quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Fields Of The Nephilim em Portugal


Os Fields Of The Nephilim - banda de rock gótico, que deu os primeiros passos na década de 80, em Londres - estão de regresso ao Porto a 31 de março, para um concerto histórico e exclusivo no país com o selo da promotora At The Rollercoaster. O quinteto, com dois dos membros originais, deverá apresentar em solo nacional novos temas, além das músicas do último trabalho Mourning Sun (2005).

A banda lançou o seu primeiro álbum Dawnrazor em 1987, sendo que os posteriores The Nephilim (1988), e Elizium (1990) fizeram aumentar a popularidade do grupo e fixar um culto a nível mundial. Depois de 1991 os britânicos entraram num hiato que  se quebrou com o quarto disco de estúdio Mourning Sun. Até à data ainda não foi anunciado nenhum sucessor.

Os bilhetes vão custar 25€. Todas as informações adicionais podem ser encontrada aqui.



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terça-feira, 26 de setembro de 2017

Os bilhetes para Woodentops + Holygram ficam disponíveis esta quinta


Novembro marca o regresso dos britânicos The Woodentops em território nacional. A banda, formada em 1983 na Inglaterra, traz ao Porto 34 anos de carreira e um espectáculo único em solo português que promete ser memorável para todos os que adquirirem o bilhete. Além do regresso desta banda icónica no movimento underground do rock alternativo e new wave, os alemães Holygram, responsáveis pela abertura do concerto, fazem a sua estreia pelo país, garantindo um espetáculo de post-punk que promete meter toda a gente a dançar. Tudo isto está marcado para 4 de novembro no sala 2 do Hard Club, Porto, com o selo At The Rollercoaster.

Rolo McGinty (voz, guitarra), Frank de Freitas (baixo), Simon Mawby (guitarra), Benny Staples (bateria) e Alice Thompson (teclados) formaram os The Woodentops em 1983 e apenas com o single de estreia "Plenty", conseguiram conquistar os olhos mais atentos da crítica especializada, tendo assinado contrato com o Rough Trade, selo que lançou a edição física do primeiro disco da banda, Giant (1986). Com o tempo, a banda tornou-se mais frenética e experimental, recorrendo a sonoridades eletrónicas. Atualmente, conservando ainda três membros da formação original (Rolo McGinty, Frank de Freitas e Simon Mawby), a banda sobe a palcos em apresentação do mais recente disco Granular Tales (2014) sem nunca descurar dos grande êxitos de Giant. Um concerto exclusivo e totalmente imperdível.


Os Holygram formaram-se em 2015 e descrevem a sua sonoridade como "condutora e sombria, mas enriquecida por momentos cativantes". O único trabalho editado oficialmente pelo quinteto é o EP homónimo Holygram, que foi gravado e misturado no estúdio AMEN da banda, ao longo de vários meses. O disco, muito bem recebido pela crítica, poderá ser ouvido na íntegra no concerto do Porto. 


Os bilhetes para este evento ficam disponíveis a partir da próxima quinta-feira, 28 de setembro, e custam apenas 15€. Podem ser adquiridos no Hard Club, Piranha, Bunkerstore e Louie Louie. Todas as informações adicionais aqui.



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segunda-feira, 18 de setembro de 2017

O post-punk não está morto e celebra-se no Porto

Charnier © Rita Mad Queen

O Post-Punk Strikes Back Again está de regresso à Invicta para a segunda edição de festival e volta a celebrar a diversidade cultural dentro do género, trazendo a palco um total de 6 bandas, 5 delas internacionais. No certame e confirmados estão os argentinos Mueran Humanos, os alemães Bleib Modern, o inglês M!R!M, os portugueses Ghost Hunt, os franceses Tisiphone e os belgas Charnier. Tudo no Hard Club, tudo num dia, tudo num palco. O post-punk não está morto e ataca outra vez, a 23 de setembro, no Porto. 



Querem motivos para ir? (Então tomem lá cinco)

1- Primeiro que tudo é calcular o investimento. Ora uma vez que com 20€ temos acesso a um total de seis concertos,  isto significa que pagamos, em média, 3,33€ por concerto (dado que não há concertos a decorrer em simultâneo). Falta incluir ainda os gastos de transporte e refeição e bebidas, caso se aplique. Note-se ainda que os concertos têm uma duração aproximada a 40 minutos cada, por isso o investimento tem um retorno muito favorável.

2 - Pesar os nomes. Sabe-se que dos seis nomes, cinco deles são internacionais, e que portanto os mais acessíveis de rever são os portugueses Ghost Hunt. Há ainda uma banda que se estreia em solo nacional, os Charnier, que portanto tem um valor acrescido. Sabe-se também que, de acordo com os mercados concorrentes, a oportunidade de voltar  a ver as bandas Bleib Modern - que nesta edição são os responsáveis pelo encerramento -, M!R!M, Tisiphone e Charnier é possível, ainda que pouco provável. A acrescer a isto há ainda os argentinos Mueran Humanos, a regressar pós warm-up Primavera Sound, e todo um conceito para um público de nicho - os melómanos da música underground - que garantirá um excelente "ambiente" na altura de concertos.

3 - Avaliar o espaço. O Hard Club é uma das grandes salas de concertos da baixa portuense. E uma das que em termos de som e luminosidade, não costuma desiludir. Com portas a abrir pelas 17h00, os concertos têm início marcado para as 18h00, sendo que estão divididos em dois actos. As primeiras três bandas - Charnier, Ghost Hunt e Tisiphone tocam entre as 18h00 e 20h30. O segundo acto, que conta com M!R!M, Bleib Modern e Mueran Humanos tem início previsto para as 22h00. Os concertos decorrerão na sala mais pequena do Hard Club proporcionando, portanto, um ambiente mais intimista. Podem consultar os horários completos em baixo.


4 - Pausa para jantar. Este ano, à semelhança do ano antecedente, haverá uma pausa para jantar. Compreendida entre o horários das 20h30 e 22h00 (assumindo que não haverá atrasos na programação) é também um dos pontos fortes do mini festival uma vez que permite explorar a gastronomia da baixa portuense. Para os que vêm de fora do distrito é uma oportunidade de aliar a comida à música e viver novas experiências.

5- Avaliar a concorrência do dia. Ao contrário do ano passado este ano não há NOS em D'Bandada a acontecer em simultâneo nas salas do Porto, por isso não há a desculpa de haver concertos grátis no mesmo dia. Haverá outros concertos sim, mas só depois da hora de jantar e com um número reduzido de atos. Uma vez que o Post-Punk Strikes Back Again começa logo às 18h00 de um sábado, dá para explorar a cidade a seguir ao almoço e ter um final de dia repleto de diversão e de conversas trocadas com as bandas. Com fim previsto para as 00h30, permite ainda apanhar os últimos comboios do dia para outros distritos.

Podendo, é ir. É barato, dá para matar as saudades dos grandes festivais de verão num formato encurtado, dá para combinar um programa com amigos, ouvir música alternativa, ver bandas com um contacto bastante acessível para o público e ainda ganhar uma história para contar e/ou partilhar com outros. Todas as informações adicionais estão aqui. Os horários seguem abaixo.

Horários:

18h00 - 18h40 - Charnier (BE)
18h55 - 19h35 - Ghost Hunt (PT)
19h50 - 20h30 - Tisiphone (FR)

20h30 - 22h00 - intervalo para jantar 

22h00 - 22h40 - M!R!M (UK) 
22h40 - 23h35 - Mueran Humanos (AG)
23h50 - 00h30 - Bleib Modern (DE) 



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quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Woodentops passam por Portugal em novembro


Os britânicos Woodentops vão passar por Portugal a 4 de novembro para um concerto único a ter lugar no Hard Club, Porto. A banda, que conseguiu alcançar um grande sucesso crítico num curto período temporal, graças à sua filosofia D.I.Y. do punk, aplicada ao pop acústico, vem agora ao Porto consolidar 34 anos de carreira, apresentando ao vivo ainda três dos membros fundadores. 

Formados em 1983 na Inglaterra por Rolo McGinty (vocalista, guitarra), Frank de Freitas (baixo), Simon Mawby (guitarra), Benny Staples (bateria) e Alice Thompson (teclados), a banda lançou o single de estreia, "Plenty", que, posteriormente, levou a um contrato com a Rough Trade. O grupo lançou seu aclamado disco de estreia, Giant, em 1986. O mais recente disco da banda é Granular Tales.

O concerto dos Woodentops tem a abertura a cargo dos alemães Holygram, que se estreiam em Portugal para apresentarem o EP homónimo Holygram. Os concertos têm selo da At The Rollercoaster. Ainda não são conhecidos os preços dos bilhetes.

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sexta-feira, 28 de julho de 2017

Holygram passam por Portugal em novembro


A banda de post-punk/synthwave alemã, Holygram, vai marcar presença em Portugal em novembro para apresentar o seu EP de estreia Holygram (2016), num concerto único e em estreia nacional. O evento, que conta com a assinatura da Rollercoaster/Muzik Is My Oyster, toma lugar a 4 de novembro no Hard Club, Porto.

Os Holygram formaram-se em 2015 e descrevem a sua sonoridade como "condutora e sombria, mas enriquecida por momentos cativantes". O único trabalho editado oficialmente pelo quinteto é o EP homónimo Holygram, que foi gravado e misturado no estúdio AMEN da banda, ao longo de vários meses. O disco, muito bem recebido pela crítica, poderá ser ouvido na íntegra no concerto do Porto.

Ainda não são conhecidos os preços nem bilhetes. Para já, as informações disponibilizadas, podem ser encontradas aqui

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domingo, 23 de julho de 2017

Faltam dois meses para o Post-Punk invadir a Invicta

Cover-art de Lows EP  dos Bleib Modern


O Post-Punk Strikes (Back) Again está de regresso à Invicta a 23 de setembro, repetindo a fórmula de sucesso do ano anterior, ao apostar em seis projetos da vertente noir - cinco internacionais e um nacional - que sobem ao palco do Hard Club, num mini-festival que promove e perpetua a cultura musical underground na cidade do Porto.

Para quem não teve a oportunidade de viver a experiência no passado ano, o conceito mantém-se e nesta edição estreiam-se no festival os argentinos Mueran Humanos, o inglês M!R!M, os portugueses Ghost Hunt, os franceses Tisiphone e os belgas Charnier. A repetir a dose estão os alemães Bleib Modern, que regressam um ano depois para apresentar o novo disco Antagonism, editado em abril deste ano. É portanto um evento aberto ao pluralismo cultural, a não perder.
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Mueran Humanos

Os Mueran Humanos são Carmen Burguess (voz, caixas de ritmos, sintetizadores) e Tomas Nochteff (voz, baixo, tambores). Juntos fazem músicas propulsivas e inesquecíveis cantadas em espanhol e com recurso a métodos experimentais, punk e vanguardistas. Atualmente sediados em Berlim e, depois da passagem pelo NOS Primavera Sound (2016), encabeçam esta edição do Post-Punk Strikes Back Again para apresentar o seu mais recente trabalho homónimo Miseress, editado em 2015.

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Bleib Modern 

Os Bleib Modern são um quinteto alemão fundado por Philipp Läufer, por volta de 2014, e mais tarde juntaram-se à banda Vinz Eberlein, Leo, Pete e Tommy.  A sua música é categorizada essencialmente dentro dos géneros post-punk, cold wave e shoegaze, embora também se encontrem alguns espetros do psychedelic-rock.
São os únicos repetentes do mini festival e este ano trazem na bagagem o disco Antagonism que molda uma nova sonoridade pronta a ser assimilada por uma audiência maior.



M!R!M
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M!R!M, projeto a solo do engenheiro de som Jack Milwaukee, é a aventura musical do italiano convertido em londrino que passa por sons carregados de melancolia e escuridão, mas nos quais se misturam sons ambient e eletrónicos. O artista é fortemente inspirado pela década de 80, tanto por uma vertente old school do hip-hop, mas também industrial e post-punk. M!R!M faz agora nova passagem em Portugal para a sua estreia no Post-Punk Strikes Back Again, onde apresenta o seu segundo álbum de estúdio, Iuvenis, lançado este ano.


  
Ghost Hunt
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Pedro Chau (The Parkinsons) e Pedro Oliveira (ex-Spider/ Blarmino) são as caras por trás de Ghost Hunt, projeto de sintetizadores, guitarra e baixo iniciado no final de  2014. Com Kraftwerk, Klaus Schulze, Cluster, Cabaret Voltaire, The Human League, Juan Atkins, Drexciya e 808 State como principais referências, os Ghost Hunt produzem música instrumental nos campos da eletrónica. A dupla sobe ao palco do Hard Club para apresentar o disco de estreia homónimo, editado pela Lux Records, em 2016, entre outros temas.


Tisiphone

Os gauleses Tisiphone são uma das grandes surpresas desta edição do Post-Punk Strikes Back Again. O trio é detentor de uma sonoridade rítmica peculiar (a vocalista toca, em pé - uma bateria desprovida de bombo - que é tocado, ao lado, pela baixista) onde podemos encontrar influências da cold wave de uns Clair Obscur, da dicotomia masculina/feminina com nuances que evocam uns Sleeping Dogs Wake, ou do revivalismo post-punk de umas Savages. Ao Porto o trio traz o seu LP de estreia homónimo editado o ano passado.



Charnier
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Vindos diretamente do coração da Europa, mais precisamente de Bruxelas, os Charnier estreiam-se nesta segunda edição do mini-festival para cumprir a sua estreia absoluta em terras lusas. O quarteto belga traz na bagagem o seu primeiro trabalho de estúdio, editado em maio deste ano. Apesar da acentuada bateria e o uso de riffs de guitarra sujos mas incisivos, os vocais sobrepõem-se e dominam os temas da banda, numa sonoridade tipicamente post-punk, agressiva e crua.



Os concertos têm início marcado para as 18h00 e os bilhetes já se encontram à venda no Hard Club, Piranha, Louie Louie e Bunkerstore, tendo um custo de 20€. Todas as informações adicionais podem ser encontradas aqui.

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segunda-feira, 3 de julho de 2017

Mueran Humanos, M!R!M, Tisiphone e mais no Post-Punk Strikes (Back) Again


O mini-festival Post-Punk Strikes Again está de regresso em 2017, para data única no Porto, depois de no ano passado ter trazido até Portugal nomes como Poison Point, Japan Suicide, Whispering Sons, Bleib Modern e Brandenburg.

Este ano os alemães Bleib Mordern estão de regresso mas as novidades vão para os Mueran Humanos (AG), M!R!M (UK), Tisiphone (FR), Charnier (BE) e os portugueses Ghost Hunt, que sobem ao palco do Hard Club, Porto, a 23 de setembro. Mais uma vez o evento conta com o selo da promotora Muzik Is My Oyster/Rollercoaster, que nos últimos anos tem feito mexer a cultura alternativa e underground pelo norte do país.

Para já ainda não são conhecidos os preços dos bilhetes mas todas as informações adicionais podem ser encontradas aqui







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sábado, 24 de junho de 2017

VNV Nation com concerto exclusivo no Porto


Os VNV Nation, dupla de electronic body music/futurepop, vão passar pelo Porto a 7 de dezembro de 2017 para um concerto único no país inserido na tour Automatic Empire, que serve de promoção aos discos Empires (1999) e Automatic (2011). O concerto tem lugar no Hard Club, Porto e conta com o selo Muzik Is My Oyster.

A banda começou a gravar os seus primeiros temas em 1990, mas o primeiro disco só chegaria às prateleiras cinco anos mais tarde sob o nome Advance and Follow (1995), álbum que trazia batidas da eletrónica industrial, semelhantes a nomes como Front 242 e Nitzer Ebb, juntamente com melodias synth dançáveis e elementos orquestrais. Contudo foi com Empires (1999) que a banda alcançou reconhecimento a nível internacional. O álbum, considerado o mais inovador da banda, tem incutida uma construção musical complexa e desenvolvida em várias camadas só com recurso a um sintetizador e dois samplers.


Além de Empires também as músicas de Automatic integrarão a setlist do concerto no Porto, sendo portanto uma oportunidade única de ver a banda a tocar músicas de dois discos relevantes na sua discografia. A abertura das portas está prevista para as 21h30 e as entradas têm um preço de 20€. Todas as informações adicionais aqui.

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sexta-feira, 23 de junho de 2017

The Fall têm concerto único no país marcado para novembro


Com 41 anos de carreira os britânicos The Fall estão de regresso aos discos com New Facts Emerge - a chegar às prateleiras em julho - e, também, aos concertos cuja tour promocional garante um espétaculo no nosso país. Agenciado pela Muzik Is My Oyster e Rollercoaster o concerto único em solo nacional tem lugar no Hard Club, Porto a 18 de novembro.

A discografia dos The Fall é uma coisa assustadora. Fora dos mais de 30 discos de estúdio, há dezenas de ótimos singles e EPs, bem como vários álbuns ao vivo de qualidade variável. New Facts Emerge é o 32º disco de estúdio da banda e chega às lojas a 28 de julho, seguindo ainda sem nenhuma faixa de avanço. O disco servirá como base à setlist do concerto de dia 18.  A abertura do concerto fica a cargo dos portugueses 10.000 Russos.
Os bilhetes custam 22€ e podem ser adquiridos no Hard Club, Piranha e Bunkerstore . As portas abrem às 21h00. Todas as informações adicionais podem ser encontradas aqui.


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domingo, 7 de maio de 2017

Reportagem: ChameleonsVox + Belgrado [Hard Club - Porto]


No passado dia 24 de abril, o Hard Club foi palco de mais uma visita de Mark Burgess e dos seus ChameleonsVox, coletivo que reinterpreta ao vivo os temas dos imortais Chameleons. A abrir o certame, tivemos a estreia em território nacional dos espanhóis Belgrado. Este colectivo, cuja sonoridade oscila entre o post-punk e a new-wave — evocando os Xmal Deutschland e os Blondie —veio apresentar-nos Obraz, o seu mais recente trabalho. Uma estreia marcada pela ânsia do público em rever Mark Burgess e os seus ChameleonsVox.

Sobre o concerto dos ChameleonsVox em si, a única crítica que consigo apontar é não terem tocado a “Up the Down Escalator”. Uma falha, sendo este um dos seus grandes malhos. Porém, não podemos resumir toda a experiência do concerto a um único tema. Não quando estamos a falar de uma banda com uma discografia como a dos Chameleons. Seria aliás ingénuo pensar que conseguir-se-ia resumir toda a obra deles numa única atuação.


Uma atuação que foi, aliás, a primeira da “Magical History Tour”, a tournée que comemora os Chameleons e a passagem do marco dos 35 anos da sua existência. 35 anos que parecem não ter esmorecido a voz nem diminuído a presença em palco de Mark Burgess. A alma e o espírito dos Chameleons continuam bem vivos em Burgess e nos seus ChameleonsVox. Durante cerca de duas horas, sentimo-nos transportados para outra atmosfera. É verdade que é uma atmosfera de revivalismo e que esta extensa digressão não vai acrescentar nenhuma página aos livros de história. Ao invés disso, esta assenta-se no capítulo que os Chameleons escreveram na história do post-punk. Não é uma história muito celebrada pelas massas, é certo. Porém, vamos sempre a tempo de corrigir esse facto. Talvez tão cedo não vejamos Mark Burgess ao vivo, mas ficam as memórias de mais uma noite mágica com a assinatura da MIMO.

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domingo, 23 de abril de 2017

ChameleonsVox já amanhã


Amanhã recebemos os ChameleonsVox no contexto da "Magical History Tour 2017", a tournée que comemora os 30 anos de existência dos Chameleons. Para quem já assistiu a um concerto deles, sabe que esta é mais uma oportunidade para ouvir ao vivo os grandes clássicos do coletivo. Para os estreantes, é uma oportunidade única de ver Mark Burgess - o mentor espiritual e criativo dos Chameleons e um dos últimos grandes sobreviventes dos bons anos 80. Em ambas as datas - 24 de abril no Hard Club e 25 de abril no RCA Club - está previsto o início do certame às 22h. Não esquecer ainda que esta digressão faz-se acompanhar dos espanhóis Belgrado, naquela que será a sua estreia em Portugal.

Estes concertos têm a assinatura da MIMO, tendo a promotora já agendado também a estreia dos Drab Majesty em Portugal. A seu tempo, falaremos mais sobre isso. 
Para já, deixamo-vos com Script of the Bridge, uma das obras primas dos Chameleons.

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terça-feira, 18 de abril de 2017

Soviet Soviet hoje no Hard Club - informações e horário


Os italianos Soviet Soviet vão tocar hoje no Hard Club, no Porto, num concerto organizado pela Muzik Is My Oyster. A banda vai apresentar o seu 2º álbum, Useless.

O horário do evento é o seguinte:

21h00 - Abertura de bilheteira;

21h30 - Abertura de portas;
22h00 - Concerto.

Os bilhetes custam 12€. Para os portadores do bilhete para o concerto de ChameleonsVox + Belgrado custa apenas 8€. Quem estiver interessado nesta promoção deverá enviar o nome completo, nº do bilhete (digitalizado) e local onde foi adquirido para o email muzikismyoyster@gmail.com.


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terça-feira, 28 de março de 2017

Kælan Mikla abrem para Drab Majesty no Porto


As Kælan Mikla, trio de synth-punk islandês, vão fazer a sua estreia em território nacional, no próximo dia 13 de maio onde abrem para Drab Majesty, no Hard Club, Porto. Em atividade desde 2013, o trio feminino é conhecido pela sua gloomy poetry enriquecida em camadas de synthwave, tendo formado-se em Reykjavík, após terem ganho o primeiro prémio num concurso de poesia organizado pela biblioteca da cidade.

As letras da banda focam-se em temas como a confusão interior e o existencialismo e são concluídas com a performance intimidativa que as Kælan Mikla apresentam em palco. A banda traz até ao Porto os discos Glimmer & Aska EP (2014) e o homónimo Kælan Mikla (2016), que conta com o selo Fabrika Records.

Os bilhetes para os dois concertos têm um preço de 12€. Todas as informações adicionais podem ser encontradas aqui. Os concertos têm o selo Muzik Is My Oyster.


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sábado, 25 de março de 2017

Reportagem: Motorama + A Dead Forest Index [Hard Club, Porto]


No passado  sábado, 18 de março, voltámos ao Hard Club, Porto, desta feita para assistir ao regresso dos russos Motorama e dos neo-zelandeses A Dead Forest Index. Ambas as bandas passaram em 2015 pelo Entremuralhas, tendo a primeira marcado ainda presença em 2016 no Paredes de Coura. Com as portas a abrirem por volta das 21h30 e com uma sala que se avizinhava cheia, os concertos tiveram início às 22h10 com a dupla A Dead Forest Index a subir a palco para tocar um total de nove canções.

Já a prepararem novo álbum, os neo-zelandeses trouxeram até ao Palco 2 do Hard Club algumas das músicas já conhecidas do seu disco de estreia, In All That Drifts from Summit Down, mas ainda contemplaram o público com novos temas nomeadamente "I'm set Free", "Where The Pitch Changes", um tema ainda sem nome e ainda "Ballad Dust", que serviu de encerramento a este primeiro concerto da noite. Os A Dead Forest Index foram pouco comunicativos com o público mas, quando o fizeram, souberam ser uns fofos e conseguiram nutrir no público uma empatia contagiante. 


A Dead Forest Index

Apesar de ser um concerto dividido entre os temas já conhecidos deste In All That Drifts from Summit Down (ouviu-se "Tide Walks", "No Paths" e "Myth Retraced") e os temas de um novo segundo disco de estúdio - que se apresentaram maioritariamente despidos de apetrechos musicais, inclusivé com pouco recurso à percussão - o público soube ouvir e aplaudir o resultado desta performance da dupla, que regressava pela segunda vez ao Porto. Na setlist ficou a faltar "Cast of Lines".

Motorama

Agendado para as 23h15 o concerto dos Motorama só teve início pelas 23h30 e apenas com três músicos em palco, dos quatro, que atualmente completam a banda russa. No concerto de regresso a palcos nacionais, a banda atuava para uma casa cheia e ansiosa para ouvir essencialmente os grandes temas de carreira. 
Com Dialogues na bagagem o concerto dos Motorama abre com "I See You" e com os três músicos em palco muito focados na performance e muito pouco responsivos na comunicação. Um dos problemas inicialmente notado foi o facto do sintetizador estar pouco amplificado comparativamente ao som da guitarra, o que ofuscou excertos de algumas músicas deste novo álbum, onde a presença do sintetizador é determinante. Acrescido a isto, e pelo facto de só estarem três músicos em palco, a banda teve de recorrer a sons previamente gravados, o que retirou a magia ao resultado final.
Na memória, e como singles que mexeram com o público ficam marcados  "Rose In The Vase", "Heavy Wave", "One Moment", "Wind In Her Hair" e o grandioso "Alps". Já relativamente ao concerto fica principalmente registada a troca constante de baixo e bateria entre o vocalista Vladislav Parshin e Maxim Polivanov
Concerto acabado e ouve-se o público a suplicar, incansável, para um encore que não chegou a acontecer.


Motorama

Em suma, e no campo da opinião pessoal, creio que para quem viu ambas as bandas no Entremuralhas, em 2015, os dois concertos tiveram um impacto mais significativo em Leiria do que no Porto. A atmosfera da Igreja da Pena deu uma singularidade inexplicável ao concerto dos A Dead Forest Index, que viriam ali a ganhar uma projeção e posicionamento definido nos campos do folk experimental. Já os Motorama, que sofreram algumas alterações recentes no lineup, ao vivo pecaram pela sua falta de comunicação com o público e pela performance muito automatizada. Foi uma noite bonita mas não suficiente para se assinalarem aqui mais dois concertos do ano.

O álbum completo de fotografias, abaixo:


Motorama + A Dead Forest Index @ Hard Club, Porto

A Dead Forest Index Setlist:
1. Improv piece 
2. Tide walks 
3. No paths 
4. New untitled 
5. Where the pitch changes 
6. A new layer 
7. I'm set free 
8. Myth retraced 
9. Ballad dust


Texto: Sónia Felizardo
Fotografia: J.P.

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quinta-feira, 16 de março de 2017

Esta semana há Motorama e A Dead Forest Index no Porto e Lisboa


Esta semana os Motorama regressam ao Portugal, ao lado dos neo-zelandeses A Dead Forest Index, para dois concertos no Porto e Lisboa que acontecem respetivamente a 18 de março (sábado), no Hard Club e 19 de março (domingo), no Sabotage Club. Os concertos contam com a organização da Muzik Is My Oyster.

A banda russa regressa a Portugal depois de ter passado pela edição de 2016 do Festival Paredes de Coura e vem apresentar a palco o seu mais recente disco de estúdio, Dialogues, editado o ano passado pela Talitres. Por sua vez, os A Dead Forest Index apresentam In All That Drifts from Summit Down, dois anos depois de terem passado pelo Entremuralhas

Os bilhetes para ambos os concertos têm um preço de 16€. Todas as informações adicionais sobre o concerto do Porto aqui e o de Lisboa aqui.




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sexta-feira, 10 de março de 2017

Drab Majesty estreiam-se em Portugal para dois concertos


Drab Majesty, o duo que começou em 2012 como o projeto a solo de Deb Demure - alter ego do músico Andre Clinco - tem passagem agendada em território nacional para dois concertos inseridos na tour "European Demonstrations" a decorrer  entre os dias 13 e 14 de maio no Hard Club, Porto e Sabotage Club, Lisboa, respetivamente. 

A banda que junta Andre ClincoMona D. vem até território nacional apresentar o disco The Demonstration, que foi editado a 20 de janeiro deste ano e dá sucessão ao disco de estreia Careless (2015). Os Drab Majesty já partilharam palco com bandas como Cold Cave, Psychic TV, Clan of Xymox, The Frozen Autumn, Prayers, Youth Code e King Dude.

O concerto no Porto é organizado pela Muzik Is My Oyster e o de Lisboa pelo Sabotage Club. Ainda não são conhecidos os preços dos bilhetes.




As datas da tour completa podem ser encontradas abaixo.


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terça-feira, 7 de março de 2017

TOY: hoje em Lisboa, amanhã no Porto


É já hoje que os londrinos TOY passam por Portugal para um concerto em Lisboa a tomar de assalto o Sabotage Club. Amanhã, dia 8 de fevereiro, a banda sobe até ao Porto, onde tocará no Hard Club. Na bagagem trazem o seu mais recente disco, Clear Shot, editado em outubro de 2016 pela pela Heavenly Records.

O concerto no Sabotage Club é único e tem início previsto para as 22h30. Depois do concerto dos TOY, o baterista Charlie Salvidge salta da percussão diretamente para a cabine de DJ do Sabotage Club. A pista é dele até às 4h00 da manhã. Infelizmente os bilhetes já estão esgotados, por isso para quem quer muito vê-los há ainda a oportunidade de apanhar a banda pelo Porto.

No Hard Club a história é outra. Com a abertura a cargo dos portugueses Toulouse, que trazem a palco o disco Yuhng, editado pela Revolve, as portas abrem mais cedo e podem começar a reservar o lugar na sala a partir das 21h30. As entradas custam 15€. Todas as informações adicionais podem ser consultadas aqui.




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