capital mostrar a sua sonoridade aguerrida e lo-fi que mistura garage com umas pitadas de punk rock. Os destaques deste concerto vão para a cover da música dos Ramones "Blitzkrieg Bop", para o mais recente single "Charlie Don't Surf". O lado B deste novo single, "Zombie", foi tocado pela primeira vez, com a ajuda de um amigo baixista, tendo Carlos ido até ao público ter com o seu amigo alien que lá se encontrava. A banda também tocou temas do primeiro EP como "UFO, Please Take Me Home" e "I'm a Woman, I'm a Man",  e do segundo EP Ghosts, Witches and PB&Js como "Mama Kim" e "I Saw a Ghost". Houve também tempo para uma música nova sem nome a que banda decidiu chamar na altura de "Fuck You". Foi um concerto bastante positivo para um público cuja atenção estava totalmente focada em La Femme, tendo sido pouco participativo. 


The Sunflowers @ Jameson Urban Routes

Por volta das 23h30, como esperado, entraram em palco os La Femme, de copo e cigarro na mão a espalhar o seu charme burguês. O sexteto oriundo de Biarritz veio até Lisboa apresentar o álbum editado em 2013, Pyscho Tropical Berlin. O concerto começou com "Amour dans le motu" e "Si Un Jour", música que bem caracteriza a sonoridade apresentada pelo conjunto, a synthpop com influências de psicadelismo e new wave. Foi com "Télégraphe" do primeiro EP
Le podium #1 : La Femme (2010) e com " Paris 2012" do EP Paris 2012 (2012) que o público mostrou bem o que valia na arte da dança. A partir daqui já não havia inibições. O concerto foi prosseguindo e a banda voltou ao Pyscho Tropical Berlin com "It's Time To Wake Up (2023)", música mais krautrockiana, e "Nous Étions Deux", música que bebe da french pop dos anos 70, servindo para o público descansar um pouco. Houve tempo também para a banda apresentar uma música criada para o desfile de Yves Saint Laurent, "Me Suive", sob o egnimático pseudónimo de "Mistério". 



Foi com o tema mais conhecido "Sur La Planche 2013" que a banda "terminou" o concerto. O público aproveitou para se libertar e dançar tudo o que sabiam, tendo provocado algum moche próprio de espaços pequenos. A banda ainda voltou para mais 2 encores para delírio daqueles que esgotaram a sala no Cais do Sodré, tendo dado asas à improvisação em temas como "Welcome America", "Antitaxi" e "La Cabane Perché". Foi quase 1h30 de concerto em tanto a banda como o público saíram claramente satisfeito. O Musicbox foi pequeno para este sexteto francês, por isso não será de estranhar que eles cá voltem em 2016 para atuarem num grande festival, talvez com um novo álbum de originais.


La Femme @ Jameson Urban Routes

A noite ainda não tinha acabado e houve tempo para a atuação do projecto de música house e disco de Bruno Cardoso, mais conhecido por Xinobi, em formato banda, com a ajuda de Óscar Silva (Jibóia) na guitarra, Ana Miró (Sequin) na voz e Vasco no baixo. A tarefa de tocar a seguir ao enorme concerto dos La Femme não era nada fácil, mas o público presente gostou da atuação do quarteto. Interpretando vários temas do álbum 1975, editado em 2014, destacaram-se temas como "Mom and Dad" e o remix do tema "And I Say" de Nicolas Jaar.



Xinobi @ Jameson Urban Routes


31 de Outubro

O último dia do Jameson Urban Routes calhou no dia de Halloween e ficou marcado por bandas que exploram sonoridades mais orgânicas e ritualistas. Este dia teve como grande destaque a atuação dos Suuns and Jerusalem In My Heart

O primeiro a subir ao palco do Musicbox, ainda com pouco público presente, foi Ricardo Remédio, artista que se prepara para editar em 2016 o seu primeiro álbum, que dá pelo nome de Natureza Morta. Até agora pouco conheciámos do seu trabalho, pelo que o concerto foi bastante interessante e nos deixou com água na boca para o ano que se avizinha. Com uma sonoridade marcada por influências da electrónica industrial de Ben Frost e Nine Inch Nails. 


Ricardo Remédio @ Jameson Urban Routes

Por volta das 23h30 entraram em palco os canadianos Suuns e o libanês Radwan Moumneh, responsável pelo projecto Jerusalem In My Heart. Estes dois grupos editaram este ano um álbum homónimo e colaborativo marcado por uma sonoridade que mistura indie rock marcado por elementos post-punk, folk árabe e um pouco de kraut rock. Não á fácil explicar a atuação dos 5 elementos em palco, mas é nos possível dizer que esta soa mais a Jerusalem In My Heart do que a Suuns, talvez devido à voz ter ficado entrege a Radwan. Tratou-se sem dúvida de um concerto introspectivo, negro e transcendente, tendo ficado também marcado pela forte componente visual, tendo sido reproduzidos os vídeos dos singles editados até à data.




A banda terminou o concerto com a música "Gazelles In Flight", agradecendo ao público por ficaram a conhecer este projecto tão especial.

Suuns and Jerusalem In My Heart

Os HHY & The Macumbas foram os que se seguiram. A banda do porto constituida por 7 músicos e liderada por Jonathan Saldanha veio até Lisboa apresentar o seu álbum Throat Permission Cut, deixando o público presente numa espécia de transe. 

HHY @ The Macumbas

Texto e fotografia: Rui Gameiro

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terça-feira, 6 de outubro de 2015

[Review] Suuns and Jerusalem In My Heart - Suuns and Jerusalem In My Heart


Suuns and Jerusalem In My Heart // Secretly Canadian // abril de 2015
7.4/10

Suuns and Jerusalem In My Heart é um LP que surge da colaboração dos Suuns com o Jerusalem In My HeartFalemos primeiro dos Suuns

Os canadianos Suuns são um dos bastiões do circuito do rock alternativo atual. No ano de 2013 lançaram Images du Futur, o seu mais recente trabalho. Em Images du Futur, os Suuns continuaram a explorar o filão de experimentalismo que funde a EDM com o rock. O mesmo filão que tinham aberto com Zeroes GQ


O malhão do disco, na opinião do autor desta crítica.

Agora, em 2015, lançaram Suuns and Jerusalem In My Heart em colaboração com o Jerusalem In My HeartEm que medida este álbum constitui um digno sucessor de Images du Futur?
Não constitui. Suuns and Jerusalem In My Heart procura ocupar o seu próprio espaço. Um espaço distante dos universos distópicos criados pelos Suuns, aproximando-se um pouco mais das paisagens quentes do médio oriente, de onde Jerusalem In My Heart é nativo. 
Mas quem é, exactamente, Jerusalem In My Heart?

Jerusalem In My Heart é Radwan Ghazi Moumneh, um artista multimédia libanês radicado em Montreal. A sonoridade de Moumneh enquanto Jerusalem In My Heart é caracterizada por um denso manto de cordas, vocais, foleys e outros elementos sonoros que dão vida a uma atmosfera rica e exótica, digna de uma qualquer paisagem luxuriante do médio oriente. Uma paisagem exótica para nós — gente do ocidente — mas que faz parte das raízes de Moumneh. E é esta paisagem à qual Moumneh procura dar vida no seu trabalho enquanto Jerusalem In My Heart.


Jerusalem In My Heart é o produtor de Suuns and Jerusalem In My Heart. É natural que se notem traços dessa paisagem ao longo de todo o álbum. No entanto, a paisagem descrita em Suuns and Jerusalem In My Heart uma versão mais conturbada das paisagens criadas por Jerusalem In My Heart nos seus trabalhos a título individual. Os foleys e cordas foram catalisados por electricidade, kraut e motorik. O resultado final é uma sonoridade exótica e quente — com a influência da produção de Jerusalem In My Heart — enclausurada numa qualquer distopia, corrompida por guitarras elétricas e pela dominância de elementos da EDM.


O anúncio da colaboração entre os Suuns e o Jerusalem In My Heart surgiu na primavera de 2015. Quando Suuns and Jerusalem In My Heart foi anunciado, ficámos surpreendidos. De que forma iria o rock frio dos Suuns conviver com a electrónica quente de Jerusalem In My Heart? A “Gazelles In Flight” — a primeira faixa do álbum a ser divulgada — deixou-nos curiosos por mais. As diferenças entre os traços sonoros dos canadianos Suuns e do libanês Jerusalem In My Heart eram, na altura evidentes, mas o resultado denunciava uma espécie simbiose entre os dois traços sonoros. O tempo veio a provar que aquilo que escutámos na “Gazelles in Flight” se viria a repetir ao longo de todo o disco.


Não são visíveis quaisquer semelhanças entre Suuns and Jerusalem In My Heart e os trabalhos que ambos os artistas desenvolvem a título individual. A atmosfera que se sente no álbum não é própria dos Suuns. A futurista e fria linha de montagem sonora, na qual são encaixados os instrumentais de uma banda rock “normal” — guitarra, baixo e bateria — com elementos EDM e lírica delirante foi parcialmente abolida. A atmosfera é quente. Sente-se o calor da primavera árabe, ainda que este álbum tenha sido gravado no quase-inverno de 2012. Mas apesar deste calor exótico, a sonoridade de Suuns and Jerusalem In My Heart distancia-se daquela criada por Jerusalem in My Heart a título individual. Os elementos eléctricos e maquinais — nomeadamente o drone e o motorik — são, em Suuns and Jerusalem In My Heart, demasiado proeminentes para uma paisagem que se imporia como harmoniosa caso se este álbum se tratasse de um trabalho a título individual de Jerusalem In My Heart.


Como dissemos antes, Suuns and Jerusalem In My Heart foi gravado no quase-inverno do ano de 2012, mais precisamente no mês de Novembro. No entanto, o seu lançamento foi adiado, porque cada uma das partes envolvidas no álbum estavam prestes a lançar discos — os Suuns o Images du Futur e Jerusalem In My Heart o Mo7it Al-Mo7it. E o curioso é que, apesar de todos os trabalhos terem sido editados sensivelmente na mesma altura, Suuns and Jerusalem In My Heart reserva uma grande distância dos discos lançados a título individual pelos seus respetivos autores. 
Cremos, portanto, que Suuns and Jerusalem In My Heart nasceu da livre expressão de ambos as partes envolvidas dos seus respectivos géneros musicais. Esta livre expressão foi gradualmente alimentada por um processo de feedback contínuo, no qual os Suuns e o Jerusalem In My Heart trabalharam de forma intensiva em perfeita sinergia simbiótica. O resultado final — Suuns and Jerusalem In My Heart — reclama o seu próprio espaço. Um espaço bastante distante do seu ponto de partida, no qual não podemos afirmar que uma das partes se sobrepõe à outra. Se faixas como a “In Touch” destacam a veia eletrónica dos Suuns, na “3attam Babey” e na “2amoutu I7tirakan” é proeminente a atmosfera e o traço de Jerusalem In My Heart, visível inclusive no título das faixas. Mas em todas as etapas de Suuns and Jerusalem In My Heart há um contributo mútuo. Sejam os vocais e foleys de Jerusalem In My Heart ou as cordas e o drone da instrumentação dos Suuns, ambas estas influências convergem em Suuns and Jerusalem In My Heart. E, em última instância, é atingido o ponto de equilíbrio. Não há sobreposição de nenhuma das partes nesta relação simbiótica que são os Suuns and Jerusalem In My Heart.


Desta colaboração pontual resultou este LP, Suuns and Jerusalem In My Heart. Falta saber se o eixo Montreal-Beirute continuará ativo para mais edições no futuro ou se este trabalho é um fim em si mesmo. Caso a colaboração dos Suuns and Jerusalem In My Heart acabe com este Suuns and Jerusalem In My Heart, é uma lástima. Há aqui ideias muito boas e percurso muito viável de se explorar. Caso a colaboração perdure, aguardamos por mais.

A edição deste ano do Jameson Urban Routes oferece-nos uma montra privilegiada para este projeto, ao ter agendado uma atuação dos Suuns and Jerusalem In My Heart para o dia 31 de outubro deste ano.

Os Suuns and Jerusalem In My Heart.


Ao que parece, as performances ao vivo dos Suuns and Jerusalem In My Heart não são centradas na reprodução das faixas de Suuns and Jerusalem In My Heart, mas sim na recriação emotiva das várias etapas que formaram a composição do álbum — com a devida margem para experimentações e derivações sonoras. Caso o projeto Suuns and Jerusalem In My Heart continue, serão presenteados com uma estreia do coletivo em Portugal. Caso os Suuns and Jerusalem In My Heart desapareçam a seguir à tour, serão presenteados com um momento único e irrepetível. 


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segunda-feira, 7 de setembro de 2015

El Guincho e muitos mais a fecharem o cartaz do Jameson URBAN Routes


São oito os novas confirmações que enceram o cartaz da nona edição do Jameson Urban Routes a decorrer de 22-24 / 30-31 de outubro no Musicbox, em Lisboa. 

O grande destaque vai para a atuação de Pablo Díaz-Reixa, músico mais conhecido pelo seu projecto de pop tropical El Guincho. O músico espanhol vem a Lisboa apresentar pela primeira vez ao vivo o seu quarto álbum de originais HiperAsia a 23 de outubro.


Na mesma noite, os portuenses Holy Nothing apresentam o seu novo trabalho Hypertext e no clubbing, Nicola Cruz, nome grande da world-bass, traz a América Latina à pista de dança.


No dia 30 de outubro, os The Sunflowers, dupla portuense de garage rock, e Xinobi em formato banda, um dos melhores produtores nacionais, juntam-se aos franceses LA FEMME. Ainda nesse dia, omisterioso produtor(a) Hyenah atua no clubbing.



No último dia do evento, aos Suuns  & Jerusalem in my Heart e aos HHY & The Macumbas, junta-se Ricardo Remédio, que se prepara para lançar o seu primeiro álbum Natureza Morta em 2016. O clubbing de dia 31 de Outubro será encerrado por Blastah.



O Jameson Urban Routes regressa a 22, 23, 24, 30 e 31 de Outubro à cidade de Lisboa. Os bilhetes estão à venda na bilheteira online e locais habituais por €14 (passe diário) e €45 (passe geral).

Confiram aqui o cartaz completo do Jameson Urban Routes:

22 Outubro
22H30
Cave Story
Pega Monstro
Galgo

01H30
Pilooski
Magazino

23 Outubro
22H30
Holy Nothing
El Guincho

01H30
Nicola Cruz
Babaz Foz + Nunex e Famifox

24 Outubro
22H30
Inga Copeland
Paus

01H30
Andy Stott
Gustavo

30 Outubro
22H30
The Sunflowers
La Femme
Xinobi (Live)
02H30
Hyenah

31 Outubro
22H30
Ricardo Remédio
HHY & The Macumbas
Suuns & Jerusalem in my Heart

02H30
RP Boo
Blastah

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quinta-feira, 9 de julho de 2015

Andy Stott e Suuns & JIMH nas novas confirmações do Jameson Urban Routes


Depois dos La Femme a encabeçarem a primeira vaga de nomes da edição de 2015 do Jameson Urban Routes a organização volta novamente a surpreender e anunciou recentemente três novos nomes. As novas cpnfirmações são assim marcadas pela estreia do novo disco dos SUUNS em colaboração com o guitarrista Jerusalem In My Heart. Andy Stott e os portuenses HHY & The Macumbas juntam-se igualmente ao cartaz do festival que toma lugar entre 21-24 e 30-31 de outubro no Musicbox em Lisboa.

Os bilhetes diários têm um preço de 14€, por sua vez o passe geral custa 45€.

Cartaz [em atualização]:
22 de outubro - Galgo
24 de outubro - Inga Copeland, Andy Stott
30 de outubro - La Femme
31 de outubro - Suuns & The Jerusalem In My Heart

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terça-feira, 7 de abril de 2015

STREAM: Suuns And Jerusalem In My Heart - S/T


Os Suuns​ juntaram-se ao músico Radwan Ghazi Moumneh aka Jerusalem In My Heart​ num álbum colaborativo homónimo que viu anteriormente ser partilhado o single "Gazelles In Flight". Agora Suuns And Jerusalem In My Heart pode ser ouvido na íntegra em baixo. 

Suuns And Jerusalem In My Heart LP tem data de lançamento a 14 de Abril via Secretly Canadian.


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